Virando a puta do meu sogro (Parte II)

Um conto erótico de Dani_Morena
Categoria: Heterossexual
Data: 05/05/2018 00:11:08
Nota 9.40

Virando a puta do meu sogro (Parte II)

Oi pessoal, como estão? Tudo bem? Sou a Dani, minha rotina está bem corrida, então não estou conseguindo escrever tanto como gostaria. Acreditem estou adorando contar a vocês todas essas situações que foram acontecendo comigo nos últimos meses. Hoje vou compartilhar o sexto conto aqui no site, continuação do que aconteceu depois da viagem a casa de praia dos meus sogros, onde traí meu namorado com o pai dele, seu Luís. Nos contos anteriores contei um pouco sobre minha relação com meu namorado Bruno, minhas fantasias virtuais pelo skype com o Lucas e como tudo isso me levou a um caso com meu sogro, sugiro que leiam antes desse também.

Como já virou de costume, vou rapidamente me descrever: sou morena de pele clara, cabelo comprido liso, 26 anos, moro no RJ, estou no último ano do curso de Educação Física e trabalho em uma academia como ajudante dos professores. Em relação ao meu corpo, tenho 1,65m, 54kg, como frequento a academia desde os 20 anos, tenho um corpo que considero em forma e atraente, não sou musculosa, mas tenho minhas curvas, seios grandes (coloquei silicone) e 90 de quadril.

Para aqueles que perguntaram nos comentários e no skype, minhas histórias são verídicas e cada vez que relembro e escrevo sobre elas me excito bastante rs. Enfim, vamos para o conto.

Tinha terminado de escrever para o Lucas tudo o que tinha acontecido na viagem. Cada lembrança, cada detalhe, tudo o que fui sentindo ao longo das provocações de seu Luís até o momento em que me entreguei a ele. Eu estava novamente excitada, meus pensamentos viajavam e me levavam novamente ao depósito, onde transamos pela primeira vez, e até a praia onde fizemos de novo. Aquela sensação era indescritível, eu julgava seu Luís por parecer insaciável, mas naquele dia, mesmo depois de ter transado com ele na praia, eu ainda estava sentindo o tesão pelo meu sogro, a excitação de ter traído meu namorado com o próprio pai dele e o desejo de ser tratada novamente igual uma puta.

Não me aguentei e fui tomar um bom banho com água gelada. Me toquei muito, imaginava seu Luís ali comigo, se esfregando em mim, me provocando, me tratando como sua putinha e me comendo com vontade. A água do chuveiro se misturava com o mel que escorria pelas minhas pernas e eu gozava intensamente. Aquele dia não recebi mais mensagens de seu Luís, ele não me respondia, e o Lucas também não entrou no skype, me restando apenas dormir frustrada, depois de conversar um pouco com o Bruno e ouvindo sobre como ele tinha gostado da viagem e que acordaria cedo para voltar a rotina do escritório em que ele trabalhava.

No dia seguinte, o último antes de eu voltar a trabalhar na academia, acordei com a calcinha molhada, era como se aquele desejo não passasse. Fui ver as mensagens do meu celular, algumas do Bruno me desejando bom dia, nenhuma de seu Luís, mas havia uma do skype, era o Lucas. Antes de ir falar com ele verifiquei como estava a situação em casa, meu pai tinha saído e minha mãe estava na cozinha. Entrei no skype e vi as suas respostas, para minha sorte ele estava online. Lucas parecia surpreso com tudo o que aconteceu, disse que eu finalmente tinha me transformado numa puta, e que estava com ciúmes do meu sogro. Bem, vamos concordar que foi ele quem me aconselhou a transar com meu sogro né. E foi um bom conselho rs.

Ficamos conversando por um tempo, eu sinceramente não sabia se o seu Luís chegou a descobrir se eu e o Lucas fantasiávamos pelo skype, mas eu contava para ele tudo o que meu sogro tinha feito comigo, e o Lucas parecia gostar de saber dos detalhes. Nos dois estávamos excitados, eu por relembrar os acontecimentos com meu sogro, e Lucas talvez por saber que eu tinha virado uma putinha de verdade como desejava. Ele queria fantasiar e eu também, mas com minha mãe em casa não seria possível. Disse a ele para combinarmos um horário mais a noite.

Passei o dia arrumando minhas coisas para o trabalho no dia seguinte, mas eu não estava concentrada, sentia um arrepio em meu corpo, estava ansiosa para fantasiar com o Lucas e poder liberar aquele tesão que estava acumulado dentro de mim. Não faltava muito para o horário combinado, foi quando eu recebo uma mensagem no celular. Era o seu Luís, a mensagem dele dizia que ele estava de carro próximo a rua onde eu morava e era para encontrá-lo. Aquele safado me deixou esperando quase um dia e justo quando ia fantasiar com o Lucas ele me chama. Estava indecisa. Eu adorava fantasiar com o Lucas, querendo ou não, foi com ele que tudo isso tinha começado, mas o meu tesão estava incontrolável, eu precisava sentir, tocar, cheirar hmmm. Não aguentei e escolhi ir ver meu sogro. Vesti um shortinho e uma regata branca, dei uma desculpa aos meus pais que iria rapidamente ver uma amiga e voltaria em breve.

Desci até o térreo e sai do prédio. Fui até a rua que ele dizia estar esperando. Eu andava ansiosa, sentia que a cada passo que dava meu tesão aumentava, minha calcinha já estava ficando úmida. Avistei o carro de seu Luís, ele estava parado perto de um esquina. Olhei ao redor para ver se tinha alguém conhecido e fui em sua direção. Entrei no carro e cumprimentei meu sogrinho.

- Oi seu Luís. Tudo bem com você?

- Eu to ótimo Dani. Ainda mais com a minha putinha aqui no meu carro. (ele dizia já colocando sua mão em minha coxa)

Só o simples toque de seus dedos em minha pele já me deixava arrepiada, eu precisava daquele homem. Tentei avançar em cima dele, mas ele me segurou pelo pescoço dizendo que tinha outro lugar mais isolado para nós e que até lá eu teria que me comportar.

De fato. Onde eu estava com a cabeça? Tentei subir no colo do meu sogro e ainda estávamos perto de casa. E se alguém conhecido nos visse? Meu tesão estava realmente me deixando fora de si, eu precisava me acalmar e me controlar.

Seu Luís ligou o carro e durante esse tempo eu fechei meus olhos e respirei fundo. Sentia meu coração já batendo mais devagar, em um ritmo mais tranquilo, mas ele voltou a acelerar quando senti novamente a mão do meu sogro em minha coxa. O contato me fez abrir os olhos, meu coração disparava novamente e aos poucos os dedos de seu Luís chegavam até entre minhas pernas. Eu sentia o toque dele por cima do tecido do shorts, pressionando minha calcinha para dentro da minha buceta. Hmmmm eu já não aguentava mais. Comecei a gemer, minha respiração estava ofegante, rebolava devagar nos dedos do meu sogro. Ele desceu meu shorts, deixando minha calcinha a mostra, seus dedos me tocavam com maestria me levando a loucura. O safado não dizia nada, apenas me judiava com seus dedos mágicos e eu gemia com o corpo se estremecendo no banco do carro.

Não reparei no caminho, mas quando dei por mim estávamos em uma viela escura. Parecia uma rua sem saída, pouca iluminada e não tinha uma pessoa andando por lá. Seu Luís desligou o carro e disse para eu ir para o banco de trás, claramente obedeci.

Eu estava entregue, só de regata e com a calcinha molhada no banco de trás do meu sogro, só esperando ser comida deliciosamente pelo meu macho gostoso. Ele saiu do carro e entrou pela porta de trás. Ao sentar ao meu lado, ele me puxou pelos cabelos e me colocou no seu colo.

- Estava com saudade do seu sogrinho, Dani?

- Estava sim!!! (eu respondia rebolando por cima de sua bermuda)

Eu sentia o volume esfregando entre minhas pernas, forçando minha calcinha, enquanto suas mãos apertavam minha cintura. Ele levantou minha regata, eu estava sem sutiã, acho que ele ficou mais excitado com isso pois suas mãos já subiram direto apertando meus seios, puxando meus biquinhos e mamando neles bem gostoso. Tudo isso enquanto eu rebolava em seu colo perdida de vontade de sentir seu pau dentro de mim mais uma vez.

- Aaaaiii seu Luís que tesão!!! Chupa meus seios. Eu quero sentir esse pau gostoso dentro de mim.

Eu senti um tapa em meu rosto.

- Silêncio minha putinha!! Quer chamar atenção da vizinhança? Quem decide o que acontece com você sou eu. (Ele dizia colocando a mão na minha boca e mordendo forte meus biquinhos)

Eu tentei gritar de dor, mas meus gemidos eram tapados por sua mão. Ele segurou meus cabelos e foi aos poucos tirando a bermuda e a cueca deixando aquele pau duro aparecendo para mim. Seu Luís me deitou de lado no banco do carro, minha cabeça estava em seu colo com meu rosto próximo ao seu pau. Eu sentia o cheiro forte exalando daquele mastro de carne delicioso. Minha boca já estava aberta desejando sentir seu gosto, mas meu sogro estava me judiando demais, ele segurava meu cabelo me impedindo de chegar até meu premio.

- Fala pro seu sogro o que você é Dani. (ele dizia com um sorriso safado)

- Sou sua putinha seu Luís. (e eu respondia olhando em seus olhos de satisfação)

- E o que você quer agora?

- Quero sentir esse pau gostoso na minha boca!!!

Seu Luís soltou meus cabelos, eu me sentia uma cachorra sendo liberada da coleira pelo seu dono. Abocanhei aquele pau duro e mamei ele inteiro com vontade, precisava descarregar meu tesão. Novamente ele segurou meu cabelos, mas dessa vez era para ditar o ritmo das minhas chupadas. Eu não queria tirar a língua daquele pau, sentia ele pulsando dentro da minha boca hmmm que delícia.

Enquanto mamava ele ferozmente, seus dedos desciam até minha calcinha. Ele a colocou de lado e começou a me tocar. A essa altura eu já estava ensopada. Que sensação deliciosa, eu chupava o pau do meu sogro enquanto ele enfiava seus dedos dentro de mim. A intensidade de seu toque aumentava, meu corpo tremia, eu me contorcia em seus dedos até sentir um forte arrepio de que iria gozar. Eu queria gritar, mas seu Luís segurou meus cabelos e manteve minha boca mamando seu pau enquanto minha buceta jorrava meu mel encharcando seus dedos.

- Boa menina minha putinha. (ele me elogiava enquanto me segurava pelos cabelos com seu pau em minha boca)

Seu Luís me segurou firme, seu pau estava inteiro em minha boca, todo babado de saliva, sentia ele pulsando mais e mais e em alguns segundos ele me entregava sua porra quente pra eu tomar tudinho. Que delícia hmmmm aquele leite todo se espalhando dentro da minha boca. Que tesão. Eu estava pronta para sentar naquele pau gostoso.

Para minha surpresa, seu Luís me tirou de cima dele, saiu do carro e entrou pelo banco do motorista. Ele ligou o carro, olhou para mim no banco de trás e disse:

- Hoje ficaremos só nisso, mas se você for uma boa putinha amanhã terá uma boa surpresa.

Não estava entendo, eu precisava sentir aquele pau dentro de mim e ele estava me negando, me provocando, me deixando só com mais vontade.

- Seu Luís, amanha eu trabalho. Vamos transar hoje mesmo. (eu dizia com cara de pidona)

Ele puxou pelos cabelos e disse no meu ouvido.

- Eu disse amanha minha putinha. Se veste ai atrás que vou te deixar perto da sua casa.

Fiz o que ele disse. Enquanto voltávamos eu me troquei e tentei me recompor. Limpei minha boca e dei uma arrumada no cabelo. Ele parou na mesma esquina em que tínhamos nos encontrado. Antes de eu sair do carro ele me deu um aviso.

- Amanha quero você dando aula na academia sem calcinha e quero você pensando em mim o dia todo. Vou te esperar perto do seu trabalho. Entendeu, Dani?

- Entendi seu Luís. (eu respondia por impulso, apesar de um pouco frustrada por não ter dado)

- Boa menina.

Eu sai do carro e fui em direção ao meu prédio. Ao chegar no apartamento, eu entrei rápido para que meus pais não me vissem e já fui ao banheiro para me limpar. Novamente me toquei pensando no seu Luís, naquele pau em minha boca, no seu leite se misturando com a saliva da minha língua, em seus dedos me tocando, aaaaiii eu precisava sentar naquele pau. Gozei novamente no banho.

Antes de ir dormir eu conversei um pouco com o Bruno que me contou sobre o dia dele no trabalho e mandei uma mensagem no skype para o Lucas me desculpando por não ter entrado.

No dia seguinte, eu arrumei minhas coisas para a academia. Separei minha roupa de dar aula na mochila, pensei em levar uma calcinha, mas segui as ordens como seu Luís tinha dito, e fui.

Ao chegar na academia, alguns professores me cumprimentaram, perguntaram como foram as féria, enfim, aquele papo de sempre quando você volta ao trabalho do recesso. Fui até o vestiário me trocar. Coloquei um top preto justo que realçava meu decote e uma calça legging preta com detalhes coloridos. Como eu estava sem calcinha, a calça deixava marcada os lábios da minha buceta. Eu até pensei em voltar atrás, mas já não tinha como, e nem dava pois não tinha levado a calcinha.

Sai do vestiário um pouco envergonhada, mas fui dar minhas aulas. Eu não sei o que estava acontecendo. Eu me sentia observada por todos os lados, não sei se era paranóia minha, mas eu sentia um ar de desejo a minha volta. Alguns alunos e professores pareciam me olhar com canto de olho. Eu só imaginava se eles tinham mesmo percebido que eu estava sem nada por baixo da calça legging.

Nesse momento uma lembrança veio rápida em minha mente. O outro pedido do seu Luís: Pensar nele o dia todo. E nessa hora, somando o fato de me sentir observado pelos homens da academia, meu corpo começou a esquentar. Meu tesão que ainda não tinha sido apagado voltava com força. Eu nunca tinha tido pensamentos sujos com ninguém na academia por respeito ao Bruno, mas dessa vez eu estava me imaginando com qualquer um que parecesse estar me olhando com um ar mais safado. Eu só queria sair dali e me encontrar com meu sogro, más o dia seria longo.

O dia foi passando e eu tentava aos poucos me controlar. Faltava quase uma meia hora para eu ir embora e encontrar seu Luís, até que um aluno mais novo, ele devia ter por volta de uns 20 anos, me pediu ajuda para fazer os exercícios de abdominal. Eu, ainda um pouco fora de si, respondi que ajudaria sem problemas.

O aluno deitou no colchonete e ficou na posição com os joelhos dobrados. Eu fiquei agachada segurando seus pés. Ele começou o movimento e aos poucos percebi que as vezes que ele subia, ele encarava meu decote. Aquilo novamente mexeu comigo. Eu não pude evitar, acabei olhando o volume que surgia dentro de seu shorts e era considerável. Senti minha buceta piscar e com isso, me inclinei um pouco mais para que ele pudesse olhar melhor o decote.

Eu realmente estava fora de si. Nunca tinha nem se quer olhado de alguma forma sedutora para alguém na academia, muito menos feito algo assim antes, e agora eu estava me deixando levar pela minha excitação e provocando um aluno. Senti seu joelho esbarrando entre minhas pernas, bem em contato com a umidade da minha buceta, eu tenho certeza que ele sentiu porque depois ficou esfregando o joelho bem nessa região. Hmmmm eu estava ficando perto de perder o controle. Comecei a fazer movimento leves de vai e vem e sentindo seu joelho entre minhas pernas. Tudo isso enquanto eu conversava com ele, "dando dicas" de como fazer o exercício de maneira correta.

Foi então que eu por iniciativa resolvi ousar um pouco mais. Me levantei e fiquei de pé com a cabeça dele entre minhas pernas deixando ele deitado com uma boa visão da minha bucetinha. Disse para ele fazer um exercício de levantar as pernas enquanto ele ficava segurando minhas pernas. Sempre que ele levantava as pernas eu me agachava um pouco para segurar seus pés e isso aproximava um pouco minha buceta do seu rosto. Eu apenas observava o volume em seu shorts. Eu estava faminta, cheia de desejo e provocar aquele garoto estava me deixando com mais tesão ainda.

Essa brincadeira de provocação com os exercícios me fizeram perder a hora. De repente sinto o celular vibrando na minha braçadeira. Eu atendi, era o seu Luís dizendo que já estava por perto me esperando e queria que eu fosse com a roupa da academia. Para a tristeza do aluno eu tive que ir, me desculpei com ele por ter que sair de repente e, provavelmente levada pela safadeza que estava sentindo, eu disse que poderia ajudá-lo outro dia com o mesmo exercício. O que eu estava fazendo? Já tinha um caso com meu sogro e agora estava provocando um aluno mais novo na academia. Eu realmente estava fora de controle e tudo isso era culpa do seu Luís por me provocar tanto.

Sai da academia, algumas pessoas, principalmente os homens me olhavam com cara de safados, para piorar começava a chover. Fui em direção ao local que estava meu sogro. Entrei no carro e mal fechei a porta ele já acelerou nos levando de volta a viela do dia anterior.

- Está sem calcinha Dani? (ele perguntava colocando a mão por cima do tecido da minha calça)

- Hmmm estou sem seu Luís. Do jeito que você pediu.

- Deixa eu ver se está falando a verdade.

Ele introduzia os dedos por dentro da minha calça e os enfiava direto em minha buceta melada.

- Nossa Dani, parece que o dia hoje foi difícil para você heim. Já está toda ensopada. Boa menina.

- Aaaaiii seu Luís. Assim eu não vou aguentar. (eu me contorcia nos dedos do meu sogro e gemia durante nosso caminho)

Tínhamos chegado na viela. Novamente escura e sem ninguém por perto. Seu Luís mandou eu ir para o banco de trás mas ele tinha algo para mim.

- Aqui Dani. Quero que você use isto dessa vez.

Ele me entregou uma venda. No começo eu fiquei um pouco receosa. Hesitei, pensando se era mesmo necessário.

- Coloca minha putinha. (ele dizia em um tom mais sério)

Eu obedeci. Fiquei sentada no banco de trás com a venda sem poder ver mais nada. Ouvi ele saindo do carro. Havia um silêncio prolongado, ele demorou um tempo para entrar. O som da chuva se misturava com o da minha respiração ofegante. Eu estava tensa. Ouvi o barulho da porta se abrindo. Senti ele sentando ao meu lado e fechando a porta. Ouvi ele abrindo o zíper da calça. Ele me pegou pelos cabelos e foi me guiando até onde ele queria. Senti o cheiro forte de pau e instintivamente abri minha boca. Eu mamava, matava minha sede de rola, a vontade que eu tava desde manhã.

Seu Luís não respondia. Eu apenas mamava e ouvia seus gemidos baixos misturados com o som da chuva. Senti ele me pegando forte pelos cabelos e a intensidade em como ele metia em minha boca aumentava. Seu pau estava todo babado e pulsante em minha língua. Depois de um tempo os jatos de porra eram despejados e inundavam minha boquinha. Eu como boa putinha sempre engolia tudo hmmmm.

- Que delícia seu Luís.

Novamente ele não respondia. Ouvi o som da porta se abrindo e ele saindo do carro. A porta ficou aberta por um tempo e eu podia sentir alguns pingos de chuva. Senti ele sentando de novo no carro e dessa vez fechando a porta.

- Seu Luís? Por que abriu a porta do carro?

- Vem chupar seu sogro, minha putinha safada. (ele me puxava pelos cabelos e colocava seu pau em minha boca)

Como eu amava aquele pau. Ouvir aquilo me deixava ainda com mais tesão. Porém algo estava estranho. O pau de seu Luís parecia seco e estava bem duro para quem tinha acabado de gozar. Comecei a refletir enquanto o chupava, minha imaginação foi a mil. Seria possível que era outra pessoa além do meu sogro? E se fosse, quem seria? Ele teria mesmo feito isso comigo? Essas perguntas e preocupações foram se misturando com meu tesão e com o tempo eu já não queria saber de mais nada. Só uma coisa estava em minha mente agora: chupar aquele pau delicioso.

Eu mamava muito até o ponto que ele me ergueu e tirou meu top. Senti sua língua em meus seios, me chupando, suas mãos tentavam tirar minha calça. Eu o ajudei a tirar. Estava pelada no carro apenas com uma venda em meus olhos. Seu Luís me colocou sobre seu colo. Nos beijávamos intensamente. Seus lábios se esfregavam nos meus e sua língua molhada se entrelaçava com a minha.

- Deve ter deixado o pessoal da academia maluco hoje né minha putinha.

- Aaaii seu Luís. Sim o pessoal me olhou bastante mesmo.

- Hmmm e algum teve coragem de tirar uma lasquinha?

- Um aluno mais novo tentou sim, eu acabei provocando ele um pouco aaaaiiii. (eu dizia sentindo seus dentes nos meus biquinhos)

- Que delicia Dani. Mas lembre-se que você é minha puta, entendeu?

- Sim seu Luís!!! Sou só sua!! Sua putinha!!!

Eu rebolava em seu colo e sentia seu pau em minha barriga. Hmmmm eu precisava sentir ele de uma vez dentro de mim. Me ergui um pouco e tentei colocar minha bucetinha na cabeça do pau dele. Ele me segurou pelos cabelos.

- Quer rola Dani?

- Quero seu Luís!!! Quero sua rola!!!

- Pede direito minha puta!!!

- Dá sua rola pra mim seu Luís. Fode sua putinha!!! Eu não aguento mais esperar!!!

Senti um tapa forte em meu bumbum e suas mãos foram segurando minha cintura me fazendo sentar pouco a pouco naquele mastro delicioso. Hmmmmm q tesão.

- Aaaaaiii issssoooo seu Luís!!! Que delícia. Me fode assim vai. Me come com força.

E lá estava eu, vendada, sentada no colo do meu sogro dentro do seu carro e começando a subir e descer naquele pau. Eu gemia, gritava, beijava a boca molhada dele, esfregava meus seios em seu peito. Minha buceta estava ensopada de tão excitada que eu tava o dia todo.

- Vai cachorra!!! Cavalga no seu sogro!!! minha putinha!!! (ele tentava falar enquanto eu o beijava)

Eu rebolava com força naquele pau gostoso, minha buceta apertava ele todo. Suas mãos me apertavam e seus braços me abraçavam com vontade. Que delícia. Eu estava conseguindo o que queria, sentir prazer e gozar bastante.

- Aaaaaaaaiiii seu Luíssss!!! EU VOU GOZAAAARR!!! (eu gritava de tesão enquanto minha buceta explodia em um orgasmo delicioso)

Acabei deitando sobre meu sogro. Eu abraçava ele enquanto o safado ainda metia em mim.

- Vem ganhar seu leitinho minha puta.

Assim como da outra vez eu fiquei de lado, mamando com vontade aquele pau gostoso.

- Issooo Dani!!! Chupa o pau do seu dono, minha cadela safada!!!

- Dá seu leitinho para mim seu Luís, mata minha sede!!!

Seu Luís gozou muito, encheu minha boca toda de porra me fazendo engolir tudinho. Eu estava acabada. Me deitei com a cabeça no seu colo. Sentia o cheiro do pau dele perto do meu rosto. Ele disse que eu podia tirar a venda e terminar de limpar o pau dele. Tirei a venda e vi o pau de seu Luis todo babado com sua porra escorrendo até as bolas. Limpei ele todo com muito prazer.

Ele mandou eu me arrumar pois novamente iria me levar para casa. Com certa dificuldade, coloquei a roupa da academia, enquanto isso seu Luís também se vestia e ligava o carro para irmos. O carro estava quase saindo da viela quando eu noto pelo retrovisor a luz de outro carro ascendendo perto de onde estávamos. Meu coração disparou naquele momento. Minhas idéias sobre ter tido mais alguém com a gente eram mesmo possíveis. Eu olhei para meu sogro e ele olhou para mim colocando sua mão em minhas pernas.

- Gostou Dani?

Eu tentei esperar um pouco para responder, queria refletir um pouco sobre o que tinha acontecido, mas meu corpo, ao sentir o toque daquele safado entre minhas pernas, já não obedecia o meu lado da razão.

- Gostei bastante seu Luís. (eu dizia pressionando a mão dele ainda mais dentro da minha calça)

- Boa putinha.

Voltamos para a minha casa com ele esfregando seus dedos em minha buceta, eu estava viciada em ser provocada por ele. Apenas pensava nele e o desejava o dia todo.

Depois disso, sempre marcamos de nos encontrar depois do meu trabalho na academia, pelo menos uma vez por semana. Transávamos no carro na viela ou em um motel perto dessa região, algumas vezes ele me pedia para usar a venda, em outras não. Em todas as vezes ele me tratava igual uma puta safada e isso me deixava louca de tesão. Tudo isso sempre no sigilo, claro.

Sobre as minhas provocações com o aluno da academia e a respeito de eu achar ter alguém a mais nos nossos encontros, além do seu Luís, bem...isso eu posso contar no próximo conto rs.

Espero que tenham gostado. Para quem tiver interesse em contar suas histórias vou deixar meu skype, mas eu demoro para responder. Observação, quem não me tratar com respeito vou excluir e bloquear na hora.

daniela.maratt@gmail.com

Até a próxima.

Um beijo a todos,

Dani_Morena

Comentários

Comente!

  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
07/05/2018 09:01:05
Atos maravilhosos na imaginação mas podem se desdobrar em tragédia eu espero que não
05/05/2018 22:48:52
Muito bom! Em outros comentários, questionei sobre as facilidades de uma boa foda sem ninguém desconfiar de nada. E neste conto, acho que seu Luís tá dando bola fora de incluir outro numa foda proibida e secreta. Enfim, sei não...
05/05/2018 19:33:18
Conto maravilhoso..quero contatos com comprometidas...namorando...noivas e casadas....whats (Vinte dois )nove,, noventa e nove, treze, treze...aguardo
05/05/2018 16:13:30
Delícia de putinha
05/05/2018 10:47:39
Essa parte ainda teve o ingrediente de mais um possível indivíduo nessa patuscada que vc se meteu. Vejo que haverá novidades para os próximos capítulos. Isso é importantíssimo pra variar suas fodas com seu sogro
05/05/2018 10:16:46
Conto excelente ia ser prazer ser seu aluno na academia novinhodf765@gmail.com
05/05/2018 06:01:53
Adoro ser o primeiro, adorei e quero ler todos outros. Amo fotografar e filmar esses melhores momentos. fotografoliberal@yahoo.com.br

Listas em que este conto está presente

Sogro e Nora
Todos os contos de sogro e nora.