FODENDO MINHA SOBRINHA

Um conto erótico de Teotônio Müller
Categoria: Heterossexual
Contém 1093 palavras
Data: 03/10/2018 10:34:32
Última revisão: 03/10/2018 12:42:46
Assuntos: Incesto

FODENDO MINHA SOBRINHA

Numa cidadezinha do interior de SP vivi durante uns seis meses, aproximadamente, numa casa alugada, enquanto trabalhava na organização do quadro de pessoal de uma empresa média. Nesta mesma cidade vivia uma sobrinha de nome Alexandrina, casada, professora do ensino fundamental, uma mulher de quarenta anos e cheia de desejos sexuais inconfessáveis. Seu marido era uma pessoa simplória, embora técnico no que fazia numa pequena indústria de borrachas. Era um apaixonado pela mulher e ela, safadinha, gostava de cometer pequenas traições. Essa era a informação que pude captar em conversas longas que mantinha com a sobrinha gostosa.

Eu sempre tive desejos sexuais por ela. Sonhava em sugar seu clitóris e o fundo de sua boceta. Chegamos a conversar sobre uma foda entre nós e ela, alegando não possuir sustentação psicológica para uma relação assim. Aí eu esperto, explorei a confiança:

- Poxa vida, vê se você não vai sair falando disto pra alguém, especialmente para sua mãe, senão ela me mata!

- Imagina tio. Isto fica como “um segredo nosso”.

- Eu disse, muito bem, isto mesmo.

Passaram-se os dias.

Tempos depois ela me pediu para eu levá-la à Cidade de Bauru, para passar um médico ortopedista. Eu levei-a. Após a consulta íamos almoçar – pois tínhamos muita fome - perguntei:

- Aonde poderemos comer bem?

- O que você meu amor gostaria de comer?

Ah Tio, um bom filé com batatas e uma cerveja, cairia bem. O importante é que seja um lugar gostoso.

Neste instante meu caralho estremeceu e eu já imaginei sobre o viagra de 100 mg que levava comigo e pensei na garrafa d’água que estava no banco traseiro do carro. Quando eu ouvi a canção que queria ouvir “o importante é que seja um lugar gostoso”, pensei, hoje eu te fodo!

Quando eu rodava dentro da cidade buscando uma saída, vimos – eu e ela ao mesmo tempo – olha lá Tio, disse-me ela, veja o outdoor, “Almoço executivo em ambiente aconchegante com piscina, onde seu amor vira eterno”. Aproveitei a oportunidade – verificando que eram onze horas – perguntei:

- A que horas você deseja chegar?

- Chegando até às cinco horas está bom demais, disse ela.

A essa altura já fui conduzindo o carro para o motel, pois teríamos mais de três horas para almoçar e nos amarmos de modo intenso. Não me esqueci do viagra de 100 mg, que eu não havia tomado ainda na vida, apenas o de 50mg, mas como minha pressão arterial era boa – embora tivesse já 65 anos – morria de vontade de chupá-la, de lamber o seu cuzinho e o grelo. Imaginava-me batendo uma punheta gostosa para ela com um dedo na boceta e outro no cu, enquanto lambia-lhe com força o seu clitóris, solvendo o gostoso líquido que ela haveria de liberar. Depois, com a pica dura e doendo enterrar naquela linda boceta que ela possuía.

O que eu temia seria o caso de ela não aceitar o dedão maior no seu cu. Mas não houve dificuldade; no começo ela rebolou e tentou salvar o cuzinho, mas percebeu que não ia escapar – além do fato de que já desejava o dedão no rabinho. Minha vontade é que ela ficasse com o cuzinho doendo durante uns dois ou três dias, pois assim se lembraria de seu Tio safado.

Ela gozou muito enquanto eu lhe chupava a boceta e enfiava o dedo “fura-bolo” com a língua no grelo – sem falar do dedão no rabo. Ela rebolava e gritava como se realmente sentisse dor, mas não era. Somente prazer. Gozou umas oito vezes e reclamava não aguentar mais foder. Dizia que o cu estava doendo muito:

- Tio, estou mole demais, não sei o que fazer se meu marido quiser me foder esta noite. Eu acho que ele vai querer me comer hoje, pois, desde domingo que ele não mete em mim. Se ele for me chupar aí então é que não sei mesmo o que fazer.

- Amanhã às sete horas e quarenta e cinco minutos – antes de seguir para o trabalho – passarei em sua casa para tomar um café com você, posso? Perguntei.

- Tudo bem Tio, mas você não vai querer me comer outra vez, né?

- Sim, tudo bem. Podemos só beber o café.

No outro dia na hora combinada cheguei à sua casa e ela veio me receber com muito carinho. Ao abraçá-la já peguei em sua bunda gostosa e já fui escorregando os dedos para dentro de sua calcinha, quando observei que ela se retesava e já ia ficando cismado com aquela atitude ligeira dela. Mas não demorou a ela a ideia de esclarecer o porquê daquele modo de tentar se livrar do ataque que sofria em direção à bucetinha que devia estar ardendo àquela altura, depois do que ela falou com a cara linda e uma boca tesuda:

- Tio, eu estou seja, meu marido me fodeu às cinco e meia, antes de se levantar. Por isso não queria que você me pegasse assim.

- Eu já estou doido de vontade de te beijar e você ainda fala que deu pro seu marido, isto me deixa com mais excitação ainda.

Estando ela sozinha, já que os filhos estavam na escola, puxei-a pelo braço e já fui arrancando a calcinha linda que vestia. Tirei o vestido largo e solto pela cabeça e já fui vendo os seus lindos seios. Comecei a lamber pelo pescoço abaixo e rapidinho cheguei àquela vagina linda e toda molhada e suja. Afundei a cara na boceta de minha querida e amada sobrinha, sentindo todo o fedor da porra do marido. Quis me lambuzar naquele buraco fedido e gostoso, melando toda a barba que tinha, pois queria passar o dia sentindo o cheiro dela e do marido.

Foi uma foda deliciosa, agora na cama dela. Mas o meu espanto ocorreu quando ela me perguntou se eu não queria enfiar o dedão no cuzinho novamente. Eu achava que ela não iria mais querer foder comigo, por causa do dedão. Enganei-me. Findei por comprar um pênis grosso de dezoito centímetros, com vibrador, que fazia festa naquela vulva deliciosa. Ela urrava de prazer. A língua causava uma alegria enorme na jovem sobrinha que se entregava todinha para o Tio que ela amava.

Ela saía para fazer caminhada e passava em minha casa para eu chupá-la e bolir em seu cuzinho. Ficou viciada. Seu marido fodia e eu chupava. Ela não perdia oportunidade de me provocar. Se eu fosse mais jovem sumiria com ela. Sou apaixonado por minha querida sobrinha. Gosto do cheiro bom de sua xoxotona macia e carnuda, sem falar dos belos lábios também carnudos.

Teotônio Müller,

Rio de Janeiro

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Comentários

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Muito bom o conto, Oscarito. Entre tio e sobrinha tem dessas coisas. Eu mesma, tenho um tio com quem já tivemos várias situações que só o tabu impediu. O máximo que aconteceu foi um beijo sem querer (querendo é claro, rsrs). Deixo 3 estrelas para este também.

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Muito bom este conto, amigo. Deixou meu ¨secretário¨ duro de tesão nessa narrativa excitante. Uma transa gostosa com essa sobrinha foi mesmo demais. Ainda mais que a gostosa já andava dando pra outros e essa viagem foi o gatilho que disparou tudo. Nota 10! Tenho dois relatos aqui com uma sobrinha e gostaria que você desse uma lida e comentada. Abração!

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A relação tio sobrinha é um incesto comum, sua narrativa é ótima nota 10.

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Delicia de conto, narrado com riqueza de detalhes. Essa sobrinha deve ser ninfomaníaca e multiorgástica. Rs. Aproveito para agradecer tua leitura e comentário no meu. Nota máxima com louvor. Beijos.

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chama no whats....ONZE.NOVE, SEIS, NOVE, NOVE, SETE, TRÊS, SEIS, NOVE,NOVE MARCOS BJS NAS PEPECAS.....mulheres casadas, noivas, viuvas, solteiras, evangélicas pode chamar.....

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