Casa dos Contos Eróticos

Flores na Primavera – Capítulo 3 – A volta da escola.

Um conto erótico de nubass
Categoria: Homossexual
Data: 14/09/2018 10:01:01
Nota 9.50

Estava para completar aniversário, e percebi que alguns pelos estavam nascendo na base do meu pênis, eu achei interessante, aquela penugenzinha loura, quase imperceptível, eu sempre estudei muito, sempre fiquei muito em casa, meus hobbies eram ler e jogar vídeo game, mas fora isso, ficava estudando, a escola estava sempre indo muito bem, era um dos melhores alunos. Márcio era mais desleixado, não gostava de estudar, mas era muito inteligente e sagaz, tínhamos a mesma idade, estávamos na mesma série, mas não na mesma sala.

Estudávamos das 12:30 as 18:00 horas, ficava a tarde inteira fora na escola, era bem puxado e, um dia, Márcio e eu estávamos voltando da escola, eu estava com aquele shortinho fininho do uniforme da escola, naquele dia me arrisquei a ir usando uma das minhas calcinhas fio dental, aquela pretinha que mal segurava meu pau, era como se eu estivesse sem nada por baixo. Fiquei o dia inteiro com medo, pensando que alguém poderia ver, usei uma blusa amarrada na cintura para evitar algum deslize, fiquei parado e quase não conversei com ninguém.

Fomos dispensados era antes das 18:00, saí e logo na escadaria eu sentindo aquela leveza na bunda, sentia completamente aquele fiozinho bem no meio da minha bunda, e de repente ouvi o Márcio me chamando, e como morávamos no mesmo lugar praticamente, sempre voltávamos juntos. A estrada que ia para as chácaras e sítios mal tinha iluminação, era tranquilo até demais, ouvia os grilos a noite, os sapos coaxando inclusive, em noites mais frias podíamos ver os vaga-lumes. Uma mata densa circundava aquela estrada deserta, tinha um poste de luz a cada 100 metros, então ficava momentos de total escuridão e, naquela rua íngreme quase não passava carros e menos ainda pessoas, e nesse dia, por estar nublado, estava mais escuro que o normal, agente andando e conversando, ele perguntando porque eu não tinha descido pro recreio, querendo saber se eu tinha pego algum castigo do professor, ou coisa assim e de repente, no meio desse papo, a mão dele resvalou de leve do lado da minha bunda, e de supetão por achar que eu estava sem cueca naquele dia, e brincou dizendo:

– Você vai pra escola sem cueca? – Eu ri nervoso pensando em alguma desculpa, e falei:

– Normalmente não, mas hoje eu não queria usar, então fui sem. – Ele riu:

– Mas e se seu pau ficar duro? O que você faz? Se eu ficar de pau duro eu vou ter que ficar sentado pra não passar vergonha, pois vai armar uma barraca! – Rimos demais, assim eu concordei com ele, e fui verdadeiro apenas quando disse que eu fiquei várias vezes de pau duro aquele dia, mas que eu quase não levantei e por isso que eu não tinha descido para o recreio.

Nesse momento, por causa da conversa, e do medo de que de repente ser pego usando um fio dental de putinha, pelo meu melhor amigo, fez meu pinto endurecer muito rápido, escapou pelo lado da calcinha e senti o tecido do shorts roçando a cabeça do meu pau, me dando uns choquinhos elétricos, até perdi um pouco o compasso, senti um batimento cardíaco mais forte, um calor subindo pela minha nuca, minha respiração ficou ofegante do nada, foi quando percebi que ele olhava pra minha bunda, que quando eu andava, dava aquelas balançadinhas, eu sentia meu pau duro, minha bundinha estava livre, dividida por uma tanguinha bem pequena de menina puta, e entre o mundo e minha bunda tinha apenas um tecido fininho e liso, olhei de soslaio para ver como ele estava reagindo, ou se ele percebia que eu estava excitado. Nesse momento ele, do nada, meteu a mão na minha bunda... Não! Na verdade, ele pegou na minha bunda apertou e dessa vez quis ir mais longe, e senti de repente um dedo dele invadindo meu cuzinho. Então, era apenas um tecido fino e liso entre meu cuzinho e o dedo dele, que entrou um pouquinho no meu cu, com shorts, tanguinha fio dental e tudo, e depois pegando apenas numa banda da minha bunda abrindo, quando eu dei um tapa no braço dele e falei:

– Pára seu veadinho! Fica passando a mão na bunda de homem? Você tá querendo dar pra mim?

Falei isso com uma certa falha na voz ainda tentando me recompor, e não me entregar mostrando que eu estava pronto, ali mesmo, de ser agarrado, encoxado e levado pra dentro daquela florestinha escura do lado da rua, e dado pra ele como se fosse uma ninfetinha safada. Depois que eu o chamei de veadinho, percebi que o olhar dele apesar de ter rido e tentando parecer o mesmo moleque que eu conheço desde sempre, percebi nervosismo no seu riso. Eu sentia meu pau latejando de tão duro, eu sentia até molhado, como se estivesse escorrendo mel quente.

Estava eu com uma mistura de sentimentos estranhos, pois quem estava ali é um menino, amigo de sempre, e de repente, você se vê nessa situação, viu filmes pornôs, revistas, mulheres dando o cuzinho adoidado, e um dia, quando você menos percebe, você sente que quer ser uma daquelas mulheres, pra dar o cu o dia inteiro, pra se sentir uma vadia, pra gemer de tesão do mesmo jeito que você viu no filme, sem medo de que alguém por ventura ouça, pra ficar de quatro e chupar um pau olhando no olho dele. E de repente, depois da risada sem graça e cheia de nervosismo ele me fala:

– Você parece uma menina! – Eu ri, ficando ainda mais excitado de ouvir isso, e falei:

– Uma menina? Porquê? Por causa dos meus cabelos? Estão cumpridos né? – Disfarcei, ao que ele me responde:

– Sim, pelos seus cabelos, mas mais ainda por sua bundinha, na boa, sua bunda é grande e arrebitada, você tá andando praticamente rebolando, e ela balança e treme quando dá seus passos, e isso tudo ao mesmo tempo, dá pra ver que é durinha... – E riu, falando que eu devia virar uma putinha e dar aquele rabo gostoso, que se eu quisesse era só falar. Que ele não contaria pra ninguém. Falou rindo querendo parecer zoeira, mas deu pra ver no olhar que ele esperava que eu encarasse como verdade. Mas como eu não sabia se aquilo era apenas zoeira, eu me senti inseguro para dizer o que eu queria, era novo demais para amar. E ainda mais para o sexo. Eu fiquei quieto, dei um tapinha no ombro dele, meu cabelo estava em frente de meus olhos, eu fiquei encarando ele sorrindo, e olhar sério tentando decifrar se aquilo era flerte ou apenas uma zoeira mesmo daquele menininho safado.

Mas tudo o que ele disse, mexeu ainda mais comigo, fiquei pensando se ele não estava realmente sentindo o mesmo que eu, eu era novo demais para tudo aquilo e ele também, então não sabia nada do que estava acontecendo, eu sei que eu tentei ir mais longe o possível da rua quando um carro estava subindo, eu quase estava entrando no meio das árvores, o farol pegava de frente, e eu fiquei com medo de que, de repente o Marcio percebesse que eu estava de pau duro, tirei a mochila, e fiquei segurando na frente, tentando cobrir minha ereção molhada.

Viramos a rua de terra que ia para nossas casas, que era um sítio muito grande, ele morava numa casa descendo uma rua à esquerda e eu morava subindo uma rua à direita, atrás da minha casa dava diretamente para uma floresta, tinha um riacho que cortava a floresta, uma corredeira forte, e a mata era bem fechada e densa. À noite, o sítio tinha uma aura sombria, dava medo, mas era bem silencioso, e nunca teve nenhum tipo de violência nem nada.

Chegamos nessa rua de terra silenciosos, eu ainda sentia fraqueza estranha nas pernas, estavam bambas e trêmulas, minha respiração estava apressada ainda, olhei pra ele e ele continuava olhando pra frente, foi quando eu percebi que aquele menino que eu conhecia, estava mais alto, mais amadurecido, ele era branco, olhos castanhos, tinha uma boca vermelha, lábios bem grossos, uma pele lisa, cabelo curto penteado para o lado, um sorriso lindo e expressivo, e era mais alto que eu apesar da mesma idade, parecia que era pelo menos um ano mais velho pela altura, mas não tinha quase pelos pelo corpo, nada. Ele percebeu que eu olhava pra ele e ele riu dando um tapa nas minhas costas e falou:

– Que está olhando? Tá querendo me falar alguma coisa? Quer que eu passe mais uma vez a mão na sua bundinha? – E riu, ainda nervoso, acho que esperava realmente que eu dissesse sim, eu quero!

E eu queria mesmo, queria que ele passasse as duas mãos dentro do meu short, queria sentir ele abrindo minha bunda e enfiando os dedos no meu cuzinho. Mas eu apenas ri e dei um empurrãozinho no ombro dele. Dei as costas, saí tentando mostrar bem minha bundinha, para ele ver o que quase conseguiu minutos antes, mas não tivera coragem o suficiente para possuir.

Falei “tchau, agente se vê amanhã”. Mas eu havia esquecido que era feriado, numa quinta-feira. Então ouvi ele me chamando, parei olhei para trás e ele me disse:

– Vamos ficar um pouco aqui conversando, o que você vai fazer agora? – Eu estremeci. O que eu queria era ir pra casa, tomar um banho e me masturbar fantasiando tudo o que poderia ter acontecido ali naquela mata. Estávamos parados bem próximo a bifurcação da rua a direita pra minha casa e a esquerda pra a casa dele, e no meio disso tinha uma guarita, onde tinha um manequim feminino sombrio, usando um sobretudo bege. Eu voltei um pouco o caminho e, sorrindo, falei:

– Mas está frio aqui, e não sei se você lembra, estou sem calcinha. – Sim, eu errei, eu estava começando a ser um péssimo mentiroso, me desencontrando com as palavras, e quase me entregando ao que quer que fosse acontecer ali. Eu já era uma presa fácil. Ele apenas riu, e rindo alto, e fazendo um grande caso pelo que ouviu, o que eu sabia que aconteceria, claro:

– Sem calcinha? Você usa calcinhas? É um veadinho mesmo! – Márcio tentava em vão, de forma desajeitada, assumir a postura de garotinho do bullying de novo, deu alguns passos em minha direção e continuou:

– Um veadinho bem bonito! Foi um choque elétrico, pois eu percebi que ele tremeu a voz quando disse isso, parecia engasgado com as palavras, parecia um menininho apaixonado diante de sua mais louca e desvairada paixão. Eu estava petrificado, sem saber o que responder.

Hoje em dia é claro que ambos estavam absolutamente envolvidos com o mesmíssimo sentimento recíproco, o quanto ansiavam e temiam. Queriam sentir o calor do corpo um do outro, o hálito fresco da noite tocando de leve a pele, deixando-a mais fria e arrepiada. Compreendendo um pouco mais o que chamamos simplesmente de vida, naquele momento, o temor era bem maior do que a nossa ansiedade pelo desconhecido. Eu não pude falar mais nada do que “Tchau, seu gay!”. E sai trôpego, dando uma corridinha desesperada em direção da minha casa, eu só conseguia ver aquela luz trêmula por entre as árvores, era o que me guiava naquela noite que, como eu disse anteriormente, obscurecera nossos desejos mútuos pois estava mais escura que o normal.

Comentem se estão gostando, pois me incentiva a continuar!

Comentários

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17/09/2018 10:28:04
Veripassiva, não entendi, consertar o nome? Me manda um e-mail e explica please? isellsoaps@gmail.com
17/09/2018 01:34:58
Gostei!!! Continuaaaaa!!! UMA... conserta o nome lá
14/09/2018 18:03:23
Muito bom, essa série promete!