A Balada - Parte 2

Um conto erótico de Layla
Categoria: Grupal
Contém 632 palavras
Data: 12/11/2018 18:07:32
Última revisão: 12/11/2018 18:57:27

Ana tinha um vestido preto com fios dourados , justo e curto , que usava no casamento de uma prima , sandálias pretas de salto alto e uma bolsinha de festa. Achava que era suficiente para acompanhar Júnior na balada. Ainda mais porque sabia que logo , logo , estaria totalmente nua ... Por isso mesmo , comprou uma lingerie nova , um conjunto de calcinha e soutien de renda preta , e caprichou na depilação íntima.

Júnior lhe dissera que iam se encontrar com um casal de amigos dele , mas que Ana podia ficar tranquila , não seria tocada pelo outro cara , ele queria mais assistir as duas garotas se pegando. Que para sentir mais prazer tomariam algo que ele chamava de bala. Sozinha em seu quarto , já pronta , Ana contemplava o meio comprimido vermelho na palma de sua mão. Para a primeira vez metade bastaria , disse Júnior. E garantiu que ela teria uma noite de prazer como nunca imaginara ser possível , sob o efeito daquela coisa minúscula ...

Sem pensar mais ela engoliu o meio comprimido com um pouco de água e foi para a esquina , pois estava quase na hora que haviam combinado de sair.

Ele foi pontual. Seu carro importado chamava muita atenção naquele bairro de periferia , por isso ele acelerou e foram parar bem longe , nas imediações de um parque.

- Você está linda. - disse Júnior contemplando-a.

- Você também . - respondeu Ana , pensando que Júnior era sempre lindo , mas aquela noite ele se superara. Usava uma calça preta bem justa e uma camisa branca , que deixava entrever os pelos de seu peito. Seus cabelos dourados se enrolavam em sua fronte de um jeito adorável. Seus olhos , duas safiras. E aquele sorriso ... Ana sentiu o coração bater mais forte.

- Você promete que o seu amigo não vai me tocar ? & ela perguntou. - Porque eu não quero outro homem , Júnior , sou apenas sua ...

Ele acariciou os cabelos dela com ternura.

- Fica tranquila , ele sabe disso , falou. - O que é meu , é meu ...

O rapaz se inclinou sobre Ana e a beijou. Ela o puxou para si , e foi um beijo muito longo e muito gostoso. Percebeu um volume sob a calça dele.

- Vamos lá , ele disse , e pouco depois chegaram a uma das casas noturnas mais badaladas da cidade. Ana sabia que ali era o reduto de gente rica. Nunca se imaginara entrando naquele lugar ...

De mãos dadas com Júnior entrou no ambiente amplo , em meia penumbra , onde o som eletrônico sacudia as paredes num tum tum tum ensurdecedor. A pista estava cheia de gente dançando. Ana sentiu uma tontura e pegou com mais força na mão de Júnior. Seria aquilo um efeito da droga que engolira? Não sabia. Mas Júnior lhe dissera que custava um pouco a fazer efeito , mas que era melhor que pó.

Sentados em uma mesa retirada , estavam os amigos de Júnior , um casal muito bonito e simpático. Se apresentaram como Fábio e Débora. Júnior apresentou Ana como uma amiga e os sentaram. Era difícil conversar com a música alta. O casal bebia água mineral com limão e Júnior pediu o mesmo para eles dois. Mais tarde Ana entenderia o motivo. Fábio e Débora a encaravam com certa curiosidade , e ela , de canto de olho , também os observava.

Fábio era alto , tinha um cavanhaque e cabelo castanho cortado rente. Usava calça social escura e uma camisa azul. Débora tinha os cabelos ruivos , presos num coque no alto da cabeça , maquiagem um tanto exagerada para o gosto de Ana , tatuagem no pescoço. Usava um vestido claro , muito justo e decotado , que evidenciava suas formas exuberantes e seus grandes peitos. Parecia já estar bastante "alta". Começou a devorar Ana com os olhos e a esfregar suas pernas nas dela , por baixo da mesa.

Ana sentiu de repente um grande calor. A droga começava a fazer efeito. Aquela noite ia ser louca ...

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