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A Família Silva - Capítulo 4 - A Primeira Vez

Um conto erótico de Bruna Camila
Categoria: Heterossexual
Data: 10/08/2018 10:41:56
Nota 10.00

Cap. 4 – A Primeira Vez

E finalmente chega o dia.

Era de manhã, os nossos filhos já estavam na escola.

Cedo eu vou buscar o Jamal em Padre Miguel.

Era um lugar barra pesada. Mesmo sendo o bairro onde nasci as coisas pioraram muito nos últimos anos. Estava complicado reconhecer o lugar tranquilo onde corria atrás de pipa na juventude.

Mas faço um esforço e passo lá.

- Eai, patrão? Beleza?

- Eai, Jamal.

Patrão, chefia, campeão, meu rei.

Jamal sempre me tratava de uma maneira curiosa. Quase como se fosse aqueles vendedores de trem e tentasse fazer alguma distinção com a pessoa que estava comprando. Como se ele soubesse e respeitasse a minha posição social e financeira.

Mas a realidade.

É que no final daquele dia.

O único que seria o campeão.

Era o Jamal.

______________________________________________

Depois de buscar o Jamal eu venho conversando com ele. Falando de assuntos de brother. Tentando fugir do motivo do porque eu tinha ido buscar ele em primeiro lugar.

Mas como nada dura para sempre.

Eu então chego no portão da minha casa.

- Pronto, chegamos.

Eu nem precisava falar algo assim.

Jamal era conhecido de casa. Ele já tinha ido ao aniversário dos meus pequenos várias vezes. Tinha visto eles crescerem. Só meus filhos que não o conheciam a não ser de vista. Cada um deles tinha o seu pequeno universo adolescente e não ligavam muito para os amigos dos pais.

Jamal entra comigo em casa.

Depois de guardar o carro eu entro pela porta de trás com ele, pela cozinha.

Achava que minha esposa estaria ali.

Nada.

Eu vou para a sala.

E finalmente a encontro.

Minha mulher estava com uma lingerie preta que ela nunca antes tinha usado. Ela estava estreando naquela noite. Estava sentada de forma sexy, assistindo de forma distraída televisão.

- Oi, Jamal. Lembra de mim?

- Oi, Senhora Silva. Claro que lembro. Você está linda, com todo o respeito.

- Jamal, pode me chamar de gostosa mesmo. Se solte. Se sinta em casa. Ela é sua agora. Não só a casa...

Nunca tinha visto minha esposa assim. Ela estava tão sexy e tão sedutora, jogando várias olhares e indiretas cheios de desejo e provocação.

E não para mim.

Tudo isso direcionado ao Jamal.

- Amor. Vai buscar uma cerveja para o seu convidado.

Prontamente eu vou buscar a cerveja.

Eu vou até a cozinha, abro o freezer e acho uma garrafa de Heineken.

Eu juro para vocês. Eu demorei só uns 4 segundos nisso.

Mas quando eu volto para a sala.

As coisas estavam bem diferentes por lá.

Jamal estava com a calça arreada na frente do sofá. E minha esposa ainda sentada estava inclinada para a frente. Chupando a rola do Jamal.

Eu, obviamente, nunca tinha visto a rola dele.

Mas nunca esqueci a primeira vez que vi.

Devia ter uns 27 cm. Era enorme. Eu conseguia ver que ela era maior que a cabeça da minha esposa. Era um monstro negro, com veias pulsando, como se estivesse com raiva. Não era só comprido. Era grosso também, parecia que minha esposa estava colocando um cano de PVC preto na boca.

E eu fico lá. Com aquela cerveja na mão.

- Jamal, a sua cerveja...

- Opa, Alberto... Há... Oh... Foi mal, essa sua esposa é tão dedicada... Valeu pela cerveja, chefe.

Com uma mão Jamal fica tomando a cerveja.

E com a outra ele começa a puxar a minha esposa pela nunca. Apoiando a sua mão na cabeça dela por trás. Ele não estava puxando ela. Nem forçando nada. Era só uma pressão delicada. Guiando com carinho a cabeça dela para o seu pau. Meio que dizendo ‘’Isso... Você pode ir mais longe... Você consegue colocar mais fundo na sua garganta...’’.

E com o tempo a delicadeza vai sumindo, a cada segundo Jamal esquecia que era a esposa do seu melhor amigo. A cada segundo que aquela mulher chupava sua rola e ele olhava para baixo. Mais ele via uma putinha safada. E não uma esposa a ser respeitada.

Agora Jamal começa a forçar a garganta dela de verdade.

Se antes ele estava perguntando se ela podia mamar mais fundo.

Agora ele não estava pedindo.

Estava mandando.

E novamente eu fico ali.

Vendo a minha esposa fazer uma garganta profunda no Jamal. Enquanto ele tratava de forçar sua rola enorme goela abaixo dela. Tratando ela como uma putinha que tinha que ser ensinada do seu lugar.

Em 18 anos de casamento. Com 2 filhos e sempre pagando tudo do bom e do melhor para ela.

Ela nunca.

NUNCA.

Me deixou forçar a garganta dela. Nem mesmo uma vez.

E agora aquele gari do Jamal, na primeira vez, já estava fazendo ela engasgar na rola dele. Super satisfeito.

Eu jurei que ela ia reclamar. Pedir para aquele negão pirocudo diminuir o ritmo. Dizer que ela era uma mulher de classe e não gostava de ser tratada como uma vadia.

NADA.

NEM UM PIO.

Minha mulher deixou.

Enquanto Jamal enfiava aquela rola enorme na sua boca e a sufocava. Ela obedecia e engasgava. Totalmente obediente e submissa àquele negão.

E perante aquela cena.

Eu começo a me masturbar.

Aquilo era mais forte que eu. A cena começa a me deixar tonto de tesão.

Foi a primeira vez que eu fui Voyeur.

Foi a primeira vez que minha esposa foi putinha do Jamal.

E a primeira vez que Jamal dominou um membro da família Silva.

Seria essa a última vez?

Ou a primeira.

De muitas?

Comentários

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11/08/2018 10:58:40
Ideia roubada. Em algum conto futuro terá um beijo na bochecha assim :)
10/08/2018 16:08:21
Que delícia! Se eu fosse o Alberto teria beijado a bochecha dela com a pica do Jamal dentro rs
10/08/2018 13:35:12
Quem bom que esteja gostando ^^
10/08/2018 12:14:57
Muito bom!! Bem escrito, narrado e excelente enredo. Estou me aventurando na escrita. Se puder dê uma olhada nele e deixe suas impressões. alexandreqfo@gmail.com
10/08/2018 10:43:59
Capítulo 5 - Tal Mãe, Tal Filha
10/08/2018 10:43:44
O nome do próximo entrega um pouco