UMA NINFETA SAFADA 2

Um conto erótico de Alice Dumas
Categoria: Heterossexual
Contém 3908 palavras
Data: 14/11/2018 12:54:35

a ninfeta safada

Rio de Janeiro .

O quarto estava silencioso e escuro , deitada na cama Alice dormia de bruços usando seu tradicional pijama cheio de corações quando um som baixo mais audível a despertou . De olhos abertos ainda deitada com o rosto sobre o travesseiro ela olha a luz da lua cheia que atravessa os vidros da janela . De repente ouve o som novamente e percebe que o barulho veio de uma pequena pedra que bateu no vidro fazendo ela levantar calçando as pantufas de coelhinho e indo no escuro até a janela onde olha para baixo , vê o patio da frente da casa vendo uma figura abaixada na grama apanhando pedrinhas pronto para jogar outra . Alice sorri e abre a janela balançando a mão para ele do alto do segundo andar .

Sem poder falar alto para não acordar a tia dormindo ela sai pela janela descendo no telhado da sacada a frente da casa indo até a beirada para falar com ele .

- Oque você está fazendo aqui a essa hora ?Diz ela em voz baixa .

- Sou seu namorado vim te verFala ele sorrindo com uma rosa na mão .

- Se a minha tia te pega aquiDiz Alice sentada na beirada do telhado da varanda preocupada em ser vista por algumas fofoqueira da vizinhança .

- Eu te amo AliceDiz o rapaz em voz baixa erguendo a rosa acima da cabeça . Alice sorri .

- Tem uma escada na lateral da casa pega ela , e vê se não faz barulho GustavoFala ela para o rapaz que vai e volta com a escada que escora no telhado da sacada e sobe indo sentar ao lado de Alice .

- Obrigada a rosa é linda ! - Diz Alice pegando a rosa da mão dele .

- Linda é vocêDiz Gustavo passando a mão nos cabelos de Alice e inclinando a cabeça para beijá-la na boca .

Alice levanta puxando ele pela mão caminhando pelo telhado até a janela do quarto .

- Vamos entraFala ela já dentro do quarto passando pela janela olhando ele um tanto assustado entrando logo atrás .

Gustavo é um rapaz dois anos mais velho que a adolescente Alice , loiro de olhos azuis . Abraçou e beijou novamente depois tirou do bolso uma camisinha e mostrou a Alice . Era uma forma silenciosa de dizer naquela época de dizer quero transar com você . Alice tirou o pijama e as peças intimas , ele fez o mesmo indo os dois sentar na cama e se beijaram por um longo tempo deitando os dois em seguida .

Gustavo já de pau duro trata de colocar a camisinha deixando Alice deitada de barriga para cima na cama , a beija descendo pelo corpo indo aos seios pequenos e escorregando para o pequeno tufo de pentelhos e por fim metendo a língua na buceta dela que segura um gemido e contorce o corpo sobre o efeito da gostosa chupada . Logo ele já esta sobre ele de novo afastando um pouco mais as pernas dela e ajeitando seu pau .

- Esta nervosa ? Você É virgem ? - Sussurra Gustavo para ela .

- Não sou virgem e me come de uma vezSussurra ela de volta para ele que não perde tempo e mete o pau na bucetinha , Alice solta um gemido dor ao sentir o pau dele a invadir . Com o corpo sobre o seu Gustavo mete de devagar em estocadas lentas indo no fundo e voltando e repetindo de forma que aos poucos Alice se acostumava e dor diminuía .

Gustavo foi gentil e carinhoso o tempo todo atendo as reações dela indo devagar fazendo de um jeito gostoso sem e pressa .

- Come o meu cuzinhoDiz Alice a ele baixinho fazendo ele sair de dentro para ela virar na cama ficando de bruços agarrada ao travesseiro ela mordia o lábio inferior sentindo ele ajeitando o corpo procurando com o pau o cuzinho dela . Devagar ele mete até a cabeça do pau até romper a resistência do seu cú o abrindo , Aline sufoca um grito no travesseiro ante dor da penetração , ela adora aquela sensação sentindo de dor que vai diminuindo aos poucos com o pau de Gustavo indo no fundo do seu cu e voltando devagar com carinho . Gustavo gemia baixo curtindo cada momento com as mãos apoiadas nas costas dela e fodendo o cu apertado de Alice por um longo tempo , curtindo o momento até que não resistiu mais e gozou gemendo um pouco mais alto desta vez . Ele tira o pau do cu de Alice e os dois vão ao banheiro , ela vai direto ao vaso sanitário cagar e ele retira a camisinha e descarta no lixo do banheiro . Quando esta prestes a voltar para o quarto eles ouvem o som do rangido da porta do quarto abrindo e Gustavo imediatamente fecha a porta do banheiro a trancando .

- Alice ?

- É a voz da minha tiaSussurra Alice para Gustavo ainda sentada no vaso .

- To no banheiro tiaGrita ela em seguida .

- Você ouviu algum barulho ? - Indaga ela do lado de fora do banheiro .

- Não ! -Grita a adolescente olhando Gustavo pelado diante dela de olhos arregalados .

Quando não ouvem mais a tia ela levanta do vaso após se limpar e dá descarga indo até a porta do banheiro para espiar o quarto .

- A barra tá limpa vamosDiz Alice saindo do quarto com Gustavo .

- Ufa! Ar limpo que cheiro horrível tava lá dentroResmunga Gustavo fazendo Alice rir .

- Você tem que se vestir e ir emboraDiz ela para o namorado que trata de juntar as roupas e vestir para em seguida pular a janela para o telhado da área a frente da casa e daí para a escada . Alice fica olhando ele guardar a escada na lateral da casa novamente e correr para rua ganhando o caminho de casa .

Ela fecha a janela e cobrindo a claridade da luz da lua com a cortina , volta para a cama veste a calcinha e o sutiã e deita-se de bruços .

Sua mente devagar numa lembrança do dia em que conheceu Gustavo na escola quando na hora do recreio ele de uma bolada nela e sujou sua roupa , ele sorriu com um expressão no rosto de “fiz cagada” pedindo desculpas e Alice mesmo suja desculpou o rapaz sem dar mais conversa .

No mesmo dia na saída na escola todo cheio de sorrisos veio pedir-lhe desculpas novamente e foram conversando a caminho de casa . Gustavo tinha um bom papo e era sempre muito gentil , fora o fato de ser gatinho , deixou Alice atraída . Passaram a ficar muito amigos e ele até a ajudava com alguma lição indo de casa sempre muy prestativo indo a casa dela . A tia fazia os dois estudarem na sala onde ela ficava de olho comprido vigiando os dois como um cão vigiava o osso .

Gustavo aos poucos foi ganhando a confiança da tia Eduarda sendo sempre sincero e assim que Alice aceitou o namoro ele fez questão de falar com a tia Eduarda de Alice . Gustavo não era só bonito , tinha um jeito cativante e a tia logo consentiu com o namoro desde que com as suas regras sendo respeitadas e naquela noite eles quebraram todas as regras da tia . Mas o que os olhos não veem o coração da tia não sente .

O som estridente do despertador faz Alice acordar olhando a hora no relógio sobre o criado mudo ao lado da cama e ainda deitada ela estica o braço apanhando o maldito e desligando . É domingo pô ! Resmunga ela sonolenta e volta a dormir já que domingo não tinha escola .

- Levanta Alice .

A voz da tia Eduarda a desperta e ela gira na cama deitada de barriga para cima bocejando vendo ela em pé afastando a cortina e abrindo a janela fazendo a claridade do dia ir direto nela ainda na cama ofuscando as suas vistas .

- Que droga!Resmunga ela cobrindo a cabeça com o travesseiro .

- Vamos são 11 horas da manhã dorminhoca , esqueceu do nosso compromisso ?Diz a tia fazendo Alice ficar sentada na cama pensativa . Esqueci alguma coisa , pensava ela até que como um estalo ela lembrou .

- O shopping , pô tia porque não falou de uma vez ?

A tia Eduarda sorri saindo quarto .

Alice levanta e corre ao guarda roupa escolhendo um vestido , foi ao banheiro tomar um banho e vestiu-se , penteou os cabelos na frente do espelho e já pronta desceu para a sala onde o namorado da tia Ernesto estava sentado no sofá com uma duzia de rosas dentro de um vaso .

- Bom dia !Diz Alice de passagem a Ernesto a caminho da cozinha onde a tia toda arrumada já com o café pronto .

- É ele ? O tal Ernesto o namoradinho novo ? - Diz Alice em voz baixa para para a tia que balança a cabeça dizendo que sim sorrindo .

- Toma o seu café e não faz mais pergunta entendeu ? - Diz a tia assumindo um tom mais sério .

Após o café o namorado da tia leva as duas no seu carro para juntos passarem a tarde no shopping , o verdadeiro paraíso das mulheres onde elas realizam uma grande compulsão : olhar , experimentar e comprar . Ao sair de uma loja eles vão a uma praça de alimentação onde de repente a tia viu algo que chamou sua atenção .

- Alice aquele não é o Gustavo ? - Disse a tia indicando algumas mesas atrás deles . Alice virou para olha no exato instante em que viu Gustavo a mesa beijando outra garota .

Alice levantou subitamente cerrando os punhos furiosa caminhando na direção onde Gustavo estava , como se fosse um trem desgovernado rumando para colidir numa parede .

- Seu sem vergonha ! -Gritou ela quando chegou já virando a mesa e dando um tapa nele .

O barraco estava armado , todos ao redor da praça de alimentação pararam para ver o que estava acontecendo . A tia e o namorado interviram antes dos guardas do shopping segurando Alice que ficou totalmente descontrolada . Gustavo tentou argumentar , mas Ernesto o afastou dizendo que era melhor ele não falar nada . A raiva de Alice logo se torna magoa e lagrimas . Ela chora abraçada a tia que a leva para um banheiro .

Alice lava o rosto na pia do banheiro ficando mais calma junto a tia ao lado dela .

- Ele estava me traindo , desgraçadoResmungava Alice vermelha de raiva .

- Os homens são assim querida , nos traem com o primeiro rabo de saias . - Diz a tia num tom triste ao ver a sobrinha daquele jeito .

- Porque ele fez isso ? Ele disse que me amavaFala ela chorando abraçando a tia .

- Eles traem por oportunidade , e quer saber mesmo . Não vale a pena você gastar suas lagrimas com eleDiz a tia abraçada a ela fazendo carinho na cabeça dela .

Vinte minutos depois as duas saem do banheiro , Ernesto do lado de fora do banheiro acompanha as duas para casa . Sentada no banco de trás do carro com os olhos ainda marejados e um olhar distante Alice não fala nada durante o trajeto de volta e ao chegar em casa tranca-se no quarto e deita-se na cama .

Fiquei puta da cara , “rodei a baiana” mesmo num barraco de proporções épicas , dando um vexame enorme e brigando com o safado ali mesmo . Para mim estava tudo terminado . Experimentei pela primeira vez oque era traição , lembro de minha tia me segurando no auge da minha fúria quando eu queria bater na vagabunda da biscate que estava com o meu agora ex .

Ele passou um tempo insistindo em querer voltar comigo , teve na casa da tia algumas vezes , mas como nunca tive vocação para chifruda deixei claro que não o queria mais . Felizmente após um tempo ele aceitou e seguiu em frente não causando mais problemas . Sofri um pouco porque gostava do safado , ma fiquei sozinha por um tempo até que a fila andou e a fila sempre anda .

A garganta profunda

Rio de Janeiro , anoPrimeiro a tia disse não faria a festa de aniversário , depois voltou atrás e para me enlouquecer um pouquinho mais , desdisse oque ela disse . Confuso , eu sei pois fiquei puta da cara com esse diz e desdiz . Era o meu aniversário de 15 anos , uma data importante para uma garota e tudo porque a tia, pelo menos assim ela dizia , não ter condições financeiras de bancar a festinha como eu merecia e faltavam poucos dias para a data .

Se o pai estivesse vivo a festa estava garantida pensava um tanto magoada nos dias que antecederam ao meu aniversário . Quando chegava da escola naqueles dias me trancava no quarto e pegava a caixa da mamãe onde estava o diário dela e algumas fotos , chorei algumas vezes sozinha com uma foto deles nas mãos , sou muito sentimental e chorona mesmo .

Um dia antes com o pretexto de me levar ao shopping para escolher um presente de aniversário a tia me levou junto com minha amiga melhor amiga e colega da escola Elisa .

Elisa era uma negra linda diga-se de passagem , mas tinha um apelido nada carinhoso devido a uma fama dela junto aos rapazes , era “Eliza garganta profunda” ou “Elisa Boquetão” . Quando a conheci ela já tinha a fama de melhor boquete do colégio , fama que ninguém queria . No inicio da nossa amizade não sabia o que significava o apelido dela , mas ela com muita tranquilidade me explicou do que se tratava o boquete tipo garganta profunda . Fiquei de queixo caído quando ela disse que conseguia literalmente engolir um cacete com até 17 cm , enfiando todo dentro da boca e pedindo mais . Disse que um dia ainda mostraria na pratica como se faz , fiquei curiosa .

A tia Eduarda , Elisa e eu então estávamos no shopping . A tia para não dar na vista me levou para escolher um salto para comprar enquanto Elisa deu uma desculpa esfarrapada que ia ao banheiro e quando voltou trouxe consigo uma sacola . Estariam as duas tramando algo ? Fiquei com a duvida . Saindo dali fomos a outra loja comprar um vestido e depois passamos na praça de alimentação para tomar um suco e fofocar sobre o dia ano passado quando topei com o cafajeste do meu ex me traindo com outra . Boas risadas nos demos , e até a tia me chamou de “furacão Alice”claramente zombando lembrando da minha fúria incontrolável .

Já era fim de tarde quando voltamos para casa , fiquei no meu quarto novamente olhando fotos dos meus pais . A tia trouxe o jantar no quarto para mim, uma raridade diga-se de passagem , enquanto eu comia ela ficou sentada na cama olhando para mim de um jeito esquisito .

- Que foi tia ?Perguntei entre uma garfada e outra na comida com um olho no prato outro nela.

- Você se parece muito com seu paiDisse ela .

- Já acho que sou parecida com minha mãeFalo a ela .

- Sei que as vezes sou uma tia rabugenta e até chata , mas quero que saiba que gosto de você como se fosse uma filha que nunca tiveDiz ela num tom um tanto triste .

- Obrigada tia é importante para mim tambémDigo a ela que levanta da cama para sair do quarto .

- Porque nunca teve filhos tia ?A pergunta saí de repente e vejo a tia respirar fundo ,e voltar a sentar na cama .

- Acho que você já tem maturidade para entender . A aconteceu que fui estuprada quando tinha 9 anos pelo meu próprio pai que gerou lesões tão graves que fiquei sem capacidade de engravidar . Meu pai , portanto seu avô faleceu anos depois quando foi preso . - Revela minha tia .

- Nem sei oque dizerFalei a ela .

- Sobre minha desavença com o seu pai , ele era mais velho que eu e gostava de implicar comigo . Eu via nele a figura do meu pai e passei a detestá-loDisse ela quase chorando.

- DesculpeDisse a ela terminando o jantar .

- Tá tudo bem , não é culpa sua queridaFala ela pegando o prato e levantando para sair do quarto .

Fiquei pensando no que ela disse com o coração cheio de tristeza até pegar no sono .

Era manhã de sábado quando levantei e a primeira coisa que fiz foi abri a janela vendo um dia nublado com um vento frio , lembro bem disso . Depois vesti uma roupa lavei o rosto e desci para o café da manhã . A tia me abraçou , beijou no rosto dando feliz aniversário e lamentando não ter dinheiro para fazer uma festa de arromba .

Aquela altura estava já conformada com a situação , mas aguardava ao menos uma ligação do meu namorado da época que prestava o serviço militar e eu não o via a mais de dois meses . Nosso namoro tornou-se distante aprendi que nenhuma relação a distancia dura muito tempo .

De fato até o meio da tarde ele não havia ligado nem dado sinal de vida . Estava no meu quarto lendo o diário da minha mãe quando minha tia entrou .

- Vista aquele vestido que compramos ontem ,vamos a uma pizzariaFalou a tia sorrindo .

Levantei da cama e corri ao banheiro , depois do banho já vestida, penteada , arrumada e perfumada desci para a sala onde a tia já estava a espera . Embarquei no carro da tia e no caminho passamos na casa da Elisa que já me deu seu presente um par de meia calças .

Elisa e eu ficamos fofocando no banco de trás ao ponto que ela conseguiu me distrair o suficiente para não perceber para onde estava sendo levada , até que o carro parou no estacionamento nos fundo do salão de festas da igreja . Desci do carro já imaginando tudo e assim que entrei no salão todo enfeitado para o meu aniversário e com todos aqueles convidados presentes . Foi uma das maiores alegrias da minha vida .

A festa rolou até tarde , e o meu namorado não apareceu . Dancei a valsa dos 15 com o novo “namorido” da minha tia um homem bem mais velho e muito parecido com o meu pai , bem do jeito que eu gosto (risos) e para minha sorte e azar da titia , acho que ele gostava de mim .

O nome dele era Elandro , alto de porte atlético com o cabelo grisalho , era muito discreto e tenho certeza que a tia desconfiava das intenções dele comigo , mas nunca falou nada pelo menos comigo . As vezes ouvia eles brigando e volte meia voltavam , ficando em idas e vindas . Nunca deixei ele perceber , mas notava alguns olhares dele sobre mim . Como não estava afim de arrumar encrenca com a titia conversava com o Elandro apenas o necessário , mas como era muito agradável conversar com ele foi inevitável que as vezes a gente estende-se o papo .

Na minha festa de 15 anos a ideia de dançar com ele a valsa principal por falta de alguém mais indicado , foi da tia , não minha e dançamos durante a noite varias vezes ante o olhar atendo da titia que não desgrudava dele . A cerveja estava liberada apenas para os adultos , eu minha amiga Eliza e outros adolescentes tratamos de furtar algumas da cozinha e ir beber do lado de fora do salão . Eliza motivada pela cerveja e por dois rapazes que conheciam a fama da “garganta profunda” que ficaram muito ousados e motivados pelo efeito da cerveja , como ela não rejeitava um boquete foram para um lugar mais reservado . Protegidos pela noite nos fundos do patio perto do muro onde Eliza fez o serviço nos rapazes .

Eu não quis participar daquilo , tinha meus próprios planos e voltei para o salão onde a tia estava dançando com o Elandro , fiquei olhando os dois de canto . Lá pelas tantas um dos meninos entra no salão cambaleante de tão bêbado e cai causando um alvoroço e interrompendo a festa . A tia apressou-se em levar o menino desacordado para um médico e deixou Elandro cuidando da festa . Era a chance que precisava , fui até ele no meio do salão e peguei na mão o puxando na direção da cozinha .

- Alice oque houve ? - Disse ele , eu apenas sorri e continuei . Quando entramos na cozinha fechei a porta já que estávamos sozinhos .

- Vamos para aquele armário ali , quero que você pegue uma lata na prateleira de cima. -Digo a ele indicando uma porta aberta aberta que dava para uma dispensa pequena de dois metros quadrados e assim que ele entrou olhando a prateleira me juntei a ele também e fechei a porta acendendo a luz do comodo .

Sem falar nada e o pegando de surpresa arrisquei tudo , me abaixando diante dele indo abrir a calça para tirar o pau fora da cueca .

- Alice o que é isso ? - Diz ele , mas não interrompe vendo eu segurando seu pau já duro na mão para chupá-lo , seguindo as dicas da amiga Eliza um boquetera bem mais experiente na arte de chupar cacetes . Elandro deixou rolar gemendo a cada golpe da minha boca com a língua cheia de saliva no pau dele .

- Chupa as bolasSussurrou o safadinho e desci até lá para chupá-las e lambê-las .

- Você é uma ninfeta safadaDiz ele em voz baixa delirando .

Cheio de tesão Elandro logo me ergue do chão e fazendo eu ficar de costas para ele com as mãos apoiadas na prateleira de um armário . Sentindo as mãos dele erguer o meu vestido acima da cintura para acessar a minha bunda .

- Quero comer o seu cúDiz ele com a voz carregada de tesão afastando minha calcinha e inclinando um pouco meu corpo para frente fazendo eu empinar a bunda para trás . Senti um arrepio percorrer meu corpo quando senti a cabeça do pau dele molhada de saliva abrindo minha bunda posicionando o membro no meu cu . Devagar ele meteu até a cabeça do pau entrar cu adentro me fazendo gemer e retesar o corpo ante a dor , maravilhosa dor aquela , mas Elandro tinha a manha e parou por um momento até a dor diminuir e continuou metendo o pau bem no fundo fazendo meu cu engolir o cacete duro dele . Em estocadas firmes ele começou a foder com as mãos agarradas na minha cintura . Aos poucos a intensidade foi aumentando a medida que meu cú ficava mais acostumado com a penetração ao passo que ele tirou o pau de dentro e meteu no cu novamente varias vezes até gozar gemendo . Não satisfeito ele se abaixa diante de mim em pé ainda de costas para a parede e chupa lambendo meu cu melado pela sua própria porra recém fodido junto com a buceta já úmida .

Ele volta a ficar em pé e afasta ainda mais as minhas pernas para meter o pau fundo na minha buceta abrindo . Gemendo de prazer ele fode desta vez por um período maior com relativa força até um barulho vindo da cozinha interromper fazendo ele tirar o pau de dentro de mim e bloquear a porta com o corpo para ninguém entrar e nos pegar no flagra. Passado um tempo em que ficamos tensos em silencio , ele deu uma espiada e respirou aliviado .

Com um sorriso enorme no rosto ele se afastou da porta para me ver ajeitar a calcinha e arrumar o vestido .

- Vou sair primeiro , espere um dez minutos e saia depois . Vamos manter tudo em sigilo . -Diz ele saindo e me deixando dentro da dispensa .

Um tanto dolorida , mas contente saí e tomei o rumo de uma porta que dava para a rua , dei a volta no salão indo entrar pela porta que dava para os fundos do patio no salão . Vi a tia de volta já junto de Elandro .

A festa rolou até tarde , foi terminar lá pelas cinco horas da manhã se me lembro bem . Elisa foi mais cedo para casa já bastante tonta pela bebida e com um acréscimo na fama de boquetera .

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Comentários

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Ótimo conto gata e ai sera q podemos trocar contato??????

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