Sogra dos Sonhos

Um conto erótico de Diogo Mastro
Categoria: Heterossexual
Contém 2752 palavras
Data: 16/10/2018 17:13:25
Última revisão: 16/10/2018 17:16:56

E ai pessoal que curte uma putaria, tudo bem com vocês?

No último conto prometi que escreveria mais frequentemente, porém ainda anda faltando tempo. Contudo esses dias aconteceu algo que jamais imaginei que se realizaria. Como já disse anteriormente tenho algumas histórias para relatar e como disse também elas podem ser heterossexuais ou homossexuais, pois como já disse gosto dos dois lados.

Essa história é heterossexual e aconteceu comigo há mais ou menos um mês.

Bom vamos aos relatos, sou casado há 10 anos e conheço minha esposa e sua família há 15 anos e sempre morri de tesão pela minha sogra, apesar dela sempre se mostrar muito recatada algumas vezes já peguei ela me olhando diferente, porém nunca nem se quer falei algo para ela. Ela hoje tem 50 anos de idade, mas corpo de uma mulher de 30, apesar de nunca ter frequentado uma academia e ter 4 filhos, não tem barriga e sua descrição é mais ou menos assim 1,50m de altura, mais ou menos uns 60kgs, branca com cabelos com luzes, olhos castanhos, pernas grossas, bumbum arrebitado e seios médios.

Como meu sogro sempre a corneou, ela já não ligava mais para ele, não sei nem por que eles ainda se mantinham casados. O trabalho de meu sogro sempre fez com que ele viajasse muito e ficasse vários dias fora de casa e com uma amante em cada lugar que ele ia e minha sogra sabia disso. Devido à essas viagens e as traições minha sogra passava muito tempo comigo e minha esposa que é a única filha mulher. Com isso eu sempre estava olhando e desejando minha sogra, pois ela está sempre de calça justa e gosta de blusinhas com decotes, mas como disse nunca pensei em nada mais, minhas imaginações sempre acabavam em punheta.

Certo dia estávamos no shopping passeando, eu, minha esposa e minha sogra Silvana (nome fictício) para dar uma descontraída, apesar de ser feriado o local estava meio vazio, quando resolvemos comer algo, fomos até a praça de alimentação, escolhemos a mesa e eu falei que iria comer uma pizza na Pizza Hut e minha sogra disse que queria uma também. Busquei o cardápio escolhi a minha pizza brotinho a minha sogra escolheu a dela e minha esposa disse que iria comer outra coisa, sendo assim fui até o balcão e fiz o pedido, voltei para mesa e minha esposa saiu para ir fazer o pedido do que ela iria comer. Ficamos somente eu e Silvana na mesa conversando e falei para ela:

EU: Nossa Silvana! A Camila (nome fictício da minha esposa) é uma pessoa muito difícil.

SILVANA: Eu sei, puxou o pai dela.

EU: Ainda bem que não puxou em tudo rsrsrsrs!!

SILVANA: É mesmo, mas se ela gostar daquilo igual o pai dela você se deu bem.

EU: Queria eu que ela fosse assim.

SILVANA: Sabe o que eu quero de verdade nessa minha vida?

EU: Não.

SILVANA: Nem ligo mais para as safadezas do seu sogro, ele que faça o que quiser. Quero minha tranquilidade e se possível uma transa bem gostosa.

Ao ouvir isso estremeci, pois nunca tinha visto minha sogra falar daquela maneira e muito menos diretamente pra mim, fiquei um pouco calado até que ela quebrou o silêncio.

SILVANA: Ficou assustado com o que eu falei?

EU: Não, só não esperava ouvir isso nunca da senhora.

SILVANA: Não precisa me chamar de senhora, me sinto velha, e não sou velha, ainda dou um baile em muita menininha por ai e tem muito rapaz novo me querendo.

EU: Eu sei disso, você é muito bonita e tem um corpo todo enxuto.

SILVANA: Você me acha gostosa?

EU: Sim (todo sem jeito)

SILVANA: Eu sei que você acha, ou você acha que nunca percebi você olhando para minha bunda e pros meus peitos? Uso essas roupas justamente para chamar atenção e já te vi muitas vezes com um volume marcando nas roupas e também tenho quase certeza que você já até bateu uma pensando na sua sogrinha.

EU: Para com isso Silvana!!! Respeito muito você.

SILVANA: E esse é o problema! Eu quero você me desrespeite todinha, fico louca só de pensar.

Contudo minha esposa já estava voltando e chamou a senha do meu pedido, sendo assim encerramos o assunto. Até ai tudo bem, eu achei que ia ficar somente nisso, porém no mesmo dia por volta das 23:30, toca meu whatsapp, e quando eu pego para ver quem é. É minha sogra perguntando:

SILVANA: A Camila já tá dormindo???

EU: Sim

E ela me manda uma foto dos seus seios lindos, redondinhos, um pouco caídos com os mamilos em um tom bege claro e junto com a foto dizia assim: VOCE QUER? É SÓ FALAR QUANDO! Não me contive e vendo aquela foto respondi: QUERO MUITO!!!

Como minha sogra trabalhava de manicure, ela sempre tinha tempo, resolvemos marcar para sábado eu falei para minha esposa que iria fazer hora extra na empresa e minha sogra falou que iria fazer unhas em condomínio próximo à casa dela, encontramos no lugar marcado e fomos sentido ao motel, lógico que escolhi um motel TOP. Quando chegamos na porta do motel perguntei:

EU: Você tem certeza?

SILVANA: Lógico, já estou até excitada!

Peguei um dos melhores quartos que tinha lá, com hidromassagem e tudo que tem direito, estacionei o carro na garagem e subimos pro quarto, como um cavalheiro abri a porta do quarto para que ela entrasse e nem esperei direito ela entrar, já logo que ela passou por mim segurei em sua cintura de costas e puxei seu corpo em minha direção e comecei a beijar a nuca dela. Ela encostou seu corpo todo no meu para sentir o meu volume crescendo dentro das calças, como ela estava de calça jeans, abri os botões da calça com uma das mãos e a outra já foi invadindo sua blusinha indo direto para aqueles seios maravilhosos que havia visto na foto. Quando minha mão entrou em sua calcinha e chegou até a bucetinha senti que ela estava toda melada, ai meu pau endureceu que parecia uma rocha.

Virei ela de frente e comecei a beijar seu pescoço e orelha até chegar na sua boca, que sensação maravilhosa eu estava passando ali naquele motel beijando a boca da minha sogra que sempre desejei, logo ela começou a alisar meu pau por cima da calça, e foi abrindo o botão e o zíper. Quando ela terminou de abrir o zíper minhas calças desceram sozinha, ela parou de me beijar e olhou para meu pau que já estava sufocando dentro de uma cueca box branca e disse:

SILVANA: É hoje que eu me acabo nessa rola.

E voltou a me beijar, tirei sua blusinha, soltei o sutiã e fui direto com a boca em seus lindos seios, chupava vorazmente enquanto ela beijava meu pescoço e soltava leves gemidos em meus ouvidos. Logo abaixei suas calças e ela estava com uma calcinha de renda preta que na verdade só tinha pano na frente por que atrás era apenas um fio. Ela já estava com a mão dentro a minha cueca me masturbando e todo melada, quando parou de me beijar e ajoelhou já puxando minha cueca junto, olhou para mim, olhou para meu pau e de repente passou a língua em minhas bolas e foi subindo até que chegou na cabeça que estava tão inchada que parecia que ia explodir e começou a chupar, engolia e forçava meu pau em sua garganta depois tirava da boca e fica dando linguadinhas na cabeça que me deixava delirando.

Ficamos algum tempo nessa posição e eu já estava alucinado com aquele boquete, porém queria mesmo era me afogar naquela bucetinha molhada, puxei ela para que ela levantasse tirei o restante de sua calça e das minhas roupas e fui beijando ela e a levando em direção da cama, deitei ela na cama, puxei sua calcinha e pude ver sua bucetinha toda depiladinha e molhada que chegava até a escorrer e também parecia que fazia algum tempo que não via uma rola. Meti logo a boca e fui chupando e lambendo. Enviava a língua lá dentro, tirava e ficava chupando seu clitóris, coloquei dois dedos dentro daquela linda buceta e chupava com força. Ela segurava minha cabeça com uma das mãos e com a outra puxava os lençóis e eu louco por aquela buceta chupava com mais ferocidade, deixando ela cada vez mais louca, logo senti alguns espasmos se espalhando pelo corpo dela e sabia que logo seu gozo chegaria, apressei mais a minha língua e senti ela se contorcendo e não demorou seu mel começou a escorrer para minha boca. Ela se contorcia, gemia, puxava os lençóis e meus cabelos.

SILVANA: Que delícia! Nunca gozei assim tão gostoso! Disse ela quase sem fôlego.

Com seu gozo ela soltou minha cabeça e eu comecei a subir beijando seu corpo. Barriga, seios, pescoço, até chegar novamente em sua boca, enquanto beijava fui me encaixando entre suas pernas e como sua bucetinha estava molhada, meu pau escorregou para dentro muito fácil. A buceta dela estava molhada e apertada e meu pau foi entrando e logo estava todo dentro e nem me preocupei com camisinha, pois minha sogra era operada e não tinha mais o útero, sendo assim fui contudo e pronto para gozar dentro dela. Comecei o vai e vem prazeroso ás vezes lento e tirando quase todo meu pau de dentro para que ela pudesse sentir todo meu pau invadindo seu corpo, ás vezes eu dava umas aceleradas para fazer aquela bucetinha ferver. Passado algum tempo nessa posição ela me diz:

SILVANA: Vamos trocar de posição? Quero cavalgar no meu genrinho gostoso! E adoro cavalgar gozo deliciosamente quando cavalgo em uma rola.

Trocamos de posição e ela sentou em meu pau, coloquei as minhas mãos em sua bunda e segurava auxiliando na movimentação, de vez em quando dava uns tapas naquela bunda, pois ela havia me dito que gostava. Mexe daqui, cavalga de lá e nossa movimentação começou a acelerar, senti que ela iria gozar e eu já estava louco e segurando o meu gozo há algum tempo. Minha sogra cavalgava com maestria e cada vez mais veloz, logo veio nosso gozo, e gozamos juntos, segurei ela sentada até o talo para sentisse o pulsar do meu pau e gozei deliciosamente dentro dela.

Deitamos um ao lado do outro para relaxar e conseguirmos respirar, mas logo ela começou a passar mão em minha rola dizendo:

SILVANA: Nem limpei seu pau meu genrinho, deixa eu limpar ele.

Colocou a boca em meu pau que ainda estava meio mole se recuperando da transa maravilhosa que tivemos e começou a chupa-lo com força, não demorou e meu pau já estava a ponto de bala novamente e pedi para ela ficar de quatro, pois queria penetra-la e ter a visão daquela bunda que tanto desejava, e assim ela se pôs e eu me encaixei atrás dela, primeiro dei umas pinceladas com meu pau em sua xana antes de penetrar para deixar ela cada vez mais estigada, em seguida coloquei somente a cabeça e fiquei mexendo com dentro dela e fui aos poucos penetrando até entrar até o talo. Aquela bunda arrebitada pra mim era como um sonho sendo realizado, sendo assim não me contive, com uma das mãos passei a masturba-la e com a outra ora dava uns tapas, ora segurava em sua cintura puxando-a contra mim. Logo passei alisar e acariciar sua bunda e aos poucos um de meus dedos começou a se aproximar de seu cuzinho. Como fui me aproximando e ela não falou nada, passei a bolinar ao redor de seu cuzinho que estava bem apertadinho e sentia um tesão se espalhando pelo meu corpo, louco para enviar o dedo e depois o pau, e ela percebeu minha vontade e disse:

SILVANA: Quer meu cuzinho genrinho? É todo seu, mas vai devagar que não estou acostumada.

Ao ouvir isso não me segurei, lubrifiquei meu dedo em sua bucetinha que estava toda babada e coloquei um dedo bem devagarzinho em rabo, mexi um pouco para ela dar aquela relaxada e em seguida coloquei o segundo dedo, porém não estava contente com só isso, resolvi então comer aquele rabo, pois ela já havia dito que era meu, então vou possuir ele todinho. Tirei o pau de dentro da buceta dela, peguei um lubrificante que havia em cima de um armarinho ao lado da cama, passei um pouco no meu pau e dei um trato naquela bunda para deixar bem lubrificado. Meu pau parecia que iria explodir de tanto tesão e após lubrificar bem, me coloquei na posição que facilitaria a entrada e primeiro brinquei com o pau na portinha, depois fui forçando a cabeça com todo carinho, logo a cabeça passou, senti que ela estava em um misto de tesão e dor, porém não parei e fui colocando o restante, de repente seu corpo encostou no meu. Que delícia!!! Meu pau estava todinho dentro. Comecei o vai e vem bem lentamente para que ela pudesse acostumar. Ela foi acostumando e sua expressão que inicialmente era de dor, já estava para fode gostoso, sendo assim aumentei a velocidade e ela passou a gemer cada vez mais alto. Minhas mãos faziam o trabalho na sua bucetinha para que ela gozasse bem gostoso com meu pau atolado no seu rabo.

Masturbei ela por mais algum tempo até que ela gozou enchendo minha mão de baba, aquilo foi o sinal verde para que eu socasse cada vez mais rápido, pois também queria gozar. Cada vez mais aumentava a velocidade e ela gemia cada vez mais alto, não demorou muito, travei meu pau enviado até o talo naquele cuzinho e gozei, só tirei o pau de dentro quando ela já estava quase mole, pois queria deixar todo o leite dentro daquela bunda.

Após a gozada maravilhosa que tivemos resolvermos ir dar uma relaxada na banheira. Entrei primeiro sentei e ela sentou de costas para mim pediu para eu abrir as pernas e se acomodou em minha frente se encostando em meu peito, conversamos por algum tempo sobre tudo que havia acontecido, mas eu queria mais, então fui passando as mãos pelo seu corpo até chegar em sua bucetinha, com isso passei a beijar sua orelha enquanto meus dedos já brincavam em sua xana, ela já suspirava mais forte e soltava uns gemidos baixos.

De repente ela tirou minhas mãos de seu corpo, se levantou e disse:

SILVANA: Me chupa de novo, igual chupou na cama, sua língua é muito boa!

EU: Lógico sogrinha, tudo que você quiser, mas eu quero te foder mais vezes hoje e em outros dias também, não quero que seja somente essa vez e nunca mais.

SILVANA: Se você chupar direitinho igual eu estou pedindo, você terá sempre meu corpinho, na hora e quando quiser!

Ao ouvir isso sabia que teria chupar melhor do que na primeira vez e fiz isso, coloquei ela sentada na borda da hidro, abri bem suas pernas e cai de boca em sua xaninha, e novamente lambia, chupava, masturbava e já enviava três dedos, ela gemia, gritava, puxava meu cabelo até que não demorou muito disse que iria gozar, porém eu queria que ela gozasse na minha rola, de supetão tirei a boca de sua buceta e já fui me penetrando ela novamente, mas dessa vez metia forte e fundo pra ela entender que queria muito aquele corpo. Não demorou já sentia meu pau pulsando louco para gozar, anuncie meu gozo e socava cada vez mais rápido. Ela gemia e segurava em minhas costas.

EU: Nossa sogrinha delícia senti meu leite dentro você.

SILVANA: Vai goza por...!!!

Gozei, ou melhor gozamos e parecíamos que íamos morrer de falta de ar, estávamos acabados. Aproveitamos mais um pouco daquela banheira, nos vestimos e fomos embora, pois já estava ficando tarde.

Por fim quando estávamos quase no local onde iria deixa-la ela vire pra mim dizendo:

SILVANA: Você sabe que vou quere mais né?

EU: Eu já estou querendo.

SILVANA: Mas da próxima vez eu quero uma coisa.

EU: O que?

SILVANA: Na próxima vez, eu quero o leitinho da sua primeira gozada bem na minha boquinha.

EU: Eu dou, mas só se for para engolir tudo.

SILVANA: E você acha que eu quero leitinho para que? Não vou desperdiçar nem uma gota.

Nos despedimos, ela desceu do carro e obviamente marcamos mais aventuras, logo estarei de volta para contar mais coisas prazerosas para vocês.

Espero que tenham gostado!

Valeu.

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