Louca Historia Familiar. Prelúdio

Um conto erótico de Escritor Sacana
Categoria: Heterossexual
Data: 20/05/2018 11:36:47
Nota 9.83

Eu me chamo Antonio e sou casado com a Silvia a pouco mais de dois anos. Quando nos conhecemos eu tinha 25 anos e ela 23, eu branco, malhado de academia 1:90m com 19cm de pau, e devo dizer que nessa época me achava o maioral que poderia comer a mulher que eu quisesse, meu perfil era sempre as magrinhas, loirinhas e gostosas e com um pau de 19cm não era difícil achar uma buceta ate que um dia, eu fui a uma festa de um amigo eu já estava em água já era bem fim de festa, já estava afim de catar uma xoxota e ir em borá.

- Olha Guto, vou aqui catar uma buceta para eu ir para casa trepar, a mas fácil que eu arrumar eu vou. – Meu amigo riu (a gente era bem babaca nessa época devo admitir).

- Tem aquela a amiga da Rafaela (namorada dele) a Silvia. – E apontou para a mina dele e ela estava conversando com outra guria.

Demorei alguns segundos para focar na pessoa que estava ao lado da Rafaela (acho que a bebida não ajudou muito) foi então que eu avistei a Silva, os primeiros detalhes que eu vi dela foram, gorda e negra (e não me orgulho muito disso), mas então eu pensei foda-se melhor do que ir para casa bater punheta. Meu amigo me ajudou tirando a namorada de perto para que eu ficasse mais a vontade nos cumprimentamos e eu mal olhei nos olhos delas só olhava os peitos e coxas e que peitos grandes. Alguns minutos depois já estávamos num canto escuro nos chupando, devo dizer que eu me surpreendi com o beijo, vou defini-lo em três palavras: doce, calmo e arrebatador.

Pré-conceito e uma merda mesmo quem eu menos esperava me deixou em êxtase com um simples beijo, eu me sentia livre e uma tranquilidade percorria por meu corpo eu se quer lembrava onde estava, minhas mãos estavam livres e elas percorriam com cuidado as curvas do corpo da Silvia quando cheguei na buceta dela não encontrei resistência alguma por parte dela uma buceta lisinha (acreditem se quiser eu imaginei que era toda peluda) do jeito que eu gostava, quando eu sugeri que fossemos para a minha casa ela tirou a minha mão da buceta dela, deu um sorrisinho e não falou nada e foi se afastando. Confesso que não entendi nada, achei que já estava no papo, mas fui dispensado por uma gorda meu ego machista entrou em colapso, acreditem se quiser eu me senti usado e descartado e olha que foi só um beijo. E aquela noite terminou do jeito que eu mais temia sozinho e me masturbando.

Alguns dias passaram e a Silvia não saia da minha cabeça o beijo, ela, o fora, tudo eu precisava encontra-la de novo e pedi ajuda do meu amigo e ele me conseguiu o numero dela com a namorada, com muito custo consegui convencê-la a sair comigo, as coisas foram fluindo, mas tudo que acontecia eram alguns amasso (eu no maximo saia duas vezes com uma garota, se não transasse com ela já partia para outra) mas com a Silvia eu por algum motivo continuava tentando, já tínhamos saído algumas vezes e eu ficava só na promessa de quando eu transasse com ela eu a foderia como nunca tinha fodido alguém antes, eu já estava puto de tanto bater punheta pensando nela, mas no fundo acho que eu gostava era mesmo dela, porque sempre que saímos, na volta para casa ela me ‘’esquentava’’ e me deixava na mão. Eu já estava me acostumando a isso, no nosso 11° encontro tudo ocorria como de costume, na volta para casa íamos aos amassando, era por volta da uma da manha, quando parados sinal vermelho.

- Vamos para sua casa. – Ela falou assim mesmo quase como uma ordem. Eu prontamente obedeci, em 20 minutos estávamos na frente da minha casa quando saímos do carro ela deu a volta no carro e me jogou contra ele e começou a me beijar (ela estava conduzindo à situação, era um pouco estranho para mim devo confessar) quando ela se abaixou e tirou meu pau para fora da bermuda (detalhe estava durão, mas acho que vocês já imaginavam isso) ela o encarou por meio segundo antes de abocanha-lo, nossa senhora eu fui à lua e voltei-a me chupou por 30 segundo ali no meio da rua, mas para mim pareceram 30 minutos. Ela me acordou do transe me beijando eu literalmente senti o gosto do meu pau na boca dela (e aquilo me deu uma dose extra de tesão) ela saiu me puxando pelo pau para a gente entrar, já entramos em casa pelados nos chupavamos feito loucos, ela me empurrou para o sofá e se ajoelhou me chupando, aquela sensação voltou e eu perdi a noção do tempo mas uma vez ela me fez voltar a realidade me perguntando onde tinha preservativo (normalmente eu sempre andava com um na carteira, mas como na ultima semana eu só estava saindo com ela e não rolava nada...) fui no quarto pegar um que tinha na mesinha de cabeceira já voltei com o pau encapado, chegando na sala ela me empurrou no sofá de novo (cara ela gostava de me empurrar) ela subiu em cima de mim e posicionou o pau na entrada da xoxota e desceu devagar, ela era quente e macia por dentro, mas não foi só isso que eu senti, eu senti todo o peso dela sobre mim(sobre esse detalhe, só quem já transou com uma gordinha sabe como é gostoso essa sensação ), eu sentir o coração dela batendo dentro do peito parecia ritmado com o meu nos olhávamos, era o momento perfeito, nesse momento caiu a ficha que eu estava apaixonado por ela. Nos beijamos e eu peguei na bunda dela (apertei com força mesmo) e foi o sinal verde, na primeira subida ela desceu rebolado me arrancando um gemido ( puta merda quem geme na primeira rebolada?) na segunda subida ela desceu rebolando com mais força me fazendo gozar. Isso mesmo a Silvia rebolou duas vezes no meu pau e eu GOZEI.

- Mas já? – Eu não tive onde enfiar minha cara, eu queria morrer, eu não sabia o que responder, e eu acho que eu desmaie sei lá, porque o que aconteceu depois eu não lembro.

Acordei na manha seguinte pelado na minha cama e para minha surpresa a Silvia estava lá do meu lado.

- Dormiu bem? – Ela me perguntou eu ainda estava constrangido pelo que tinha acontecido na noite anterior.

- Mais ou menos – Consegui responder.

Devo admitir que não esperava ver ela tão cedo (de novo) depois do meu fiasco, vejam bem eu era um fodedor nato, eu controlava quando iria gozar se eu quiser foder por uma hora sem parar eu fazia isso e eu me achava o maximo por isso, era uma ‘’habilidade’’ pela qual eu me gabava, meu ego e minha masculinidade estavam feridos e eu agradeci silenciosamente por ela não ter tocado no assunto.

Mas eu decidi que devia mostrar do que eu era capaz. Comecei a beija-la e ela retribuiu, logo estávamos num amasso quente. Nossas mãos percorriam o corpo um do outro eu parei de beija-la, e desci para abocanhar um dos mamilos dela. Eu mordiscava, lambia, chupava com força sempre alternando entre um e outro a essa altura meus dedos já estava invadindo a buceta da Silvia sem a menor resistência, desci beijando sua barriga e ate chegar à buceta dela, aquele cheiro fez minha rola pulsar não perdi tempo e passei a língua, a senti ficar arrepiada, comecei passando a língua depois sugando o mel dela, a cada gemido dela era como se algo me instigasse a chupa-la ainda mais, eu a chupei por uns quinze minutos o gosto dela inebriante achei justo ela sentir também, eu subi para beija-la de novo (e retribuir o favor da noite anterior) e acho que ela gostou por que sugava minha língua com força, meu pau estava na entrada da buceta dela (na hora nem me lembrei de por camisinha) empurrei para dentro com força arrancando um longo gemido dela. A safada abriu a pernas o maximo que ela conseguiu para me receber dentro dela eu comecei a bombar, ficamos uns dez minutos na mesma posição, ela deitada de perna aberta e eu por cima, ate que ela pediu para mudar, e ficou de quatro me pedindo para continuar fodendo a buceta dela com força. Eu não pensava em mais nada, eu só queria aproveitar a buceta dela, depois de todo o tempo que eu esperei. Parecia que quanto mais eu socava, mais ela rebolava e mais rola ela pedia, ficamos trocando de posições (ate que paramos na maldita, ela mesmo a da noite anterior) quando ela veio por cima, eu sentir uma corrente elétrica passar pelo meu corpo ela já sentou no meu pau rebolado e gemendo, aquela posição parecia impossível me controlar, mas a Silvia parecia ter total controle sobre meu pau, porque quando eu estava preste a gozar (detalhe eu mal consegui avisar) ela apertou meu pau com a buceta retardando o gozo, me fazendo gritar de prazer (nunca tinha acontecido comigo) pela expressão dela parecia satisfeita, ela ‘’soltou’’ meu pau e na mesma hora eu enchi ela de porra. Ficamos naquela posição nos beijando ate meu pau amolecer e sair de dentro dela. Tomamos banho juntos aquela manha e devo confessar que acabou se tornando um habito, depois desse dia namoramos, noivamos, casamos e hoje estamos aqui esperando nosso primeiro filho.

Comentários

Comente!

  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
24/05/2018 17:34:57
Delicia de conto, bem narrado, erótico e sincero. Uma história inusitada, que acontece bastante. De uma aventura para o matrimônio. Por coisas que se descobre conhecendo melhor a outra pessoa. Nota máxima com louvor. Venha me conhecer lendo os meus. Beijos.
22/05/2018 10:30:19
Parabéns Antonio, belíssimo conto. Ficou um ar de veracidade. Além de tudo, sedutor, erótico...tesudo. Gostei da sinceridade em suas primeiras impressões da Silvia. Babaca mesmo. Ela soube conquistá-lo resistindo às investidas. Fica aqui meu comentário e nota. Sem dúvida dez. Visite-me quando quiser e deixe seu comentário. Bjs babados.
21/05/2018 12:02:07
Legal,cara. Remontando o início de uma relação
21/05/2018 08:02:26
Muito gostoso
21/05/2018 05:00:38
Excelente conto
20/05/2018 13:34:23
Delicia
20/05/2018 13:34:15
Uaaaaaaaau!!! Nossa....