INSÔNIA - Cap. 02 - FODENDO COMO UM LEÃO NO CIO

Um conto erótico de Ehros Tomasini
Categoria: Heterossexual
Contém 1170 palavras
Data: 05/10/2018 00:39:14
Última revisão: 05/10/2018 11:18:21
Assuntos: Anal, Heterossexual, Oral

INSÔNIA - Cap. 02

A detetive Ana Mendonça insistiu para que o sargento cumprisse sua ordem de prisão contra o rapaz cuidador do zoológico, mas este a chamou até uma das viaturas. Sentaram-se no banco da frente. Ferreira argumentou:

- Está para cometer uma injustiça, detetive. Por que quer trancafiar o cuidador de bichos?

- Eu não quero. Foram as ordens de você-sabe-quem, depois de saber que o jovem tinha retirado os animais da rua: levar o cara para a delegacia e terminar a foda que estávamos dando. Depois, interrogaríamos ele.

- Ah, agora entendi. O comissário Etelvino parece comer quase todas as policiais do nosso distrito...

- Quase, não. TODAS. É o pau mais adorável de toda a Polícia.

- Vocês sabem que ele é casado, não é?

- Claro. Há até uma aposta: quem for flagrada pela mulher dele fodendo o cara, ganha uma festa com todas as despesas pagas.

- Não sabia disso.

- Claro. Você é todo metido a merda, sargento. Não sociabiliza com o pessoal do distrito. Então, não sabe o que está perdendo. Lá, todo mundo fode todo mundo.

- Menos eu. Não gosto dessas libertinagens. Então, não quer resolver esse caso como se deve?

- Gostaria. Mas, se demorar a voltar, perco a foda e o comissário manda outro detetive em meu lugar.

- Então, façamos o seguinte: nós dois damos uma trepada e depois resolvemos o mistério do duplo assassinato, está bem?

Ela esteve olhando para ele. Depois, afirmou:

- Olha, eu gosto de homens de pau grande, como você-sabe-quem. Não vai me decepcionar?

- Quer avaliar antes a mercadoria?

- Aqui, não. Vamos para um motel. Tem muitos por perto.

Ela desceu da viatura só para avisar aos policiais:

- Eu e o sargento vamos dar uma olhada no corpo encontrado perto daqui. Se o comissário enviar outro detetive, digam que voltamos logo.

Não esperou resposta. Entrou de novo na viatura, manobrou e depois saíram dali. Não demoraram a ver, meio quilômetro adiante, um aglomerado de gente. Rodeavam o corpo do taxista encontrado morto. O sargento fez questão de descer e examinar o cadáver. Ela permaneceu no carro, pensativa. Mas disse, ao cabo de alguns minutos:

- Você tem razão. O coitado foi assassinado antes da mulher. Com certeza, usaram seu táxi para captura-la. Mas qual o objetivo de mata-la na frente do Horto? - perguntou ela.

- Os leões. Quem a matou, também a estuprou. Usou os leões para devorarem-na, camuflando o estupro. No entanto, os leões sequer tocaram no cadáver.

- Mais um motivo para desconfiar do jovem cuidador. Quem mais teria coragem de se aproximar daquelas feras?

- Outro tratador de animais, talvez? - sugeriu o sargento.

A detetive esteve matutando. Depois, resolveu-se:

- Vamos logo pro motel. Estou doida para completar minha foda. Em seguida, trataremos do duplo homicídio.

Pararam a viatura no primeiro motel que encontraram. Disseram que iam dar uma batida lá dentro, mas a recepcionista não lhes deu muita atenção. Sabia que muitas duplas de policiais usavam do artifício da vistoria para transar de graça no estabelecimento. Por isso, a atendente entregou-lhes logo uma chave.

Já entraram no quarto se agarrando. Ela ainda tinha a tabaca pegajosa do coito interrompido com o comissário, antes de chegar ao Horto. No entanto, a morena de cabelos curtos reclamou:

- Você tem o pau muito menor do que você-sabe-quem. Fez propaganda enganosa pra mim, não foi? Vou ficar insatisfeita.

- Dei-te a chance de conferir a mercadoria antes. Então, se acha pequeno, deixa eu botar no teu cuzinho...

- Gosta de cu?

- Adoro. Prefiro a uma xoxota.

- Está bem, eu deixo. Mas quero antes que satisfaça minha xaninha. Tá certo, danadinho?

A doutora Moacyra chegou esbaforida. Mas deixou um rastro de admiração por onde passou. Era uma mulata muito bonita, de pernas grossas, bundão e cintura fina. E rebolava que era uma maravilha. Seu corpo tinha a forma de um violão. Procurou logo por Leonardo. Encontrou-o na sala destinada aos cuidadores. O rapaz tinha olheiras e parecia estar se acabando de dor de cabeça. Ela perguntou:

- Cadê o diretor? E os outros dois cuidadores?

- O diretor deve estar chegando. Liguei para ele já faz um tempão. Não sei de Natália nem de Murilo.

- Você está bem, Leo?

- Não, senhora. Continuo com uma insônia braba. Fazem uns quatro dias que não consigo pregar um olho. Já começo a ter alucinações, doutora.

- Então, tire a camisa e deite-se na cama. O que aconteceu lá fora? - Perguntou ela, enquanto se virava de costas para o jovem e preparava uma injeção.

- Uma mulher foi assassinada defronte ao horto. E soltaram nossos leões.

- Como é que é?

- Tudo bem, já os recapturei.

- Eles atacaram alguém?

- Por sorte, não. Mas aconteceu algo estranho, doutora: Sansão esteve perto do cadáver ensanguentado da mulher e não o devorou, como seria natural.

A doutora sorriu, contente. Isso significava que as suas experiências com os leões, patrocinadas pela Universidade Federal Rural de Pernambuco, à qual estava atrelada o Horto Dois Irmãos, estavam finalmente dando certo. Disse:

- Nada demais. Estavam bem alimentados, suponho.

Leonardo não respondeu. Suava muito, e olhava a figura da doutora por trás. Estava agoniado. Ela percebeu. Perguntou:

- Está sentindo mais alguma coisa, Leozinho?

- Sim, doutora. Uma imensa vontade de copular. Já não aguento mais estar sem dormir e sem foder.

- Que linguajar é esse, mocinho?

- Desculpe. É que me bateu, de repente, um imenso tesão. Ainda falta muito para terminar o programa ao qual fomos submetidos?

Ela virou-se para ele. Tinha a seringa suspensa em uma das mãos. Percebeu seu tórax em agonia. Todos os músculos do rapaz pareciam estar se tremendo. Ela sorriu mais uma vez. Sim, o programa iniciado há três anos, também patrocinado pela universidade, estava perto de dar resultados positivos. Olhou diretamente para o enorme volume feito pelo pênis do rapaz, dentro das calças. Depositou a seringa em qualquer lugar e fechou a porta do gabinete com duas voltas na chave. Voltou para perto do jovem e abriu a braguilha dele, libertando o mastro. O rapaz gemia de tesão.

- Calma, Leozinho. A tia vai acabar com esse martírio, viu? Mas ignore o que vou fazer agora: é pelo bem da Ciência, sabe meu anjo?

O pau libertado era enorme e grosso. Nem de longe lembrava o membro minúsculo do rapaz, quando este foi escolhido para os experimentos dela e do diretor do zoológico, três anos atrás. Naquele momento, o pênis tinha uns trinta centímetros de tamanho e uns oito de diâmetro, apesar da cabeça ser pequena, desproporcional ao rebolo. Ela botou aquela monstruosidade na boca. As veias do membro se dilataram. Ele pegou sua cabeça com as duas mãos, querendo empurrar-lhe a glande deformada goela adentro. Ela gemeu:

- Tenha cuidado, Leozinho. Suas unhas estão enormes, já percebeu? Não vá machucar a tia...

Ele ergueu-se da cama e arrancou sua bata. Ela tirou urgente o resto das roupas, antes que ele as rasgasse. Ficou totalmente nua, perante ele. O rapaz esteve parado, olhando seu corpo atraente com gula. Depois a virou de costas, deixando as mãos da médica espalmadas na cama. Ela se preparou para ser invadida por trás por aquele monstruoso rebolo.

FIM DA SEGUNDA PARTE

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 3 estrelas.
Incentive Ehros Tomasini a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Falou tudo, Ehros! Parabéns pela atitude digna. Falando dessa parte, tenho resistência a contos que as fodas acontecem de forma muito instantânea e natural, mas quando são bem escritos eu relevo

0 0
Foto de perfil genérica

Só tenho que te agradecer pelo comentário, Astro. Eu tenho arriscado minha "reputação" no site para publicar textos que não sejam considerados "fáceis". Muitas vezes, sou incompreendido. Mas prefiro ser menos lido com textos diferentes do que ser o mais lido por publicar textos banais.

0 0