Eu inventei uma mentira conveniente parte 2

Um conto erótico de H-Bi
Categoria: Homossexual
Data: 01/11/2018 19:25:36
Nota 10.00

Depois dos acontecimentos da noite anterior, o café da manhã foi esquisito pra nós dois. Meus pais já tinham chegado da noitada. Sentamos eu e Nenê na mesa junto dos dois. Tudo em silêncio até o pai perguntar:

- Como foi a festa ontem?

- Estava legal. O Nenê bebeu até vomitar. Ainda tenho que limpar aquela nojeira.

- Pouca prática. - Disse a mãe. Todos riram. Nenê meio forçado, mas riu.

Terminamos o café e fomos pra sala jogar videogame, com Nenê mais quieto do que de costume. Depois de algumas partidas de Mario Kart ele falou:

- Cara, tô muito perturbado por causa da noite passada.

- A gente não fez nada demais.

- Claro que fez. Tá doendo pra caralho me sentar. Mas sabe o que é pior?

- Não.

- Eu achei que não ia gostar e gostei. Será que é normal?

- Cara, a gente tá em 1999, hoje em dia a gente pode ser o que quiser e ninguém ficar sabendo.

- Não sei, cara. Transar com um cara antes de transar com uma mulher não tava nos meus planos.

- Ué. A gente pode dar um jeito nisso, não?

- Com a Grazi não sai nada. Já tentei. Com a Vitória, que dizem que dá pra todo o mundo mal rolou uma mão nos peitos.

- Vou pensar em alguém, se não a gente contrata uma prostituta.

- Tá. Mas não vamos demorar muito.

O dia transcorreu sem surpresas. Jogamos até às 16h mais ou menos. A mãe fez uma lista de compras pra janta e eu e o Nenê fomos no supermercado pegar pra ela. Nenê só ia embora na segunda, ou seja. Tinha mais duas noites inteiras lá em casa.

No setor das carnes encontramos uma vizinha a dona Adriana. Uma mulher de quase cinquenta anos, baixinha, morena, ligeiramente acima do peso e viúva há seis meses. Cumprimentamos ela e seguimos às compras, enquanto listávamos as garotas que poderiam tirar a virgindade do Nenê.

Chegando no caixa, ficamos exatamente atrás da dona Adriana. Reparei que ela estava mais magra e mais bonita, diferente da época em que o câncer definhou seu marido. Naquela época ela estava um trapo. Mas agora se cuidava. Sabíamos que ia numa academia. Caminhava. Se cuidava mais. Até o cabelo mais longo favoreceu seu rosto. Diria que ela tinha quarenta, quarenta e dois, se não soubesse que era mais. Ela pegou as compras sem muita pressa e encheu dois carrinhos com as compras e na hora de botar o último produto, se abaixou tanto que mesmo que o decote fosse discreto, conseguimos ver que ela tinha grandes peitos duros. Olhei pro Nenê e vi que percebeu o mesmo que eu.

Peguei todas as nossas sacolas e fiz o Nenê oferecer ajuda com as dela. Ele ficou com metade das sacolas, o que dava umas dez e levamos até o porta-malas do carro dela, que em contrapartida ofereceu carona. Aceitamos. Mas pedimos pra descer na casa dela e não na nossa, pra ajudar com as sacolas, o atalho já era bom o bastante pra gente. Quase cinco quadras sem fazer força, estávamos no lucro. A casa dela ficava umas cinco da minha. A dona Adriana foi colega de aula da mãe do Nenê e eram grandes amigas. Ela se dava bem com a minha mãe e frequentou minha casa algumas vezes, quando o marido era vivo. Fizeram até algumas festas lá em casa.

Nenê já conhecia lá dentro por causa da proximidade das famílias.

Entramos, fomos até a cozinha e largamos as sacolas sobre a mesa.

- Obrigado rapazes. Nem sei como agradecer vocês?

- A senhora não deve nada.

- Senhora é a sua mãe.

Rimos.

- Desculpe. Se tem uma coisa que tu não é, é senhora.

- Vocês bebem alguma coisa?

- Bebemos, mas não se preocupa com a gente. Até porque tenho que levar as sacolas pra mãe.

Nenê que já entrou na casa quando o marido dela era vivo, disse:

- Ainda tem aquela piscina nos fundos da casa?

- Tem sim, mas tá cheia de musgo. Desde que o falecido se foi, não limpei mais.

- A gente limpa se quiser.

- Sério?

- Então tá bom. Se vocês limparem, podem vir quando quiserem e se eu sair deixo a casa pra vocês aproveitarem.

- Nesse calor vai ser bom, porque o verão tá um inferno. Quando limpamos?

- Quando vocês quiserem, tô sempre em casa.

- Hoje? Largamos as compras na mãe e voltamos.

- Perfeito. Vou fazer uns aperitivos pra vocês.

- Tá bom.

Larguei as compras da mãe na cozinha e corremos para o quarto pra combinar nossa estratégia e pra variar, o plano usado foi o meu.

- Cara. Vamos de roupa. Como estamos, de jeans.

- Tem certeza? Pior ideia.

- Não cara. Tá um calor desgraçado. Ela vai sugerir que tiremos a roupa. Aí a gente vai estar com a menor cueca que tivermos.

- Agora faz sentido. Mas estou de samba-canção.

- Troca. Tem que ser uma bem justa.

Adriana abriu a porta pra gente, um pouco mais ajeitada do que no supermercado e com um perfume maravilhoso. Talvez quisesse nos impressionar. Fomos direto para os fundos, onde ficava a piscina. Mostrou um bréte ao lado da casa, onde tinha um armário imenso com todas as ferramentas e produtos que precisaríamos.

Varremos todo o pátio nos fundos, juntamos as folhas de árvore do entorno, recolhemos tudo em grandes sacos de lixo e já estávamos ensopados de suor. Ela surgiu da cozinha trazendo duas bandejas com sanduíches abertos. Colocou numa mesa dobrável e ficou olhando um pouco, sentada numa cadeira de praia.

- Vocês não estão com calor?

- Pra caramba.

- Trouxeram roupa de banho?

- Esquecemos, só lembramos da toalha. - Nenê completou.

- Lá em casa tomo banho de cueca mesmo, então sempre esqueço. Até na praia.

- Bom, rapazes. Estão em casa. Fiquem à vontade.

Ela retornou ao interior da casa e foi a nossa deixa.

Tiramos a roupa rapidamente, ficando só de cueca.

- Porra meu, a gente não vai impressionar ninguém assim.

Eram dois magrelos. Definidos, mas magrelos, com um tico encolhido dentro de uma cueca surrada. Outra vez, foi meu o plano.

Faltava pouco pra piscina estar cem por cento. Era daquelas de azulejo, e tinha pouca água esverdeada dentro. Em meia hora estava limpa e pronta pra encher. Nenê localizou o registro e ligou.

- Ela sumiu faz horas. Será que vai ficar lá dentro?

- Se a gente tivesse de pau duro íamos impressionar mais.

Ficamos em pé, na piscina ainda com água insuficiente pra cobrir os dedos dos pés. Estávamos suados pra caramba. Ficamos parados um do lado do outro, de frente pra porta com os cotovelos apoiados na borda da piscina, que devia ter no máximo um metro e trinta de altura. Notamos as primeiras luzes acendendo na casa. Foi quando baixei minha mão e enfiei dentro da cueca do Nenê e comecei a masturbá-lo ali mesmo. Ele estava tenso, mas ficou duro. O meu claro que também ficou, foi quando saí da piscina e fui até a toalha.

Adriana quando chegou me viu secando as pernas e com certeza percebeu minha pica dura. Sem tirar os olhos de mim perguntou ao Nenê:

- Tu não vai comer mais sanduíche?

- Vou sim.

Ela sentou e ficou olhando pra ele. Nenê saiu da piscina pela escada de azulejo e o pau dele estava estourando a cueca. Ela deu uma tossida, nervosa. Cada um de nós sentou numa cadeira de praia reclinável, como se estivéssemos pegando sol as dezoito horas e pouco. Fechamos os olhos e ficamos ali expostos, só pra ela observar. Ela sentou na cadeira do meio, quieta. Nunca vou saber se ficou olhando ou não. Fiquei pensando um monte de sacanagem, o que fez meu pau pulsar várias vezes na frente dela e torço pra ela ter visto. Tomamos um banho de água fria quando a campainha tocou.

- Rapazes. Vou me ausentar uns minutos, mas aproveitem a piscina.

Aquilo não estava nos planos.

Vimos ela passar no meio da cozinha com um taxista famoso na região, o Maneca. Ele é casado, minha mãe é amiga da mulher dele. Restava saber se ela sabia, porque aparentemente foram direto pro quarto. Segundos depois, começou um barulho de marteladas na parede, e uns gemidos contidos. Ele estava fodendo a Adriana.

Que merda. Ficamos mais um tempo por ali, mas resolvemos abortar a missão. Nos secamos, colocamos a roupa e fomos pra casa em silêncio. Fracassados. Também, só a gente pra não perceber que não ia dar certo. O que uma mulher de quase cinquenta ia querer com dois pirralhos bobões?

Era noite já. Comemos a janta que minha mãe fez e fomos tocar violão no quarto.

- Bom Nenê. Acho que vai ter que ser uma prostituta. Amanhã pego os classificados no jornal. A gente acha uma e vai.

- Vai ter que ser.

Meus pais apagaram as luzes do resto da casa. Era a hora de dormir. Ainda estava tudo esquisito por causa da última noite.

- Bota um som aí! - Pediu o Nenê.

Coloquei um cassete com alguns rocks antigos e deixei rolando. Apagamos a luz e deitamos de lados opostos da cama novamente. Fiquei olhando pro teto com as mãos atrás da cabeça. O Nenê também. Os dois quietos. Os dois de cueca. Os dois com um mísero lençol por cima.

- Tu tem certeza que a gente não é gay?

- Porra Nenê. De novo essa história? Claro que não cara. Porque tu insiste nisso?

- Porque eu tô afim de novo?

- Afim de quê?

- Do mesmo de ontem.

- Eu também tô.

Ficamos parados por mais uns longos minutos e me fiz de louco, por baixo do lençol, tirei a cueca. Fiquei pelado, e o lençol levantou.

- Que tu tá fazendo?

- Nada, só tá calor.

- Quer que vire o ventilador pra ti?

- Pode ser um pouco.

"Sem querer" deixei o vento forte do ventilador remover meu lençol e mesmo no escuro dava pra ver minha pica dura apontando ao céu.

- Cara te cobre por favor?

- Eu não. Tá calorão e tô no meu quarto.

Nenê levantou e foi até o banheiro. Ouvi a torneira ligando e desligando rapidamente. Ele voltou pra cama, deitou do mesmo lado que eu e disse:

- Hoje eu não vou ficar doendo.

Se abaixou e abocanhou meu pau com muita vontade. Dava uns chupões estralados e babados muito gostosos. Eu me contorci inteiro de tesão.

Empurrei a cabeça dele pra trás. Ele não entendeu direito, até que voltei a inverter os corpos, foi quando caímos de boca ao mesmo tempo, e sem combinar nada ele começou a fazer tudo igual eu fazia, ao mesmo tempo, com a mesma força. Afastei o rosto e fiquei chupando só a cabeça, sem grandes movimentos a não ser a sucção. Sincronizadamente comecei a correr as mãos pelas costas dele, que copiou milimetricamente meus movimentos, até que um apertou a bunda do outro com força. Fui com o dedo do meio no buraquinho dele novamente, mas ele tirou minha mão. Senti que estava doendo da noite anterior, no entanto, ele não tirou o dedo que circulava a volta do meu cuzinho. Não me fiz de rogado e pisquei meu buraco como se pedisse pra ele entrar, ao mesmo tempo que a pica dele preenchia a minha boca.

Tínhamos o físico muito similar: mesma cor de pele, mesma idade, mesma estrutura muscular, sendo que eu tinha ainda menos pelos do que ele, então a sensação de chupar a si mesmo era clara, principalmente por um fazer o mesmo movimento do outro. Nenê entrou na própria fantasia e passou a chupar minhas bolas e ordenhar meu caralho que apontava para seu pescoço, e conforme ele subia seu cacete se afastava da minha boca. Rapidinho sua língua circundava meu cuzinho. Eu já estava atordoado de tesão, teria aceitado qualquer coisa naquelas condições. A cada volta que a língua dele dava na minha rodinha, era uma piscadinha que eu dava. Ele entrou com a língua inteira de uma vez só e apertei minhas pregas com toda a força que tinha, o que beliscava a língua dele. Ele gostou tanto que repetimos essa brincadeira algumas dezenas de vezes. Foi então que ele afastou e disse:

- Fica que nem eu fiquei ontem?

Não tive dificuldade alguma em aceitar. Deitei minha cabeça de lado no colchão, encolhi os joelhos até meu rabo estar o máximo arrebitado e meu cuzinho o máximo aberto. Ele beijou cada uma das minhas nádegas, deu algumas mordiscadas, uma delas até forte. Eu só gemi de dor e prazer.

Eu o senti esfregando a cabeça do seu pau por toda a extensão do meu rego, algumas vezes, até que ele apontou no buraquinho. Eu apertei o máximo e me diverti dificultando a entrada. Foram uns longos segundos tentado até que ele puxou meu cabelo pra trás com força e disse:

- Vai deixar eu entrar ou não?

Forçou mais uma estocada e eu apertei ainda mais pra não entrar. Ele me deu um tapa na bunda e tremi de tesão.

- Deixa eu entrar.

Puxou mais o cabelo e apertei mais ainda. Ele enfiou os dois primeiros dedos da mão na minha boca, puxando minha cabeça pra trás com força e deu uma estocada quando me desconcentrei e num solavanco senti a cabeça passar a barreira, e cada veia de seu caralho pulsando forte dentro de mim.

Ele ficou inteiro dentro de mim, imóvel, como se estivesse me investigando por dentro. Ficamos alguns longos momentos assim. Ele puxando meu rosto pra trás com os dedos na minha boca, eu esguelhando o caralho dele dentro do meu rabo e ele pulsando quieto, e a cada pulsada parecia aumentar a circunferência e ganhar mais espaço dentro de mim. Ele puxou seu corpo pra trás, até deixar só a cabeça dentro e mergulhou até o talo, senti que ele achou meu fundo, ele também sentiu, e fez esse movimento cada vez mais lento e mais forte. Senti umas vibrações loucas dentro de mim, até que de uma vez só, senti ele me recheando com muita, mas muita porra. A sensação era esquisita porque o leitinho dele era muito mais quente do calor do nosso corpo, mais calor que os quase quarenta graus que fazia naquela noite. Ele soltou a mão da minha boca e tirou bem devagarinho o pau do meu cuzinho e deitou do meu lado, com um sorriso bobo.

- Hoje tu vais achar bom. Amanhã não vai nem sentar que nem eu.

- Veremos.

Nenê ajeitou o corpo, colou o ouvido na minha barriga e começou a mamar meu cacete. Sem grandes movimentos, sem usar as mãos, apenas com a cabecinha na boca. Intercalava grandes sugadas com grandes lambidas, quando tirava da boca, meu caralho batia na barriga e ele lambia um pouco a cabeça, um pouco o caldo que ficava perto do umbigo. Com a mão esquerda começou a brincar com as minhas bolas enquanto chupava e lambia, até que sentiu minhas bolas se recolherem inteira e numa serpenteada, um jato de porra voou alto e desimpedido caindo sob sua bochecha, orelha e cabelo, até esvaziar totalmente na minha barriga, o que formou uma poça que ele não vacilou e lambeu tudo, sugando cada gomo do meu abdome como um gato numa tigela de leite.

Comentários

Comente!

  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
10/11/2018 13:08:48
Uaaau! Que delicia
03/11/2018 00:19:52
otimo
02/11/2018 13:32:30
Perfeito