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Dominando a aluna casada em BH - parte final

Um conto erótico de Cesar
Categoria: Sadomasoquismo
Data: 09/08/2018 23:00:17
Última revisão: 14/10/2018 22:28:40
Nota 10.00

Dominando a aluna casa em BH – pt 6 – final

Continuaçãocontato: e-mail cesarbdsm@gmail.com

Depois daquele ménage eu e continuava a foder com a Nanda esporadicamente. Mas ela gostou tanto da DP que sempre insistia para eu enfiar o consolo em seu outro buraco enquanto a fodia com meu pau.

Um dia Nanda me disse que iria viajar a trabalho, indo para a capital de outro estado e me perguntou como ela poderia fazer algo lá em segurança. Eu disse que a melhor maneira era estar com alguém conhecido, no caso, eu.

Como eu trabalho viajando, consegui adequar um serviço naquela cidade para a mesma data e marquei minha passagem a acompanhar. Ordenei que ela levasse roupas bem ousadas na mala.

Chegamos no início da manhã, Nanda foi direto ao seu compromisso profissional e eu levei sua mala comigo ao apartamento do airbnb que tinha alugado. Preferi alugar no airbnb do que ir a um hotel para que tivéssemos mais liberdade.

Enquanto aguardava aproveitei para buscar informações sobre putaria naquela cidade e logo descobri que tinha uma casa de swing e justo naquele dia era a noite do ménage masculino, onde seria permitida a entrada de um número determinado de homens.

Nanda chegou ao apartamento por volta de 17h e eu já havia separado a roupa que ela usaria, mas não disse onde iriamos. Fomos tomar um banho e logo após o banho eu a coloquei de 4 e enfiei um plug médio em seu cu e mandei ela me chupar. Sentado no sofá, enquanto recebia aquele boquete delicioso resolvi pedir uma pizza para comermos antes de sairmos, já que a casa de swing so abria as 22h. A pizza ficou em R$ 42,00. Disse que não precisava de troco.

Em pouco tempo enchi sua boca de porra e fiz ela limpar meu pau. Mandei-a colocar a meia 7/8 preta, uma calcinha preta e sutiã que tinha levado. Era o mesmo conjunto que ela usava quando chegamos no motel para o ménage.

Ela se vestiu e começou a fazer sua maquiagem e o interfone tocou, era o entregador da pizza. Pedi para ele subir e uma nota de R$ 50,00 a Nanda dizendo:

- Vai receber nossa pizza.

- Mas assim? Desse jeito?

- Qual o problema cadela? Estamos em outra cidade e outro estado. Tem medo de que?

Nanda nada falou e foi em direção a sala. Eu fiquei no quarto em uma parte que dava para ver parte da sala observando. Alguns minutos depois a campainha tocou. Nanda abriu a porta parcialmente e colocou a cabeça para fora entregando o dinheiro. Não gostei da atitude dela. Mas para minha sorte, o entregador disse que não tinha levado troco. Nanda então perguntou para mim:

- Ele não tem troco. Pode ficar com o restante de gorjeta?

Eu fingi surpresa e disse:

- É verdade. Me confundi, peça a ele para entrar que vou pegar o valor certo na carteira.

Ela percebeu que eu queria a exibir e de forma tímida pediu para ele entrar e quando virou de costas para ir ao meu encontro no quarto eu já estava indo para a sala fingindo contar o dinheiro na carteira. Percebi que o entregador estava completamente constrangido com a situação, mas não tirava os olhos da minha vadia.

Eu pedi desculpas e lhe entreguei o dinheiro contato, enquanto apontava para Nanda e dizia:

- É gostosa né?

Ele ficou sem graça, mas já percebendo a intenção respondeu:

- É sim. Nunca vi coisa igual.

Nanda corou na hora e agradeceu o elogio, mas corou mais ainda quando eu disse:

- Tira o sutiã vadia. Deixa ele ver esses peitos. Aposto que nunca viu igual.

Nanda fez o que mandei. O entregador já tinha percebido o que rolava e me perguntou se podia tocar. Eu então repassei a pergunta a Nanda, afinal, ela tinha que decidir se a brincadeira continuava:

- E ai cadela? Será que ele pode tocar?

Nanda não respondeu, so deu dois passos se aproximando dele. Enquanto isso eu passei por traz e acabei de encostar a porta. Ele passava as mãos nos peitos da Nanda com uma vontade incrível. Em pouco tempo já passava a mão na buceta dela tentando afastar a calcinha.

Percebi que Nanda estava gostando daquilo, então disse a ela:

- Puta, eu dei o dinheiro contado a ele. Acho que ele merecia uma gorjeta. O que acha de mostrar seu boquete profissional?

Nanda aquiesceu com a cabeça e já direcionou suas mãos para a calça do entregador contando com a ajuda dele para abrir e expor seu pau, enquanto eu disse a ele:

- Ela faz um boquete melhor que qualquer puta. Você vai ver.

Nanda sacou da cueca dele um pau com muitos cabelos, grande, mas fino. Porém, não se fez de rogada e iniciou sua arte oral. Em pouquíssimo tempo ele disse que iria gozar e Nanda direcionou seus jatos para os seios, deixando-os bem melados de porra.

Após ela limpar o pau do entregador eu agradeci a entrega e abri a porta para ele.

Nanda disse que o pau dele não tinha um cheiro bom, mas que gostou da experiência. Eu então coloquei a pizza na mesa e disse para ela sentar daquele jeito, com a porra nos peitos e comer sua pizza.

Comemos, eu bebi uma cerveja e ela uma skol beats que tinha sido entregue junto e depois voltamos ao banho, para finalmente nos arrumar para o objetivo final enquanto continuávamos bebendo. Nanda já tinha bebido 2 skol beats e já estava mais relaxada.

Ela colocou um vestido azul escuro rodado de alças, com uma calcinha branca enfiada, e sem sutiã. Ela já estava mais altinha devido a bebida. Por volta de 23h chamei o uber e fomos para o destino.

Chegamos na casa e já na recepção percebi que Nanda gostou do lugar. Não tinha nada de vulgar, muito pelo contrário. Era uma recepção bem luxuosa com uma atendente bem simpática que pediu os documentos para o cadastro e em alguns minutos já estávamos entrando efetivamente na casa.

O primeiro ambiente era um scotch bar. Nos aconchegamos em uma espécie de sofá com uma mesa e eu fui até o bar pedir uma bebida para nós. Mais uma vez eu fiquei na cerveja e ela resolveu experimentar uma caipirinha bem fraquinha, pois a vodka dá sono.

Resolvemos conhecer o restante da casa. Vimos alguns quartos escuros, um ambiente com glory hole, uma sala de cinema, e vários quartos com parede de vidro. Em um deles tinha um casal se pegando. Ficamos algum tempo vendo a cena e a excitação era demais.

Resolvemos voltar para o scotchbar, Nanda pediu licença e foi no banheiro. Enquanto isso, dois homens que estavam juntos se aproximaram de mim e perguntaram se ela era minha namorada. Eu respondi que era minha cadela.

Eles sorriram um para o outro e perguntaram se podiam brincar com ela. Então eu disse que tudo era possível, a depender da hora. Disse para eles que ela iria em pouco tempo no bar pegar uma bebida e que eles deveriam oferecer para pagar em troca da calcinha dela. Eles concordaram e foram para próximo do balcão.

Eu queria testar a reação da Nanda. Se ela realmente estava se acostumando em ser a puta que sempre quis. E dito e feito, algum tempo depois dela voltar, sua bebida já tinha acabado e ela disse que queria outra. Eu falei para ela ir pegar, mas propositalmente, não dei o cartão que eles usam para anotar o consumo.

Ela foi deliciosa ao balcão e eu vi quando os dois a abordaram. Ela deu um sorrisinho, os cumprimentou e trocaram algumas palavras. Em nenhum momento Nanda pareceu surpresa com o que conversaram. Fato é que eles pagaram a bebida, mas Nanda não deu a calcinha.

Fiquei curioso por isso. E quando ela voltou toda sorridente à mesa, eu perguntei o que ela conversou com os dois e ela disse:

- Eles se ofereceram para pagar minha bebida, mas queriam minha calcinha. Eu aceitei. Mas disse que eles podiam escolher, ou eu dava a calcinha naquela hora e só isso ou eu daria mais tarde junto com outro prêmio pela gentileza. Eles preferiram a segunda opção.

- Você está doida para foder né cadela?

- Estou. Mas sabe o que eu queria hoje? Um banho de porra. Quero vários gozando em mim.

- Isso pode ser arranjado. Mas so ganhará isso se for bem vadia.

Ela já estava bem alegrinha com a bebida e extremamente excitada. Resolvemos ir para a parte da boate, que era uma putaria só. Vários casais dançando, tirando a roupa, expondo os seios e até alguns fazendo sexo oral nos cantos. Nos dançamos algum tempo com ela relando o rabo em mim, enquanto eu levantava seu vestido e dedilhava sua boceta.

Resolvemos novamente explorar os outros ambientes. Passamos pelo scotch bar e fiz sinal para os dois rapazes que iriamos para dentro. Chegamos em uma grande sala com vários sofás e pufes. A encostei na parede e comecei a beija-la e passar a mão em seu corpo. Ela não tirava a mão do meu pau por cima da calça. Mandei-a se ajoelhar e chupar.

Ela não pensou duas vezes e se ajoelhou enquanto eu abria a calça e começou a chupar. Como eu tinha gozado mais cedo, sabia que demoraria bem para a segunda gozada da noite, então pude me deliciar com aquele boquete enquanto observada os outros casais transando no ambiente.

Vi que os dois que pagaram a bebida a ela estava próximo, então levantei ela e disse:

- Não acha que está na hora de pagar a bebida que te foi oferecida e apontei para eles. Ela os chamou para perto e de forma extremamente sexy perguntou:

- Querem a calcinha antes ou depois do boquete?

Eles nem responderam direito, só tiraram o pau para fora e ela agachou novamente revezando o boquete nos dois. Eu pedi para eles segurarem o gozo pois ela queria em um lugar específico.

Com algum tempo de boquete um deles disse que estava próximo. Então falei para ela parar e sentar no sofá. Ela o fez e eu disse para eles:

- Podem tirar a calcinha. É de vocês. Você (disse apontando para o que estav aproximo de gozar) tira a calcinha e você (apontando para o outro) coloca a camisinha e pode meter na buceta da vadia.

O primeiro foi em direção a ela, arrancou a calcinha e aproveitou para dar uma lambida naquela buceta deliciosa. Enquanto isso o segundo foi até a entrada da sala e pegou uma das camisinhas que ficava sobre a mesa e já foi vestindo em seu pau, que era razoavelmente grosso, como o meu, o que me deu outra ideia.

Assim que seu amigo saiu ele foi metendo deixando Nanda de frango assado. Ele meteu num ritmo muito rápido. Com medo dele gozar, achei melhor fazer uma pausa e pedi para a Nanda tirar o vestido. Ela se levantou, tirou o vestido e me deu para segurar.

Voltou ao sofá, desta vez de 4, com o dorso e a cabeça encostado sobre o encosto do sofá. Eu, ainda com meu pau muito duro fui para o lado dela e dei para ela chupar. Ela me chupava enquanto ele voltou a meter na buceta dela forte.

O amigo dele, aquele que tinha quase gozado antes pediu passagem então ele saiu e seu amigo meteu de uma vez na buceta da Nanda. Deixei-o meter por alguns minutos então pedi licença para eu meter. Peguei um pouco de ky, passei no cuzinho dela, amaciei com dois dedos e penetrei por traz. Enquanto os dois batiam punheta do lado, ainda com a camisinha nos paus e eu disse:

- Ela também gosta no cu.

Meti por um tempo e pedi para o primeiro deles, que tinha o pau mais grosso sentar no sofá e mandei ela sentar a buceta sobre ele. Seu pau entrou fácil naquela buceta melada e logo em seguida eu mirei em seu cu e mais uma vez Nanda estava em dupla penetração gemendo gostoso e mandando que fodessemos mais forte.

Eu sai e dei o lugar do cu dela para o outro homem. Nanda estava muito suada, então me recompus e fui correndo buscar uma água para ela hidratar. Quando voltei, peguei outra camisinha para meter na buceta dela e percebi que já tinha aparecido outro homem na brincadeira. Ela fazia DP com os dois e chupada este terceiro que era um moreno muito forte.

Pedi para o que lhe fodia o cu sair e deixei ela cavalgar um pouco no que lhe fodia a buceta enquanto tomava um pouco de água. Então posicionei meu pau também na sua buceta, que apesar do meu pau e do homem ser relativamente grosso, entrou sem muita resistência, tirando gemidos altos dela.

Percebendo que o orgasmo dela viria rápido, dei a ela o bullet que estava em meu bolso. Ela imediatamente o levou ao clitóris e gozou forte e gostoso com dois paus na buceta, a dilatando como ela desejava.

Depois do gozo, mandei ela ficar de 4 novamente e disse ao terceiro homem, que tinha chegado depois que podia colocar uma camisinha e foder o buraco que quisesse. So deveria avisar quando estivesse próximo de gozar.

Ele tinha um pau bem grande e depois de colocar a camisinha foi direto no cu da Nanda, que ficou um pouco incomodada, talvez pelo tamanho do pau, então pedi a ele para não colocar até o fundo. Ele continuou a foder, enquanto eu avisava os outros dois para baterem punheta pois ela iria deitar e queria um banho de porra quando fosse a hora.

Algum tempo depois o moreno avisou que iria gozar. Disse para ele tirar e gozar nela enquanto isso Nanda já deitava no sofá se preparando. Os demais entenderam que deveriam acelerar a punheta e um pouco tempo o primeiro gozou apontando para seus peitos, o segundo em seu rosto e o terceiro por todo seu dorso e rosto, eu fui logo em seguida e enchi sua cara de porra.

Nanda ficou um tempo deitada espalhando a porra pelo corpo com uma cara de puta inacreditável. Aquela mulher casada estava totalmente realizada. Ela saiu dali nua, apenas com as sandálias de salto, toda cheia de porra e foi ao banheiro para se limpar. Eu a aguardei com o vestido na saída do banheiro.

Ela demorou algum tempo lá dentro e quando saiu fez questão de me dar um beijo com muito tesão, colocou o vestido e fomos embora. Chamei o uber e no caminho ela foi acariciando meu pau que estava ficando duro novamente.

Quando chegamos no apartamento ela já foi logo me chupando, ainda com uma vontade incrível. Então eu resolvi tentar algo que ambos queriam muito experimentar. A coloquei deitada, chupei sua buceta ainda encharcada e enquanto passava minha língua por seu clítoris, fui metendo 1, 2, 3 e 4 dedos na sua buceta.

Resolvi que faria o fisting. Apesar da buceta ensopada, peguei um pouco de ky, passei na mão e voltei a enfiar os dedos. Ela pegou o bullet e colocou no clitóris enquanto eu fazia o movimento de vai e vem com os 5 dedos dentro, mas sem conseguir passar pela trava da mão (aquela parte mais grossa no encaixe do dedão com a mão). Enquanto ela usava o bullet, rebolava na minha mão forcando cada vez mais, então eu resolvi forçar também e minha mão inteira invadiu sua buceta, quando ela gozou deliciosamente.

Depois de se recompor eu coloquei uma camisinha para sentir sua buceta alargada. Era incrível e eu dizia:

- Agora o corno vai perceber a vadia que tem em casa. Sua buceta está totalmente arrombada sua puta.

Ela dizia que era uma delícia se sentir arrombada e vadia. Meti um pouco na buceta dela, troquei para o cu, que também estava bem arrombado e depois deitei na cama, tirando a camisinha mandando-a chupar meu pau.

Ela, como sempre, chupou deliciosamente até eu gozar na sua boca.

Estávamos tão exaustos que so de ficar um tempo parados acabamos dormindo. No outro dia ela acordou as 9h. Ela tinha compromisso as 10h, então foi correndo tomar banho e não conseguimos foder.

Mas na hora do almoço, antes de entregar o apartamento ela passou rápido por lá quando me fez outro boquete dizendo que estava sentindo a buceta e o cu arregaçados ainda e que apesar de incomodo, tinha adorado. Eu a chupei até ela gozar na minha boca e tomamos um banho rápido, quando novamente eu mijei nela toda, enquanto ela dizia que adorava ser marcada assim.

Eu fui para meu compromisso a tarde e nos encontramos no aeroporto no inicio da noite para voltarmos a BH.

Ainda nos encontramos esporadicamente, mas por enquanto não houve outra foda tão relevante que valha a pena contar aqui.

Espero que tenham gostado. Meu e-mail para contato é cesarbdsm@gmail.com

Comentários

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  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
14/08/2018 01:41:16
Excelente!!!