Eu e o montador de móveis

Um conto erótico de Feiticeiro
Categoria: Homossexual
Contém 1476 palavras
Data: 24/07/2018 19:38:44

Isso aconteceu comigo em 2014, quando eu resolvi abrir a minha própria empresa.

Os meus recursos financeiros eram limitados e precisava fazer alguma coisa para começar a trabalhar rápido. Por isso, comprei parte dos móveis em uma loja especializada, e outros móveis e serviços eu decidi que eu mesmo montaria para reduzir os custos. Aluguei uma sala e comecei a fazer a minha parte do serviço. Começava cedo, por volta das nove horas da manhã e ia até as vinte horas, tendo em vista que as entregas em São Paulo somente podiam acontecer após às 18 horas. Portanto, tinha que aguardar a entrega e a montagem dos móveis.

Trabalhava e ficava só o dia todo. Sem internet, sem nada. Como estava sozinho, costumava trabalhar sem camisa, ainda mais porque tais dias estavam muito quentes. Sempre fui casado e heterossexual e sempre, sempre mesmo, me masturbava pelo menos uma vez por dia.

Na terça feira, o interfone tocou e o porteiro me disse que alguns móveis haviam chegado. Autorizei a subida e fui até à porta para abrir a porta e receber os entregadores. Eram dois homens, na faixa de seus 35 e 40 anos. O mais velho era branco e forte, com aproximadamente 1,85 cm, com boa aparência. Seu nome, descobri mais tarde, era Fernando. O mais novo era negro, mais magro e muito tímido. Falava menos e concentrava-se apenas no seu trabalho. Seu nome, Cesar.

Entraram, descarregaram os móveis e passaram a montá-los. Eles montavam os móveis dele de um lado e eu, do outro lado, tentava montar os meus em um ritmo muito mais lento. Conversamos um pouco durante o processo, mas apenas superficialmente. Por conta do meu horário, o serviço não poderia ser executado no mesmo dia. Eles teriam que voltar no dia seguinte para continuar o serviço.

No outro dia, às dezoito horas, o Porteiro anunciou a chegada da empresa. Fui abrir a porta mas, nesse dia, apenas o Fernando subiu. Disse que Cesar teve um problema e que ele teria que executar o trabalho sozinho. Enquanto nós trabalhávamos – ele de um lado e eu do outro – ouvi ele conversando pelo celular com alguém na fabrica de moveis. Ele dizia que precisaria da ajuda de alguém para terminar a montagem no dia, pois sozinho, não seria possível executar o serviço e que eu, provavelmente, ficaria muito bravo com essa situação.

Ao desligar o telefone, falei para ele que tinha ouvido a sua conversa e questionei se ele terminaria ou não o serviço. Ele, todo sem jeito, disse que não sabia se seria capaz pois a ajuda de uma pessoa era muito importante, mas que ele ficaria o tempo necessário para tentar terminar o serviço. Como eu também estava montando os meus móveis (bem mal por sinal), fiz uma proposta para ele: eu poderia parar o meu trabalho e ajuda-lo com a montagem e, em contrapartida, ele me ajudaria a montar os meus nos outros dias, após seu horário de trabalho, mediante um pagamento a combinar. Ele aceitou de pronto. Na mesma hora, passei a ajuda-lo.

Os móveis eram grandes e pesados. De fato, não dava para montar sozinho. Então, eu segurava os móveis e ele furava, parafusava, pregava, etc. Passamos a conversar mais, falar da minha empresa, da vida dele, de bebida, futebol, mulheres, etc. Era um cara legal. De repente, enquanto eu segurava o tampo de uma estação de trabalho, acho que por um acidente, sem querer mesmo, Fernando encostou involuntariamente, a virilha dele na parte de cima da minha mão, “prendendo-a” contra a mesa enquanto ele furava a mesa. Ficou meio esquisito na hora porque ele não poderia parar de furar (para não estragar a mesa) e eu não poderia soltar (pelo mesmo motivo). Aquela situação perdurou por cerca de um minuto: eu, com a parte de cima da minha mão, na virilha do Fernando. Vi que ele percebeu e também ficou constrangido, mas ambos fizemos que nada aconteceu. Ele permaneceu olhando para a furadeira e eu segurando o tampo na mesa.

Quando ele terminou de furar, uma surpresa. Ao invés de recuar e ir para trás, ele mexeu-se de lado e passou o seu pinto (rapidamente) na minha mão. Fiquei meio sem graça e percebi que o pau dele estava meio duro. Fiquei sem reação mas fiz que nada aconteceu. Senti algo estranho naquele momento e o meu silêncio me denunciou. Aquilo mexeu comigo.

Quando fomos montar a outra estação eu resolvi fazer um teste. Deixei a minha mão no mesmo lugar. Aquilo deveria ser coisa da minha cabeça. Eu estava julgando mal o Fernando. Porém, quando ele foi furar a mesa, para meu espanto, ele novamente prendeu a minha mão com sua virilha e começou a furar a mesa como se nada estivesse acontecendo. Meu coração começou a bater mais forte. Aquilo não poderia ser coincidência. Ele estava me testando.

Só que dessa vez, ao invés de durar um minuto, ele demorou o dobro para furar e mais um pouco para parafusar. E, enquanto fazia isso, ele passou a, discretamente, ora prender a minha mão com sua virilha e ora passar o seu pênis sobre ela, como se fosse de forma involuntária...mas não podia ser, pois senti o seu pau mais duro nessa hora. Eu estava sem ar e sem reação. Afinal, além de ser algo totalmente inesperado, eu percebi que eu estava gostando..e ele também percebeu.

No terceiro tampo, ambos repetimos os movimentos. Só que, desta vez, ele, mais corajoso do que eu, prendeu a minha mão com o seu pau...duríssimo a essa altura...e eu, discaradamente, permiti essa situação. Assim como no quarto tampo da outra estação de trabalho.

Depois disso, ele me disse que para montar a outra estação de trabalho, precisaria que, antes de segurar os tampos, que eu segurasse os pés da base da nova estação para dar suporte, e eu disse que tudo bem. Eu sabia que aquele pedido era descabido, mas aceitei como se fizesse todo o sentido. Quando eu me dei conta, eu já estava no chão, segurando os pés da base da estação, esperando o que viria depois daquele pedido. Não deu outra. Nem olhei pra trás.

O Fernando, como se estivesse trabalhando na montagem, começou a me enconchar como se nada estivesse acontecendo. Começou leve, bem no meio da minha bunda. Depois foi aumentando a intensidade e a pressão. Fiquei de quatro pra ele nessa situação por cerca de cinco minutos. Meu tesão aumentava a cada momento. Estava sentindo aquele pau imenso se esfregando em mim. Quando dei por mim, eu parecia uma puta de quatro para o Fernando.

Quando ele disse que havia terminado e eu fiquei só de joelhos, olhei direto para o pinto do Fernando. Ele estava com um macacão da firma, e o pinto dele estava muito duro. Não conseguia tirar o olho do pinto dele. O Fernando percebeu isso e, de uma forma bem sacana, olhou para mim e passou a sua mão sobre o seu pau. Vi que ele estava suando e louco de tesão.

De repente, fui acometido de um tesão tão louco que, ainda de joelhos, passei a mão no pau do Fernando, abaixei o zíper dele, saquei aquela rola enorme de dentro da sua calça e comecei a chupá-lo. Era o meu primeiro boquete e a minha primeira experiência com um homem desde então. Comecei a chupar aquele pinto com tanto gosto que até sinto o gosto dele na minha boca enquanto eu relato isso para vocês. Lambia a sua glande, as bolas, o pau e gemia muito. Gemia como uma cadelinha no cio. Ele então pediu para me comer.

Disse que não. Não estava preparado (e realmente não estava). Mas continuei chupando o pinto dele como realmente se deve fazer. Aproveitava cada pedacinho daquele pinto. Lambia com gosto enquanto ele gemia e dizia que ninguém era capaz de chupar uma rola como eu chupava. Em retribuição eu chupava mais, lambia, mamava, gemia...curti cada momento daquele boquete.

Enquanto eu chupava ele me disse: Eu vou gozar. Estava tão louco de tesão que não pensei duas vezes: segurei o saco dele e comecei a mamar mais forte e gemer na vara dele. Ele entendeu na hora e, segundos depois, apenas escutava os gritos de tesão dele enquanto ele gozava na minha boca. Ele gozava e eu engolia imediatamente para não sentir o gosto. Ele gozou muito e eu engoli tudinho...cada gota daquele esporro.

Obviamente, não tinha mais clima para trabalhar e os móveis não foram todos montados. Ele perguntou se ele deveria voltar no dia seguinte para terminar a montagem dos móveis como havíamos combinado. Caso não quisesse, ele entenderia. Eu lhe respondi: claro, amanhã às seis horas. E ele se foi.

Nesse dia, ainda, me masturbei umas cinco vezes pensando na rola do Fernando.

Amanhã, escrevo para contar como foi o dia seguinte.

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Comentários

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Pessoal, tudo bem? A continuação deste conto está no meu perfil atual. Procurem pelo meu perfil (Feiticeiro) e vocês encontrarão a 2ª e 3ª parte. Espero que gostem.

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Excelente! Tesão total esse jogo de sedução!

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