Cine porno

Um conto erótico de Anonimo
Categoria: Heterossexual
Contém 899 palavras
Data: 26/08/2018 12:39:09

Bom tudo começou com um grupo de WhatsApp de uma balada de swing, aonde postei uma foto e logo fui cortejado por Cláudia.

Seguimos uma conversa sadia a ponto descobrir gosto e curiosidade de ambos.

E em um momento decidimos nos conhecer aquele dia.

Isso era por volta das 02:00 da madrugada de quinta feira.

Acho que a conversa e o tesao não iam deixar ambos dormirem.

E realizamos o encontro, busquei Claudia em seu portão e assim que ela entra no carro fiz uma revista pessoal nela.

Pedi que ela entrelaçasse os dedos e colocasse sobre a cabeça, abrisse as pernas e eu prossegui com a revista.

A safada estava sem calcinha de vestido preto e com um batom vermelho.

Na revista pude reparar sua buceta molhada e quente.

Entramos no carro e seguimos pra república.

Parada cinema porno 24 horas.

Pagamos a entrada e fomos pra parte superior.

Estava com uns 6 caras e todos ficaram próximos.

Todos estavam com o pau na mão e Claudia não sabia aonde olhar, ou o telão que apresentava um filme com duas mulheres se beijando ou os rapazes com seus paus na mão.

Resolvemos ir pra parte de baixo e achar um lugar mais discreto.

Passamos por um lugar com iluminação e todos foram ver o rosto dela, ela é linda e não faltou comentários.

Em baixo achamos duas poltronas e fomos namorar um pouco, entre beijos e amassos ela foi tirando meu pau pra fora e ficando de joelhos entre minhas pernas.

Que boca, tive que me segurar pra não gozar e mais adiante se aproxima um rapaz vendo a sena e batendo uma punheta.

Eu estiquei a mão da Claudia e pus sobre o pau dele que entendeu o recado e caiu de boca no pau do estranho e logo chegou mais um é mais um.

Ela chupando e segurando em varias paus duros.

Nos levantamos e fomos até um muro dentro do cinema.

Usam para transar e se apoiar, ela novamente se abaixou e voltou a chupar nossos paus.

Eu levei alguns brinquedinhos no bolso entre eles um pau de borracha que seria muito útil.

Voltamos a achar novos lugares no cinema.

Tínhamos que andar, eram muitos homens e todos afoito por sexo, tinha que manter o controle se não minha putinha seria violentada.

No outro local quiz eu chupar minha putinha mais os rapazes não davam paz.

E logo ela estava mamando mais uma rola enquanto passava a língua dura em cima do seu grelo ela já estava pedindo rola, se pôs de 4.

Ia se revezando na fila que se formou em seu rosto atrás do bando e eu comecei a comer ela nas poltronas.

Queria judiar mais é coloquei o pau de borracha dentro da buceta dela e meu pau forcei junto até a buceta dela se arreganhar e aceitar dois paus na buceta um de carne e um de pvc.

A sensação era ótima porque apoiei a base do pau de borracha na minha barriga e quando socava meu pau com a barriga socava o de borracha.

Sentia os dois paus rasgando ela.

Assim que socava os dois pintos pedia pra ela fazer força pra tirar eles de dentro dela.

Sentia a parede da buceta dela mastigar e com força aproveitava e socava mais até ela mijar nas cadeiras.

Nossa tara é loucura estava no auge, um lugar insalubre com cheiro de sexo e urina e nos ali.

Passado o momento de loucura fomos embora dali.

Chegamos na porta da sua casa e o tesao só aumentava e fomos até seu quarto aonde seríamos surpreendidos por seus familiares mais não podíamos parar e fomos pra um motel desses vagabundos.

Mal chegamos na garagem voltei a fazer a revista nela mais dessa vez algemei ela com as mãos atrás.

Fomos para o porta malas e apoiei a cabeça dela no vidro a enforcando e voltei a comer sua buceta e novamente introduzi dois paus nela, ela berrava sendo rasgada e pra calar a boca dela enfiei o pau de borracha na garganta dela.

Ela ali amarrada com as mãos pra trás e um pau de borracha na garganta.

Ela engasgava e mijava enquanto eu fodia sua buceta.

Fomos subindo pro quarto e na escada coloquei ela de 4 e voltei a montar naquela puta vadia.

E subimos pra cama.

Lá foi a grande metida era muito tesao judiar dela e sentir ela gozando, ficando com a buceta encharcada.

Lá apertava o pescoço dela e dava tapas no rosto dela, ela gemia e pedia mais e mais.

Não teve jeito passei gel no pinto de borracha pra abrir caminho e fui colocando no cu daquela vadia até ela engolir amarrada o pau de borracha pelo cu e novamente fiz uma dp.

Coloquei meu pau de borracha apoiado na minha barriga na buceta dela e meu pau socava no cu dela já lacriado.

Em cima enforcava ela.

Ficamos 3 horas metendo.

Em uma determinada hora eu coloco o pau de borracha na garganta dela amarrada fazendo chorar e comia com força hora a buceta hora o cu arrombado.

Depois de 3 horas enchi o cu da vadia de porra quente.

Estávamos sujos cansados e exausto.

Tinha acabado nossa noite, isso já eram 8:00 da manhã.

Nós juramos voltar a se pegar mais dessa vez mais sujo e mais promíscuo.

Quero fazer dela minha putinha

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Comentários

Foto de perfil de Jota,S

Muio boa!

Depravação total!

Esses cinemas do centro de São Paulo são famosos.

Quando eu era menor de idade eu fiz um RG falso para entrar nesses lugares. Hoje a maioria fechou, mas alguns ainda sobrevivem.

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Todos os contos são vividos por um único rapaz....Daniel kkk e todos são reais

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