Jogo de Cartas de Castigo

Um conto erótico de Danysinha
Categoria: Homossexual
Contém 3967 palavras
Data: 16/06/2018 10:31:50

Estávamos Eu (Guimarães), Carlos, Augusto e Antônio. Sempre nos encontrávamos uma vez por semana para jogar cartas. Nós divertíamos jogando mau-mau, quem perde, ganha castigo de quem ganha.

Quem perde deve pagar castigo com qualquer outro do jogo. Esse outro participante mesmo que não tenha perdido, deve aceitar. A diferença que a humilhação maior será sempre de quem perdeu.

Todos concordaram com as regras e nunca questionamos. Fazia parte da nossa brincadeira. Sempre fazíamos castigos, mas de uns tempos para cá, os castigos ficaram mais picantes. Fugiu do controle e hoje o jogo tem uma nova realidade em nossas vidas. Também afetou a minha vida, nas minhas decisões, meu estilo enfim quem eu sou e como eu vivo.

Exatamente no primeiro encontro do ano passado em janeiro, o Augusto ganhou pela primeira fez e Carlos perdeu e de castigo ele tinha que tirar a minha camisa e esfregar o seu rosto em todo o meu peito e me acariciar com as suas duas mãos. Isso foi um golpe para ele, pois ele era machista, vivia com aqueles discursos hétero. Era bem casado, com uma gostosa loira de academia de 1,75m. Após reclamar muito pagou o castigo.

Eu sabia que devia ter cuidado porque a minha hora iria chegar.

Na próxima rodada o Carlos ganhou e o Antônio perdeu. Ai como castigo, ele teve que abraçar o Augusto e ficar cheirando e beijando o pescoço e o rosto dele. Ele brigou muito, disse para parar de viadagem, que a hora que ele ganhasse nós iríamos ver e tal.

Antônio é um negro, com a mesma altura do Augusto. Ele já foi estivador. Tudo nele era largo. Principalmente o tórax e o quadril. Suas mãos eram compridas iguais os pés. Seu olhar era muito firme.

Augusto ficou muito defensivo mais acabou se aproximando. Tocava meio de leve, fingia que encostava o rosto no peito de Antônio até que ele gritou com Augusto.

- Cria vergonha cara, leva a sério o castigo, pega aqui no teu homem, kkkkk. Sente o calor do teu macho!

Augusto ainda sem jeito agora se encosta, percorrer com os seus braços o peito, o tórax como que se descobrindo algo inédito. Tocava o rosto dele, e pelo toque ele estava a descobrir uma nova sensação. Sentiu a barba do rosto dele bem como o seu cheiro.

Aproximou o seu rosto o começou a beijar o seu pescoço e o seu rosto.

Pronto! Acabei. Vocês me pagam!

Mais o fato é que o jogo estava ficando picante e constrangedor. Essa pegação não era o que nenhum de nós tínhamos programado. Mais estava sendo divertido humilhar os outros.

Eu estava tomando cuidado em não perder.

Ai Antônio ganhou e eu perdi. Antônio estava excitado, e eu já estava sem a camisa, tenho poucos pelos no peito, o normal. Então veio o castigo. Eu devia ir ao banheiro e depilar todo o meu peito e a minha barriga e axilas. Do pescoço para baixo, tudo liso. Reclamei, que minha esposa iria brigar. Mais tínhamos um código no jogo. Castigo era Castigo. Lá fui eu ao banheiro e voltei depilado.

De todos eu era o mais fora de forma. Tenho 1,65m. Estava acima do peso, com barriga e a gordura fez com que eu tivesse peitinhos. Acho que por causa do meu peso era comum eu não ter uma ereção satisfatória. Fora o peso, sou um homem muito bonito, sombrançelhas grossas e contínuas. Olhos e cabelos castanhos sem nenhum fio de cabelo branco. Lábios carnudos e largos, dentes brancos, muito pouca barba. Minha esposa sempre elogiou meu bumbum.

O problema é o trabalho. Tira teu tempo para atividades físicas e você acaba perdendo a forma. Mais sei se voltar a levar a sério o meu corpo irá chamar muito a atenção.

Mais voltando ao castigo, é muito diferente o corpo de um homem, que nunca se depilou e se vê sem pelos. Quando voltei ao jogo, só elogios. Que bonitinho lisinho! Vai conquistar quem? Tá querendo seduzir quem e tal... Pronto, virei o centro das atenções.

O único que não tinha ganhado ainda era eu. Eu estava apreensivo.

Ai o Augusto ganhou de novo. Ele era o mais sacana.

Ai ele disse, gostei de ver o Carlos te abraçando, até parece um parzinho.

- Carlos você viu como tua menininha ta bonitinha, toda lisinha e depiladinha?

- Teu castigo é mordiscar os biquinhos do peitinho do Guimarães.

Nossa, eu gelei. O Carlos era machista, eu sempre fui submisso a minha esposa. Agora eu tava depilado, sem camisa, e o Carlos tava vindo. Entrei na brincadeira, olhei para ele, disse bem animado, falando com trejeitos femininos.

- Amorzinho vem tomar o seu leitinho vem, me deixa louca... kkkkk

Todos riram. Augusto e Antônio batiam palmas e assobiavam.

Carlos entrou no pique e com seu braço esquerdo, abraçou a minha cintura, sua mão direita apalpou o meu peitinho, ele passou seu nariz em volta da minha auréola, passou os lábio ao redor, abriu lentamente a sua boca, prendeu o meu biquinho com os lábios, com a ponta dos lábios, passou no meu biquinho, indo e vindo vários vezes e finalmente ele abocanhou o meu peitinho, chupando e me sugando, seu braço direito me trouxe contra ele e seu braço esquerdo que estava na minha cintura, me segurou firme.

Caramba! Era sacanagem e ele estava sendo levada a sério.

Então aproveitei sem pensar o momento para chocar minha platéia, joguei minha cabeça para traz, soltei um gemido ao mesmo momento que mordisquei os meus lábios.

Percebi um silêncio dos outros, não estavam olhando, estavam admirando a cena. Eu estava sentindo tesão. Meus biquinhos ficaram duros, intumescidos, eu senti um calafrio, sentia meus esfíncter contrair meu ânus e acompanhar cada sugada da sua boca no meu biquinho.

É como que meu corpo estivesse acompanhando as sugadas da boca dele e me estimulando ao mesmo tempo. Então é assim que acontece com as mulheres? É por isso que elas sentem tanto tesão quando recebem carinhos dos peitos?

Para os outros, eles já não batiam palmas, estavam admirando em silêncio aquela pegada. Até que Carlos parou e me disse:

- Pronta minha mulherzinha gostou?

- Se quiser mais é só pedir!

Ai para não dar na cara o que senti, desfiz de Carlos:

- Já tive macho melhor do que você!

Todos caíram na gargalhada e bateram palmas. Ficou um clima meio esquisito, mais continuamos animados. Ai só piadas. Guimarães disse:

- É só tesão agora heim!

Nesta rodada Carlos ganhou e Antônio perdeu.

Carlos olhou para o Augusto e para o Antônio de maneira a fuzilar os dois.

Eu comecei a dar risada e por pilha.

- Faz os dois se pegarem, faz, eles virarem duas, faz, faz.

Carlos disse para Antônio na lata.

- Antônio perdeu play-boy. Você vai chupar a língua do Augusto por 2 minutos sem parar, para todos nos vermos, E cada chupada você vai dar uma gemida bem lenta.

O Augusto olhou para o Carlos e gritou:

- Tá louco cara?

Carlos respondeu chupar o peitinho da outra você não reclamou né?

Ai intervi:

- Outra não? Outro né!

Demos risadas. Era a regra.

Então lá foi Antônio, foi se aproximando,

- Vamos logo Augusto põe pra fora a língua.

Augusto com resistência abriu a boca, Antônio meio tocava a língua, meio parava, demonstrando aversão e nojo. Tocava e parava até que envolveu a língua de Augusto em seus lábios. Depois que já estavam uns 30 segundos, o Antônio começou a abrir os lábios e a passar sua língua em volta da língua de Augusto e agora entrar na boca de Augusto para chupar a língua dele. Quando deu 1 minuto Augusto além de gemer também suspirava. Augusto começou a abraçar Antônio para perto dele. Com 1m30s eles dois estavam colados, com as pernas entrelaçadas, estavam envolvidos num beijo que nem mesmo eu em toda a minha vida dei em minha esposa. Quando encerrou 2 minutos, falamos acabou, Augusto sussurou:

- Espera, mais um pouco vai, mais um pouco!

Antônio aceitou e agora agarra Augusto pela cintura enquanto Antônio levanta os seus braços e com suas mãos abraça e acaricia a nuca de Augusto. Agora Augusto percorria com suas mãos, não só o rosto ou o peito mais a virilha de Augusto enquanto ele engolia a língua de Antônio. Era nítido que Antônio estava seduzindo Augusto e se deixando ser dominado.

Com 3 minutos eles pararam o beijo. Ficaram meio envergonhados, pediu um tempo, Augusto foi para o banheiro e Antônio para a cozinha beber água. Percebi que os dois estavam com o “Pau” duro.

Nós começamos a bater palmas e dizer que foi um filme de cinema, não houve beijo mais intenso e pegado do que este e demos risadas.

Ai finalmente eu Ganhei.

Augusto perdeu. Agora sim. Minha vez.

Como eu tinha percebido que Augusto tinha aceitado ser dominado ousei em fazer que o meu castigo levasse ele a ser mais subjulgado.

Já que ele me fez ficar sem meus pêlos meu castigo foi para os dois ficarem só de cuecas, mais Augusto teria que tirar com a boca a roupa de Antônio e só depois chupar a língua do Antônio de costas por 2 min. Isto é ele teria que ser abraçado por Antônio e virar o rosto para trás.

Nossa, ai deu discussão. Passado a discussão lembramos:

- “Castigo é Castigo”.

Augusto tem um corpo todo atlético, todo peludo, 1,80 de puro músculo, machão. Transpira odor de homem, com uma cueca de lycra Box, toda apertadinha. Antônio se aproxima dele, desabotoa sua camisa e joga ao chão.

Algo incontrolável aconteceu, acho até que sem querer, invés dele simplesmente começar a desabotoar suas calças, ele toca no peito de Antônio com suas duas mãos e desce demoradamente, como que tivesse dizendo inconscientemente para ele, “você é meu”. Até chegar no zíper foi em câmera lenta.

Olhei para Carlos e ele para mim, percebemos que tava rolando um clima. Quando os dois estavam só de cuecas, Antônio abraça ele pelas costas e espera o Augusto virar seu rosto para trás. Desta vez, eles queriam esse beijo. Com 40 seg percebo que o Antônio está de pau duro novamente e começa a tentar encaixar o seu pau no meio das nádegas do Augusto. Ele também esta abraçando muito o Augusto, não tem como você não perceber o pau dele crescendo, fazendo volume dentro da sua cueca. Ele começa também a buscar o pau de Antônio e os dois começaram a gemer, se pegar, se beijar.

Antônio abaixa a cueca de Augusto, deixando a mostra o seu mastro. Que pau enorme. Para o meu padrão é muito grande, pois tenho 15 cm. Mais o dele deve ter uns 22 cm. Aquelas veias, aquela cabeça. Antônio então encaixou dentro das coxas o seu pau e masturbava o pau de Augusto.

Augusto procurava a língua, o beijo de Antônio, trazia o seu corpo em contato com ele. Eu mesmo me excitava muito e não sabia o que fazer, mais olhava com inveja aquela pegação.

Desta vez demorou 5 minutos até eles pararem. Nenhum de nós buscou ou tem prazer em relação homosexual mais estar presente, assistindo uma pegada dessas, faz até hétero suspirar. Dá muita excitação. Agora sei que não é o caso em ser homosexual. É o caso de passar por uma experiência extremamente prazerosa.

E por que não?

Percebo que agora o clima é outro, de puro erotismo, percebo várias vezes Augusto flertando com Antônio.

Agora Antônio ganha eu perdi.

Pronto. Lá vai ele. Ele diz para eu ficar só de cueca, subir no colo do Carlos e encaixar alternadamente os meus dois peitinhos para ele chupar por 5 min.

Eu uso cuecas Box tamanho médio. Mais muito tempo eu percebi que usando o número menor, a cueca Box fica mais colado ao corpo e mais justa mostrando os contornos do corpo. Nesta noite eu tava com uma cueca Box vermelha também de lycra. Quando tirei minha calça, tênis e meia pude perceber os olhares para o meu corpo e para o meu bumbum.

Carlos já estava sentado no sofá com suas costas apoiadas no descanso do sofá. De novo ele tirando de mim, começou:

- Vem minha tigresa, vem, deixa feliz teu macho!

Eu para brincar respondi:

- Gatinho, aproveita que não é sempre, faz direito dessa vez, não me deixa com vontade.

Augusto e Antônio só azarando.

- Ai Carlos, vai deixar tua mocinha na mão?

Eu apoiei minhas mãos em seus joelhos, olhei fixamente nos seus olhos, apoiei minhas mãos em seu quadril, apoiei meu joelho esquerdo no início do sofá, envolvi minhas mãos atrás da cabeça de Carlos e apoiei meu joelho direito no outro lado. Me aproximei do corpo dele, estava ajoelhado e devagar comecei a flexionar meus joelhos para que assim eu deslizasse meus peitinhos ao encontro da sua boca. Fui aproximando de sua boca o meu biquinho esquerdo.

Para não deixar barato, olho para trás e digo:

- Garotos, olha como se faz! Kkkk.

Eu queria sentir aquele tesão novamente, não queria dar na cara, mais queria sentir ele sugando meus biquinhos, chupando meus peitinhos de novo.

Ele realmente entrou no clima, ele pegou suas mãos, deslizou nas minhas coxas, mais a mão esquerda ficou apertando meu bumbum e massageando minhas nádegas e sua mão direita tocando meu peitinho esquerdo, ai ele começou aquela massagem maravilhosa, passando o rosto ao lado da auréola. Agora tinha uma agravante, meu corpo tava colado no dele e minha bunda estava sendo muito bem tratada e estimulada por aquela mão forte e intensa. Arrepios subiam e desciam de mim, até que sussurrei no ouvido dele:

- Vai meu machinho, chupa logo que não agüento mais.

Augusto e Antônio ouviram, e vieram bem perto para admirar, agora não existiam piadas. Era só elogios. Percebi que eles estavam estimulando o cacete deles. Cada um masturbando o outro assistindo o nosso desempenho. Eles estavam agora pelados, nus. Estavam um ao lado do outro, como que não quisessem mais ficar longe e buscavam sentir o corpo do outro e continuavam a se beijar.

Essa cumplicidade estava me excitando e me encorajou mais, me senti natural e não me repremi.

Ao baixar para encaixar o meu peitinho na sua boca, o meu bumbum acabou sentando na cabeça do pau de Carlos.

Senti um relâmpago pelo meu corpo, uma dor no meu esfíncter. Meu pauzinho saltou, endureceu, perdi o meu controle, ultimamente não endurecia para minha esposa, estava super duro para um homem. Eu estava adorando ter prazer com ele.

Carlos me abocanhou, mais também chupava só o biquinho a ponto de perceber que ele ficava todo entumescido. Involuntariamente estava rebolando naquele pau maravilhoso e percebi seus dedos entrarem por dentro de minha Box procurando o meu anelzinho. Eu não resisti e facilitei, mexendo e fazendo meu anelzinho encaixar também no seu dedo. Carlos agora buscava meu outro biquinho, e começa a me elogiar, que peitinho gostoso. Preciso de um peitinho assim toda a noite.

Não sei, não estava raciocinando e acabei dizendo em voz alta:

- Vai gato, não para, não para, me leva à loucura amor, me dá o tesão que minha mulher não dá!

Eu agora estava rebolando e buscando ser penetrado por aquele dedo. A pena terminou nos 5 minutos mais acabamos ficando 8.

Antônio só elogios para o Carlos.

- Ai Carlão, conquistou a gatinha de hoje, uh uh.

Depois disso Augusto percebendo o clima, nu, com aquele mastro levantado começou a desligar todas as tomadas, fechar todas as cortinas e desligou a luz.

Aquele clima estava muito forte, então no escuro ele disse:

- O meu castigo é que cada um dos nossos pares continuem com os nossos castigos por 1 hora.

Foi um silêncio. Ninguém falou nada ou questionou. O Clima estava incontrolável, o tesão a mil por hora e o nosso tempo parece que tinha sido muito pouco.

Eu recém tinha saído do colo de Carlos e ele nem tinha saído da sua posição no sofá.

Ouço o estalo do beijo do Augusto com o Antônio, um gemido seguido de suspiros e ouço Augusto dizer:

- Antônio me abraça forte de novo!

Eles estavam se beijando.

Eu procurei o sofá, excitado, desejando continuar com aquela pegada, em ser dominado, tirei toda a minha roupa, pulei no colo de Carlos novamente. Falei para Carlos:

- Vem meu homem, temos uma hora antes das meninas chegarem, faça acontecer que eu farei valer a pena!

- Eu nunca beijei um homem, eu quero experimentar seu beijo meu amor.

Voei na boca dele, com fome, com desejo incontrolável, invadindo a boca dele, chupando sua língua, gemendo, me contorcendo e encaixando o meu esfíncter em um vai e vem em cima do seu pau. Disse sussurrando em seu ouvido.

- Gato tira a roupa logo, tira, quero sentir o seu pau.

Que tesão! Senti os pelos de sua barba roçarem no meu rosto. É muito quente a língua de um homem. Agora sinto o seu braço me puxar ao encontro do seu corpo. Encaixei novamente meu peitinho do lado direito na boca de Carlos.

- Vai amor, está muito bom, me chupa de novo, faz eu ter biquinhos bem grandes, me chupa de novo!

Ele me deixou com muito tesão, não sabia que um homem podia ter tanto tesão na aréola, em seguida ele me pediu para ajoelhar no chão.

- Menininha, seja obediente, retribua o carinho que sentiu.

Sons de chupadas, mais não de língua, com certeza estavam fazendo um 69, pois era muito intenso os sons de chupada de boca com pau, e estavam muito excitados, as vezes eles paravam para bater o cacete no rosto, faziam elogios como “que pau delicioso, que pau quente, que delícia” outro comentário: “não sabia que era tão bom assim”, “chupa minhas bolas”, “engole elas, isso, isso, engole”, “o rabinho também, hummmmm, ahhhh, isso a língua, isso, ahhhhh, enfia tudo”.

Me lembrei de Augusto e Antônio tocando e dando prazer ao outro se masturbando. Não tive dúvida, depois de todo aquele tesão que senti sendo chupado nos biquinhos, meu esfíncter contraindo, aqueles arrepios, peguei o pau de Carlos com minhas duas mãos, passei a língua desde baixo de suas bolas e fui subindo, até chegar na sua cabeça e engolir o seu pau.

Como é macio. Como é gostoso, cheiroso, duro. Como é delicioso sentir um pau pulsando na boca.

Ele pegou minha cabeça, agarrando meus cabelos, com as suas duas mãos e me manipulava para que eu intensificasse a chupada e meu vai e vem.

Os músculos da minha mandíbula estavam começando arder. Ficar com toda a boca aberta cansa. Leva a um desconforto.

Mais sentir que você tem o poder de dar prazer para um homem, que você consegue o fazer gemer, ouvir besteiras, me elogiar, dizendo que minha boca é maravilhosa, que chupo melhor que a mulher dele mexeu demais com minha cabeça, só queria sentir em minha boca ele finalizar aquilo que tanto fiz com minha mulher.

- Eu agora buscava engolir o seu pau, até dentro da garganta. Com é excitante, você sentir os pêlos tocarem o seu rosto, o seu nariz, quando você tem todo o pau de um homem dentro da sua garganta. Repeti o movimento várias vezes, me engasgava, as vezes parava para tossir e voltar a respiração normal. Mais eu não queira respirar, eu precisava daquele volume todo dentro da minha boca, da minha garganta.

Eu lambia pelos lados, tocava só com a língua, chupava sua virilha, beijava sua coxa, engolia uma bola, depois a outra. Percebia que ao engolir sua bola, ele se contorcia, se erguia de prazer.

- Amor me deixa sentir teu leite, deixa, goza! Goza!

Ao lado percebi o Augusto pedindo pra ser penetrado, estava urrando, pedindo mais, para bater mais forte.

Quando voltei a mim ouço o Carlos dar seus sinais:

- Gatinha, prepara, toma tudo, toma!

- Você merece, toma!

Carlos me declarou:

- A muito tempo não tenho um prazer desses, a muito tempo ela deixou de me amar desta maneira, continua, por favor, continua.

- Ah amor... então goza, me dá esse presente.

Eu sei o que acontece, quando o pau cresce, alarga e aumenta e começa a pulsar. Meu temor agora era certeza, todo o meu tesão seria suficiente para agüentar o que estava para acontecer. Eu tiraria a boca e faria meu homem gozar no meu rosto ou para fora?

Falar e pedir é uma coisa, um homem gozar dentro da sua boca é outra!

Me lembrei de todo o tesão, prestei atenção novamente no casal ao lado vibrando e gemendo. Então tive a certeza vou descobrir como é, vou saborear esse momento é só meu. Senti aquele jato forte, me assustei. Aquele gosto sem sal, um creme denso, quente, o pau latejava e eu sugava, para que saísse mais, comecei a engolir, apertava o corpo do seu membro com minhas duas mãos. Carlos urrava, gemia, me elogiava, me disse que só iria gozar na minha boca.

O seu pau foi amolecendo e eu procurei novamente os seus olhos, para me certificar se eu fiz tudo certo. Seus olhos encontraram os meus felizes e realizados. O seu sorriso e um novo elogio.

Gente é muito bom chupar um pau! É maravilhoso fazer um homem gozar. É inexplicável um gozo. Que delícia. Acho que não precisa duas experiências para ficar viciada.

Mais tudo que é bom dura pouco, o relógio de Augusto toca.

Não é justo, passou 1 hora. Não acredito.

Augusto liga a luz, todos nus, todos de pau duro, todos se olham.

Augusto então diz a todos:

- Gostaram do castigo? Agora rápido, vamos nos recompor?

Eu estava ainda fora do ar com aquele gozo, procuro o olhar de Carlos. Ele me diz:

- Sobe aqui rápido, se despede de mim, deixa chupar teu peitinho pela última vez!

Eu não queria acreditar que acabou! Não podia ser. É injusto. Eu não podia demorar. Pouco tempo é melhor do que nenhum. Subi no seu colo, encaixei o meu peitinho do lado esquerdo em sua boca. Pedi para ele:

- Amor, me chupa, me engole amor. Me abraça forte!

Carlos me chupou de tal maneira que acabou deixando uma marca de vermelhidão no meu peito que no momento não percebi.

Nos olhamos e em um impulso de tesão e descontrole, nos beijamos. Ele passava a sua língua dentro da minha boca, ele procurava enlaçar a minha língua como se não quisesse me deixar.

Fomos tomar banho para tirar o cheiro de sexo do ar, vestimos nossas roupas, abrimos as janelas, escovamos os dentes, quem não tinha escova usou o dedo mesmo para recebermos nossas esposas.

Ninguém se penetrou mais, foi muita pegação.

Buscamos resgatar o ar da maior naturalidade possível.

Quando nossas meninas chegaram, nos socializamos por mais um tempo e marcamos o próximo encontro para a semana seguinte, o segundo domingo de janeiro no mesmo horário. Desta vez além dos apertos de mãos houve abraços, coisa que nunca fizemos e muitos olhares de cumplicidade.

Como eu tinha sido o anfitrião após as despedidas minha esposa acabou reparando algo estranho, o botão da minha camisa não estava fechado até em cima. Ela perguntou:

- Amor o que é isso, tá sem pêlo?

- O que aconteceu aqui? Por que você está depilado?

- Ah sim, castigo, me depilaram.

- A vocês não tem jeito mesmo, parecem tudo crianças. Ao menos se divertiram?

- A amor é muito bom estar assim em amigos, aumenta muito a amizade dessa maneira.

- Mais você vai dar o desconto, no próximo encontro você vai mandar os outros se depilarem por inteiro. Vou querer saber das minhas amigas se elas vão encontrar seus maridinhos lisinhos ou não.

- Pois é amor, boa idéia, vou rapar todos eles para eles sentirem o que é bom!

- Isso mesmo, eles vão sentir na pele.

Pensei, e vão sentir mesmo, tudo o que merecemos.

- Se você querido(a) leitor, gostou, por favor comente. Isso ajudará muito deixarmos o site mais animado e gostoso. Danysinha.

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Comentários

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Gostaria de participar de um jogo desses...muito tesão

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Muito divertido o conto, gostei e pode contar mais. Um abraço.

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