Persuasão S02 - Parte X - O Destino de Cristina

Um conto erótico de Forrest Mineiro
Categoria: Heterossexual
Data: 20/05/2018 15:09:50
Nota 10.00

Eu havia pedido para Sofia e Priscila se beijarem na boca, como uma despedida, mas Priscila foi taxativa dizendo que não faria aquilo.

Para não ficar um clima ruim eu segurei as duas pelas mãos e levei-as até o banheiro, como foi bom tomar banho junto com as duas, primeiro elas deixaram que eu as lavasse, como era bom passar sabão no corpo delas e dar umas palmadas debaixo d’água, em seguida as duas me lavaram.

Saímos do banheiro, nos secamos e fomos para a sala, eu passei a mão na cintura delas, e fomos caminhando até a sala para elas trocarem de roupa. Durante o trajeto estava pensando, esses últimos tempos estou com muita sorte, parece que a Juliana abriu as portas para mim, pois antes dela nunca haviam aparecido tantas mulheres bonitas assim na minha vida, eu estava abraçado com duas gostosas, ainda tinha a Juliana que até que ela casasse eu ainda teria chances, Cristina eu teria até o final do ano para aproveitar, então não tinha do que reclamar.

Sofia disse que precisava ir embora, na saída ela perguntou se essa transa iria pagar aqueles R$ 250,00 que ela teria que pagar com a buceta, eu falei que não, eu já disse que eu não pago nenhuma mulher para transar comigo. Se você quiser transar comigo tem que ser só pelo prazer, tenho um amigo que vai receber para mim, aí ele vai chegar e falar que foi receber os R$ 250,00, você então fala para ele que não tem dinheiro e pergunta se a buceta serve como pagamento, aí vocês combinam.

- Está bom, quem sabe ele resolve ter um bis e eu acabo ganhando mais ainda. Então toda vez que eu fizer com você, já fico ciente que é só pelo prazer.

- Sim, o Tadeu já está te pagando muito bem, então você pode liberar para mim de graça.

- Você não presta sabia?

- Sei, você está indo para o mesmo caminho...

Ela sorriu e saiu. Priscila e eu estávamos sozinhas novamente.

Continuamos assistindo mais um filme, porque já estávamos totalmente satisfeitos.

- E aí André, será que a Cristina está se divertindo mais que nós?

- Como é a primeira vez que o Boris está pegando tem que aproveitar ao máximo, eu no lugar dele comeria até o último minuto.

- Então, ela vai chegar com a buceta toda arregaçada e você ainda vai ter que passar pomadinha.

- Você me conhece né, acha mesmo que vou ter esse cuidado com ela?

- Claro que não, acho que você irá dar um bom castigo, para ela nunca mais fazer xixi fora do peniquinho.

- Isso com certeza, se eu deixar barato, ela vai aprontar novamente.

Voltamos nossa atenção ao filme, mas como estávamos cansados acabamos apagando no sofá mesmo, acordei quando o sol já estava arranhando a janela e o barulho dos carros passando na rua.

Priscila estava deitada ao meu lado, completamente nua, comecei fazendo carinho nas suas costas.

- Hummm que delícia meu gatão, já está querendo abusar de mim novamente?

- Olha, vontade não me falta, mas tenho que trabalhar.

Nisso levantei e ela ficou deitada no sofá.

Enquanto fazia o café, ela ficou em pé na beira da porta, como ela era gostosa...

- E aí André? O que você vai fazer com relação a Cristina.

- Ela vai ter que contar tintim por tintim de tudo que aconteceu nesse final de semana, dessa vez Cristina vai ver o quanto cruel eu posso ser se caso ela não contar tudo que eu quero saber.

- Olha, não vai fazer alguma besteira de cabeça cheia?

- Eu estou muito tranquilo, e ainda vou aproveitar isso para transformá-la numa putinha igual a você.

- Isso é um elogio?

- Com certeza, na cama nenhuma mulher dá com tanta vontade quanto você.

- Você não irá conseguir dar conta de duas mulheres como eu.

- Posso até não dar, mas até eu ficar cansado vou aproveitar muito.

- Você é o melhor de todos.

- Vou trazê-la para cá, você quer assistir ao interrogatório?

- Hoje eu não tenho nada para fazer, então vou aproveitar a fazer uma faxina para você, pena que você não vai estar aqui para assistir eu fazer faxina peladinha.

- Daqui a pouco estarei com a Cristina aqui, então se o interrogatório for rápido, posso pedir para ela te ajudar na faxina, vai ser maravilhoso assistir as duas fazendo faxina para mim nuas em pelo.

- Então você vai só assistir?

- Depois que vocês terminarem o serviço eu como as duas.

- Então está gostando da ideia de foder com duas né!

- É maravilhoso.

- Eu sei que você está pegando várias, mas qual seria a dupla dos seus sonhos?

- A Vanessa e a Bárbara.

- O que?

- Isso mesmo, a Vanessa e a Bárbara.

- Mas por quê?

- Eu sinto que as duas irão interagir entre elas muito melhor do que você e a Cristina, quando estávamos transando, Sofia, você e eu, eu tinha que dar conta das duas, porque vocês não interagiam, acho que as duas sairiam melhores nesse quesito, individualmente, com certeza seria você e a Cristina, mas como dupla eu escolheria a princípio a Vanessa e a Bárbara.

- Duvido que aquela virgenzinha vai fazer tudo isso que você está falando.

- Você se esqueceu do desfile.

- Mesmo assim.

- Na próxima oportunidade eu pergunto a ela na sua frente.

Minha hora já estava avançada, sai e deixei Priscila lá em casa.

Chegando na empresa cumprimentei o Otávio e fui direto para minha sala.

Sentei em minha mesa, peguei o telefone e liguei para Cristina.

- Cristina vem aqui na minha sala agora.

- Após um minuto Cristina adentrou-se a minha sala. Ela estava vestindo uma blusa branca e uma saia preta e sapato de salto alto

- Oi André, bom dia, você me chamou?

- Oi Cristina chamei sim, eu quero que você vá até a sala do seu pai e informe a ele que nós iremos sair e não voltaremos mais hoje.

- Como assim? Estou cheia de coisa para fazer, hoje é praticamente impossível ficar fora da empresa.

- Se vira, cancele tudo, invente uma desculpa para o seu pai, te espero no meu carro em 10 minutos se você não chegar lá embaixo nesse tempo, hoje à noite eu arranco o couro da sua bunda no chicote.

- Como assim? O que que aconteceu? Por que está agindo assim?

- No caminho eu te falo, agora simplesmente faça o que eu mandei e me encontra lá no estacionamento em 10 minutos nem um minuto a mais.

Saí da sala e deixei ela em pé e fui em direção ao estacionamento.

Entrei no carro e fiquei aguardando por cerca de 9 minutos quando ela finalmente veio correndo com os sapatos na mão. Ela já entrou perguntando o que estava acontecendo.

- A hora que chegarmos em casa eu te explico tudo detalhadamente, agora por enquanto se atenha somente em cumprir as ordens que eu vou lhe dar.

- Tudo bem, André.

Arranquei com o carro do estacionamento, andamos por cerca de uns 10 minutos e parei em frente a uma casa de ração.

Entreguei um papelzinho com uma lista de coisas que ela deveria comprar, ela olhou a lista e ficou assustada com os itens que continha no papel.

Na minha lista tinham quatro correntes e cadeados um eletrificador de cerca elétrica e alguns engates e mais alguns metros de corda e era para ela comprar um modelo de cada chicote que estivesse na loja.

Mesmo assustada ela desceu do carro e foi em direção a loja. Ver aquela potranca muito bem arrumada entrando naquela loja me deu um tesão danado.

Após uns 10 minutos ela voltou com umas três sacolas e colocou os itens que ela havia comprado no banco de trás.

Quando ela sentou no banco eu senti sua respiração ofegante, como ela não era boba, com certeza sabia que aquilo iria ser usado nela.

Andamos mais uns 10 minutos agora parei em frente a uma papelaria, entreguei-lhe outra papelzinho que continha os seguintes itens, 10 prendedores de cada tamanho que tivesse e um saquinho de tachinhas.

Ela leu o conteúdo, estava totalmente tensa, mas saiu do carro sem dizer uma palavra e voltou em seguida com uma sacolinha cheia de prendedores e o mais interessante que ela estava comprando tudo com o dinheiro dela.

E por último antes de chegar em casa paramos perto de uma farmácia entreguei a última lista a ela que leu e me disse.

- André você não vai enfiar agulha em mim, morro de medo.

Ela disse essas palavras totalmente assustada...

- Claro que não Cristina, isso aí é só um último recurso, caso você não faça tudo que eu quero, agora faça o que eu mandei.

Além das Agulhas ainda tinham alguns outros itens que tinha pedido para ela comprar. Ela voltou, entregou a sacolinha em minhas mãos, conferi se estava tudo certo, e joguei no banco de trás e fui em direção a minha casa.

Durante o trajeto não trocamos uma palavra, mas eu via as suas mãos tremendo de tanto medo. Ela estava apavorada com todas aquelas coisas que eu havia pedido para comprar.

Chegando em minha casa, estacionei o carro na garagem. Deitei o meu banco do carro e fiquei relaxado, então mandei ela entrar na casa e ir para o quarto, deitar na cama de costas com as pernas bem abertas e os braços abertos e me esperar pelo tempo que fosse necessário.

Eram 9 horas da manhã, a rua estava movimentada e algumas vizinhas na rua, então ela ficou mais apavorada ainda, pois ela sabia que não poderia entrar na casa vestida.

- Nossa André, como que eu vou entrar pelada na sua casa, está cheio de gente vendo, deixa pelo menos eu entrar pela porta da sala, aí ninguém vai ver.

- Você conhece as regras Cristina, você tem 5 minutos pra estar lá no quarto do jeitinho que eu mandei.

- Ela colocou as duas mãos no rosto como que se não estive acreditando, então ela começou a desabotoar os botões da sua blusa, quando ela chegou no terceiro botão falei que já estava bom, que só queria testar a obediência dela, e que era para ela entrar e deixar exatamente do jeito que ela estava, inclusive com os sapatos.

- Muito Obrigado André, estou indo.

- Gastei mais ou menos uns 30 minutos para preparar tudo que eu precisava como, Priscila estava lá em casa, então ela me ajudou a preparar tudo como a gente havíamos combinado mais cedo.

Ela indo para lá e para cá pelada, ne deixou muito excitado, era uma cena maravilhosa de se ver, e a Cristina deitadinha na cama me esperando.

Isso já havia se passado mais ou menos 1 hora desde que ela tinha ido para o quarto, aquela demora era proposital para abalar ainda mais o lado psicológico dela e ela entregar tudo o que eu queria mais fácil.

Entrei no quarto e Cristina estava exatamente do jeito que eu havia pedido, estava deitada na cama com os braços abertos, as pernas abertas e olhando para o teto.

Parabéns Cristina, muito bem, fez exatamente do jeito que eu mandei.

Ela ficou calada, não disse absolutamente nada, então peguei quatro braceletes de couro que eu tinha e passei no seu braço direito, depois no seu braço esquerdo, e em seguida em ambas as pernas. Ela não esboçou nenhuma reação.

Em seguida passei as correntes nas argolas dos braceletes e amarrei na cabeceira da cama fazendo seus braços ficarem esticados o máximo possível.

Em seguida foi a vez das pernas, como ela estava de saia, consegui abrir as pernas o máximo que a saia permitia, fazendo a saia ficar totalmente esticada e suas pernas abertas o máximo que dava.

- Bom Cristina agora vamos definir o seu destino, tudo dependerá de você e das escolhas que você fizer, primeiro vamos fazer um teste para ver se você está realmente presa, nos próximos 5 minutos quero que você faça de tudo para se soltar.

- Nem vou tentar André, sei que não vou conseguir sair mesmo.

- Xiiiii, pelo jeito já começamos mal...

- Não, por favor André...

Então ela começou a se debater na cama, tentar soltar de todas as maneiras que ela conseguia, depois de 5 minutos eu falei para ela que podia parar, pois ela já estava começando a ficar suada pelo esforço que ela fez.

Bom Cristina, estamos indo bem, você passou no primeiro teste, agora eu vou colocar um videozinho para você assistir como que as coisas funcionam.

Coloquei um vídeo para ela assistir de como eram usados todos os itens que ela havia comprado, peguei as piores maneiras de usar os itens que ela tinha comprado coloquei para ela assistir.

Num primeiro vídeo o cara colocava os prendedores no bico do peito e em seguida dava uma chicotada para que eles voassem longe.

Um outro vídeo mostrando como o chicotes eram usados e por último o temido vídeo das agulhas.

- Não abra esse vídeo não quero nem assistir.

- Você tem opção de assistir ou então sentir qual é a sensação delas entrando em você.

- Tudo bem André, pode colocar o vídeo.

Coloquei o vídeo, na cena a moça estava amarrada na cama exatamente como ela estava aí o cara pegava puxava o bico dela estava bastante e em seguida enfiar uma agulha atravessando completamente, a moça só dava um grito bem agudo, em seguida o cara ia para o outro bico da moça, ela apavorada e ele sem piedade, puxou novamente o bico e atravessou agulha de uma vez e as lágrimas começaram a escorrer em sua face e por último o cara ficou de joelhos em frente as pernas da moça que estava totalmente aberta e bem amarrada e ela mal conseguia se mexer.

- Não André, não acredito que ele vai fazer isso com ela.

- Bem vamos ver o que que vai acontecer.

O cara pegou um prendedor exatamente igual o que ela havia comprado, colocou no grelo da moça e em seguida puxou para cima fazendo ele ficar bem esticado, a moça começou a tremer de medo e em seguida ele foi puxando o prendedor até mostrar para câmera como o grelo dela estava preso lá dentro em seguida ele chegou e encostou a Ponta da Agulha no clitóris da moça, com o susto ela começou a se debater e em seguida tremer toda, mas como ela estava muito bem amarradas a mobilidade dela era muito pequena o cara ficou esperando ela terminar de se debater e em seguida encostou novamente a ponta da agulha no clitóris, ela começou a gemer em seguida a agulha começou entrar bem vagarosamente, a moça se contraiu toda e o cara continuou enfiando agulha até que ela apontou do outro lado feito isso o cara Soltou o prendedor e o galo pode voltar ao seu estado normal, mas havia uma agulha atravessada por ele.

Em seguida ele conectou um fio na agulha que estava no bico do peito, outro fio no outro bico e por último conectou o fio na agulha que estava no clitóris da moça.

Dei uma pausa no vídeo, Cristina estava apavorada e suando frio, aí eu peguei e perguntei para ela qual seria a sensação de ter aquela descarga elétrica atravessando por ela.

- Por favor André, não quero nem pensar numa coisa dessa.

Dei play novamente no vídeo e continuou, agora o cara dava choque intermitente que percorrer todo o corpo da moça, cada choque ela dava um grito agudo. Em seguida a câmera se aproximou da buceta dela, então o cara abriu com os dedos e ela estava completamente melada de tanto tesão.

- Olha Cristina não é tão ruim assim, pelo menos você vai ficar toda melada.

Eu desliguei o vídeo e agora começaríamos o nosso interrogatório.

- Cristina vamos começar?

- Vamos...

- Eu quero que você descreva como que você está vestida com todos os detalhes.

- Eu estou vestida com uma camisa branca de botões sem sutiã por baixo essa saia preta calcinha e absorvente porque eu estou menstruada e o sapado.

- Pois então você tem duas opções você pode continuar desse jeito toda arrumadinha bonitinha ou pode terminar com uma agulha no seu grelo.

- Não, de jeito nenhum quero que isso aconteça comigo.

- Tudo bem, perfeito, vai ser melhor assim para todo mundo. Podemos começar o interrogatório então?

- O que você quer saber?

- Bom a nossa regra vai ser muito simples, você diz a verdade e nada acontece, você diz a mentira e será castigada.

- Tudo bem eu vou falar a verdade, mas o que você quer saber? Por que está me tratando assim?

- Eu faço as perguntas.

- Tudo bem!

- Primeira pergunta, você está menstruada?

- Sim, claro que estou...

- Bom, vamos verificar então...

- Não acredito que você vai fazer isso André, isso é nojento para com isso.

Eu fui até uma das sacolas e peguei uma tesoura e comecei a cortar a saia dela.

- Não, por favor, não faça isso eu adoro essa saia e é caríssima.

Eu continuei cortando a saia até que eu a parti totalmente ao meio, desse jeito, agora suas pernas ficaram bambas, então puxei mais as correntes, fazendo suas pernas ficaram totalmente arreganhadas. Cortei as laterais da calcinha, em seguida peguei o absorvente com maior cuidado para não sujar a cama, realmente o absorvente estava vermelho e a sua buceta estava toda lambuzada de algo vermelho. Mas não estava com aquele cheiro característico de menstruação, cheguei mais perto o nariz e pude perceber que se tratava de ketchup.

Como se tratava de ketchup passei a língua e disse a ela:

- Nossa que delícia nunca imaginei chupar uma buceta com gosto de ketchup, é a minha primeira vez, mas confesso que é muito gostoso, na próxima você coloca um pouco de mostarda.

- Por favor, André me perdoe por ter mentido para você, me perdoe mesmo...

- Perdoo, mas você sabe que não é assim que as coisas funcionam, infelizmente começamos com o pé esquerdo.

- Bom, mas vou deixar você escolher onde será o castigo, nas tetas ou na buceta?

Ela tentou argumentar, mas eu falei que se ela não escolhesse se eu iria escolher, então ela falou que queria nas tetas.

- Coloquei um travesseirinho na boca dela e mandei ela morder e cerrar os dentes pois iria doer um pouquinho que eu iria fazer com ela.

Agora ela estava totalmente amarrada, imobilizada e ainda não poderia gritar sua respiração estava muito alterada. Segurei na gola da sua blusa e dei um puxão estourando todos os botões e suas tetas saíram para fora.

Fui até a sacola e peguei 2 prendedores médios para não judiar muito dela por enquanto. Como eles eram novos, estavam bem firmes, mesmo sendo médios, com certeza que iria judiar bastante das tetas dela.

Peguei primeiro o bico do lado direito, abrir o prendedor, encaixei o bico bem certinho, bem no meio e em seguida soltei, quando soltei ela deu um pulo na cama e cerrou os dentes no travesseiro.

Do lado esquerdo eu peguei puxei o bico e prendi um pedaço da auréola junto, ficando com uma pressão maior.

Em seguida peguei um chicotinho que tinha uma ponta de borracha que era o mesmo que ela tinha visto no vídeo.

Ela ficou me olhando assustada quando eu comecei a passar o chicote pelo seu corpo, ela tentava se contorcer, tentar puxar as correntes, mas tudo era em vão.

Pausei o chicote sobre o seu seio, em seguida sentei sobre as suas pernas. Enquanto eu dava batidinhas com chicote no prendedor eu dizia a ela:

- Você deve estar imaginando o seguinte, você está com medo que eu tire o prendedor, mas também se eu não tirar daqui um pouco vai doer muito muito muito e você não vai aguentar ficar com ele. Imagina ele ficar uns 20 minutos, meia hora, 1 hora... seus mamilos vão ficar muito doloridos e eu batendo neles, imagina ele ficar 1 hora grudado em você e depois eu arrancar ele numa chicotada e fazer ele voar longe.... você viu o grito que a moça deu no filme, sorte sua que você está com o travesseiro que vai abafar um pouco o seu grito.

Após 5 minutos brincando de bater com chicote no prendedor resolvi que iria tirá-lo.

Fiquei em pé em cima da cama e me posicionei.

- Sabe Cristina, isso aqui tá parecendo com jogo de golfe, onde o prendedor é a bola e o seu bico é o “tee” aquele suporte para colocar a bola. Vamos ver quantas tacadas eu gasto para conseguir arrancar ele de você.

Ela estava morrendo de medo do que estava por vir....

Eu levantei o chicote acima da minha cabeça e dei uma chicotada no ar que fez o chicote cortar o vento e dar aquele estalo característico, fazendo-o passar ventando perto do seu corpo. Eu tinha que deixar ela cada vez com mais medo para poder arrancar tudo que eu queria dela sem precisar castigar tanto.

Depois de umas três tentativas em falso resolvi acertar o prendedor, com certeza não iria acertar o prendedor com toda aquela força que eu estava usando para causar esse medo eu irei bater bem mais devagar, pois não queria machucá-la.

- Bom Cristina, essas foram para testar, agora vai ser de verdade se prepare.

Deixei o chicote a cerca de 10 centímetros do prendedor, ela virou o rosto para o lado e cerrou os dentes, então eu dei a tacada, não muito forte, mas firme, o prendedor movimentou um pouco, bati mais uma vez, agora bem mais forte, Cristina gemeu abafada, mordendo o travesseiro, agora ele estava preso na ponta do bico tinha um pedacinho só de carne segurando o prendedor que balançava devido a sua respiração, estava praticamente saindo, essa era a oportunidade de jogar ele longe e não machucá-la.

- Se prepara Cristina, que agora eu vou destruir esse prendedor, não se mexe senão eu posso acertar o chicote em você.

Eu medi a distância e levantei o chicote novamente acima da minha cabeça e desci com tudo, acertando em cheio o prendedor que se espatifou na parede.

Ela me olhou com muita raiva, cravando os dentes no travesseiro.

- Não adianta ficar brava que eu não tenho medo de cara feia, quem mandou mentir para mim, se não tivesse mentido nada disso estaria acontecendo.

Ali eu tinha que mostrar a ela que eu não estava de brincadeira, em seguida mudei de lado da cama, sem parar de encará-la, e comecei a dar batidinhas no outro prendedor.

Como eles estava prendendo o mamilo e um pedaço da aréola a pressão do prendedor era bem maior.

Ela continuava me encarando e eu a encarava de volta, estávamos numa briga somente com o olhar.

- Isso, pode ficar bravinha o quanto quiser, fica até mais interessante.

Enquanto eu falava isso, aumentei a força e a velocidade com que eu batia do prendedor, quando a sua aréola escapou do prendedor ela gemeu abafada e deu um murro em cima da cama, ele já deveria estar a quase 30 minutos preso nela e o seu mamilo deveria estar muito dolorido, e era a chance demonstrar minha piedade.

- Cristina, vou ter piedade de você e não vou tirar esse prendedor no chicote, vou abrir e te libertar, você quer isso?

Ela fez sinal com a cabeça dizendo que sim.

- Então eu vou tirar o travesseiro da sua boa e você não vai me xingar e nem falar palavrão?

Ela acenou com a cabeça que sim.

Então retirei o travesseiro da sua boca.

Eu abri o prendedor e o seu mamilo estava grudado nele, quando eu removi o mesmo, o mamilo estava completamente amassado com sinal do prendedor, então eu apertei dos lados para ele voltar a ficar redondo. Ela deu um berro, que eu até assustei, ela pediu para eu não encostar nele, que estava doendo muito.

Ali eu havia descoberto mais uma maneira de deixa-la apavorada.

- Nossa Cristina, eu só encostei nele, imagina se eu tivesse colocado o prendedor ao contrário para fazer ele ficar redondinho de novo.

- Não faça isso comigo, está doendo muito...

- Pode ficar tranquila, já encerramos nosso primeiro round, agora vamos para a pergunta do segundo round, na sexta-feira à noite depois da faculdade o que você fez?

- Eu estava muito cansada e fui embora para casa.

- Eu peguei na sacola mais dois prendedores.

- Mas eu falei a verdade.

- Não, não falou nós dois sabemos muito bem disso

Peguei os prendedores e coloquei um de cada lado na sua buceta. Amarrei um barbante chegava perto dos seus peitos. Segurei em sua cabeça levantando-a e puxei o barbante até consegui colocá-lo entre seus dentes e fiquei segurando a sua cabeça.

- Agora você tem duas opções, ou você pode soltar o barbante e os prendedores vão ficar presos em você ou então você deita e arranca os prendedores dela.

Quando eu soltei a sua cabeça, seu corpo ficou todo enrijecido pela força que ela estava fazendo para mandar a cabeça levantada, sua barriga estava durinha, era uma cena linda, após uns 30 segundos ela não estava aguentando segurar mais e foi deitando e os prendedores esticando seus lábios até que chegou um ponto que eles começaram a se soltar. A medida que ela ia deitando a cabeça, os prendedores iam escorregando pelos seus lábios, deixando uma marca vermelha por onde eles passavam. Ela estava deitando bem devagar, mas pelo jeito estava doendo mais, então ela deitou de uma vez arrancando os dois de uma vez só. Os lábios ficaram marcados e vermelhos e ela ficou fazendo careta e dizendo que estava doendo muito.

- Cristina agora vamos para o terceiro round.

- São quantos rounds?

- O quanto forem necessários, agora a pergunta, eu quero saber quem usou a sua buceta esse final de semana inteiro, quero o nome.

- Ninguém, o único que me come é você.

- Até que você é muito corajosa Cristina, nas suas condições eu jamais iria continuar mentindo, acho que eu estou pegando muito leve com você, mas isso vai mudar.

Continua....

Trecho do próximo capítulo: Persuasão S02 - Parte X1 - Cristina em apuros

- Nossa André, você está sendo muito cruel comigo, isso doeu muito, só não chorei de vergonha.

- Isso tudo é culpa sua, se estivesse falado a verdade desde o começo nada disso teria acontecido.

- Mas se eu contar tudo o que aconteceu você vai acabar comigo!

- Se você não contar tudo o que aconteceu pode ter certeza que será muito piorBy Forrest Mineiro

forrest.mineiro@gmail.com.

Comentários

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  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
05/07/2018 02:47:40
Muito bom
04/07/2018 00:39:18
Amigos, um conto bem elaborado demanda tempo, você tem que escrever e depois revisar todo o texto, só na revisão gasto mais de 1 dia para fazê-lo. Poderia postar contos menores em menos tempo, mas tenho todo um planejamento de quantidade de capítulos por série, então acaba demorando um pouco mesmo, mas acredito que vale a espera. Sobre a próxima parte, já tenho 3 páginas revisadas de 10 páginas, agora escrito eu já tenho mais de 130 páginas escritas esperando revisão, é coisa pra caramba. Mas podem ficar tranquilos, não irei desistir da série, é um hobby que me faz muito feliz.
30/06/2018 23:49:41
Kd a continuação....
07/06/2018 23:49:14
Boa continuação. Qd sai a outra parte, tá demorando muito
21/05/2018 11:27:22
Não encontrei as partes 6 a 9. Mudou a sequência?
20/05/2018 16:49:10
Muito bom a sua história, uma das melhores que já li, mas vê se desta vez não demore muito para postar o próximo