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Anos Incríveis | Capítulo 6: A nossa primeira vez

Olá Pessoas! Vamos para o nosso sexto e quente capítulo da série Anos Incríveis! E o dia finalmente chegou!

Espero que gostem! ;-)

Anos Incríveis | Capítulo 6: A nossa primeira vez

Nos beijávamos avidamente, em cima da cama de casal da Heloísa, com respiração ofegante, quando ela interrompe os beijos por alguns segundos e segura firme os meus pulsos na cama.

Heloísa: E agora, amor? Não tem ninguém aqui para te salvar e... estamos sozinhas! O que você vai fazer? – Disse Heloísa, sussurrando ao meu ouvido, com sua testa encostada na minha e olhando para os meus olhos.

Tentei me libertar dos braços dela, mas ela estava em uma posição privilegiada. Ela estava em cima de mim e com as pernas bem firmes na cama, impedindo que eu saísse da minha posição.

Heloísa: Você está fraquinha, né? Ficou tomando hormônios e já é uma menininha agora, com esses bracinhos de dondoca... eu posso fazer o que eu quiser com você! Está do jeitinho que eu te queria... impotente, toda pra mim!

De repente tive a ideia de fazer cara de súplica e falar igualmente baixinho.

Flávia: Amor... você está me machucando...

Heloísa: Há! Estou amor? Me desculpe, eu... – Heloísa foi interrompida pelas minhas risadas.

Heloísa: Está me enganando é? Pois agora você vai ver...

Heloísa resolveu me castigar me beijando no pescoço, lugar em que eu era particularmente vulnerável. Ela começou a alternar seus beijos entre meu pescoço e minhas orelhas e o clima começava a ficar mais quente.

Heloísa: Amor, você me deixa ver os seus seios?

Flávia: D-deixo, mas você vai ter que mostrar os seus primeiro!

Heloísa não pensou duas vezes e tirou sua blusinha que tinha a minie estampada. Após isto, ela tirou seu soutien preto e o girou no alto, falando “hu-hull!!” e o atirou no chão do quarto.

Flávia: E-eles... são lindos! Posso tocá-los? – Falei, hipnotizada pelo belo par de seios de tamanho médio de Heloísa.

Heloísa: Não... primeiro você vai ter que mostrar os seus pra mim!

Retirei meu soutien clarinho e também o atirei no chão. Fiquei com um pouco de vergonha.

Heloísa: Amooor! Eles são maravilhosos. – Disse, olhando para os meus pequenos e pontudos seios.

Heloísa subitamente pegou as minhas mãos e as colocou em seus seios. Eu pude sentir o quanto eram macios e suaves. Era a primeira vez que eu tocava seus seios e eu estava amando. Conforme eu os tocava e brincava com seus mamilos, heloísa foi fazendo cara de que eu estava no caminho certo. Ela segurava minhas mãos nos seios dela e começava, lentamente, a ficar mais excitada.

Aproveitando-se da situação, Heloísa também começou a acariciar os meus seios e eu comecei a sentir um prazer crescente em mim. Voltamos a nos beijar ferozmente enquanto os nossos seios se tocavam; eu estava com a barriga para cima e ela sobre mim. Mas a Heloísa queria mais e foi descendo seus beijos, até começar a beijar e chupar os meus peitos. Comecei a sentir sua língua e sua boca me sugando, como um bebê faz com a mãe. Heloísa me chupava e me olhava ao mesmo tempo e o meu tesão ficava cada vez maior cada vez que eu assistia à cena.

Heloísa: Hummm... Está gostoso, amor?

Flávia: Siiimmm... tá muito bom...

Heloísa parou por um breve momento.

Heloísa: Amor, eu pesquisei bastante sobre como o nosso sexo poderia rolar e.. eu acho que sei exatamente o que quero fazer com você... farei de um jeito que nós duas vamos adorar. Você confia em mim?

Flávia: Sim... por favor continue.. – Falei meio apressada para que Heloísa voltasse a chupar meus seios.

Ela voltou a me chupar e começou a apertar minha bunda e a alisar minhas coxas e eu comecei a segurar sua cabeça em meus seios. Apesar de sentir um prazer enorme, meu pênis não ficou ereto em nenhum momento. Provavelmente eu não teria uma ereção por um bom tempo devido ao meu tratamento hormonal.

Heloísa pediu para que eu me levantasse da cama e ficasse de frente para ela, enquanto ela permanecia sentada no colchão, beijando minha barriga. De repente, ela puxou a sainha que eu usava para baixo de uma só vez, sem cerimônia.

Heloísa: Ops... – Soltou Heloísa, fazendo cara de danada.

Flávia: Trapaceira... – Disse, ficando só de calcinha vermelha.

Heloísa: Não sou trapaceira... – Falou, retirando rapidamente seu shortinho jeans.

Heloísa: Pronto, agora estamos iguais! – Disse, mostrando sua calcinha branca com rendinhas.

Voltamos a nos agarrar e a nos beijar, cada vez mais forte. Heloísa ficou sentada e pediu para que eu me ajoelhasse no tapete do quarto, de frente para ela. Eu estava sentindo um prazer tão forte que fui obedecendo suas ordens, sem questionar. Ela tirou sua calcinha e eu pude ver sua vagina pela primeira vez.

Flávia: E-ela é maravilhosa... – disse, morrendo de tesão e de vontade de chupá-la.

Heloísa: Você gosta? Quer tentar... você sabe... – Heloísa percebeu minhas intenções.

Flávia: Quero! – Falei sem pudor nenhum.

Heloísa: Então vem gatinha, me chupa que eu quero ver... – Disse, mordendo seus lábios inferiores.

Comecei a lamber sua intimidade pouco a pouco. Fui ficando mais excitada e passei a chupá-la com mais força, fazendo Heloísa se contorcer na cama, enquanto eu permanecia ajoelhada no tapete. Conforme eu sugava sua vagina, Heloísa me direcionava para os lugares certos e me dava dicas de como fazer do melhor jeito possível.

Heloísa: Issooo, assim amor, aí mesmo que eu goooooooostooo... haaaaaa! Haaaa! Ai! Haaaaa! Humm....

Eu alternava entre chupá-la e beijá-la, a fazendo sentir seu próprio gosto pela primeira vez. Estava adorando ver a Heloísa toda entregue para mim, totalmente submissa. Ela segurava firme meus cabelos e puxava minha cabeça para mais perto de sua vagina, me fazendo a penetrar com a minha língua. Fiquei a satisfazendo por algum tempo até que ela resolveu mudar a situação.

Heloísa: Amor, melhor você paaaaaa Hááá!!! Humm … parar com isso antes que eu goze e aí acaba tudo... – Comentou Heloísa, após levar uma última lambida.

Dito isto, Me puxou pela mão e voltamos a nos beijar. De repente Heloísa se levantou da cama e foi até seu guarda-roupas. Abriu uma gaveta e tirou de lá uma calcinha de couro preta com um pênis de 15 cm acoplado nela (strap on) e a vestiu. Ela também pegou um pote de gel anestésico para sexo anal. Fiquei abismada com aquilo e meio receosa.

Flávia: A-amor, eu não sei se... eu....

Heloísa: Relaxa amor, eu sei o que estou fazendo... Se você não gostar ou se sentir desconfortável, eu paro tudo bem? Eu comprei isto aqui por sua causa... você vai gostar! Vamos, tire sua calcinha...

Tirei minha calcinha e a Heloísa pode ver meu micro pênis.

Heloísa: Tá vendo amor, ele é pequenininho e nem está duro. Você nem vai conseguir usá-lo. Deve ser por causa dos hormônios... olha, nem as bolinhas você tem mais! Deixa comigo, tudo bem? Depois que eu terminar, você nunca mais vai querer usar seu amiguinho, a menos se for para fazer xixi! – Disse com satisfação, levantando meu queixo levemente com sua mão e me olhando nos olhos.

Eu senti uma espécie de prazer e humilhação com aquela fala da Heloísa mas aquilo só servia para me deixar cada vez mais louca de tesão. Eu estava sendo a submissa e a passiva da relação, o contrário do que um casal comum normalmente faria.

Concordei com um aceno com a cabeça e voltamos a nos beijar. Heloísa me pediu para eu ficar de quatro na cama e, mais uma vez, obedeci. Foi aí que comecei a perceber que talvez eu nunca seria a parte ativa da relação. Heloísa começou a lamber meu cú, bem devagarinho, apertando minha bunda e minhas virilhas, fazendo com que eu entrasse em um novo patamar de excitação. Ela também mexia com meu pintinho e fazia todo tipo de comentário que me deixava cada vez mais louca de desejo.

Heloísa: Amor, isso aí nem é pênis, viu? Você tem é um clítoris grande! Huummm... você sempre quis ser minha né? Virou menina por minha causa, certo?

Flávia: S-simmmm... háááá... hummmmmm.... sim, eu sou sua, toda sua! Virei sim, por sua causa.. háááá!

Enquanto Heloísa começava a passar o gel no strap on e no meu ânus, continuava a me deixar cada vez mais excitada. Ela passou o gel e começou a enfiar seus dedos em mim, primeiro com seu dedo indicador. Ela fazia movimentos repetitivos com o dedo e eu comecei a ficar até meio zonza de tanto desejo. Foi enfiando seu segundo dedo e me deixando desesperada.

Flávia: Huuuuummmmm! Ai, gostoso amor! Ai, hááá!!! Hummm... ai! – Eu já soltava gritinhos iguais aos de uma putinha.

Heloísa: Está gostando amor? Hummm... Você quer que eu te coma? – Perguntou Heloísa, vendo meu estado de excitação.

Heloísa: Pede com carinho, amor! Se você pedir certinho, eu te como... – Prosseguiu.

Virei o meu rosto e olhei para a Heloísa com a expressão mais feminina e submissa que eu conhecia.

Flávia: Me come, amor! Por favor, eu preciso de você... dentro de mim! Agora! Por favor...

Heloísa parece que foi possuída com aquele pedido e já se levantou na cama e começou a enfiar, aos poucos, o seu strap on no meu cú. Comecei a sentir uma dor moderada no começo, mas Heloísa realmente tinha pensado em tudo.

Heloísa: Relaxa amor, vou devagarinho... isso, rebola um pouquinho vai..

Flávia: Hummmm! Ai! Haaaaa.... Há! Hummm... – Eu estava rebolando gostoso.

Heloísa: Está bom, amor?

Flávia: Simmm... – Eu revirava os olhos de prazer.

Heloísa foi enfiando o strap on até o final. Quando ela acabou de enfiar tudo, eu pude sentir até suas coxas encostando na minha bunda. Ela parou um pouco naquela hora, me deixando acostumar primeiro, e já começou o movimento de vai e vêm.

Flávia: Hum, ai! Ai! Há! Aaaaiiinn!!! Hááá!

Heloísa reforçou o movimento e agora eu estava completamente tomada pelo prazer.

Heloísa: Toma! Isso, rebola, vai! Isso! não era isso que você queria?

Flávia: Há! Ai, ai! Sim, era isso o que eu queria! Era.. ai! Era isso siiimmmm. Há! – Eu gritava, enquanto o meu imprestável pênis balançava.

A cada “estocada” que eu levava, eu sentia os meus últimos resquícios de masculinidade sumindo completamente dentro de mim, o Robson estava morrendo para sempre. Eu estava sendo fodida por uma mulher e sabia que, quando isso acontecia a um homem, este estaria fadado a ser mais submisso e passivo que qualquer outra mulher. A Heloísa estava me transformando na putinha particular dela.

Heloísa parou de me “bombar” por alguns segundos e disse, falando baixinho perto da minha orelha, com o strap on atolado na minha bunda:

Heloísa: Não era isso que você queria? Ser feita menininha por mim? Você sempre quis ser a minha bonequinha, não é?

Flávia: Ai! Sim, eu sempre quis isso! Sempre quis ser sua mulherzinha! Eu quero ser fêmea, Helô! – Disse com voz ofegante, completamente fora do normal.

Então Heloísa me fez deitar na cama com a barriga para baixo e também me fez fechar as pernas. Ela voltou a me comer, com mais força e raiva, segurando meus cabelos, dando tapas na minha bunda e às vezes mordendo as minhas costas.

Flávia: Aííííí! Isso, me come Helô! Aiii! Há! Haaaaaaaaa! Ain! Há! Issoo amor, ai delícia, ai!!

Enquanto a Heloísa me fodia, a única coisa que eu podia fazer era gritar. Como uma biscatinha, claro.

Flávia: Issooo! Hááááááá!!! Aí! Aí! Au! Há! Hummm!

Heloísa: Isso, haááá! Grita minha putinha! Essas suas marquinhas de sol, eu... Eu... Há! Estou quase... Haááááááá!!!!!!! Fláááviahhhh!!! – Heloísa tinha acabado de gozar.

Flávia: Isso!! Me come Helô! Me arromba!!! Há! Ai! Hááááááááááá!!!!! – Senti um prazer tão forte que também gozei, mesmo estando com o pênis totalmente inerte. Minhas pernas tremiam de puro tesão e eu fiquei com a boca aberta, esperando a onda de prazer passar, respirando com certa dificuldade.

Heloísa tirou o strap on de mim e acabou se deitando ao meu lado, totalmente esgotada, com a respiração acelerada. Estávamos muito cansadas e suadas depois do exercício intenso.

Heloísa: Foi bom amor? – Perguntou, ainda se recuperando do cansaço.

Flávia: Foi maravilhoso, espero fazer mais vezes! – Também se recuperando aos poucos.

Heloísa: Que bom que gostou! A partir de agora você é mulher de verdade, agora sim sabe o que é ser uma!

Flávia: E eu nem sabia que iria gostar tanto assim... Helô, você planejou tudo isso?

Heloísa: Sim, passo a passo. Faz tempo que queria fazer essas coisas com você!

Flávia: Mas parecia que você já era bem experiente nisso...

Heloísa: E-eu não! Pesquisei tudo pela internet e vi vários vídeos pornô!

Flávia: Há, sei! – Sorri de canto de boca.

Heloísa: Juro, meu amor! Eu estava te esperando todo esse tempo... nunca fiz nada com ninguém!

Flávia: Nossa! Então está de parabéns! foi muito bom... E-eu te amo Helô! – Disse, acariciando seu rosto.

Heloísa: E-eu também te amo, meu amor! Estou tão feliz... meu sonhos estão se realizando! Agora só falta vestir você de noiva... – Disse com um sorriso lindo.

Flávia: Eu espero que isso não aconteça... tão rápido!

Heloísa: Estou brincando amor! Hehehe! É só zueira...

Ficamos nos beijando e conversando por mais um tempão. Trocamos o lençol da cama e, após isto, tomamos banho, jantamos e fomos dormir, no mesmo colchão do “crime” que acabara de ser cometido. Dormimos agarradinhas, de conchinha, com a Heloísa me abraçando por trás e me fazendo arrepiar com seus beijos no meu pescoço...

;-) x-) ;-) x-) ;-) x-) ;-) x-) ;-) x-) ;-) x-) ;-) x-) ;-) x-) ;-) x-) ;-) x-) ;-) x-)

Espero que tenham gostado! Até o próximo capítulo! Beijinhos!

Comentários

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08/11/2018 15:32:51
Gostaram? Hehehe! Espero que sim... ;-)
07/11/2018 17:26:22
Uaaaaau!!! Amiga! Que delicia! Que excitante! Que tuuuuudo! Amei
06/11/2018 22:51:20
Excelente
06/11/2018 19:57:17
Que tesão em miga, amei esse capítulo !