VIRA-LATA - Parte II - O PADRE TARADO

Um conto erótico de Ehros Tomasini
Categoria: Heterossexual
Contém 1536 palavras
Data: 11/07/2018 00:19:08
Última revisão: 11/07/2018 00:36:57
Assuntos: Anal, Heterossexual, Oral

VIRA-LATA - Parte II

Badhia levantou-se da cama de um pulo. Estava arfante. Catou no escuro, achou uma caixa de fósforos e com ela pode acender uma vela. A porta do quarto estava fechada, não havia ninguém além dela dentro e ainda estava vestida de blusa de malha e calça jeans. Assobiou, aliviada. Viu o livro de capa de couro caído no chão. Entendeu tudo: havia tido mais um sonho erótico. Desde que ganhara o livro do escritor Tomasini, ela costumava despertar no meio da noite, depois de chegar ao orgasmo com tais sonhos. Abriu o fecho da calça e levou a mão à xoxota. Esta estava encharcada de gozo. Cheirou a mão. Sorriu, com o odor do sexo. Tirou imediatamente toda a roupa e correu para o banheiro de dentro do quarto onde estava hospedada. Não dominou a vontade de se masturbar. Tocou-se, até que sentou-se na tampa da privada, exausta. Depois, nua, voltou para a cama. Não custou a dormir novamente.

Acordou já com o dia claro, ouvindo o chamado do padre do lado de fora do quarto. Respondeu que já ia sair e vestiu-se. Minutos depois, estava à mesa. Estiveram conversando e ele lhe disse ter ouvido gemidos de madrugada. Ela afirmou que estivera sonhando. Seu sorriso demonstrava bem qual tipo de sonho. O padre ficou ruborizado, mas não a criticou. Disse que isso era natural e que ele mesmo acordava no meio da noite, de vez em quando, sentindo-se excitado.

- Desculpe a indiscrição, mas o senhor pratica o sexo, padre?

Ele demorou a responder. Quando o fez, disse:

- Quando quis ser padre, foi porque vivia angustiado com esses tipos de sonhos. Na verdade, para mim, se constituíam em pesadelos. Eram sempre carregados de violência e até mesmo de sangue. Sonhava que estuprava alguém, ou que estava sendo estuprado. Alguns sonhos eram homossexuais. Um dia, me confessei a um velho padre da paróquia e ele me aconselhou a procurar uma mulher para ter sexo.

- E o senhor procurou?

- Sim. O próprio padre me indicou uma prostituta que frequentava a igreja da comunidade onde eu vivia. Era uma rameira velha e feia. Desdentada. Um tanto maluca. Eu a rejeitei. Aí, ela me rogou uma praga: disse que jamais na minha vida eu teria uma mulher. No início, eu não liguei para a suas palavras, até que me apaixonei por uma moça da minha idade, e ela se apaixonou por mim.

- Chegaram a se casar?

- Que nada! Não chegamos nem a ter sexo. Ela começou a fugir de mim como o diabo foge da cruz. Mudou-se de onde morava e eu nunca mais a vi. Por isso, nunca soube o que a fez passar a me rejeitar. Acreditei que havia sido por causa da praga da louca. Claro que procurei namorar outras moças, mas o resultado sempre foi o mesmo: era abandonado por elas.

- Que coisa. Alguma vez chegou a ir para um quarto com alguma delas?

- Eu não sei. Não consigo me lembrar, por mais que me esforce. Aí, resolvi ser padre para me livrar do desejo ardente que eu sentia o tempo todo.

- Conseguiu?

- Graças a Deus, sim. Hoje, já não sinto mais a carência sexual que sentia antes.

- Mas sente?

- Sim, pois eu sou humano, por baixo desta batina. Mas aprendi a me dominar.

Badhia olhava para ele, penalizada. Perguntou:

- O senhor acredita em magia?

- A que tipo de magia se refere?

- Àquela que não podemos explicar. À que nos leva a crer que existe algo maior que nós, e que não conseguimos compreender.

- Poderia ser mais explícita, minha filha?

- O senhor transaria comigo, se eu te pedisse, padre? Eu não te rejeitaria...

Primeiro, ele espantou-se com a proposta dela. Depois, baixou as vistas. Disse:

- Não, minha filha. Agora, eu já fiz um juramento para Deus: não mais me interessar por sexo.

- O senhor sabe escrever poemas? - Insistiu ela.

- O que isso tem a ver?

- Sabe?

- Sim, claro. Apesar de ser um poeta medíocre, sempre gostei de poesias.

- Seria capaz de escrever um poema erótico?

- Não sei. Nunca tentei.

- Então, espere um pouco.

Badhia levantou-se e foi pegar o livro com capa de couro, com o título "As crônicas de Mona" escrito em dourado. Voltou com ele aberto numa página em branco, com o lápis marcando o trecho. Mostrou ao padre:

- Veja. Este livro está em branco. Escreva um poema erótico numa página qualquer. Não precisa me mostrar, se não quiser. Pretendo, com isso, te provar uma coisa.

O padre, timidamente, escreveu:

"Quem dera ter a dádiva do amor carnal

Para ofertá-lo a esta jovem tão bela

Repousar entre os seios dela

Depois de contentá-la com meu instinto animal"

- Ohhhhhhhhlalá. O senhor é um ótimo poeta, padre. Pode crer. Tome: guarde este pedaço de papel onde escreveu o poema debaixo do teu travesseiro, quando for dormir. - Disse ela, arrancando a página com o manuscrito do religioso e entregando-a a ele. Eu irei à base militar abandonada que me falou. Na volta, passo por aqui e conversamos.

Cerca de uma hora depois, a jornalista partia, após dar um abraço apertado no padre e agradecer pela estadia. Ainda arriscou dar-lhe um selinho nos lábios, mas o reverendo se esquivou. Acabou ela o beijando numa das faces. O homem estava ruborizado. Ela se foi, contente. Sabia o que aconteceria ao padre, quando ele dormisse: o pobre sonharia um sonho bem gostoso, e extravazaria todo o seu tesão contido. Quanto a ela, iria ver se tinha a sorte de encontrar algum popular na base abandonada. Quem sabe não se inscreveria no rally, só por diversão? Escreveria uma matéria para o jornal, a partir dessa experiência. Já tinha se afastado bastante da igreja com sua torre de telefonia celular, quando avistou sobre umas pedras o jovem nu e peludo. Ele lhe acenou. Ela pôs a mão para fora do carro e também acenou. Ele sorriu. Aquele sorriso que lembrava um cão mostrando os caninos.

O padre esteve muito ocupado em ajeitar o equipamento que lhe possibilitaria enviar mensagens aos participantes do rally e não mais se lembrou da jovem jornalista. No entanto, poucas horas depois que ela havia ido embora, ele sentiu uma sonolência exagerada. Quase não conseguia se manter acordado. Resolveu dar uma pausa nos trabalhos e foi dormir. Normalmente, o fazia apenas de calção, pois tirava a batina por causa do calor. Não demorou a pegar no sono. Mas acordou com batidas na porta.

Irritado, tornou a vestir a batina e foi atender. Abriu a pesada porta da igreja, mas não havia ninguém do lado de fora. Um vento forte soprou, revolvendo a areia do solo, e ele fechou imediatamente a porta. Colocou uma tranca de madeira, de forma a evitar o barulho da porta se movendo com a ventania forte, como costumava acontecer quando a tempestade se iniciava. Tempestade de areia, naquela região, era coisa corriqueira naquela época do ano. Tirou a batina enquanto voltava para o quarto. E foi pego de surpresa ao encontrar a jornalista nua deitada na sua cama. Ela tinha um sorriso convidativo. Ele a rejeitou novamente:

- Não. Por favor, moça. Não me tente mais.

- Seria capaz de quebrar tua promessa feita ao Senhor, padre?

- Não. Isso é tentação de Satanás. Você não está aqui. Está longe.

- Eu estou aqui, sim, bem diante de você. E prometo que serei toda tua. Faça de mim o que quiser, eu vou gostar.

O padre ainda estava resistente. A bela mulher levantou-se da cama, aproximou-se dele e ajudou-o a tirar totalmente a batina e o resto da roupa. Ele ficou nu, diante dela. Aí, ela se agachou perante ele. Tocou com os lábios o seu pênis. Ele ainda estava mole, sinal de que o religioso ainda resistia. Então, ela engoliu totalmente o pedaço de carne. O membro deu um pinote em sua boca, ficando imediatamente ereto. Ele gemia:

- Nãaaaaaaaaao... Satanás... vá... tentar... outroooooooo...

Ela pegou seu cacete com suas mãos suaves e este cresceu absurdamente, ficando enorme. A moça já não o conseguia engolir todo o caralho. Ela perguntou:

- Tem algo que gostaria de fazer comigo, padre?

- O que, por exemplo? - Arfou ele, sendo chupado.

- Quer comer meu cuzinho?

O pênis deu um pulo dentro da boca dela. Ele gemeu:

- És mesmo o demônio. Coito anal não é coisa do Senhor...

- Mas que coisa tão antiga, padre. Hoje em dia, todo mundo aprecia o anal. Uns mais, outros menos. Mas no final todos gostam.

- Eu não gosto.

- Mas eu gosto. Então, bote esse bilolão nas minhas pregas...

- Não. Misericórdia. Você não aguentaria. Não suportaria o fogo que queima minhas entranhas...

- Esse fogo é o teu desejo, padre. Afogue-o na minha xana. Mas eu prefiro no meu cuzinho. Vem cá, vem...

O padre foi. Ela o levou para cima da cama. Ficou de quatro, com a bunda voltada para ele. O seu cu piscava. O reverendo não mais se aguentou. Montou na traseira dela e mandou pica. Fodeu-a de forma urgente, como se estivesse estuprando-a. Ela sorria:

- Não precisa me violentar. Eu estou dando, de coração, meu cuzinho pra ti. Fode ele, fode...

O padre urrava de tesão. Enfiou o caralho inteiro no cu dela, e ia começar a copulá-lo, quando explodiu em uma gozada poderosa no rego apertado da mulher.

FIM DA SEGUNDA PARTE.

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