14 - Cléo – O prato principal

Um conto erótico de Moreno
Categoria: Heterossexual
Contém 1779 palavras
Data: 27/08/2018 21:27:35
Última revisão: 12/02/2020 15:28:15

A vela cintila, quase apaga, eles prendem a respiração até a luz firmar. Rodolfo acende a outra. A sala se ilumina o suficiente para deixar o ambiente mais aconchegante.

O som de um sax dá o ritmo, cria o clima ainda mais estimulante, sedutor.

Rodolfo torce o abridor e puxa com jeito até a rolha sair. Segura e despeja o vinho na taça de cristal. Cheira, balança e bebe um gole curto a saborear a textura e o aroma da bebida.

- Tá ótimo.

Serve a outra taça e entrega. Cléo admira a cor do vinho, antes de começar a bebericar o gosto suave da bebida que o rapaz serviu.

- Que música é essa?

- Chama Maputo, é um instrumental.

- Hummmmh. Eu já ouvi, só não me lembro onde.

- Antiga, mas eu gosto pra momentos assim. Sanborn é sempre especial.

- Ai, ai. E você acha que precisa?

- Não gosta?

Cléo volta a beber, ainda rindo.

- Quem não gosta?

Ambos riem.

Rodolfo veste uma blusa de mangas compridas, dobradas e a calça é justa, tudo numa cor preta o que lhe confere um ar ainda mais atraente. Cléo adora homens de preto, só a fivela larga ela não gosta. Pelo menos a música é especial e o vinho, hummmhh, o vinho está uma delícia e ela bebe mais. Enquanto o rapaz traz os primeiros pratos, as sopas, para jantar, Cléo coloca os copos, talheres.

Se Rodolfo se veste mais formal, ela usa uma camisola grená, que apesar de justo não deixa transparecer a barriguinha desproporcional, ainda mais a meia luz em que eles vão jantar. Isso deixa Cléo mais à vontade, confiante e disposta a experimentar o que vai acontecer.

Rodolfo volta trazendo dois potes fumegantes.

- Creme de tomate, é isso?

- Isso.

Ele serve e ela assenta à frente da mesa redonda e ampla

- E o seu o que é?

- Aspargos.

Ambos passam a prestar atenção no gosto e no cheiro das sopas. Rodolfo volta a encher a taça da Cléo, quase até o topo.

- Huuuuh!! Chega, tá muito. Assim eu fico bêbada de novo.

- Que bom, adorei você mais solta, desinibida.

- Doida, você me fez ficar descontrolada. Bebe também.

Ele enche a própria taça, até quase entornar.

- Saúde!!

Cléo levanta a taça e elas se tocam em pleno ar. Transbordam ambas, molham as mãos dos dois. Rodolfo gargalha, Cléo seca os dedos. Ela tem vontade de xingar, mas a risada do outro, desvia atenção e ela entra na brincadeira. Se sente uma menina, uma garota, com o primeiro namorado, ela relembra.

Ele beberica um pouco, depois toma de uma só vez tudo que ficou na taça. Cléo faz o mesmo, engasta, tosse quase deixa cair a taça. Rodolfo ri do desconforto dela.

- Bebe devagar, mas bebe, menina. Vai ajudar.

- Ajudar?!

- Vai, vai ajudar pro prato principal.

- Porque? O que beber tem a ver com o que vamos jantar?

- Bebe, faça o que eu disser. Segue meu conselho.

Ele volta a completar a taça dela. Cléo vai bebendo e tomando a sopa. Ela sempre foi muito fraca com as bebidas, nem precisa de tanto pra ficar meio tonta, zonza, é gostoso ficar assim. Fora de si, mas depois do que aconteceu mais cedo ela não tem certeza se é bom ficar bebendo assim, ainda mais com ele.

Cléo começa a rir, gargalhar à toa. Mais comedido, Rodolfo também vai entrando no clima, aproveita para alisar as pernas da senhora madura, cada vez mais descontrolada. É então que as bocas se encontram, trocam um beijo curto, atrevido Rodolfo enfia ágil a língua louca no meio da boca dela, as línguas se enrolam formando um laço. A mão do homem segura o joelho da senhora e vai subindo devagar até encontrar a calcinha rendada.

- Não, não, senhor. Não seja atrevido, não coloque a mão onde não deve.

- Você é muito gostosa.

- Tenha modos, não é assim que se fala com uma senhora de respeito. Para!!

- É só um carinho, um agrado, não gosta?

- Bobo, é que eu… eu não estou acostumada. Assim… sei lá eu fico sem jeito.

- Experimenta, você pagou caro para isso, não foi?

- Paguei pra você me fazer umas massagens, não me tocar assim, fazer aquilo.

- Mas foi uma massagem… um tipo… especial de massagem.

- Sei, você me fez fazer coisas que eu nem imaginava que faria ainda mais um desconhecido

- E não foi bom?

Cléo ri envergonhada.

- Aí se meus filhos souberem e os netos!

- Só se você contar.

- Eu não!! Que isso, vê se eu estou doida?

Cléo afasta a cadeira da mesa o que facilita os gestos do outro, Rodolfo enfia a mão, de dedos grandes, entre as dobras da camisola até encontra o seio pequeno. Ela não se move, só acompanha o carinho que ele lhe faz.

Rodolfo encontra o bico: segura, aperta, estica. Ele cresce, endurece.

- Que foi?

- Você não para não! Está muito abusado, quem disse que pode assim. Primero a gente janta... depois a gente faz.

Ambos trocam um olhar brilhante, Cléo cada vez mais apaixonada.

- Porque depois? Você me deixa assim.

- Certo, mas eu Tô com fome.

- Eu também, muita fome.

Rodolfo envolve o seio com a mão firme e a voz fica rouca, sensual.

- O que que a gente vai jantar? Qual é o prato principal?

- Você, o prato é você.

- Chega, para!!!

Cléo começa tremer, a voz vai ficando mais aguda.

- Para, não!! A gente janta, depois… depois eu eu deixo você brincar.

- Agora, tô com fome agora.

- Mas… agora, aqui!! Rô, deixa de ser criança!

- Porque não?

O homem desabotoa, abre a camisola vermelha. A mão afunda entre as coxas da mulher madura até encontrar os lábios por trás da calcinha rendada.

- Meu Deus, Rodolfo... Rô, se controla!!

Ela suplica numa voz chorosa, manhosa, isso só aumenta os desejos do rapaz. Os olhares se cruzam pouco antes dele dar um beijo louco, molhado. A língua se enfia boca a dentro, como um pênis excitado. Vai fundo, muito fundo, lambe o céu da boca dela até chegar quase na garganta.

Cléo entra no clima, abre a boca – se entrega. Rodolfo abusa da língua tarada. Suga, chupa a língua da fêmea, madura. Cléo geme, uiva. As bocas molham os rostos. Rodolfo enfia os dedos longos por dentro da calcinha rendada. Sente os pelos, as carnes dobradas da boca rasgada, a intimidade dela.

Cléo fica na ponta da cadeira. Morde o lábio seguindo os gestos obscenos do rapaz. Sua respiração vai ficando curta, Cléo sente um delicioso ardor antecipando o que virá, o que ele fará.

Rodolfo ajoelha de frente para ela, puxa com jeito a calcinha rendada até que ela ficar presa num dos pés de Cléo. Ele então admira o centro nervoso e peludo da madame sentada à sua frente. Depois cai de boca no seio pequeno, morde, chupa o bico duro, escuro. Ao mesmo tempo que lhe abre as pernas, lhe expõe inteira.

- Doido, você tá muito doido rapaz.

- Goza pra mim, deixa eu ver.

- Que isso! Aqui... agora!

- Faz, goza garota, goza. Eu gosto de ver, fazer vocês virem assim.

Rodolfo alisa os lábios dela, alisa os pelos, expõe o íntimo botão. Experiente, o homem massageia com jeito, carinho. Cléo revira os olhos… a cabeça dobra… a sensação amplia.

- Meu Deus!!! Aíiii… assim, continua… assiiimmm…

Rodolfo enfia dois dedos longos, na vagina úmida, quente. Cléo fica na ponta dos pés, mesmo ainda sentada. Tensa, firme…

- Aaaaaannnhhh!!! Uuunnnnhhhh!!!

- Bela buceta, adoro uma buceta larga.

- Não!!! Não!!! Não fala assim!!

- Sim… simmmm!!!

- Ooohhh!!! Meu…. Mãe de Deuussss!!! Rodoooolfooo.

O rapaz enfia quatro dedos longos na buceta ensopada e quente, o polegar massageia o clitóris. O calor amplia, Cléo arrepia, treme…

- Rô...Rodol..fo. Eu… aaaíii…

A voz sai sussurrada, apavorada, apaixonada…

- Me beija.

Ele obedece, e as línguas se enrolam dentro das bocas arreganhadas. Sem se dar conta Cléo percebe um volume, uma pressão bem no meio das suas pernas… bem no meio da vagina. O calor aumenta, o ambiente parece um forno.

- Que isso?

- Sou eu.

- Meu Deus!!! Sua mão?!!! Aaaíiiii Haahhhh…

A masculina mão e os dedos cumpridos vão cada vez mais fundo naquela caverna aberta. Cléo se dobra contra o encosto da cadeira, ergue os joelhos e segura as pernas com as mãos espalmadas.

Rodolfo amplia os movimentos cada vez mais frenéticos. Gira, torce o punho e cada gesto Cléo mia, grita, berra… Entre assustada e encantada, num misto de envergonhada e ao mesmo adorando se sentir uma puta, sim uma puta daquele menino atrevido. Seu olhar faísca, ela grita e a buceta molha e pisca.

- Rodolfo!!! Seu PUTO… eu… eu… SAFADO, CACHOOORRROO!!

Um jorro forte, descontrolado, esguicha, espirra do seu centro. Junto com o grito agudo, descomunal. Cléo dobra mais o corpo, as costas. Saboreando ao máximo o seu gozo.

- Isso garota, linda. Faz assim, mais desse jeito.

Rodolfo se dobra, estica a língua, a boca a beijar os lábios brilhantes da intimidade dela. Frenético ele chupa toda a extensão da vagina molhada, rachada.

- Menino!!! Chega menino…

Cléo puxa pelos cabelos até encontrar a boca com o cheiro, o gosto da buceta dela. O beijo vem intenso, sublime. É a vez dela enfiar a língua doida, desinibida lambendo, sugando tudo na boca dele, Cléo morde a língua do homem... chupa imaginando seu pau. Até eles se afastarem devagar.

- Se continuar assim, não sei se eu chego até amanhã.

- Foi bonito te ver num orgasmo assim. Era tudo o que eu queria nesse jantar.

- E você?

- Que que você acha?

- Você chegou, teve um orgasmo?

Ele balança a cabeça, ela ri qual menina curiosa.

- Deixa eu ver.

Ele se ergue, desabotoa a calça e Cléo lhe desce o zíper e membro meio flácido aparece brilhante, uma longa gota branca surge presa na cabeça da haste. Cléo rápida e ansiosa, deixa a gota cair na boca, linda mostra o creme na língua e engole saboreando o gosto de homem... doce cada vez mais doce.

Ela engole louca o pau jovem, suga com gosto, abre a boca ao máximo, engole tudo. Cléo vai se sentindo cada vez mais uma profissional do ramo, suga com vontade, com jeito... o gosto do creme se mistura com a sua saliva, desce lento pela garganta.

Ela suga até não ter mais, o cheiro do esperma toma conta da sua narina...

Cléo ri satisfeita.

- Melhor que uma sobremesa?

- Não querido, não! Eu tô com fome Rô, muita fome.

O olhar brilha, Cléo faz cara de menina safada.

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Continuação do texto: Cléo - uma senhora de respeitoQuem se interessar por outras estórias poderá ter acesso adquirindo a versão digital do livro: Despedida & Desejo. Vendido no site da Amazon. São estórias sobre mulheres, fictícias mulheres de verdade, maduras e cruas

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Comentários

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Querido, que coisa fantástica este conto. O garoto esfomeado pelos prazeres que a Cleo tinha para oferecer. Uma saboreada narrada com muito erotismo, sensualidade...tesão. Adorei tudo, vale 10! Bjs babados.

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