A adrenalina falou mais alto ou seria irresponsabilidade!?

Um conto erótico de Luca$
Categoria: Homossexual
Contém 1223 palavras
Data: 15/07/2018 17:25:49

Eu me lembro que era quarta-feira só que muito quente mesmo,um calor fora do comum. Eu estava sozinho em casa e usava uma bermuda tactel florida e estava sentado no sofá, assistindo Maléovola. De repente, ouço a campainha e vou logo atender. Isto é uma atitude comum na minha cidade que é do interior e tem baixo índice de criminalidade. Quando abro a porta da sala, surge um homem branco de cabelos cancheados e olhos castanhos-claros, bem vestido com uma calça social preta e um blusa xadrez. Ele queria água e o convido a entrar e me seguir até cozinha. Como já disse isso é muito comum na minha cidade, que nem parece está localizada no estado do Rio. Ele bebeu três copos de 250ml de água, sentou-se à mesa de frente para o fogão e eu permaneci em pé. Minha mãe tinha acabado de sair e a comida cheirava ainda. Ofereci-lhe almoço duas vezes, ele hesitou e mais aceitou. Enquanto eu arrumava seu prato ele me contou que era de Muriaé, Minas Gerais e trabalhava com reformas de quadro, tanto fazia quando restaurava. Entreguei-lhe o prato e veio silêncio. Aquele jovem estava com muita fome, não demorou muitos minutos e assim que acabou me agradeceu.

- Não sei como agradecer, cara! Passei em alguns locais em que as pessoas estavam almoçando e quase implorei por um prato!

-Não que isso! Qual o seu nome mesmo!?

- André. Falta de educação minha e o senhor?

- Lucas... Mas senhor você me quebra! Devemos ter a mesma idade, qual a sua?Tenho 26.

-Não é por mal não, mas esse seu serviço é rentável.

- Rapaz...- houve uma pausa e ele continuou- Essa crise, esse negócio de roubalheira toda, faz quem deve... a gente... tem trabalho para receber e os pedidos diminuem bastante. Mas temos que trabalhar, não é? Aqui tenho que ir! Muito obrigado, Lucas! Não tem como eu pagar mesmo o que me fez.- Foi então que eu respondi e ele se equivocou na interpretação:

-A gente sempre recebe de alguma forma- disse eu e dei uma apertada na virilha, mas não com intenção sexual e sim ajeitar a cueca que estava incomodando. Ele ficou me encarando e levou a mão a minha coxa, notei que ele me interpretou errado e deixei prosseguir.Sua mão foi subindo devagar pela bermuda e meu pau foi endurecendo.

- Tá sozinho?- perguntou ele. Em vez de responder com palavras, desabotoei minha bermuda. Meu pau, mesmo na cueca, exalava aquele cheiro de porra e era comum comigo , pois estou acostumado a me punhetar a noite e lambrecar a região da virilha de porra e dormir sem lavar o pau. Ele deve ter sentido cheiro com certeza. O cara afundou o nariz na minha cueca provando que curtia rola mesmo.Eu senti que respirava com ansiedade como se faltasse ar. Deu uma mordida na cueca na direção do saco. Eu suspirei fundo e senti que seu cu seria meu em questão de tempo. Ele olhou novamente para mim e tirou meu pau da cueca preta e o cheiro de porra tomou conta. André não fez cerimônia e caiu de boca como de uma criança num picolé. Olhava para mim todas as vezes que enfiava o meu pau na minha boca. Poderia ser para mostrar o que é capaz ou para ver minha reação de tesão. Sua língua era quente e suave, talvez uma das melhores que meu pau já conheceu. André foi se demonstrando que podia não ir bem no emprego, mas em boquete era mestre, babava no meu pau e o deixava molhadinho e só parou para um motivo:

- Quer comer meu cu?- Era a primeira vez que alguém me pedia porque na sempre eu é que pedia para comer e nem sempre fui atendido. Amei! Melhor do que pedi para comer é alguém te oferecer!O problema é que eu não tinha camisinha porque há meses não encontrava parceiro. Eis aí uma das desvantagens de cidade interior! Também não tinha lubrificante, eu sei que era errado mas não iria recuar.

Eu fui assistindo como se estivesse ligado uma câmera lenta em que André despia peça por peça e fiz sinal para que se curvasse na mesa Já a cueca vermelha denunciava sua bunda grande branca e em poucos minutos ele foi se curvando na mesa jogando o tronco por cima dela. A adrenalina de foder com um cara desconhecido subiu a minha cabeça. Eu posicionei meu pau no reguinho, mas antes cuspi na cabeça e André usou as mãos para abrir a bundinha e notei que tentava arrebitá-la o máximo que podia. Eu consegui posicionar o pau e encostei a cabeça. André deu uma piscada e tive a certeza era só empurrar, usei os dedos para evitar que a cabeça escorregace e fui pressionando ao ritmo dos seus gemidos de modo que quando eu sentia que seu ai era dor eu maneirava, dei mais uma cuspida na cabeça tentava pô-la para dentro. Estava difícil porque seu anus estava muito contraído. Foi quando tive a ideia de pegar um pouco de gordura de porco porque aqui em casa não se usa óleo de soja. Untei meu pau com bastante gordura e mandei, escorregava bastante, mas quando coloquei para dentro foi um abraço. Eu consegui colocar tudo no cu dele e aguentou de boa tanto que empinava o máximo que podia e arreganhava o cu.Eu me coloquei sobre ele e comecei a sussurrar no seu ouvido o quão gostoso ele era. A cada vez que eu o chamava de gostoso, ele trancava o cu era tesão demais. Um dos melhores foi quando ele anunciou que ia gozar, trancou o cu tão forte que chegou a me dar um desconforto, mas nada, que tirasse meu tesão. Eu não perdi tempo e aumentei o ritmo,seu cu estava bem afrouxado que meu pau escapulia, ele fazia questão de posicioná-lo e o pau ia no fundo. Confesso que gordura não é o melhor dos lubrificantes, mas é o que tinha. Tive que diminuir ritmo porque não queria gozar, mas por outro lado alguém poderia chegar a qualquer momento: Meu pai, minha mãe ou irmão. André pediu para sentar em mim. Eu deitei no chão de uma maneira esquisita se apoiando e contorcendo, com ele grudado ninguém queria que o pau saísse do cu. Ele começou a cavalgar

e dar uma rebolada.

- Cara! Não vou aguentar, eu vou gozar!- Ele ficava piscando o cu com meu pau dentro e não aguentei mesmo. Na última trancada gozei e continuei metendo. André era foda! Pela primeira vez conseguia manter o pau duro após gozar. Ele continuou e quicando até gozar de novo. E de novo sem tocar no pau! Nunca tinha visto isso e acho que nunca mais acontecer. Não demorou muito tempo ele e eu se despertou da realidade, vestiu- se depressa e eu tentando acalmá-lo. Nem o cu limpou, que doideira! Saiu como se fosse um ladrão.

Daquele dia em diante aprendi uma coisa: Que a vida cheia de perigos e muitas vezes somos responsáveis por ele! Que ela também é cheio de momentos únicos e o mais importante: sempre tenha uma camisinha com você porque apesar de sem camisinha ser muito mais gostoso, a conta pode ser cara! Valeu e fiquem a vontade para criticar ou elogiar.

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