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Reino dos Homens - Capítulo 19: O filho(Capítulo Final)

Um conto erótico de Galdeh
Categoria: Homossexual
Data: 10/08/2018 08:57:31
Nota 10.00

CAPÍTULO FINAL.

18 anos e 1 dia depois...

A Luz do sol entrava silenciosamente pelas janelas enormes dos meus aposentos. Abri os olhos lentamente, o cheiro de sexo invadiu meu nariz e senti o calor do corpo enorme do meu pai ao meu redor. Deitado com a cabeça no seu peitoral, eu virei a minha cabeça para poder admira-lo enquanto dormia. Os anos haviam se passado, mas papai continuava belo como sempre, poucas rugas ao redor dos olhos ee os cabelos brancoa denunciavam que o tempo havia passado. Beijei com os lábios molhados o calor do meio do seus peitos e me deixei ali, fungando o seu cheiro que ainda, mesmo depois de tantos anos, me causava um arrepio pela espinha. Seu corpo estava ainda mais belo, tão perfeitamete trincado, as veias aparentes, sua pele bronzeada e lisa, delicados fios brancos desciam pela sua barriga completando a floresta de pelos negros que adornavam seu falo que dormia e mesmo assim ainda enchia meus olhos. Hoje era um dia especial, logo mais buscaríamos Galby em seu ritual de maioridade. Por isso me levantei sem acordar papai. Parei em frente ao espelho enorme do nosso quarto e sem perceber availiei os anos que se passaram. Eu não era mais o Menino Galdeh, muito menos a Puta apenas, papai havia me pedido em casamento ainda naquele ano em que foi coroado como Rei. Hoje em dia, me chamavam de Rainha. Eu gostava do nome feminino, me lembrava todos os dias a fêmea que eu era para meus homens. Eu não deixara de ser gordo, mas agora estava forte, tão forte quanto papai, havia me tornado um urso, com pelos negros, avaliei meu corpo e me virei para observar meu poder, minha bunda continuava a parte mais bela do meu corpo, tão volumosa e empinada quanto nos meus anos de juvetude.

Quando casei com meu pai, destrui os portões da prisão e coloquei minha mãe para morar e servir na ex prisão, hoje casa da Suprema Dona da Noite. E assim o crime morreu no Reino dos homens. Quando uma falha de caratér era percebida, imediatamente era mandando para a Casa, e mamãe acertava as contas usando muita boceta e muito cuspe. Ela estava feliz e uma vez por mês eu cedia meu pai para que ela o amasse. De dia eu era do povo, os servia com vigor e as noites eram do meu homem e apenas meu homem, foi o modo que encontrei para servi-lo como ele merece.

Tomei um banho e quando estava me trocando vi papai me observando, ele sorriu quando eu o notei.

-Está ansioso?- ele perguntou ainda deitado.

-Estou- eu respondi- Como não estaria?

-Vai dar tudo certo.

E de cavalos fomos buscar Galby na porta da caverna do Xamã Misu. Esperamos por meia hora até que meu filho veio andando com o Xamã Misu atrás dele. Meu coração disparou quando vi que o Xamã estava com um riso frouxo, suado até os ossos e apresentava a exaustão de um homem saciado por uma bela puta. Misu estava ainda maior, seus cabelos trançados agora eram brancos o que ressaltava seus olhos negros e profundos, seu falo babava junto com seu corpo que escorria suor. O Xamã sorriu para mim confirmando meus desejos.

-Meu Deus- ele disse- Galdeh, você criou uma putinha devassa.

Papai me beijou e corri até Galby o pegando nos braços. Meu filho era do mesmo tamanho que eu na idade que eu havia descoberto meu poder, ao abraça-lo senti o cheiro do sexo tórrido que ele havia experimentado com Misu.

-Você está bem?- perguntei em tom de confiedência.

-Que homem- ele disse rindo- Que homem papai, eu sabia que seria igual a você e me orgulho disso.

Beijei a boca do meu filho com calor, pegando na sua bunda, que bunda deliciosa, tão macia, tão redonda e carnuda.

-Agora vou poder servir Papai Lobo com você?- ele perguntou com aqueles belos olhos verdes redondos. Sua carinha era de manha, aquilo me fascinou.

-Vou ensinar tudo a você- eu disse a Galby- Vamos, essa noite é só nossa.

Papai levou eu e meu filho para a nossa cabana no meio da floresta. Quando ficámos as sós, papai beijou a boca do meu filho com sede, buscando a boca do menino que havia acabado de completar 18 anos. Fiquei ali assistindo, as mãos curiosas de menino apertavam os músculos enormes com os quais ele sonhava desde que começara a enxergar como um homem, meu pai levantou meu filho com as mãos fortes na sua bunda e colocou o moleque no seu colo, Galby cruzou as pernas na cintura dele, suas bocas se explorando, Galby chupava a língua do papai deixando meu homem fascinado. Ali de cima do meu homem, meu filho se virou para me olhar.

-Vem, papai- ele disse- Quero seu calor no meu corpo.

Meu pai abriu a bunda do meu filho, exibindo sua cucetinha rosa, eu salivei, fui andando até a cama, onde eu beijei as costas do meu filho, lambendo até chegar a sua boca que me esperava ansioso, nos beijamos enquanto meu Pai assistia. Papai invadiu o beijo e logo disputávamos sua boca, ele riu e beijou minha testa e depois a testa do nosso filho. Galby se agarrou a nós dois e juntos levamos nosso filho para a cama, onde deitamos com ele bem no meio, meu pau duro como pedra bem na sua bunda e o pau do meu filho em contato com a serprente do meu pai. Chupei o pescoço do meu filho enquanto ele descobria os cheiros do seu pai, sua língua quente e rosinha lambia os músculos rigidos daquele peitoral imenso, olhei direto nos olhos de papai, ele estava morrendo de tesão, sorriu pra mim bem cafajeste. Trocamos de lugar e fizemos papai ficar no meio.

-Vou te apresentar nosso lar agora, meu filho- gemi no ouvido do menino, seus olhos brilhavam de desejo e juntos fomos lambendo e beijando aqueele corpo espetácular, parei no umbigo de papai, enfiando a língua ali, meu filho enfiava a sua e nossas bocas se encontraram, nos beijamos com cumplicidade.

-Eu quero chupar esse pau- ele confessou.

-Eu sei- gemi- eu também quero, e quando você enfiar seu pai na boca vai querer ainda mais... ele é viciante.

Papai abriu bem aquelas pernas musculosas, seu pau já estava duro como pedra, peguei naquela cobra enorme e servi ao meu filho, seus olhos brilhavam com o tamanho daquilo, suas mãos trêmulas pegaram lentamente naquela carne de primeira, seguramos juntos, as quatro mãos não eram suficientes para pegar aquele mastro gigantesco, ele pulsava em nossas mãos, tão cheio de veias, colocamos a cabeça pra fora, o cheiro de pau invadiu nossos narizes, meu filho lambeu os lábios faminto, a cabeçona daquele caralho babava deixando ambos famintos.

Com a ponta da língua eu busquei a sua seiva poderosa, meu filho olhava com desejo o fio daquela baba se extender da ponta da minha língua até a cabeça vermelha brilhante daquele pau.

-Como é o sabor, papai?

-É levemente doce e forte, enche a boca d’água e te faz suspirar- falando isso eu beijei sua boca faminta depositando aa seiva na boca do meu filho.

Galby degustou de olhos fechados e com expressão sonhadora. Meu pai observava lá de cima, como um deus.

-É mais do que isso- ele disse ao abrir os olhos- é quente também e me transforma em puta...

Rimos juntos enquanto eu apontava aquele caralho na sua direção. A boca do meu filho se abriu pronto para engolir seu pai, meu pai.

-Toma em teus lábios a fruta do nosso destino- eu gemi no seu ouvido, enfiando a língua na sua orelha de maneira lascíva.

A boquinha dele sugou a cabeça daquela serpente magnífica lentamente, papai urrou com o toque suave da maciez de sua boca, os olhos de vadia do meu filho olharam diretamente para o nosso macho, nosso deus, nosso lobo.

E a boca dele se abriu ainda mais, enfiando mais aquele pau dentro de sua boca, seus olhos brilhavam com aquela aproximação ao nosso Deus. Deitei a cabeça e lambia a virilha de papai assistindo a devoção do meu filho perante aquele falo. A serpente pulsava entrando em contato com o calor daquela boca, desviei os olhos daquela cena para encarar meu pai que já estava sendo encarado por Galby. Papai levou a mão até meu rosto e acariciou minha face com amor, com verdadeiro amor. Fomos interrompidos quando Galby engasgou, cuspindo uma lufada de saliva que se espalhou por aquele caralho, fui até aquelr cacete, coloquei a língua pra fora para sorver sua saliva que escorria na pele incrustrada de veias daquele pau. Suguei a cabeça e meu filho lambia a base, nos olhamos dividindo aquele caralho imenso. Enfiei o pau por completo na boca, roubando o alimento do meu filho por alguns segundos, ele me olhava orgulhoso, enquanto a cobra latejava na minha garganta e meu nariz sentia o cheiro poderoso dos seus pelos púbicos.

Quando tirei a cobra da boca ela estava ainda mais dura, a seiva que vazava da fenda da cabeça se confundia com a transparência da minha saliva. Meu filho foi lambenfo da base até roubar de mim aquele cacete e enfiou na sua boca, fui até as bolas e suguei apenas uma enquanto meu filho tentava engolir aquele pau. Papai assistia com amor aquela cena pecaminosa, tão orgulhoso como qualquer pai. A saliva de Galby vazava de sua boca e alimentava o caralho de papai, sugamos juntos e dividimos o cacete colocando ele no meio de nossas bocas famintas e beijamos.

Nossas bocas tentando se alcançar com aquele mastro de marmóre no meio, papai latejava tanto que parecia prestes a gozar, mas eu sabia que estavamos apenas no começo de tudo. Engoli, depois ele engoliu, cuspi e Galby sugou pra depois cuspir, era lindo ver aquele rostinho de menino se iluminando por culpa de um caralho, a saliva escorrendo pelo queixo, eu chupei seu queixo enquanto sua boca se abria ainda mais para aconchegar nossso macho lá dentro da sua boca.

-Como é grande, papai- gemeu Galby com voz de puta direto para papai – é pesado e belo, quero ter ele ora sempre.

-Ele é nosso- gemi no seu ouvido- Esse caralho é nosso – Venha, lambe as bolas, são deliciosas...

Galby enfiou o nariz nos pelos que adornavam aquele cacete, lambendo a virilha, eu sugava uma bola olhando para sua dedicação, quando ele sugou a outra bola, usamos nossas mãos para punhetar a pica babada de papai.

- Não existe cena mais bela no mundo- disse nosso homem- Sou realmente um homem de sorte.

E era, porque juntos sugamos aquele saco pesado, engolindo as bolas, sorvendo a saliva que deixavámos ali, lambendo e beijando suas virilhas para depois voltármos a chupar seu falo que já pedia por nossas bocas. Eu fiz ele foder a rola de papai na sua garganta, segurei sua cabeça e afundava ele no meio das pernas do nosso homem que tremia com desespero por conta da nossa fome desesperada.

E o vai-e-vem de Galby ficou selvagem, meu filho, minha putinha era mestre naquilo, sugava e deixava a pica tão dura quanto úmida de saliva que escorria pelas bolas pesadas de papai. Prendi o nariz do moleque.

- Respira a tua força divina, esse caralho é nosso deus e vamos orar todos os dias das nossas vidas.

- E que ele nos abençoe com a mais bela faceta do pecado- disse Galby- Já me sinto mais puta cada vez que ele pulsa na minha língua me mostrando o quanto sou culpado por essa monstruosidade de serprente estar tão dura.

-E juntos faremos amor- disse papai- e prometo alimentar suas necessidades e enfiar minha carne na suas carnes e enfiar meus pecados tão fundo em suas almas que serão não mais meus pecados, mas nossos.

- E que a força desse falo nos guie em uma relação de cumplicidade, e que você seja a vagabunda que eu sou.

- eu serei papai- ele disse com calor- eu serei e quando eu tiver um filho com o nosso homem, eu ensinarei a ele como você me ensinou.

-E que assim eu seja o soberano que nasci para ser- disse papai- dono de um harém de cadelas domesticadas prontas para me servir.

Aquilo era tão belo de se ouvir que escalamos juntos o corpo másculo do nosso homem e buscamos sua boca, ele nos agarrou, colocando as mãos enormes nas nossas bundas, sentindo nossos calores, ele beijava e eu chupava o pescoço, e depois mudávamos de posição e quando eu beijava meu filho, papai assistia apaixonado. Ele puxou nós dois delicadamente pelos cabelos da nuca, afundou sua língua na minha boca, me arrancando todo ar, depois fez o mesmo com o nosso filho. Eu abri a boca, papai cuspiu certeiro na minha bocona aberta, meu filho me imitou, esperando o cuspe do seu pai que veio rápidamente, ele sorriu degustando aquilo, papai cuspiu de novo sem dar tempo do moleque abrir a boca o que o deixou ainda mais tarado. A boca do nosso garoto foi direto na boca de papai, o beijo foi avassalador, as línguas se enrolando, se buscando, se querendo. Chupava o pescoço de papai sentindo aquele seu cheiro de homem. E quando o beijo terrminou meu menino abriu a boca pedindo mais cuspe o que papai fez na hora. Ele me olhou e riu maravilhado.

-Essa é minha nova vida?

-Você não bem nem da metade – disse papai pegando nosso filho e o virando com brutalidade, a bunda deliciosa do meu menino estava agora na nossa cara, empinada, tão branca e tão carnuda que vi os olhos de papai se iluminarem com o fogo do pecado. Eu fui gentil e abri a bunda do meu filho na cara do meu pai, mostrei a ele o que ele ainda não havia visto, o cu de Galby. Tão rosado, delicadinho, uma cucetinha tão pura que o cheiro adocicado invadiu nossas mentes.

-Chupa, mete tua língua na nossa fruta proibida- gemi- nos expulsa do paraíso porque eu quero morar nesse pecado original.

A língua de papai, enorme e sinuosa foi lambendo as pregas, meu filho buscou as minhas mãos para segurar, enquanto a boca do nosso pai beijava seu rabo como se fosse sua boca, enfiando a língua no seu cu. Galby tremia de prazer enquanto a boca de papai aprendia sobre aquele cuzinho que piscava com obediência. Acariciei os cabelos de papai enquanto ele metia sua língua no cu do nosso filho, o moleque gemia mordendo o lençol.

-Rebola

E Galby rebolou aquele rabão na cara do pai, esfregando seu cio na face dele, fazendo nosso homem enfiar mais a cara naquele rabo. Papai me serviu aquele cu, mostrando o rosado babado daquela fenda. Eu fiquei com água na boca, ele riu baixinho, enfiando dois dedos de uma vez, Galby gemeu com aquela penetração, papai tirou os dedos e enfiou na sua boca, me encarando.

-É tão doce quanto teu cu.

Então eu peguei aquele rabo, virando pra mim, aquela bunda carnuda aberta na minha cara, beijei primeiro, um selinho no meio do cu dele, depois eu deixei a minha fome me guiar, enfiei a língua ali, senti minha conexão com meu filho, nós dois tínhamos poder, por isso ele me possuiu com o veneno da sua lúxuria e eu com o meu. A cadelinha rebolava a bundona na minha cara, papai beijando e mordendo a bunda e assistindo de camarote a minha língua entrando naquele cu. Enfiei meus dedos para sentir o calor do corpo dele, meu pau pulsava e meu cu piscava, um misto de desejos, queria comer, eu nunca havia sentindo essa necessidade, mas eu queria comer meu filho. Por isso minha língua o invadia ainda mais, entrava e saia com vontade, e beijava, e cuspia, papai então meteu seus dedos no cu dele enquanto minha boca ainda o devorava, papai entrava e saia com os dedos, e quando os retirou eu chupei, nos encarando, ele me beijou e dividimos o gosto do nosso filho, e juntos nos entregamos a doçura divina daquele cu, o moleque gemia entregando a nós a putinha que ele realmente era.

-Essas línguas- ele arfou- essas línguas entrando e saindo de mim me deixam completamente maluco, meu corpo todo treme com a perversão que vocês fazem eu sentir, beijem com meu cu ao redor de seua desejos, toma meu cu, papai, toma meu cu papai.

Papao cuspia, eu sugava e cuspia de novo, e os beijos, e as línguas, e as sugadas naquele cu, o moleque se contorcia, apaixonado, cheio de tesão, ele gemia tão delicioso que eu e papai esquecemos do tempo e entregamos nossos desejos naquele rabo delicioso onde nossas línguas dançavam uma música que era exclusiva nossa e o ritmo era ditado pelas piscadas indecentes do nosso menino.

-Vem, deita, deixa eu mostrar pro nosso filho o teu cu.

Deitei virado pra cima, papai levantou minhas pernas, exibindo meu cu para meu filho, os olhos do moleque brilharam ao ver meu cuzinho ali exposto. Papai beijou e eu gemi bem alto, ele enfiou a língua no meu cu encarando nosso filho, meu menino lindo veio beijando minhas coxas, lambendo, até encontrar meu pau que ele afundou na sua boca enquanto meu pai sugava meu cu. Galby me olhava me dominando, socando meu caralho na sua boca, lotando a boca de caralho, enfiando, sugando, eu tremia, puxava ambos pra mim, e quando eu estava pirando, eles trocaram um beijo dividindo meus gostos e trocaram de lugar, papai sugando meu caralho e meu filho dedicando atenção ao meu cu. O moleque chupava gostoso o meu cu, usava a sua língua com sabedoria, eu rebolava, eu alimentava a sua fome, rebolando meu cuzão na cara do meu menino.

E nossas bocas se encontraram, as três bocas, o cheiro de cu, o gosto do pau, as línguas e cuspes desesperados, nos agarramos, sentindo o calor dos nossos corpos.

-Quero viver assim pra sempre – disse Galby olhando nos meus olhos

-E vai- disse papai pegando meu menino por trás, apertando seus peitos e seduzindo nosso menino.

-Vai viver como uma puta- eu disse ao beijar sua testa- uma bela putinha.

Papai queria comer, ele estava louco para comer nosso filho, por isso deitamos de lado, chupei a pica de papai com afinco, umedecendo pra valer aquele caralho, enfiei a língua no cu do meu filho que estava aos beijos com nosso homem, guiei papai para dentro do nosso menino.

Fiquei ali, assistindo de camarote.

Vi a pica entrar rasgando, ouvi o urro de papai ao sentir a maciez dominadora das entranhas do nosso filho, eu vi o cu de Galby se abrir obediente para agasalhar aquele caralho imenso, ouvi o gemido manhoso de Galby, e observei seu corpo gordo de aconchegar naquele macho musculoso e assisti o vai-e-vem se iniciar enquanto eu enfiava a pica do meu filho na garganta. E aquela pica me fodia porque meu pai fodia nossa filho. O moleque babava, pelo pau, pela boca, seu corpo todo estava arrepiado, eu sugava seu falo e meu pai metia fundo naquele cu, entrava e saia com rapidez, e ia abrindo e rasgando as pregas dele.

Os gemidos do nosso menino invadiam nossas mentes, por isso papai metia bem forte e eu engasgava naquela rola deixando o moleque tremendo de tesão. E quando papai tirou aquela rola duríssima daquele cu eu não hesitei em sorver o gosto do cuzinho dele. Soquei fundo na boca, os dois assistindo, eu sugava o doce do cu do meu filho no salgado da caralha do meu pai. E depois de uma bela cuspida, guiei a pica de volta. Fiquei ali, lambendo o cu de papai enquanto ele metia, minha língua migrava do cu dele para as bolas, das bolas para o pedaço do pau que estava fora do cu e do pau para as bolas do meu filho, das bolas para seu pau e do pau eu metia a língua no cu dele para sentir o calor da penetração incestuosa de papai.

Esfregava minha cara, cuspia, tirava a pica do cu do meu filho e enfiava na boca, o menino cuspia de longe, aos poucos a nobreza da família real dava lugar a nobreza de três machos sem frescura.

Deitei ao lado do meu filho, levantei as pernas, beijando sua boca, nosso macho agora tinha dois cus que imploravam por sua força. E ele soube meter em nós dois, entrava em mim dedilhando o cu do nosso filho, depois entrava nele dedilhando o meu cu, assistindo os beijos indecentes e cheios de cuspe que eu trocava com o nosso menino.

Papai afundou a caralha no cu do nosso filho.

-Sente como ele é grande, tá sentindo? Foi assim que eu aprendi a ser puta, primeiro você aprende a domar o nosso lobo, aprende, faz ele buscar teu cu cada vez mais, seja obediente, uma cadelinha, mas nunca esqueça o poder que existe nesse cu.

E agora no meu cu.

-Ele é tão grande, tão másculo, como pode um dia esse homem não ter sido rei? Dono dessa terra? Me explica papai, porque eu não entendo.

-Nossos olhos de puta conseguem ver além dos homens...

Agora no cu do nosso filho.

-E quando ele entra, meu deus, toda a minha inocência vai embora porque eu quero ser uma vadia imunda e servir ele, dar a ele tudo o que eu tenho e o que eu vou ter, porque eu quero essa carne pesada me rasgando pra todo o sempre.

-E você nunca vai encontrar um homem mais poderoso que seu pai, nunca, esse pica é nossa força, é ela que nos guia, é dela que viemos e é dela que viveremos.

-Quero orar nesse caralho.

O cheiro de sexo invadia nossos poros, a pica entrava nele, depois em mim, nossas bocas se devoravam enquanto nossas baixarias eram exibidas para nosso homem. E olhávamos nos seus olhos, provocando, exibindo as piscadas dos nossos cus, pedindo mais e mais.

-Sou o homem mais sortudo deste mundo e de outros mundos – disse papai metendo em mim – Tenho duas putas, duas putas imundas que eu posso usar e usar e que nunca vão dizer não pra mim porque eu simplesmente mando nesses rabos, sou o dono supremo de dois cus, vou escrever meu nome e fazer desses rabos meus bens mais preciosos.

- Então escreve com sua imundice- gemeu Galby- Escreve com seus pecados que latejam nas veias desse seu caralho poderoso, cada vez que você entra é um pedaço da minha alma que você devora.

-Eu vou devorar toda a sua alma.

-Assim como fez comigo, devorou a minha alma para ter o prazer de me usar como um buraco, e sacia sua mente perversa, usando não apenas seu filho, mas o filho que teve com seu filho.

-Maldito- disse Galby- Bandido, é isso que você é, um cafajeste poderoso, sensual, e que mete com vigor de um demônio.

-Olha seu corpo, olha seus músculos..

-As gotas de suor que escorrem pelo seu corpo são mágicas.

-Eu idolatro sua existência cada vez que você rasga meu cu.

-E por criar meu pai, você me criou, e por vir do pecado, servirei o seu pecado de joelhos, obediente.

-Sua Saliva me hidratará.

-Seu Mijo me esquentará.

-Seu suor me fascinará.

- Cada vez que suas bocas se abrem, as heresias que dizem me fazem querer meter ainda mais fundo, porque no fundo eu os escravizo porque já estou escravizado por esses rabos.

-A nossas línguas são suas, pra que lambámos seu corpo, sua boca, seu cuspe, seu mijo, seu suor, e o chão por onde andas.

-Somos servos de sua potência.

-Servos obedientes do único deus que adoramos, seu caralho.

-Temos a fé de que precisamos dentro desse caralho.

-E nossa comunhão é a porra.

-Que prometemos dividir hoje e sempre.

-E toma-la dos nossos cus, usando nosso rabo como taça onde você depositará sua essência.

-A porra.

-A Porra.

E ele gozou, ele urrou, enchendo o cu de Galby com porra, e eu enfiei a boca ali, sugando o leite, enquanto papai assistia suado, deitei em cima do nosso filho e cuspi a porra ali, nos beijando. E quando meu pau entrou no seu cu, foi natural. E eu meti, beijado sua boca com porra, eu meti fundo, eu rasgava como nunca aquele cu, e meu pai se encaixou e entrou em mim, e aquele trenzinho foi longe, porque nos beijávamos, nos apalpávamos e os gemidos, os suspiros aumentavam nossos desejos e nossos calores.

Eu sentia a maciez de Galby e tremia com o pau de papai no cu, e rebolava, a pica no cu do nosso filho e na pica que entrava e saia do meu.

E papai encheu nossas bocas de porra, e eu enchei a boca de Galby de porra, e Galby encheu a minha de porra, e cuspiamos nas nossas caras os leites misturados, rindo, nos beijando, papai suando em cima de nos que já suávamos.

E fomos deitando, ainda brincando com a porra, Galby no meio de nós, deitando quietinho, nossos corpos suados e quentes se entrelaçando no nosso ninho de amor, eu beijei a boca de papai e depois cheirei a nuca de Galby que beijava o peitoral musculoso do nosso homem enquanto ele beijava a testa do nosso menino. E papai dormiu primeiro, exausto. E quando ficamos só eu e Galby acordados, o menino me abraçou, nossas bocas se encontraram, beijando lentamente.

-Se o mundo acabasse agora, eu estaria satisfeito.

E o mundo não acabou.

FIM.

Comentários

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10/08/2018 15:26:45
Primeiro comentatio interessante q li.... Final simplesmente perfeito surpreendente e q nao deixou nada a desejar a nao ser ver o poder do garoto crescendo
10/08/2018 13:10:11
FILHO, PAI E AVÔ. EXCELENTE FORMA DE TRATAR O INCESTO.