Meu primeiro ménage (Parte II)

Érica era uma visão maravilhosa! Estava com os cabelos soltos e levemente bagunçados, o rosto corado e um olhar lascivo, uma fina camada de suor fazia seu corpo brilhar enquanto caminhava em nossa direção. Seu corpo que, até então, eu só havia visto coberto, superava todas as fantasias imagináveis; sem o sutiã para contê-los, eu podia apreciar seus seios enormes e pesados com grandes auréolas escuras e bicos rígidos, um pouco caídos pela ação da gravidade e seu tamanho (o que marcava umas poucas estrias próximas às axilas).

Érica tinha um pouco de barriga, o que só acentuava as curvas sensuais de seu conjunto baixo-ventre e complementava o desenho daqueles quadris largos que se moviam de forma hipnótica enquanto caminhava. As coxas grossas e fortes se uniam em uma vulva grande coberta por uma camada de pelos aparados formando um triângulo escuro entre suas pernas.

Era uma obra-prima da natureza!

Fiquei tão atônito ao ver minha amiga daquele jeito que mal reparei quando Cássio se curvou sobre meu membro e começou a me chupar. Érica se aproximou de mim sorrindo e, sobre o corpo do companheiro, me beijou longamente, agora com mais voracidade.

— Ver vocês dois desse jeito tá me deixando louca, Mauro… — disse ao meu ouvido enquanto acariciava os cachos de Cássio que engolia meu membro — Essa noite eu vou dar pra caralho pra vocês dois…

— Já estava achando que deixaria a diversão toda só pra nós dois… — disse com um sorriso enquanto descia com os lábios pelo seu pescoço, beijando sua pele quente. Segurei os cabelos de Cássio e comecei a forçar sua cabeça para baixo, sentindo sua saliva escorrer pela base do meu pau até as bolas.

Alcancei um de seus peitos enormes e abocanhei o mamilo escuro. Suas tetas tinham uma textura incrível! Eram firmes e maciças, mas balançavam de forma suave com o movimento. Chupei o biquinho duro de seu peito e dei uma mordida de leve, cravando os dentes naquela carne macia e fazendo Érica suspirar enquanto segurava minha nuca, pressionando meu rosto contra seu peito.

Cássio parou de chupar meu pau e se sentou ao meu lado, abocanhando o outro peito enquanto me punhetava. Érica gemia enquanto eu e seu marido mamávamos naquelas tetas monumentais. Levei a mão até sua buceta já bem molhada e quente, sentindo os pelos curtos e macios. A entrada de sua grutinha era bem grande e carnuda; pude sentir seu clítoris bem inchado se contrair em um espasmo quando o massageei com os dedos melados pelo lubrificante.

Testei a entrada com o dedo do meio e este passou com facilidade. O calor interno de Érica era algo inacreditável! Poucas vezes senti uma buceta tão quente na vida; seu mel escorria pela palma da minha mão enquanto ela gemia e passava os dedos pelo meu cabelo. Como sua buceta tinha um tamanho considerável, resolvi socar mais dedos dentro dela, massageando seu interior com movimentos lentos.

Parei no quarto dedo. Sua vulva piscava em torno da minha mão e Érica tinha leves espasmos enquanto eu a masturbava. Eu sabia que conseguiria enfiar minha mão inteira dentro dela se quisesse; havia bastante espaço livre ainda… Mas me contive e aproveitei a ponta do polegar (que estava de fora) para massagear seu grelo inchado.

— Deixa eu te chupar? — disse, tirando a boca de seu peito.

Érica apenas acenou com a cabeça, empurrou Cássio para a lateral do sofá e começou a chupá-lo de quatro. Me deitei no sofá atrás dela e passei a cabeça por entre suas coxas, ficando bem embaixo daquela bunda enorme. Érica entendeu a deixa e abaixou até a altura do meu rosto.

Aquela buceta gigante escorria e piscava e o cheiro que exalava era algo de outro mundo! Não perdi tempo e enfiei a língua em sua gruta quente e macia, sugando todo aquele mel. Os líquidos de Érica tinham um gosto forte que me deixavam louco; uma mistura de doce com um leve gosto salgadinho e bem viscosos. Seu lubrificante grosso escorria pela minha barba enquanto eu chupava com sofreguidão. Vez ou outra, descia com a boca até seu cu, igualmente grande e carnudo, e massageava seu esfincter com a ponta da língua.

Seu ânus era bem grande e não parecia muito rígido, conseguia penetrar até a metade da língua com facilidade, saboreando aquele cuzinho por dentro e arrancando gritinhos de prazer de Érica, mas me concentrei na sua bucetona: Érica rebolava na minha boca, sacudindo aquela bunda fenomenal em cima da minha cara enquanto gemia loucamente com a pica grossa de Cássio enfiada na boca.

— Puta que pariu, eu vou gozar! — Érica tirou o pau de Cássio da boca sem parar de punhetá-lo e acelerou os movimentos de vai e vem na minha boca — Caralho, Mauro… Eu vou gozar, porra! Caralho, caralho, caralho, caralho…

Suas palavras foram interrompidas bruscamente e Érica cessou a “cavalgada” que fazia na minha língua. Segurei suas coxas com firmeza, enfiando meus dedos em sua carne para que ela não caísse do sofá enquanto tremia furiosamente. Cássio ficou de pé no sofá e socou aquele membro grosso na garganta de Érica, fodendo sua boquinha enquanto a esposa revirava os olhos ao gozar. Não parei de chupar em nenhum momento, esfregando a língua com força em seu grelinho enquanto tentava conter o corpo de Érica que se sacudia de forma violenta.

Érica empurrou Cássio de forma desajeitada, tirando seu membro da boca e saiu de cima de mim. Suas pernas tremiam e ela não conseguia se manter de pé, caindo de joelhos na borda do sofá enquanto levava a mão à buceta ensopada.

Me sentei no sofá e a puxei na nossa direção. Ela parecia desnorteada pela orgasmo. Cássio se levantou, posicionando-se atrás de Érica, beijando seu pescoço e massageando seus peitos. Levei a mão novamente até o meio de suas coxas, mas ela tentou me afastar, o corpo ainda se sacudindo. Cássio segurou seus braços nas costas firmemente, deixando o caminho livre para mim.

Enfiei meus dedos em sua gruta encharcada, mas dessa vez não me contive: um a um, meti os cinco dedos sem dificuldades em seu interior enquanto Érica chorava e urrava de tesão, tremendo de forma descontrolada enquanto gozava novamente. Passei o punho inteiro pelos grandes lábios.

Cássio estava se deliciando com aquela visão! Ainda segurando os braços de Érica, ergueu-a no ar alguns centímetros fazendo com que ela ficasse com os pés apoiados no sofá e as pernas abertas bem na minha frente. Passei a foder sem dó aquela buceta enorme com meu punho fechado! Socava seu interior como uma britadeira, tirando toda a mão de dentro dela e voltando a enfiar tudo, tocando a portinha de seu útero com os nós dos dedos.

Após alguns minutos nisso, Érica parou de gritar e chorar, apenas mantinha um olhar vazio encarando o nada enquanto seu corpo tremia debilmente e um pouco de mijo quente escorria pelo meu braço. Decidi que era hora de parar apenas quando meu ombro começou a doer pelo esforço e tirei o punho de dentro dela. Seus lábios estavam inchados e vermelhos e seus líquidos escorriam pelas pernas grossas e bambas.

— Quer parar, amor? — Cássio perguntou rindo, ainda a segurando.

Érica não conseguia falar com clareza, mas balançou negativamente a cabeça. Sorrimos com satisfação e Cássio a colocou sentada em meu colo. Posicionei a cabeça do meu pau na entrada do seu cuzinho e apenas deixei que o peso de seu corpo fizesse o restante. Érica foi deslizando com a bunda até que apenas minhas bolas estivessem de fora do seu reto. Gemia sem parar enquanto eu abria caminho dentro dela, mas não fazia o menor esforço para resistir.

Segurei ela por baixo das coxas e ergui suas pernas abertas, deixando-a totalmente exposta. Ela era pesada, mas, naquele momento, eu era o homem mais forte do mundo enquanto bombava naquele rabo delicioso. Cássio observava de cima, se masturbando enquanto eu fodia sua mulher pelo cu. Esperei que ele fosse meter em sua buceta, mas Cássio se ajoelhou na nossa frente e começou a chupá-la.

A buceta de Érica devia estar absurdamente sensível, pois ela tentou erguer os braços para impedir que ele chupasse, mas a posição em que estávamos permitia que Cássio segurasse firmemente suas mãos enquanto chafurdava em sua grutinha arrombada, fazendo com que Érica voltasse a tremer e gemer alto.

Aquilo estava delicioso! O cu de Érica já havia se acostumado com meu membro dentro e deslisava suavemente para cima e para baixo enquanto Cássio chupava sua bucetona inchada. Sentia sua saliva escorrer pelo meu saco e, volta e meia, ele parava de chupar Érica e dedicava alguns instantes a lamber minhas bolas e a borda do esfincter dela. Eu sabia que gozaria a qualquer momento, mas tentei me segurar ao máximo!

Cássio se levantou, embicou aquela rola grossa na direção da buceta de Érica e socou tudo de uma vez! Era uma sensação nova para mim, pois nunca havia feito uma dupla penetração; ao mesmo tempo em que sentia as paredes do reto de Érica se contraindo enquanto eu a fodia, podia sentir o pau grosso de Cássio deslisar sobre o meu, separados por uma fina camada de carne.

— Não dá mais pra segurar… — anunciei enquanto aumentava o ritmo das bombadas — Eu vou gozar… Porra, eu vou gozar…!

Cássio levou as mãos até a parte das coxas de Érica onde eu segurava, sustentando suas pernas no meu lugar e também começou a fodê-la com mais força. Com as mãos livres, agarrei com firmeza nos quadris de Érica, sentindo minhas bolas se contraírem.

O som que fazíamos se tornou uma cacofonia! Érica gemia como louca, agarrando o pescoço de Cássio, enquanto eu e ele respirávamos pesadamente, prontos para gozar, tudo isso somado ao som das nossas estocadas dentro dela. Cássio passou o rosto por sobre o ombro de Érica e me beijou com força, me tirando o ar.

Não pude mais sustentar aquilo e liberei minha porra dentro do cu de Érica! Senti minhas mãos fraquejarem por um instante, mas finquei os dedos na carne macia dos quadris dela enquanto sentia os jatos de esperma subirem pela minha uretra. Enquanto eu gozava e gemia, Cássio acelerou as bombadas na buceta dela e começou a esporrar também, apertando suas coxas com força e urrando furiosamente enquanto despejava seu gozo dentro dela.

Aquilo durou quase um minuto inteiro. Depois disso, caímos em um silêncio exausto, sustentando a mesma posição enquanto tentávamos recuperar o fôlego. Cássio foi o primeiro a se mover, deixando seu pênis meia-bomba escorregar para fora de Érica. Senti um pouco de seu esperma quente escorrer pelo meu saco enquanto ajudava Érica a se levantar, tirando meu pau de dentro do seu ânus.

Me deixei cair no encosto do sofá coberto de suor, observando Érica se erguer com dificuldade enquanto nosso esperma escorria dos seus dois buracos pelas pernas bambas. Cássio também se jogou no sofá ao meu lado, seu cabelo colado ao rosto pelo suor. Sorriu pra mim com os olhos fechados de exaustão.

— Isso foi incrível! — me disse ofegante.

— Foi mesmo… põe incrível nisso! — dei uma risada fraca.

Érica se sentou no meio de nós dois, seu tronco estava coberto de suor (de nós três) e com as pernas meio abertas, devido ao inchaço dos lábios de sua buceta. Seu cabelo estava todo molhado de suor e algumas mechas pingavam sobre meu ombro. Olhou sorridente para mim, depois para Cássio e deu um beijo estalado em cada um.

— Parabéns, rapazes! — anunciou entusiasmada — Depois dessa, vou ficar sem dar durante uma semana!

Todos rimos. O sol já começava a aparecer na janela. Precisávamos dormir urgentemente…

Comentários

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13/08/2019 09:04:34
Uauuu somente hoje tive a oportunidade de ler este tão tesudo relato. Haja cumplicidade entre amigos tão legais. Mando um dez com louvor e até adicionei aos meus favoritos. Aguardo a sequencia ansiosamente.
10/05/2018 05:56:19
Excelente conto continue