Um dia um tanto quanto comum com minhas concubinas

Um conto erótico de Pedro Sortudo
Categoria: Heterossexual
Contém 7017 palavras
Data: 08/06/2018 17:28:03
Última revisão: 13/06/2018 11:40:13
Assuntos: Heterossexual

O conto ficou mais longo do que eu pretendia, mas vale a leitura.

Sei que é cliché, mas quem quiser entender como cheguei nesse ponto de minha vida, dê uma olhada nas histórias anteriores que está tudo muito bem explicado.

Não escrevi mais pois, mesmo fazendo sexo todos os dias, praticamente, eu acho mais interessante quando há alguma espécie de aventura para contar. Do contrário fica parecendo um filme pornô, onde logo do começo da história já há um sexo gratuito apenas para ver.

Há momentos que gosto disso, de ler contos assim, mas prefiro que haja um porquê para a foda ficar interessante.

Vou considerar que você leu meus contos anteriores e vou dar uma leve pincelada sobre como está o relacionamento com cada uma de minhas três concubinas.

Beatriz, que já foi minha cunhadinha, é a mais romântica das três. Por mais que eu tente sempre trazer algum presente para todas, Bia é a que mais parece se importar com o quão sentimental é o mimo. De uma flor a um carro, o que importa para ela é saber que pensei exclusivamente nela para realizar a compra. Do outro lado da moeda está Tatiana. Ela tem um sentimento parecido mas é voltado para Bia. Eu achava que era minha ex-cunhadinha quem tinha uma queda pela amiga, mas agora acho que sempre foi mútuo. Tati fica toda feliz quando Bia faz alguma surpresa para ela, mesmo que seja apenas um café da manhã na cama. Já de minha parte, ela somente se anima se o presente for caro. Já encontrei as flores que dei para ela no lixo. Quanto mais caro o presente, mais intenso é o sexo com ela. Por fim, há a Juliana. Tal como Bia, a moreninha fica extremamente animada quando recebe um presente, seja qual for, e fica mais feliz ainda quando a levo para conhecer a cidade, principalmente nos parques arborizados e nos restaurantes com comidas boas, sejam caros ou não. É a única das três que me obedece sem questionar, a qualquer hora e sem impor suas regras. De me acordar com um belo de um boquete ou dar uma bela trepada no carro ao chegarmos em casa. Com Bia eu precisaria ficar namorando ela por um dia todo para conseguir algo mais inusitado, e com Tati, eu precisaria gastar uma bela grana.

Falando em dinheiro, minha nova vida não é muito barata. Como sabem, ganhei na loteria, uma nota preta, por sinal, e investi o máximo possível para ter o maior lucro sem precisar trabalhar. Com isso, eu tenho dinheiro para viver uma vida de rei, mas minhas amantes não tem nada, nem um puto no bolso. Bia e Ju, nem ao menos tem família, então ficar comigo é a melhor opção. Tati vai visitar seus pais de tempos em tempos e, sempre que consegue levar algo para eles, quando eu comprei uma TV gigante, por exemplo, volta toda feliz e disposta a fazer o que eu quiser.

Porém, para não ter que ficar esperando elas me pedirem dinheiro, fim um combinado com as três. Elas abriram contas no banco e eu faço depósitos regulares duas vezes ao mês. O mesmo valor para as três, exceto quando outras coisas acontecem, e é aqui que começo o conto de verdade.

Era o último dia de outubro, mais conhecido por ser o halloween. Alguns dias antes, Tati e Bia chegaram com um panfleto de uma festa a fantasia em um sítio não muito longe. Conseguiram empolgar até mesmo a sonsinha da Juliana.

Isso, porém, acabou por causar uma pequena briga de egos entre as três, o que me espantou por ver Juju tão nervosa – Eu vou ficar mais bonita que vocês – Juliana dizia quase aos gritos, no que as outras duas replicavam – Não, eu quem vou! – Não, eu! – Eu estava preparando um churrasco para o almoço quando ouvi esse alvoroço todo e corri para a sala quando percebi que poderiam passar dos limite. – Vocês todas são lindas. – mas nem consegui terminar a frase pois Tatiana me interrompeu. – Cala a boca. A discussão é entre a gente.

Fiquei bravo, claro, mas voltei a cuidar da carne e deixei minha cabeça viajar até que tive uma ideia que, além de colocar um fim ao bate-boca, ainda seria muito proveitoso para minha pessoa.

Almoçávamos quando soltei minha ideia.

– Acho que vocês estão se focando no atributo errado. Vocês estão falando de uma festa à fantasia e não um desfile de moda. O objetivo é incorporar o ser cuja fantasia cada um usa. – E nem deixei qualquer uma me interromper. – Por isso, para resolver essa treta entre vocês, proponho um desafio. – As meninas ficaram caladas, só esperando minha ideia, então fiz um suspense até Bia se manifestou – Fala logo, bobão. – É o seguinte: Todos nós iremos fantasiados, porém, um não saberá a fantasia do outro. Assim, quando chegarmos na festa, vamos ter que procurar mutuamente.

Tati, a que estava mais brava, entendeu a brincadeira – Quer dizer que aquela que estiver melhor fantasiada vai passar a festa sem ser encontrada. – Exato! – Concordei, no que ela, aproveitadora como sempre, quis saber o que ganharia se fosse a última a ser encontrada, e nesse momento coloquei meu plano em prática. – A primeira a ser encontrada vai ter que me dar o cu na festa.

Apenas para explicar o porquê dessa proposta, já que as três eu comecei enrabando, mesmo sendo cacetudo como sou. Acontece que, como moramos todos juntos, acabei por diminuir a frequência com a qual eu as enrabo. Hoje em dia eu as pego por trás de uma a duas vezes por mês, e às vezes nem uma. Não que eu não goste, ou elas, já que apenas a Tatiana me dá mais trabalho para ceder o anelzinho, mas eu percebi que, dando um tempo maior entre meus atos de sodomia, além do cuzinho mais apertadinho, o sofrimento delas acaba sendo maior, e, o que eu percebi, é que as carinhas de dor que elas fazem me dão ainda mais prazer. Além disso, Juliana já me confidenciou que prefere quando eu a penetro por trás e Beatriz gosta da dorzinha a qual ela tem que ceder para ter prazer pelo cuzinho. Somente Tatiana ainda não me fez qualquer tipo de declaração.

Para deixar as coisas ainda mais interessantes, nesse mês eu comi apenas o cuzinho da Juju, logo na primeira semana. Já estava pronto para começar a caçar as outras duas em troca do buraquinho especial delas.

No entanto, Tati não conseguiria deixar assim barato e complementou minha aposta. – Eu concordo com algumas condições. Façamos assim, a última que você encontrar vai receber a mesada em dobro. A segunda que você encontrar não ganha nem perde. A primeira, além de ter que dar o cuzinho para você, vai ficar sem a mesada do mês, que será dada para a última. – Ao ouvir isso, Bia entrou na discussão. – Além disso, eu acho que a primeira a ser encontrada tem que ficar o mês todo sem sexo, apenas servindo os outros três.

Quando Juliana abriu a boca, eu até fiquei com um pouco de raiva, mas gostei por ela estar se abrindo mais e mais a cada dia. E questionamento dela foi bem pertinente. – E se nenhuma de nós for encontrada? – Para não parecer que eu queria apenas tirar vantagem, aproveitei a fala dela e coloquei uma condição que dificilmente aconteceria. – Se eu não encontrar ninguém, eu darei o dobro de mesada para vocês três e ainda ficarei sem sexo por todo o mês.

Tirando Juliana que me pareceu ficar com um pouco de dó de mim, as outras perceberam que eu dificilmente perderia a aposta.

No dia da festa, apenas eu sai de casa para me fantasiar, já que percebemos que elas saberem ou não quem era quem, não faria diferença. Ficou combinado que ninguém poderia usar máscaras e que o limite seria às duas horas da madrugada. A cada uma que eu encontrasse, eu deveria tirar uma foto da que havia sido encontrada e enviar ao grupo.

Me fantasiei de Robin Hood, porém, ao invés do chapeuzinho, usei um capuz ao melhor estilo Arqueiro Verde, e conseguia passar despercebido sem usar qualquer máscara. A primeira coisa que fiz ao chegar foi ligar para elas e enviar minha localização pelo celular. Precisei esperar por uma hora até elas avisarem que haviam chegado, o que me fez alterar o horário limite para as três da matina. Tomei minha segunda latinha de cerveja e terminei meu lanche. Agora era só encontrar uma das minhas três putinhas.

Comecei a andar pela festa e logo percebi como seria difícil encontrar alguém no meio de toda aquela multidão. Com quase uma hora de buscas, comecei a ficar meio desesperado e cheguei até a pensar que elas tivessem me zoado e já terem ido embora, me deixando sozinho a procurá-las.

Com esse pensamento em minha cabeça, peguei o celular para ligar para alguma delas. Estando com a cabeça baixa, levantei para uma última olhada ao redor e eis que minha sorte mudou, pelo menos assim eu esperava. Sentada no bar, um moça esbelta, com uma cinturinha fina e uma bundinha bem redonda. Com um vestido curto branco e um chapeuzinho sobre a cabeça, suas coxas e braços cor de jambo me deixaram bem claro que Juliana se fantasiara de enfermeira. Me aproximei sorrateiramente e, quando ela virou-se de lado, confirmei se tratar da priminha. Até respirei aliviado diante dessa constatação.

Pronto para desmascará-la, dei alguns passos na sua direção mas acabei por parar. Por mais que eu quisesse colocar um fim à brincadeira, Juliana sempre me cedia seu rabinho a qualquer momento que eu pedisse. Sabendo como ela era bobinha, resolvi deixá-la como última opção, no caso de não encontrar nenhuma das outras duas.

Continuei minha busca em segredo até que me aproximei de uma das pistas de dança. Obviamente havia muitas pessoas dançando e notei uma rodinha de pessoas fantasiadas de super-heróis e decidi me aproximar e no centro da muvuca vi uma loirinha baixinha, de shortinho curto, meia-calça arrastão e uma blusinha branca. Seu grande rabo era tão sensacional que até eu parei para admirar. Qual não foi minha surpresa ao ver aquela menina rabuda virar-se e, sob a peruca loira, eu reconhecer a Biazinha.

Fugi rapidamente para não ser flagrado, pois havia ainda uma putinha a ser encontrada, mas eu já estava bem inclinado a ter Beatriz como minha primeira descoberta, principalmente pelo fato de ter visto a mão boba de um super-homem mais abusado.

Avistei um banheiro e fui até ele. Diferente do feminino, não havia fila. Entrei e me aliviei no último mictório, já com pensamentos sacanas para com Bia, e foi quando ouvi algumas risadinhas vindo de fora. Eu não teria dado qualquer atenção caso não tivesse reconhecido a voz manhosa que conversava alegremente. Dei a volta no banheiro e avistei a diabinha Tatiana com um par de chifrinhos vermelhos sobre a cabeça e um vestido vermelho super justo a conversar com um cara vestido de drácula que parecia bem animado.

Ao redor haviam outras pessoas, mas os dois conversavam em separado em um flerte descarado. Me mantive escondido na pequena multidão até que o vampiro fajuto encostou o dedo imundo na coleirinha que ela usava ao redor do pescoço, onde estava preso o vestido, e onde começava o profundo decote. Sem sutiã e com alguns cordões a prender o vestido nas costas, tudo o que protegia seus grandes seios era o tecido do vestido e o rapaz, sem soltar o copo de cerveja da outra mão, começou a correr o dedo por sobre a pele bronzeada de Tatiana, deslizando-o por sobre o seio e entrando pelo vestido, fazendo a loira filha da puta sorrir com uma cara de putinha que é só dela.

Comecei a andar em sua direção e ela parecia nem me notar. O cara já estava com toda a mão por dentro do vestido e apalpava um dos peitões diretamente, pele com pele.

Estando eu a poucos metros de distancia do casalsinho, finalmente a loira me percebeu e empurrou a mão do rapaz para longe. O olhar de desespero em seu rosto me deixou muito, mas muito excitado. Tomei-a pelo braço e a fui arrastando até que ela parou. Quando me virei, o cara a segurava pelo outro braço. – Qualé, mano. A mina tá me dando mó bola aqui e cê chega assim, achando que manda. – Fiquei apenas a encará-lo. – Cê é o que dela, o pai? – Aproveitei que o cara estava trêbado e falei bem próximo ao seu ouvido. – Não. Eu sou o dono dessa puta peituda. E agora vou comer o cuzão dela até não aguentar mais. – E sai andando, novamente arrastando Tatiana comigo.

Paramos perto da entrada e apontei meu celular para ela. Com a voz embriagada, ela perguntou quantas eu já tinha encontrado, no que eu respondi, com um sorriso de orelha a orelha – Por enquanto só você. – Ela correu para pegar o celular e ficou apavorada quando viu a foto dela ser a primeira a aparecer.

Perguntei para Tatiana qual a fantasia das outras duas, mas ela não quis falar nada. Continuei a puxá-la pelo braço durante minha falsa busca pelas outras, já tendo uma ideia de onde encontrar. Parei no bar e repeti a pergunta oferecendo à minha companhia uma caipirinha junto com uma proposta irrecusável. – Se você não falar para ninguém que me contou, eu posso lhe dar uma parte da sua mesada às escondidas. – Ela virou, limpou a boca com as costas da mão e falou. – A puta da Biazinha está fantasiada de Arlequina e a piranha da Juju está de enfermeira. – Beijei-a e sussurrei ao seu ouvido. – Então eu achei a Juju.

Deixei a loira a bebericar sua caipirinha e fui buscar a mulatinha. – Agora só falta uma. – Tirei a foto das duas a se beijar.

Com as duas a me esperar no bar, dei mais uma volta e encontrei Bia, ainda rebolando no mesmo lugar, ainda cercada de um bando de marmanjos, mas agora acompanhada por outras putinhas tão gostosas quanto ela. Abri caminho pela rodinha e parei bem perto da minha primeira concubina que continuava a dançar completamente alheia à minha presença. No entanto, diferente de Tati, ao me reconhecer, ela sorriu, virou-se de costas para mim e veio requebrando os quadris até encostar-se em mim, com sua bundona a agarrar minha jeba. Beijei-a e saímos dali.

Caminhávamos abraçados, como um casal de namorados, quando Beatriz viu as outras duas sentadas no bar. – Então eu sou a última? – Ela perguntou toda feliz e eu apenas acenei em concordância.

– Eu sou a melhor! Eu sou a melhor! – Foi o que ela dizia ao ser avistada pelas duas. – Vocês duas tão fudidas, eu ganhei! – Tomou a caipirinha da mão da amiga. – Quem de vocês foi a primeira. – A loirinha levantou a mão e ganhou um beijaço de Bia. – Não se preocupe, Tati. A Juju e eu vamos estar com você pra te ajudar.

Atravessamos o salão comigo abraçado às três beldades, o que fez com que todos os olhares se voltassem para nós, ainda mais com o rabinho de diabinha enrolado em meu punho enquanto com a mão eu apertava a bunda que em instantes seria minha.

Seguimos pelo estacionamento e adentramos por algumas árvores que embelezavam o local. Podíamos ver alguns vultos e ouvir alguns gemidos mas nada mais que isso, o que queria dizer que estávamos no lugar certo. Tatiana tirou a calcinha, levantou a sainha apertada e apoiou-se em uma árvore. – Vai logo, pega o ky e me fode o cu de uma vez. – Você não trouxe? – Perguntei. – Não. Não era para você trazer? – ela respondeu. – Bia e Juju disseram em seguida que também não tinham trazido nada. – Sem chances! – Tati abaixou o vestido vermelho. – Sem um lubrificante não vai. – Quem disse que não? Aposta é aposta. – Segurei em seu braço. Não tenho culpa de você ser idiota. Agora vira o rabo que eu tô a mil.

Antes de começarmos uma briga, a morena se intrometeu. – Vamos lá, Tati. A Juju e eu vamos deixar a rola dele bem molhada. – Sem qualquer pudor, a indiazinha ajoelhou-se e começou a chupar minha piroca que já estava para fora da calça. Ao ver a cena, Tatiana levantou o dedo para falar algo, porém, diante da cambaleada que ela deu, Bia teve mais uma ideia e nos pediu para esperar, afastando-se na correria.

Puxei a loirinha até mim e comecei a beijá-la, afastando os lados de seu vestido e deixando seus peitões livres e apertados no decote. Quando abaixei minha cabeça para beijar os deliciosos mamilos, percebi que ela começava a gemer. Pensei que fosse minha habilidade natural de satisfazer as mulheres, mas notei que Juliana, ao mesmo mesmo tempo que se banqueteava em minha piroca, dedilhava a xoxotinha de sua amiga. Subi beijando pelo pescoço de Tati e cochichei em seu ouvido. – Você pode até reclamar de me dar esse seu cuzinho gostoso, mas eu tô ligado que você adora essas putarias que a gente faz. – Sem pensar direito, ela me agarrou pelos cabelos e lascou um beijaço em mim. – Eu gosto mesmo, seu puto. Mas gosto mais ainda do seu dinheiro. – Mesmo eu já sabendo disso, ouvir assim, na cara, deu uma certa raiva da piranha, mas pelo menos ela estava sendo honesta.

Mal terminou de falar, ajoelhou-se e empurrou Juliana para o lado. – Sai pra lá, cadela, que essa rola é minha hoje. – Sua boquinha engolia minha pirocona magnificamente. Acho que por estar bêbada, ela se soltou mais ainda do que de costume, e olhe que ela é a mais putinha das três.

Juliana passou a beijar a loirinha e logo estavam as duas a se esbaldar em minha rola. E foi nesse momento que Bia apareceu com um copo em cada mão e me entregando os dois. Em seguida levantou Tatiana e eu levantei Juliana. Quando eu fui tomar um gole de um dos copos, Bia me repreendeu. – São para a Tati. – Para mim? – ela perguntou – Sim. – E a fez beber um copo quase inteiro. – Caralho, que porra é essa? Desceu queimando essa desgraça. – Antes de responder, Beatriz a fez matar o copo. – Vodka com Redbull. – Jogou o copo para o lado e a fez virar o segundo copo. – Pra que isso, sua filha da puta? – Tatiana perguntou quando terminou de beber o segundo.

Com um sorriso no rosto e girando a maria chiquinha da peruca entre os dedos, disse. – Não dizem que cu de bêbada não tem dono? Assim fica mais fácil.

Já que a loirinha estava bem alta de bebida, aqueles dois copos fizeram efeito rapidinho e, quase caindo, ela apoiou-se em uma árvore, segurando em alguns galhos mais baixos.

Completamente bêbada, começou a gritar em alto e bom som para que todos ouvissem no meio do matagal. – Vocês que estão ai trepando. Seus viados – Fazia um silêncio e continuava. – Eu sim que sou mulher de verdade. – Outra pausa, porém agora falou um tanto mais baixo. – Vêm cá, oh, indiazinha. Chupa minha buceta e meu cuzinho pro filho da puta aí me enrabar. – Agarrou Juliana pelos cabelos e a fez ajoelhar-se atrás dela. Ao ver a cena, Bia e eu começamos a rir e a nos beijar para depois ela falar ao meu ouvido. – Deixa eu dar mais uma lubrificada no seu pau ou a coitada da Tati vai ficar muito mais puta amanhã. – De pé mesmo, ela dobrou o corpo para baixo e começou a chupar meu pau, babando o máximo possível. Só parou quando Tatiana recomeçou seus berros. – Anda logo, seu puto. Vêm meter no meu cuzinho, vem. – Dando um passo para trás, ela quase derrubou Juliana no chão, mas também arrebitou bem a traseira.

A mulatinha adiantou-se e, de pé novamente, puxou o vestido pelo rabinho vermelho e abriu as nádegas fartas de Tatiana, expondo seu cuzinho e dando uma última cusparada certeira. O sorriso e a mordidinha em seu lábio inferior me deixaram loucos. Fui indo para frente e Bia direcionou meu cacete para o anelzinho que não conseguiu resistir muito e foi sendo penetrado. Claro que Tatiana não me recebeu por trás assim tão mansamente. Seus xingamentos continuavam a inundar a floresta. – Tu tá rasgando meu cu, seu desgraçado. Ai meu rabo. – Nem por isso eu parava, segui empurrando, lenta e continuamente, até o talo. – Puta que o pariu. Vai se fuder, Pedro. Por que sua jeba tem que ser tão grande. Caralho. – Comecei a puxar meu pau para trás mas ela gritou. – Para, para um pouco, caralho. Espera meu cu se acostumar, seu merda. Seu puto. – Esperei um pouco e recomecei a me mover. Mais uma vez ela me pediu para esperar, ou ia fazê-lo, pois foi calada pelos lábios carnudos de Juliana e pelos dedinhos hábeis de Beatriz.

No começou eu fui devagar, curtindo bem o momento, apertando a cinturinha de Tati com uma mão e a bunda de Bia com a outra, que também me beijava. Quando Juliana parou de beijá-la, ela veio ao meu outro lado e também começou a me beijar e a dedilhar a bucetinha da loira, que recomeçou a xingar, mas agora seus xingamentos estavam mais desconexos e vários gemidos a acompanhavam. – Suas putinhas. Aiiinnn. Meu cuzinho. – Meu quadril já acelerava e eu cravava cada vez com mais força. – Fode meu rabo, seu filho da puta. Arregaça meu cu.

Quando eu achava que não tinha como ficar melhor, eu tenho uma inesperada surpresa. – O que foi? – Tatiana gritou olhando para o lado. Acompanhei seu olhar e vi um casal de passagem, mal iluminado pelo pouco de luz que chegava do poste mais próximo. – Quer vir me comer também? – Diminui minhas estocadas. – Você pode vir se sua rola tiver mais que 20 centímetros, porque meu garanhão aqui atrás já afrouxou muito meu cu com a piroca gigante dele. – O casal acelerou o passo. – O que foi, tem uma minhoquinha no lugar do pau? – E ainda debochou. – Vem cá, deixa eu ver a minhoquinha.

Nós três que estávamos atrás dela ríamos abertamente, mas o mais importante foi que minha auto-estima. Tatiana puxou Bia pelo braço e começou a beijá-la. Dei um tapa na bunda de Juliana e mandei ela acompanhar a prima, sendo recebida com um beijo da loira. As duas foram se arrumando mais e mais na frente de Tatiana, com Juju ficando prensada entre ela e a árvore. Beatriz beijava as duas, sorria para mim, e puxava o rabinho vermelho, levantando mais ainda o vestido justo que se acumulava ao redor da cinturinha da amiguinha.

Ao ver as três se divertindo daquela forma, e lembrar como Tatiana tinha me elogiado, enaltecido meu caralho e feito todo aquele escarcéu a pouco, minha vaidade foi nas alturas. Agarrei-a pelos braços, logo acima dos cotovelos, e a puxei para trás, arqueando seu corpo. – Ai, seu filho da puta! – Seu grito foi calado pela boca gulosa de Juliana.

Nessa nova posição, não tinha mais volta. Engatei a quinta marcha e comecei a massacrar o cuzinho da loirinha. – Vagabunda! – Esse foi apenas meu primeiro xingamento – É disso que cê tá precisando, puta. Uma rola grossa no cu. – Mesmo com a boca livre, a vagabunda não conseguia responder aos meus xingamentos, apenas gemia. Fiquei tão alucinado com a foda que nõa mais consegui me segurar e enchi seu cuzão de porra, bem no fundo do seu intestino.

Ao soltá-la, a coitadinha quase caiu no chão, sendo amparada pelas minhas outras concubinas. Até eu quase tombei.

Tatiana apenas ria alto, bem alto, e falava o que lhe vinha a cabeça. – Meu cu tá cheio de porra. – E caia na gargalhada. – Ele arrombou meu rabo e gozou lá dentro, esse filho da puta. – Ela abriu as pernas e minha porra começou a escorrer pelas suas pernas. – Tá vendo? Tá vendo?

Por mais que fosse engraçado, era melhor resolver aquela situação antes de virar um problema. Abracei-a e fui levantando sua calcinha. Bia tomou o chapeuzinho de Juliana e o colocou na bunda da loira, praticamente enfiando em seu rabo para que a porra parasse de escorrer. Enquanto minha mulatinha arrumava seu decote, cobrindo os grandes seios de Tati, eu a peguei no colo e as duas terminaram de arrumar o vestido vermelho.

Saímos do meio do mato comigo a carregar Tatiana, que continuava a falar, mas agora as frases não tinham qualquer sentido, enquanto as outras duas me acompanhavam, uma de cada lado, agarradas ao meus braços. Eu me senti mais fodão ainda ao ver a cara de inveja do pessoal. Com a boca bem próxima ao meu ouvido, ela sussurrou apenas para eu ouvir – Eu te amo, seu puto. – Pouco depois disso, antes de entrarmos no táxi, a loira vomitou tudo o que podia, assim, ao chegarmos em casa, demos um banho rápido nela e a jogamos na cama. Beatriz deitou com ela e acabou adormecendo junto.

Ao saírmos do quarto, dei um beijo de boa noite em minha moreninha e fui tomar um banho relaxante e demorado. Voltei ao quarto nu, secando meu cabelo, e me assustei ao ver Juliana sentada na beirada da cama. Seu sorriso tímido sempre me fascina. – Tá sem sono, Ju? – Ela fez que sim com a cabeça. Deitei na cama. – Quer dormir comigo hoje? – Ela engoliu seco, mantendo o sorriso, por isso fui me arrastando pela cama até abraça-la e inspirar seu perfume que já estava fraco junto a um fraco aroma de destilado. – Juju, eu já falei muitas vezes. – Beijei-a. – Você tem que falar o que quer. Pode falar. Fale o que se passa nessa cabecinha linda. – Fiz um cafuné em seu cabelo.

Outra engolida seca, mas agora ela abriu a boca. – Eu queria que você fizesse comigo o que fez com a Tati. – Sorrindo, não perdi a oportunidade de tirar um pouquinho de sarro dela. – Queria ou quer? – Ela levou a sério a piada e respondeu com uma carinha ansiosa que me deixou com mais tesão. – Quero. Eu quero. – Fui até o criado mudo, peguei um tubo de KY e joguei para ela antes de me estirar na cama, com a cabeça no travesseiro. – Então vem cá. Suba em mim. – Obediente, Juju começou a tirar a roupa. – Não, não, não. Tire só a calcinha e solte os botões do vestido. O resto fica.

Ao pegar o tubinho de lubrificante, fiz sinal com a mão para ela girar e, com a bundinha redondinha virada para mim, ela passou uma quantidade generosa de gel no cuzinho, enfiando o dedo várias vezes, depositando o líquido bem fundo, depois virou-se para mim, com um sorriso bem sapeca, e passou o ky no meu pau, deslizando de cima para baixo, me dando um enorme prazer. Estava tão bom que tive que segurar sua mão. – Sobe em mim senão vou gozar nessas suas mãozinhas de fada. – Mais que depressa, ela espremeu o tubo sobre meu cacete e subiu em mim, como se subisse sobre um cavalo. Apontou a cabeçorra para seu cuzinho e foi descendo, se empalando no meu mastro. Fico sempre admirado com a facilidade com que ela me recebe em seu rabinho, mesmo sendo o menor das três, mas também o mais redondinho e firme, no entanto ela nem precisa parar para se acostumar com minha jeba, ela simplesmente desce.

Paradinha sobre mim, Juliana manteve seus olhinhos amendoados fechados e uma carinha de satisfação incomparável.

Abri o vestido e acariciei seus pequenos mas firmes seios, dando especial atenção aos mamilos túrgidos e escuros. Suas mãozinhas se agarraram em meus braços, cravando as pontas dos dedos em minha carne. Se ela tivesse as unhas compridas teria doído. Como não era esse o caso, levei a mão esquerda para baixo, até sua bucetinha, e senti seu cuzinho morder forte minha rola que lá estava. Julgando pelo seu gemido, ela extravazou o gozo que acumulou durante a noite de putaria. Todo seu corpinho esguio contorceu-se sobre mim, querendo deitar sobre meu corpo, mas eu a segurei e a masturbei até ela não mais aguentar. Deixei ela cair sobre mim assim que tirei a mão de sua xota. Sua respiração rápida foi me excitando, a cara puxada e soltada de ar. – Agora pula, Juju. Pula no meu cacete. – Ela tornou a ficar ereta, com as mãos sobre minha barriga e passou a mover o quadril, gemendo timidamente durante toda a foda.

Seu rabo subia e descia até meu cacetão quase sair de dentro dela. Com um controle incrível, ela sabia até onde podia chegar e, ao sentir a cabeça do meu pau quase a sair, parava e ficava forçando seus músculos do cuzinho, abraçando a cabeçorra, mordendo os lábios e gemendo baixinho. Depois parava e recomeçava a cavalgar, sentando por completo em meu colo, fazendo com que todo meu pau ficasse cravado em seu rabo.

Após um tempo, coloquei as mãos atrás da cabeça e fiquei admirando a concentração e a dedicação de Juliana, sentindo o momento do meu gozo se aproximar. Nessa hora, ela tornou a parar apenas com a cabeça do meu pau dentro de si e recomeçou a mastigá-la com seu cuzinho experiente nessa deliciosa arte de dar prazer. Percebi que não tinha mais como segurar. – Assim, continua assim. Continua apertando seu cuzinho no meu pau. – Ela abriu os olhos e pela primeira vez eu a vi me encarar com um ar de dominadora. Suas mãos prenderam meus braços atrás da minha cabeça e seu cuzinho seguia apertando meu pau. – Caralho! – Gritei. – Isso é muito bom. Vai, puta que o pariu, me faz gozar. – Franzindo a testa, ela aumentou o ritmo das apertadas e, quando meu corpo começou a subir, ela me acompanhou para cima, sem deixar que a cabeça escapasse daquele ponto da perfeição.

Foi tão intenso que tive que girar o corpo para derrubá-la sobre a cama pois eu precisava parar com aquela sensação avassaladora.

Na mesma hora ela retornou a subir sobre mim e passou a me cobrir de beijos em meu corpo sensível. Tive que agarrá-la firme. – Caralho, Juju. Foi sensacional. Mas agora para. Deu. – Ela beijou meu rosto e, pela primeira vez, falou – Eu te amo. – Com seus olhões a me encarar. Retribui os beijos e a frase. – Eu também te amo. – Dormimos em seguida.

Quando eu acordei, a moreninha ainda estava em um sono pesado. Deixei-a dormindo e fui até a cozinha. Ao me aproximar, ouvi uma música baixinha, Stayin' Alive do Bee Gees, e aproximei com todo o cuidado. De costas para a porta, ainda com o shortinho jeans surrado, a blusinha branca e a meia arrastão, vi Beatriz rebolando e preparando algo para seu desjejum. – Não dançou o suficiente ontem, é isso? – Ela olhou para trás e me mostrou a língua. – Eu nunca me canso, bobão. – Segurei em sua cinturinha, bem de leve, e a encoxei. Bia passou a rebolar com mais empolgação. – Acha que ainda tá na festa pra rebolar desse jeito? – Ficando na pontinha dos pés, mas parando de rebolar, ela olhou por sobre o ombro e me perguntou com seu sorriso de ninfetinha. – Ficou com ciuminho do meu rebolado? – Fiz uma cara de mais ou menos. – Bobinho. Não precisa ficar assim não. Os outros só podem me comer com os olhos. Só você tem a sorte de me comer de verdade.

Abracei-a e levei minhas mãos por dentro da blusinha. – Tá animadinho a essa hora da manhã? – Sempre estou, Bia, cê sabe. – E como foi a noite com a Juju? – Muito boa. – E o que você fez com a coitadinha? – Eu? Eu não fiz nada. Foi ela quem fez tudo. Eu só fiquei deitado, curtindo. – Ela chupou bem? – Enfiei a mão por dentro de seu shortinho, dando um leve toque em seu clitóris e falei bem pertinho de seu ouvido, com uma leve mordida no lóbulo. – Não foi a boquinha que ela usou não. – Foi o que então? – Ela me cavalgou com aquele cuzinho apertadinho que ela tem. – Ajeitei meu cacete, que já estava bem duro, dentro da samba canção e o encaixei no meio do rabo da Biazinha. – Dois cuzinhos em poucas horas. Que guloso você. – Com uma reboladinha terminou de endurecer e ajeitar meu pau entre as bochechas de seu bumbum, depois disse. – Uhm, e pelo que eu estou sentindo aí atrás parece que você tem gás pra mais um, não?

De cima da mesa ela puxou o pote de margarina. – Lembra disso? – Soltei o botão e o zíper de seu shortinho. – E como lembro. – Abaixei minha cueca e, estando agachado, fui beijando o belíssimo rabo de Biazinha enquanto abaixava o shortinho e descobri que sua meia-calça na verdade era uma espécie de calça, aberta apenas onde era necessário para facilitar a vida dela, e aogra a minha também. Com o short na metade das coxas ela segurou. – Assim tá bom. – Debruçando-se mais ainda sobre a mesa, Bia empinou toda bela bunda e, enquanto eu passava a margarina no pau, ela cruzou as pernas, agarrou o rabo com as mãos e abriu bem, deixando seu cuzinho rosado exposto. Enfiei um dedinho besuntado bem fundo e ouvi apenas um gemidinho baixinho de minha putinha. Ao tirar o dedo ela nem se mexeu. Me atrevi um pouco mais na segunda vez e coloquei dois dedos, o que a fez virar para trás e enrugar a testa e soltar um gemido um pouco mais alto. Apenas sorri para ela que me respondeu com um – Taradão! – Dei uma mordida naquela bundona e me levantei. – Cê ainda não viu nada.

Encostei a glande no buraquinho, sem forçar nem nada, e foi o suficiente para ela apertar os olhinhos, virar para frente, apertar ainda mais seu farto rabo e mantê-lo ainda mais aberto. Comecei a forçar, empurrando aos pouquinhos, ouvindo uns gemidinhos bem baixinhos, até a cabeça entrar. – Ahhhhh. – Por estar desacostumada, a coitadinha soltou a bunda com uma das mãos e agarrou na beirada da mesa. Empurrei mais um pouco. – Aaaaahhhhhhhh. – Foi um pouco mais alto e somente parou quando eu parei de empurrar. Fiz uma leve massagem em sua bunda e perguntei se ela queria que eu parasse. A resposta dela foi a melhor. – Se essas outras duas piranhas te aguentam no cu, eu também aguento. Nunca arreguei pra você, não vou começar hoje. – Já que era assim, comecei a empurrar lenta e continuamente, ouvindo os dentes da moreninha rangerem. – Aguenta aí, Bia. Tô quase todo dentro. – Com o rostinho ainda maquiado, mesmo que já um tanto borrado, pude ver uma lágrimazinha escorrendo de seu olho. – Não vai chorar agora, né, Biazinha? – Sua cara de brava me deu um tesão. – Vai a merda. – Olha lá como você fala, vagabunda. – E empurrei de uma só vez o resto do meu monstro no cuzinho dela. – Puta que o pariu. Caralho. Maldito. Ai meu cu, seu desgraçado.

Me debrucei sobre seu corpo e sussurrei ao seu ouvido. – Já passou, Biazinha, o pior já passou. – Ela abriu um sorriso, ainda com o sofrimento implícito, mas mesmo assim me respondeu. – Sei. – Ela deu uma pequena reboladinha, como se estivesse a se ajeitar melhor. – O pior vai ser agora.

Sem sair de cima dela, comecei a mover meu quadril. A vagabunda soltou uns gemidinhos baixos antes de falar. – Meu bumbum tava com saudade da sua pirocona, Pedrinho. – Dei uma meia-dúzia de cravadas bem fortes fazendo-a gritar. – A pirocona também tava com saudades desse seu bumbunzão. – Fiz mais alguns vai-e-vem até que ela pediu para eu parar.

– Por que eu pararia? – Virando para trás ela respondeu com sua carinha de ninfeta puta. – É que eu tô com uma ideinha muito safada.

Me desesgatei dela, que terminou de tirar o shortinho, pegou o pote de margarina e foi caminhando, me chamando com seu dedinho, porém era seu rebolado que mais me atraia. Chegamos ao barzinho que tenho dentro de casa e ela sentou-se no banco de bar próximo ao balcão. Aquelas banquetas altas com o assento redondo. Ao ajeitar-se ela deixou toda a bunda para fora do assento, apoiando todo o corpo apenas em suas coxas, inclinando-se para frente e a coluna para trás arrebitando, assim, seu bundão. Mesmo sabendo não ser uma posição muito natural, ela ficara linda e deliciosa.

– Parece que alguém anda assistindo a muitos filmes pornôs. – Levantei sua blusinha deixando-a enrolada acima de seus peitinhos. – E não valeu a pena? – Fiquei a beijar suas costas à medida que tornava a besuntar minha jeba de manteiga. – Valeu. Valeu tanto que fiquei curioso para ver quais outras ideias você tirou desses filmes. – Na posição em que ela se encontrava seu rabo ficava bem aberto e não precisava de qualquer ajuda para ver seu cuzinho amanteigado pronto para continuarmos esse café da manhã diferenciado. Sem qualquer dificuldade, meu pau aprofundou-se de uma vez até minhas bolas esmagarem-se conta a bucetinha melada de Bia. Porém isso não quer dizer que a coitada não sofreu a cada centímetro do meu gigante truculento ao retornar ao seu cuzinho previamente alargado. Seu guincho agudo foi imensamente estimulante. Tive até que segurar suas costas para ela não perder a pose de puta com a bunda arrebitada.

Não tinha como negar que essa nova posição era extremamente prazerosa para minha cadelinha, mas também era dolorosa. – Pera, pera um pouquinho. – Ela me pediu com a vozinha chorosa. Abracei-a, mantendo meu cacetão por inteiro em sua deliciosa bunda, e fiquei brincando com os bicos de seus peitos. A cada apertão, era um gemido que ela soltava, um espasmo em seu corpo e seu cuzinho comprimia-se um pouquinho.

Esperei pacientemente sua respiração amenizar e ensaiei os primeiros movimentos. Mal comecei a remover meu tronco de seu rabo, e Beatriz recomeçou a tremer, arranhar a madeira do balcão e a chiar. Achei que ela iria passar mal por isso parei, mas ela olhou para trás com um sorriso lindo que só ela tem e falou algo que eu consegui ouvir. – Não entendi, Bia. – Ela deu algumas respiradas profundas e falou novamente, ainda baixinho, mas agora fui capaz de entender. – Isso é muito bom! – Recomecei a penetrá-la e, ao ver seus olhinhos se revirar de prazer, liguei o foda-se. Comecei a socar em seu rabo em um ritmo forte e rápido, cravando todo meu cacete em seu cuzinho. – Toma no cu, Biazinha. Aguenta minha Jeba. – A cada cravada que eu dava, mais ensandecido eu ficava. – Cuzuda do caralho. – Nem ao menos eu a abraçava mais, minhas mãos agarravam-na pela cinturinha fina, forçando seu corpo para baixo, fazendo com que ela ficasse mais empinada ainda.

Eu até tentei fingir que não estava com ciúmes dela por ter rebolado para aquele monte de marmanjo, mas um sentimento de posse ardia em mim e, dominando daquela forma animalesca, acabei por me soltar. – Ficou rebolando esse cuzão pros caras da festa te admirarem, não é Biazinha? – Não conseguia nem desacelerar. – Então agora leva ferro na bunda, piranha. Leva ferro nesse cuzão arrombado, sua cuzuda do caralho.

De repente, parei. Um par de braços contornava meu corpo. Ao sentir a maciez dos grandes peitos em minhas costas, sabia que Tatiana agora nos acompanhava.

– Olha isso. Tô gostando de ver, Bia.

Primeiro ela me beijou depois beijou Beatriz.

Com a rola cravada no fundo daquele cu perfeitinho, deixei meu corpo se desacelerar, principalmente a respiração que estava extremamente descompassada.

Ao ver minha ex-cunhadinha tornar a abaixar a cabeça, escondendo-a entre os braços cruzados sobre o balcão, me dei conta de que aquela era minha terceira foda em poucas horas. O calafrio que eu senti ao me perceber suado ao ponto de pingar nas costas de Beatriz, mais a leve ressaca que eu tinha por conta da bebida, queriam dizer que o martírio dela poderia durar muito mais que o das outras e, mesmo com todos os sinais que ela expressava de estar gostando daquilo tudo, o rosto e os punhos completamente borrados de verde e rosa e preto, somados aos suor em suas costas e a respiração ofegante, não me deixavam dúvidas de que ela já estava no limite.

Eu havia me colocado em um ritmo muito intenso e se Tatiana não tivesse aparecido para me desacelerar, eu provavelmente acabaria por me esgotar antes de conseguir gozar.

A loira acariciava a cabeça da morena e me encarava com um olhar de apreciação. Ela sempre teve um ar mais sádico, talvez mais até do que eu. Puxei-a até mim. – Tá gostando do que vê, putinha? – Seu sorriso de safada me deixou doido. Beijei-a. – Então veja mais de perto. – Abaixei a cabeça dela para ficar perto da bunda castigada da amiga e recomecei a fuder. Tati apenas sorria ao me ver enrabando sua amiga, mesmo comigo a apertar-lhe o pescoço, e vez ou outra cuspia e deixava a saliva escorrer em meu cacete que entrava e saia do cuzinho como um pistão.

Aquela cena funcionou muito bem e meu tesão subiu de uma vez. Dei uma última acelerada e enchi minha primeira amante com minha gala quente, mas não tirei minha piroca de imediato. Continuei com ela cravada bem funda, e me mantive segurando a lorinha também.

Finalmente me desengatei dela e me sentei na banqueta ao lado para recuperar meu fôlego.

Beatriz levantou a cabeça, também ofegante, e me sorriu, estendendo sua mão até mim.

Tatiana já preparava seu café da manhã enquanto eu levei Beatriz para tomar um banho. A água quente escorria por nossos corpos e nós ríamos e nos esfregávamos, tanto com a bucha e o sabão, quanto apenas com as mãos, como namoradinhos, que eu sei que ela gosta.

Preparei uma almoço para as três e terminamos a tarde assistindo a uma maratona de reprises do Eu, a patroa e as crianças.

Para não terminar assim, seco, enquanto Bia e Tati foram buscar uma pizza na portaria, já que os seguranças não deixaram o motoboy entrar, Juju me fez um delicioso boquete. Mamou meu cacete com seus lábios carnudos e sempre me olhando com seu jeitinho tímido porém matreiro. Quando avisei que iria gozar, ela parou de chupar e ficou me punhetando até eu sujar seu belíssimo rostinho de indiazinha. As outras duas chegaram nessa hora, ainda com tempo de me ver esporrar. As duas beijaram e lamberam toda a porra espalhada em Juliana.

Quatro gozadas em um dia foi meu recorde.

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