Férias no fim de semana 2

Um conto erótico de Raposa199
Categoria: Heterossexual
Contém 1404 palavras
Data: 07/07/2018 22:49:41
Assuntos: Heterossexual

Férias no fim de semana 2

Levei Letícia ao banheiro mais uma vez, ajudei-a no banho, dessa vez nos comportamos direitinho, ajudei-a a secar-se com carinho deitei-a na cama e fiquei alisando seus cabelos negros até que ela adormeceu, saí devagarinho da cama, coloquei novo short e fui até a sala onde deitei no tapete e fique ali pensando no acontecido por longo tempo.

Não consegui dormir, levantei, peguei uma cerveja e fui até a piscina, onde a água estava convidativa, abaixei e toquei-a com uma das mãos, tava uma delícia, coloquei a cerveja na mesinha ao lado e mergulhei por longo tempo, voltei e tomei mais uns goles da cerveja e voltei a nadar indo e vindo na piscina, quando levanto a cabeça vejo minha pequena Letícia chegando ainda manquitolando com seu pé machucado, envolta num roupão de cor creme, achei estranho para aquele calor que fazia, como estava no meio da piscina mergulhei outra vez até a borda onde chegaria Letícia, quando lá cheguei lá estava ela com um sorriso arteiro naqueles lábios grossos, lindos, peculiar aos negros, ainda sorrindo Letícia me recriminou:

- Painho, você nem me chamou pra vir tomar banho aqui na piscina com você, te falei que queria vir pra cá.

Assim falando ela foi desamarrando a faixa que prende o roupão, daí entendi o motivo de ela está usando aquela roupa, Letícia estava completamente nua, aquela visão ali daquele ângulo que eu estava me deixou atordoado, aqueles peitinhos pequeninos e pontiagudos pareciam querer perfurar o universo à sua frente, demonstrando o tesão que ela sentia, sem querer mordisquei o lábio inferior, coisa que minha filhinha percebeu e sorriu pra mim, aquele sorriso safadinho e logo foi entreabrindo um pouco as pernas, não pude evitar olhar sua bucetinha completamente lisinha como eu havia lambido logo mais cedo, mais agora via de um outro ângulo, logo, de outra forma, aquela bucetinha pequena, mais carnuda, os grandes lábios sobressaindo e mostrando aquele clitóris médio, mas volumoso, apetitoso, aquela cor negra fascinante, Letícia deixou cair aquele roupão e se jogou na piscina por sobre mim, mergulhou, indo parar na outra margem da piscina quando levantou a cabeça me falou:

- Vem me pegar painho.

Tomei impulso e mergulhei ao seu encontro, quando percebo um encontro debaixo d’água, Letícia veio ao meu encontro e me arrancou o short, até doendo um pouco minha pica que já estava tão dura dentro daquela peça tão pequena para esconder aquele membro, quando levantei a cabeça estava ela já na margem da piscina jogando meu short para fora e dizendo:

- Painho, só estamos nós dois aqui, não precisamos usar roupa alguma.

Fui ao seu encontro, percebi que ela mergulhou e veio até a mim, senti ela pegando minha pica e colocando na boca por um instante, aquilo me deu muito tesão, ela largou, levantou e me deu um beijo na boca, onde ficamos assim nos beijando deliciosamente por alguns instantes, nossos corpos entrelaçados dentro d’água, ardendo de desejo, Letícia procurando colocar minha pica na sua bucetinha, ali dentro d’água, não permiti, queria algo muito diferente ainda. Decidi sair da piscina e a trouxe para fora da piscina, ali perto da mesa onde estava a cerveja ainda um pouco gelada, havia algumas espreguiçadeiras de madeira onde tomávamos sol, Letícia foi deitando numa e fiquei por alguns segundo apreciando aquele corpo adolescente nu ali na minha frente, lindo corpo de minha filhinha, fui deitando ao seu lado e comecei passar a língua naquele biquinho de peitinho de auréola escura e pele macia, lembrei de meu tesão, levantei um pouco e peguei a cerveja na mesa, derramei em um peito de Letícia que estremeceu de tesão a tal ponto de subir um pouco pra parte mais alta daquela cadeira, suguei a cerveja naquele peitinho macio deliciosamente, Letícia estremeceu mais ainda e subiu mais ainda na cadeira, derramei mais cerveja ainda, agora nos dois peitinho que ficaram ainda mais de biquinhos eriçados, a cerveja foi escorrendo pelos seus peitinhos e descendo até chegar na sua bucetinha que já estava molhadinha não somente da água da piscina, mas também te tesão, e agora embebida com cerveja, já podia ouvir a respiração ainda mais ofegante de minha filha, além de pequenos gemidos. Fui com minha língua enxugar aquela cerveja nos peitinhos durinhos de minha filha, também fui descendo pela sua barriguinha, Letícia se contorcia de tesão, ela estremeceu quando minha língua molhada de desejo chegou até sua bucetinha embebida de cerveja, Letícia quase num grito, abafado pelo tesão me suplica:

- Chupa minha bucetinha painho, quero gozar na sua boca.

Parei por um instante aqueles movimentos de felação, queria provocar minha filha, ela levantou um pouco, pensei até que ela havia ficado chateada, ao contrário, ela pegou o restante da cerveja, quase me obrigou a deitar naquela cadeira, derramou também aquela cerveja nos meus mamilos e começou mordiscar cada um dele, enfim, derramou também na minha pica que saltou com o impacto do gelo da cerveja, Letícia não perdeu tempo e logo caiu de boca na minha pica, engolindo totalmente meu cacete, puxei ela para cima de mim e começamos a nos chupar ao mesmo tempo num 69 louco ao sabor da cerveja, quando Letícia percebeu que eu estava prestes a gozar, encher sua boca de gala, ela parou e saiu daquela posição, sentou com uma certa força na minha pica que entrou quase esfolando minha pica e sua bucetinha, quase um estupro, quão grande era o tesão que nos possuía, quando ela subiu e desceu poucas vezes senti seu corpinho estremecer e minha filhinha amolecer em cima de mim, num gozo frenético, aquilo me deu muito tesão e sem controlar também gozei diversos jatos de gala dentro daquela bucetinha apertadinha, nós dois gritamos de tesão ao mesmo tempo, demostrando nosso gozo, paramos por alguns instantes até recompor um pouco as forças, Letícia olha pra mim com uma carinha de dengo e fala:

- Delícia painho, desejei demais esse momento quando via você fudendo a mainha pela fechadura da porta, vamos pra piscina?

Passamos no chuveiro pra limpar toda aquela gala dos nossos corpos e entramos na piscina, nadamos um pouco, as vezes nos abraçávamos e beijávamos ali mesmo, minha filhinha ainda queria algo amis de mim naquela tarde, paramos um pouco abraçados na escada da piscina, nos beijamos calorosamente, quando Letícia percebeu minha pica já dura outra vez, esfregou-se ainda mais e foi virando aquela bundinha lentamente para mim e assim ficou esfregando minha pica naquela bundinha durinha, até que ouço seu pedido:

- Painho põe essa pica gostosa no meu cuzinho, quero gemer igual a mainha quando você fode o cuzinho dela.

Aquela pirralha curiava todas as fodas que eu e a mãe dela fazíamos, separou um pouco de mim, abaixou e começou chupar com sofreguidão o meu cacete, percebi suas intenções, como ali não havia lubrificante por perto ela pretendia deixar minha pica toda babada para melhor entrar no seu cuzinho, quando assim o fez, minha filhinha ficou numa posição que pude ver aquele cuzinho piscando para mim, pedindo por minha pica, sabia que não seria tão fácil, então resolvi facilitar um pouco a situação, cuspi no seu cuzinho e fui colocando a cabecinha devagarinho, senti Letícia estremecer um pouco.

- Quer que eu pare filhinha?

- Não painho, fode o cuzinho de sua filhinha, fode com tesão painho.

Ela foi assim empurrando sua bundinha em direção à minha pica que pulsava na entradinha daquele cuzinho, quando a cabeça de minha pica entro, Letícia deu um pequeno gemido de prazer e a vi empurrar a bunda ainda com mais força em direção ao meu pau, que entrou gostosamente naquele rabinho, não resisti a tentação e comecei a socar com mais força no cuzinho de minha filha, ela pedia desesperadamente:

- Fode meu cuzinho painho, mete, aiiiiiiiiiiiiiii, hummmmmmmmmmmmmm, delicia de pica painho, aimmmmmm, fode painhooooo, mete gostoso na sua filhinha.

Depois de várias estocadas, socadas, cuzadas na minha rola, senti que ia gozar, estremeci, gozei desesperadamente naquele cuzinho, assim que Letícia sentiu os meus jatos de gala dentro de seu rabinho ela me falou:

-Enche meu cuzinho painho, mas não para que também vou gozar, mete painho, mete, me fode.

Encontrei ainda forças para mais algumas estocadas quando senti suas pernas desfalecerem, senti que minha filhinha estava gozando na minha pica, e dessa vez dentro do seu cuzinho, estremecemos de tesão, e saímos da piscina, deitamos na cadeira ali perto, cansados, extenuados, adormecemos ali agarradinhos.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive raposa199 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Este comentário não está disponível