Casa dos Contos Eróticos

NA LUZ DO TEU OLHAR 7

NO CAPÍTULO ANTERIOR:

André tornou olhar para Lucio ao longe enfurecido e pra piorar ele constatou que a moreninha dentro de um vestidinho preto de puta, estava aquecida com o casaco de Cleber por sobre os ombros. Ele pensou: "Desgraçado, hoje não... Mas amanhã você me paga".

Depois de comer e beber, André perguntou:

- Encheu o estomago meu príncipe?

Sorrindo Cleber disse: - Enchi já to satisfeito!

- Então vamos pra casa. E André foi conduzindo Cleber até o carro, eles entraram e foram pra casa.

FIQUEM AGORA COM O CAPÍTULO DE HOJE:

Em casa André preparou uma sopa instantânea bem quente para Cleber, o menino estava resfriando, também depois de ter pegado toda aquela friagem. Ele deu um antigripal também, e os dois ficaram namorando e conversando. Até o sono vir e eles irem deitarem.

Em casa Lucio ouvia revoltado o pai aos berros querendo que ele desse conta do filho mais novo. A mãe em desespero também, o pai gritando:

- Você vai dar conta dele, se acontecer alguma coisa eu mato você, você vai ser o culpado.

- A culpa é sua, você nem ouviu o nosso patrão, deu nisso. Ele tava certo Antonio. E ce sabe disso homi. Respondeu Carmem.

Lucio aproveitou isso e sem que os dois vissem deu no pé. Antonio ia atrás, mas já sabia que o filho ia pra casa de algum amigo ou pra casa do primo. Ele agora tava era mais preocupado com o sumiço de Cleber e disse pra mulher:

- Eu vou inte o centro, quem sabe eu acho ele no caminho, ou algum vizinho possa ter visto ele.

- Eu vo mais você homi.

Os dois saíram em caminhada, e andando um estiram de estrada no escuro e no frio, encontraram Bastião e seu Juca vindo com as mulheres e as filharadas pela estrada. E Antonio perguntou pra eles se sabiam do filho no que Juca respondeu:

- Nó vimos sim cumpadre o menino tava lá jogado num canto inté Carlinhos foi falar com o Lucio. Num é Carlinhos, fala pra eles:

- Foi sim tio, eu perguntei pra ele porque Clebinho num tava com ele, e ele disse que Clebinho que queria ficar la de canto, que tava emburrado, e num queria ter vindo a festa, que o sinhô que tinha feito ir contra a vontade dele.

(Carlinhos era filho de Juca e também era rapazinho, já tinha 16 anos, era caboclinho amigo de Lucio e dos outros rapazes da idade deles).

- O Lucio chegou em casa sem o irmão, e estou desesperada. Disse Carmem.

A mulher de Bastião respondeu: - Se acalme mulér eu vi seu filho entrando no carro com aquele rapaz que ocês trabalham na casa dele.

- A meu Deus! - Ele ta la na casa de André então. Vamos pra lá homi.

- Vocês nos de licença intão pessoar que eu mais minha mulher vamos até la ver se ta tudo bem.

- Mas vão se então. Vão com Deus no caminho, Jesus lhes proteja. Disseram Eles, e as mulheres, seguindo o caminho deles.

Chegando a casa de André, Antonio já na varanda, bateu na porta. André acordou assustado. E foi até a porta, vendo os dois abriu, ele já sabia do que se tratava, e veio falando:

- Ha estão atrás do filho de vocês, o que eu falei seu Antonio? - Esta bom vocês uma hora dessas perambulando na rua, por conta sua besteira. Sabe que seu filho nunca ia cuidar de Cleber, que bom que eu tive a brilhante idéia de ir lá ver como ele estava.

- Eu vim buscar meu filho, só isso.

- Mas não vai levar. - Primeiro que ele já esta dormindo, e ainda resfriado por que seu filho largou ele sem casaco lá, e sair agora nesse tempo só vai piorar a saúde do menino. Segundo que já ta tarde, seu filho ta bem, amanhã vocês vem aqui pra conversarmos.

- Eu só queria ver se ele ta bem meu filho. (Disse Carmem).

- Ta sim, a senhora pode entrar e dar uma olhada lá nele, só não acorde ele, por favor. Vai lá entre enquanto estou conversando aqui com seu marido.

Carmem entrou e Antonio disse: - O que o senhor pretende com meu filho, porque essa preocupação toda com ele?

- Porque ele é um deficiente e vocês não cuidam dele. Eu poderia ir numa delegacia agora e denunciar vocês por maus tratos. E quem ia pra cadeia era você e sua mulher. Por culpa do seu filho mais velho. Eu tenho provas suficiente aqui no meu celular do abandono dele. Isso é abandono de incapaz. Olha isso aqui!

(André pegou o cel. correndo e trouxe já colocando para Antonio ver, o filho jogado sozinho na rua, enquanto outro namorava e bebia a vontade). Por sorte naquele tempo já se tinham os primeiros celulares que tiravam fotos, e filmavam por um ou dois minutos. Não era lá uma foto maravilhosa como as de hoje e nem tanto tempo de gravação como se podem fazer os celulares de hoje mais com o seu Sanyo SCP-5300,isso era permitido. (Um modelo moderno na época de celular com flyp e que tinha display colorido permitindo tirar fotos e fazer pequenas filmagem, e era um dos ais caros, apenas pessoas como André poderia ter um modelo de celular tão moderno como aquele para época.).

Antonio estava estarrecido e sem saber o que dizer, Carmem estava voltando e ele disse:

- Obrigado patrão por ajudar nosso menino, peço descurpa pelo incômodo, amanhã nos vem aqui cedo.

- Tudo bem seu Antonio. Estarei esperando, vocês.

O dia amanheceu e André acordou com o cheirinho de café vindo da cozinha e foi até lá e viu Carmem passando o café.

- O que esta fazendo mulher. Deixe isso ai, hoje é Domingo, dia do seu descanso, não é pra você esta trabalhando.

- Só quis retribuir o favor q o sinhor fez de cuidar de nosso menino onti.

- Largue de bobeira, num precisa disso, mas já que fez, vou aproveitar o café então, que seu café é uma delicia.

- Gradecida!

- E seu marido, onde está?

- Lá fora, tava esperando o sinho acordar, pra conversar, pois vai chamar ele, quero mesmo conversar com vocês dois. Dormi pouco pensando nessa noite, e já ta na hora de conversar sobre uns assuntos com vocês dois. Vai lá que vou chamar teu filho pra acordar.

André acordou Cleber que foi lavar o rosto, e veio pra sala. Lá já esperavam os pais dele e de André. André aproveitou e com todo cuidado ajudou Cleber a se sentar do lado dele de frente aos seus pais. E começou a dizer:

- Bom seu Antonio, primeiro quero lhe dizer que o Cleber a partir de agora vai ficar morando aqui definitivo comigo, não tem mais o porquê dele ficar la com vocês para passar pelo o que ele passou ontem. Vocês trabalham aqui e têm contato com ele todos os dias. Aqui é mais confortável pra ele, e ele se sente bem melhor aqui.

- Eu acho até bão Patrão! - Disse Carmem.

- Pois eu acho esquisito que tanto bem querência que o senhor tem pelo meu filho.

- O senhor quer saber mesmo?

- Claro que quero.

Cleber os interrompeu e foi falando: - Pai eu e André estamos namorando.

- Como é isso menino! Exclamou espantado Antonio.

- É isso mesmo seu Antonio eu e Cleber nos amamos, e vamos viver juntos e felizes.

- E o senhor quer que eu concorde com uma besteiragem dessa? - O senhor se aproveita da pureza do meu menino e faz ele de mulherzinha e acho que tenho que concordar cum isso tudo.

- Santo Deus, Antonio que coisa é essa que ocê ta falando de nosso fio. Fico loco homi.

- Loco tão esses dois. Num botei filho no mundo, pra ser chibungo, nem baitola, nada dessas coisas.

- Nosso fio num é deodésio não Antonio! - Os dois ce gosta, pegaram chamego, mas ele num é essas coisas não.

- Como não, se ele ta namorando outro cabra, havera de ser o que então?

- Pai chega! - André num me transformou em mulherzinha, num sou essas coisa.

- A não e quem é então? - O senhor que ta de servir o meu filho, feito mulher então?

- O senhor me respeite seu Antonio, e quer saber, pra mim chega. Já disse tudo o que devia lhe dizer. O caso é que eu e seu filho nos amamos sim, estamos juntos sim, e vamos viver juntos sim. Gosto o senhor o não.

- Gosto não; e vou-me embora agora daqui, o você vem agora mais eu Cleber, ou se fica e vevi essa vida de safadeza sozinho esquece que tem pai e mãe.

- Esquece q tem pai, eu que num vou abandonar meu fio pra traz, se num abandono o outro que num presta, mas saiu de minhas entranhas, é meu!

- Pois então vô, e não ponho, mas meus pé nesse antro de safadeza.

- Vai então seu Antonio, vai e nos deixe em paz.

- Vo mesmo e num se preocupe não que vo da paz a vocês, porque esse ai morreu pra mim como filho. Com sua licença...

Antonio saiu em disparada. na sala Clebinho chorava. Sentado do lado direito dele no sofá, André acariciava o rapaz e aninhava ele no peito.

Dona Carmem sentou-se ao lado esquerdo do filho, e com o olhar pra André que entendeu e largou Clebinho, ela colocou o filho nos peitos dela e disse:

- Calma fio, que teu pai ta nervoso amanhã é outro dia, eu acalmo ele.

- Eu num queria perder vocês mãe, vocês são minha família.

- Que é isso fio! - Escute o que sua mãe tem pra lhe dizer... Eu sou uma burra chucra veia. Num so desse tempo moderno de ocês. E num acho certo essas coisas, mas ocê é meu filho, que saiu aqui das minhas intranhas, te carreguei aqui dentro do meu bucho nove mês fio. E amo ocê do jeitinho que ocê é. Amo inte o traste do teu irmão, aquilo lá num vale nada, mas é meu fio também, veio de mim, e num admito que faça mardade pra ele. Então-se num admito que se faça mardade a ocê também. Se tu havera de for feliz dessa maneira eu vo respeitar e entender, porque eu só quero que nessa vida inzesta felicidade no teu caminho meu fio. Fique assim não meu bichinho, a mãe ta aqui do teu lado.

André vendo Cleber chorar e a mãe dele dizendo tudo aqui pra confortar o filho, também chorou. A mãe dele era uma mulher riquíssima e poderosa, mas nunca soube ser metade da metade que aquela mãe tão simples e humilde que nem saber falar direito, era.

Aquela sim! Era uma mãe de verdade. A mãe que ele nunca teve na vida e nem nunca teria.

No dia seguinte, Lucio ia voltando pra casa e ao chegar próximo da porta de casa ouviu discussão e parou pra saber do que se tratava. Afinal a coisa já num tava boa pro lado dele e entrar em casa no meio de um bate boca dos pais ia ser um problema. Ele ficou paradinho perto da entrada da porta ouvindo a briga dos pais:

- Não adianta mulher, eu num vo aceitar filho baitola.

- Nosso fio já tem problema, num inxerga das vista. E agora ele ta sendo feliz ao lado de André. Deixe os dois ser feliz da maneira deles homi.

- Eu deixo, deixo sim, cê ta vendo eu interrompê alguma coisa deles mulher? - Cê ta vendo por acaso! - Eu só num vo bater palma pra sem-vergonhice dos dois. - Num vo, e pronto!

- Uma hora ocê ve o quanto ta errado, mas então-se continue assim, sem se meter na vida deles. Porque se ocê for fazer alguma coisa pra nosso fio ou pra André que cuida do nosso fio, ocê vai ver eu jogar essa casa encima de sua cabeça. - Há se vai!

Do lado de fora Lucio escutava tudo e voltou correndo pra casa do primo. Chegando lá ele contou tudo ao primo que falou:

- Quer dizer que o ceguinho agora libera o cuzinho pro patrão. Se ele pode nós pode também, Temos que dá uma metida no rabo do ceguinho também.

- Cê é louco, ele é meu irmão!

- Nossa; grandes coisas isso, até aprece que você morre de amores por ele!

- Não morro mesmo, odeio ele, mas dai já comer meu próprio irmão...

- Deixa de besteiragem antes de ser teu irmão ele é viado e ta liberando o cuzinho agente entra la fode ele e mete o pé, ele num vai falar nada, vai ficar quetinho. Ele num é bobo de dizer nada pro macho dele, ele num vai querer perde a boa vida que tem.

E nos achando que o cego era um tonto. Ele é mais esperto que nós afinal, ta dando o cuzinho pra ficar rico.

- Sei não, e se nós for pego lá. Ainda num sei! - Pô, meu irmão né!

- Que mané irmão meu saco, para de frescura, você num odeia ele, mas um motivo pra esculhambar ele. Deixa ele sofrer um pouquinho na nossa mão pra ele aprender!

- Tá! - Ta bom! - Mas mesmo assim como vamos fazer isso lá meus pais trabalham lá? - Pelo menos minha mãe trabalha lá, meu pai do jeito que é, já nem vai por mais os pés la.

- A tia num trabalha lá o tempo todo, temos que ver uma hora que o cegueta ficasse sozinho.

- Eu acho que ele nu fica nunca. Se bem que!

- Se bem o que?

- Eu acho que quando o gordo vai pra academia ele fica sozinho porque ele não passa muito tempo fora e com certeza deixa o cego sozinho em casa. O gordo tá até já com o corpo legal, ta bem diferente já.

- Então ótimo, vamos descobrir quando é isso!

- E tu acha que isso vai ser fácil?

- Não, mas também não é difícil, volta pra casa com cara de arrependido, pra conviver com eles e vai devagar assuntando com a tia.

- Ta bom...

- Ai mano, na moral, se desconfiasse antes do cegueta, eu já tava socando naquele rabo moreno dele a muito tempo. Você com um viadinho em casa e nem aproveitou

- De que maneira? - Nem sabia disso... Se soubesse ai sim ele ia ver o que era bom pra ele. Todo dia eu ia descarregar umas duas ou três leitadas no cu dele.

- Calma mano que ainda da tempo de nós fazer isso, coitado do cego to até com pena dele, vou esfolar aquele rabo dele.

Em casa Clebinho, mas calmo curtia sua vida junto com André. André realmente estava se esforçando muito e já estava bem mais magro com o passar dos meses agora ele pesava 62kls e um corpo bem mais saradinho, muito mais leve e saudável, ele estava com uma aparência mais jovem devia ao emagrecimento e ao brilho do amor no olhar dele.

Lucio voltou pedindo desculpas ao pai e a mãe, e claro se aproveitando do pai que estava puto com o filho mais novo achando que era um viado. Ele ficou até mais amável. O pai sabia que o filho era um pilantra de marca maior. Mas ao menos era o único macho da família, não fazia ele passar vergonha e ainda poderia lhe dar um neto.

De vagar Lucio fez uma pergunta aqui, e outra ali pra mãe e então numa Terça-Feira, la estava ele e o primo por volta das sete horas da noite escondidos dentro do quintal da casa de André, já que lá era imenso. Viram que ele saiu com o carro e fechou a porta. Os dois saíram por detrás das árvores e seu primo falou:

- É agora vamos subir correndo, ele vai ficar uma hora fora mais ou menos, da tempo suficiente pra gente se divertir com o cegueta e sair fora. Mas temos que ser rápido. E os dois subiram à rampa de acesso a casa de André que ficava no alto. Subiram ligeiro e já foram entrando na casa pela janela que estava aberta.

Enquanto isso André dentro do carro lembrou-se que deixou a pequena sacola de pano sobre a mesa, onde entre outras coisas tinha a chave do cadeado do armário dele na academia. Ele parou o carro e fez a curva voltando, chegou ao portão de casa e soltou do carro para abrir o portão, mas ai pensou: "Quer saber se for abrir esse portão todo entrar no carro, subir, saltar lá encima voltar com o carro e fechar portão de novo, eu vou é me atrasar. Vou deixar o carro aqui mesmo e subir correndo rapidinho e desço correndo assim ainda faço mais um exercício. André agora bem mais magro já tinha fôlego suficiente pra subir correndo. E chegando la encima já na porta ouvia os gritos de Cleber:

- Para, por favor, para...

Ele abriu a porta correndo e entrou que nem um furacão e então deu de cara com Cleber caído em cima da cama dele, nu e indefeso o irmão segurando ele só de cueca e o primo completamente pelado tentando meter em Cleber.

- Desgraçados, eu mato vocês dois agora!

Os dois rapazes pularam da cama pro canto da parede perto da porta, André abriu o Guarda-roupa e saiu jogando tudo no chão e pegando uma arma. Era um 38. Pronto para atirar, os dois correram com um pelado pulando pela janela e o outro de cueca correndo de porta a fora, André correu atrás descendo e mandando bala pra cima deles. De longe naquele lugar calmo se escutava o barulho dos tiros que ecoava por todos os lados, por sorte os dois conseguiram sair da casa e ganharam a estrada, um de cueca e outro nu correndo pelo meio da escuridão.

André voltou correndo para ver Cleber que encima da cama chorava apavorado. Ele acalmou o rapaz, deu água com açúcar, conversou com ele, foi pegar o carro e subiu com o carro depois de arrumar e acalmar Cleber pôs ele dentro do carro já vestido e entrou com as roupas dos dois safados jogando no banco de trás. André estava revoltado e descontrolado, ele parecia endemoniado e fora de si. Chegou com o carro invadindo o terreno de seu Antonio, seu carro que em 2002 era um Zafira, carro grande e luxuoso daquele tempo, arrebentou a porteira de madeira facilmente e André saiu invadindo com tudo entrando e buzinando com força.

Antonio veio pro lado de fora com sua esposa assustados e André já foi saltando com a arma na mão e dizendo:

- Cadê o safado do seu filho, que vou matar ele.

- Que negócio é esse de você chegar invadindo tudo aqui no meu terreno, eu não quero você e nem esse safado que tá ai dentro desse carro aqui dentro. Não admito gente igual a vocês aqui dentro.

André foi pra cima de Antonio com tudo colocou a arma na testa dele e disse: - Cala a tua boca agora porco nojento, você é o culpado de tudo. Você não pode falar nada aqui, nunca teve amor ao seu filho e ainda passa a mão na cabeça desse filho da puta que você esta escondendo ai dentro.

- Eu não to escondendo nada e ninguém, e não tenho medo de arma rapaz, se você atira tu vai pra cadeia.

André gargalhou e disse: - Eu ir pra cadeia? - Sou advogado, tenho conhecimento, e alem disso matar você e o safado do seu filho não é nada eu digo que foi em legítima defesa.

Antonio estancou e disse tentando se acalmar mais, enquanto sua mulher já chorava e ia em direção ao filho que também estava nervoso e chorando dentro do carro.

- Calma rapaz, calma. - Ta certo, diga intão o que se assucede.

- O que ta acontecendo é que ia para academia mas por conta de ter esquecido minha chave, voltei e pequei o seu filho

Com o primo encima de minha cama tentando estuprar Cleber. Tanto que ele saiu correndo só de cueca e o outro nu por essas estrada a fora.

- Pare de falar sandices agora também quer inventar histórias sobre minha família já não basta fazer o que fez com meu mais novo, transformando ele em seu teudo e manteudo.

- Velho filho da puta, você não ta acreditando em mim né, não ta acreditando, pois espere ai. Disse André visivelmente transtornado e indo em direção do carro, pediu licença a dona Carmem que estava na porta e pegou as roupas e voltou apontando a arma pra cara de Antonio com uma mão e com a outra, esfregou as roupas na cara de Antonio que caíram no chão e disse:

- Olha ai, as roupas dele esta vendo. Se eu to inventando de onde eu tirei isso, fala velho miserável. Fala porra. -Quer que eu faça você comer a cueca do teu sobrinho ou a bermuda do teu filho marginal pra você saber que eu não to mentindo.

Do carro aos prantos Cleber gritava: - Calma André vem pra cá, vem embora. Vamos embora.

André olhou para trás e por Cleber ele baixou a arma e foi até a porta do carro e disse: - De hoje em diante eu quero que você suma de perto de mim e de Cleber, você e seu filho marginal, ou eu mato vocês dois, amanhã a senhora vai lá pra casa e nós conversamos.

- Ela não vai, é minha esposa; e não vai mas trabalhar pra você e nem aparecer mais por lá.

- Antonio eu não vou ficar longe de meu menino, não vou.

- Pois escolhe então tua casa ou eles, porque se escolher eles, tu num pisa mais aqui dentro.

- Saio com a ropa do corpo, mas meu fio eu num deixo.

- Pois se vá então desgraçada. Vá, vá pro diabo que a carregue.

Carmem entrou no carro nervosa e eles foram pra casa. Já em casa André acalmou Cleber e Carmem:

- A senhora não se preocupe, de hoje em diante, a senhora vive aqui com a gente, vai ser feliz aqui.

- Já tava cansada mermo da vida infeliz ao lado daquele traste veio.

- Pois então não se preocupe, amanhã saímos os três pra comprar algumas roupas pra senhora.

- Carece não meu fio, eu vo lá buscar os meus trapos. Antonio que num se meta a besta comigo.

- Vai nada, não tem necessidade isso, vai comigo e Clebinho comprar roupas lá pelo centro.

Um pouco mais tarde eles estavam mais calmos conversando André já tinha dito que ela ia dormir no quarto de Cleber e Cleber no quarto dele, afinal a verdade é que tudo já estava escrachado mesmo, já não se tinha mais o que esconder e então porque Cleber e ele iam ficar dormindo em quartos separados.

Eles estavam mais calmos e conversando, e de repente ouviram saraivada de tiros.

- Isso aqui inté já foi calmo meu fio. - Não se escurtava nem um tiro. (Carmem Falando com André).

- O Rio de Janeiro esta começando a ficar perigoso em tudo que é canto dona Carmem. Não sei onde isso vai parar.

E assim foi indo à noite. O dia amanheceu e depois do café eles foram dar uma volta pra espairecer e comprar algumas roupas pra dona Carmem, André comprou duas camisas pra ele regatas que ele gostou. Agora magrinho já podia usar e abusar das regatas. Comprou bermuda e camisas pra Cleber também e quando voltaram para casa um carro de polícia na porta dele com Antonio que já foi logo dizendo:

- Tenho certeza que a morte dele foi por sua culpa André.

- Meu filho morreu por sua culpa...

- O que ocê ta dizendo ai Antonio?

- Que teu filho, mas teu sobrinho tá la morto no vale só de cueca e mais nosso sobrinho o primo dele pelado, morreu de morte matada de tiro. Num foi esse ai ontem que tava la na nossa casa, dizendo que ia matar ele com arma na mão?

- Mas num foi ele, nós tava tudo junto aqui dentro seu dotor quando nos havera de escurtar os tiros, tava eu mais eles dois conversando aqui dentro. Quando escurtamos os istampidos de tiro dotor. (Carmem falando ao policial).

O policial disse para André: - O senhor tem porte legal de arma?

- Tenho sim senhor, sou advogado. Os senhores podem entrar em minha casa e conversamos melhor?

André subiu com seu carro e atrás a viatura subiu acompanhando eles. Na sala André trouxe a arma dele, os documentos de porte da arma, certificado, tudo certo, contou tudo que aconteceu que o rapaz não prestava e tentou fazer maldade contra o próprio irmão deficiente, e por isso ele estava tomando conta do rapaz ali com a mãe. Carmem confirmou tudo. Ele disse que perdeu a cabeça ontem que brigou mesmo com Antonio e que disse que mataria os rapazes no momento de fúria, mas que não o fez e que tanto Cleber como Carmem passaram a noite com ele, e poderiam confirmar tudo.

Por sorte Antonio, não queria entrar na casa de jeito nenhum ficou lá em baixo, e por isso não abriu o bocão pra falar merda. Sendo assim os policiais tendo em vista que André era bem de posição social filho de empresário, advogado, estava cuidando do rapaz deficiente com a mãe dele ali e ajudando. Apenas conversaram com ele e um dos policiais disse:

- Os corpos foram encontrados crivados de bala e não preciso nem de pericia pra saber que mataram eles com tiro de fuzil. E não com esse pequeno 38. Pelo tempo que tenho em serviço só de olhar pros buracos dos tiros já sabemos de qual arma se efetuou o disparo.

Mesmo assim, vou pedir que vocês possam ir ate a delegacia com a gente presta um depoimento formal, e caso precise, iremos entrar em contato com o senhor!

- Ok! - Vamos então!

No caminho André foi ligando pro pai e falando que ia pra delegacia, e pra que ele viesse o mais rápido sem fazer alarido pra mãe dele para os dois conversarem.

Quando Lúcio chegou André já tinha prestado depoimento e já estava em casa. Os dois foram conversar a sós, Carmem ficou cuidando do filho, e eles na varanda conversando, André contou tudo ao pai, o mais rápido que pode, e com o máximo de detalhes possível. E então Lúcio falou:

- Bom meu filho, quanto a você está namorando esse rapazinho, eu não faço nenhuma objeção, apesar dele ser cego, mas acho que o maior problema de vocês é a idade. Porém se a mãe apóia, e está do lado de vocês dois então já não vejo tanto perigo judicialmente, como você ser acusado de pedofilia ou coisa do tipo, uma vez que ele já tem 15 anos e ele lhe dá consentimento de digamos... Namora ele. Além disso, a mãe ainda apóia vocês. Mas agora devido a tudo isso, o perigo esta aqui pra mim, você já esta a mais de quatro meses fora, já esta na hora de você enfrentar tudo de frente de retomar sua vida.

- Eu sei meu pai, mas só vou voltar agora com Cleber, e claro levando a mãe dele, não vou deixar ela aqui pra trás na mão desse sujeito, sofrendo ao lado dele, ela já chorou muito hoje pelo filho. O moleque era um traste, mas é filho dela mais velho. Ela é mãe e mesmo odiando o filho dela e adorando ele ter morrido, não posso tirar esse sentimento de dor pela perda de um filho.

- Verdade! - Mas filho você sabe que vai ser difícil você chegar lá com essa gente em casa, sua mãe vai surtar.

- E o senhor acha que vou levar eles pra casa de vocês, eu vou arrumar um apartamento pra eu viver com eles. Não preciso da casa de minha mãe.

- Faz assim, conversa com eles, veja se consegue colocar na cabeça deles pra lhe acompanharem, enquanto isso vejo algum de nossos apartamentos que possa desocupar pra vocês morarem. Aquela cobertura mesmo de Ipanema, quase não usamos lá, esta fechada um tempo. Será que serve para vocês?

- Claro pai, vai ser maravilhoso.

- Pois resolva tudo ai, que vou resolvendo lá, aquilo deve esta cheio de poeira, tenho que mudar alguma mobília lá, pelo tempo que não usamos, deve esta com mobílias antigas de 10 anos atrás. Mando colocar TVs, fogão, geladeira, enfim... Tudo mais moderno para vocês e no Sábado que vem você vem com eles. Até porque é aniversário de sua mãe e como em todo ano ela dará aquela festa lá em casa.

- A meu Deus, não acredito, tem mais essa também. Eu to numa maré de azar meu pai, eu to mesmo.

Lúcio riu do filho e disse: - Para de bobeira filho, você sabe que tem que ir; já esta acostumado com isso todo ano.

- Quer saber eu vou e vou levar minha sogra e meu namorado, pra que minha mãe conheça eles.

- Que horror! - Isso é um escândalo...

- Agora que não perco mesmo nada dessa festa!

- Pois não perca pai, vai ser um escândalo mesmo, você vai se divertir, eu garanto.

O pai rindo disse: - Já estou me divertindo aqui só de pensar.

André também riu e depois mais sério disse: - Vamos entrar e conversar um pouco com eles, coitados estão la dentro tristes.

Eles entraram e André disse a Carmem: - A senhora já conhece meu pai Lúcio não é?

- Sim, ele que tratou tudo com meu marido na época pra nós darmos um jeito aqui pra quando o senhor chegasse, além disso, nunca que havera de se esquecer dele. O senhor tem o mesmo nome que meu menino, que coincidência né não?

Lúcio sem graça respondeu: - É sim, e minhas condolências senhora.

- Eu num sei o que essas conderencias ai, mas agradecida.

- Não dona Carmem são condolências, ele quer dizer meus pêsames ou meus sentimentos pra senhora. (Explicou André).

- A ta bom, obrigada seu Lúcio.

- Bom pai vou ter que tratar de ajudar dona Carmem com o filho dela, ver capela pra velar ele, e enterro, essas coisas, você me ajuda?

- Claro filho, fico aqui com você até amanhã, depois do enterro eu vou embora pra agilizar tudo.

No dia seguinte, aconteceu o enterro, tudo foi tranqüilo na medida do possível, André teve que aturar o intragável do pai de Cleber, mas ele não fez nenhuma gracinha também, ficou no canto dele até porque Lúcio pai de André estava la também.

Depois do enterro, no dia seguinte, André veio aos poucos fazendo a proposta para a sogra e seu namorado de eles irem embora dali, dona Carmem ficou meio assim ressabiada e com medo, não tava acostumada com cidade grande, morar em apartamento, cobertura, nada dessas coisas ela conhecia. Mas André foi tranqüilizando ela durante a semana, fazendo ela entender que ele tinha que retomar a vida dele e voltar a trabalhar, enfim. Cleber por sua vez estava radiante de felicidade, de sair daquele lugar um pouco, ir para outro lugar diferente.

A semana foi passando e na Sexta-Feira pela manhã, depois de saber que André ia embora com Cleber e sua mulher Carmem, Antonio foi à casa de André, e subiu a rampa chegando lá encima mesmo dizendo que não ia por mais os pés lá, ele foi e chegou querendo por Banca:

- Você não vai levar meu filho nessa festa, de maneira nenhuma!

- Não só vou como já estou levando ele... (Respondeu André)

- Você não pode me deixar aqui Carmem e nem levar meu filho com você.

- Posso primeiro porque ocê falou que num me queria mais, me expulsou da minha pórpia casa, se alembra disso, e dispois, ele num é mais seu fio, se esqueceu também, que ocê disse que num considerava mais ele seu fio.

- Isso ai dona Carmem, a senhora está certa. Escuta aqui seu Antonio, já estamos pronto e de partida, o senhor faça o favor de se retirar e sair da minha casa agora ou chamo a polícia pra lhe prender por invasão de domicilio. O senhor não tem mais nada que fazer aqui nem como meu empregado porque sua documentação já esta toda no contador e em breve o senhor receberá tudo direito pelo tempo que trabalhou aqui, então não temos mais nada do que tratar ponha se daqui pra fora, rápido.

- Eu vo, mas isso num fica assim não, o senhor desde que veio aqui acabo com minha paz; me separo de mima família.

- Quem separou o ocê de sua família foi ocê mesmo Antonio, cala sua boca e se arretira daqui.

- Ouviu sua mulher né, sai da minha casa agora.

Antonio saiu de la chispando de ódio. E André perguntou:

- Como ele soube de tudo?

- Eu merma mandei avisar esse traste, num achei direito, sumi sem ele saber. Agora vo mais vocês despreocupada, ele já sabe que num vevo mais nesse lugar.

- Tudo bem, então, tanto melhor, vamos colocar essas malas, e irmos embora.

As horas passaram e finalmente eles chegaram, dona Carmem subiu dentro do elevador que nem um bichinho acuado, e quando entrou no apartamento e viu a cobertura de frente pra praia ficou maravilhada.

- Meu Deus do céu é uma belezura, todo dia ver esse mar lindo por essa varanda, vô inté ficar mal acostumada.

- É bonito mãe.

- Olhe fio, vire-se. Assim mermo... Sei que ocê num pode ver, mas ocê tá de frente pra varanda e tem um mundaréu de mar na nossa frente, é a coisa mais linda desse mundo.

- Me leva um dia nessa praia André?

André chegou perto dos dois e abraçou os dois bem fortes e disse: - Claro que te levo amor, não hoje e nem amanhã, pois temos que tratar de tudo para a festa, mas no Domingo quem sabe, não vamos os três a praia.

- Oba! - Que delicia mãe, vamos à praia.

- É fio, vai ser muito bão mesmo!

André gostou da arrumação que o pai deu, estava tudo elegante, tinha algumas coisas antigas do apartamento, mas agora estava com tudo de moderno dentro. Como aparelhos domésticos de mais moderno e melhor que poderia ter naquele ano de 2002.

No dia seguinte eles já estavam dentro do shopping fazendo compras, dona Carmem tadinha parecia uma bocó do interior mesmo, apaixonada por cada coisa que via, até na escada rolante se assustou e achou aquilo a coisa mais legal do mundo ficar subindo numa escada rolante.

André levou ela pra um salão dos melhores que tinha dentro do shopping, um que ele costumava ir, e já era conhecido, o dono sabia quem ele era e filho de quem ele era e já veio recepcionando ele logo na entrada. A menina que ia cuidar do Cabelo de dona Carmem discretamente, foi até ao dono, uma bicha afetadíssima, porém elegante demais e disse:

- Pelo amor de Deus, o cabelo daquela senhora acho que nunca viu nem um xampu na vida. Aquilo ta um ninho duro e quebradiço.

- Meu amor ela esta acompanhada de André, um dos nossos maiores clientes, ele tem grana pra dar em pau, e paga tudo o que fizermos sem pena. Por tanto, vai lá e taque até formol na cabeça da mulher, faça mágica, se vire, mas deixe o cabelo dela, igual de japonesa, entendeu queridinha?

- Entendi né... Vou ter que fazer milagre mesmo.

- Vai amor, vai e faz o milagre acontecer.

E assim dona Carmem, saiu maquiada, cabelos maravilhosos cortados e com um penteado lindo, unhas feitas e foram comprar roupas, Clebinho também de cabelo cortado, ganhou um óculos escuro lindíssimo de marca para ele usar. Eles compraram terno sobre medida para Cleber e André, os sapatos social de Cleber tiveram que ser dois números maiores pra ficar bem confortável, já que Cleber nunca tinha andado de sapato que dirá um sapato social, e sendo assim não incomodaria tanto ele. André ajudou escolher um lindo vestido azul turquesa para sua sogra, porém ele era longo e ela precisaria usar sapatos de salto, o que não daria certo. Ela nunca calçou um sapado de salto na vida.

Por fim eles encontraram uma solução e compraram um lindo vestido amarelo mais curto e assim ela pode calçar um sapatinho baixo e fechado com detalhes em amarelo e dourado, combinando com o vestido.

Então a noite chegou, a casa já estava lotada de convidados pelos jardins e dentro da enorme sala de estar da casa.

A porta da casa que já estava aberta, para os convidados entrarem, de repente, todos viram e olharam espantados com André lindo e elegante de braços dados a Cleber, extremamente elegante de óculos escuro e terno, ao seu lado sua mãe uma negra estonteante, dentro de um vestido amarelo, que parecia fazer sua pele negra ainda brilhar e realçar cada vez mais.

Ao longe Felipe que estava na festa o avistou e pareceu não acreditar, André estava magro e incrivelmente lindo.

Elizabeth ao lado do marido falou baixinho:

- O que é aquilo ali?

- Seu filho, não esta vendo. Ele esta tão lindo e elegante você não acha.

- Claro que acho; mas me refiro à escrava e o índio que está de braços dados com ele.

Lúcio deu uma leve risada e disse: - Vá lá saber, você mesma.

- É claro que vou!

E Elizabeth já foi se encaminhando para entrada de encontro ao filho. André já percebeu ao longe que sua mãe vinha em direção e deu uma leve risada. Era à hora do show de horrores começar e ele fazer parte do teatro de marionetes da rainha Elizabeth. As pessoas todas que estavam no local olhavam e comentavam baixo entre si, tamanho foi o choque de verem André totalmente diferente depois de tanto tempo e quem era aquela gente ao lado acompanhando eles. O show ia começar e André estava pronto pra sambar na cara da sociedade.

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E agora, como será para André e Cleber essa nova jornada?

Elizabeth aceitará seu futuro genro?

E o golpista do Felipe, como vai agir assim que descobrir que André esta namorando?

Tudo isso em: NA LUZ DO TEU OLHAR...

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A SEGUIR CENAS DO PRÓXIMO CAPÍTULO:

André pediu atenção a todos e ao pé da escada com Cleber ao seu lado disse:

- Quero aproveitar essa festa linda em que celebramos mais uma data festiva de vida da minha adorável mãe, e aproveitando que a mãe de meu namorado está aqui, para pedir a ela a mão de seu filho em noivado.

- A senhora me concede a mão de seu filho Cleber em noivado?

Carmem sem graça abriu a boca e ai danou-se: - Ave Maria meu fio, é claro que sim, se ele aceitar é claro que deixo como num havera de deixar.

(Todos permaneciam calados e constrangidos ouvindo a mulher falar tudo errado, e André continuou),

- Você aceita Cleber?

- Cleber sem jeito, disse timidamente um sim. André tirou uma caixinha do bolso abriu e colocou a aliança em seu dedo e no de Cleber.

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- Está tudo pronto para nossa viajem, não podemos nos demorar dona Carmem se não perdemos o avião.

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- Melhor seria eu voltar pra onde eu vim André com minha mãe, aqui não tem lugar pra gente.

- Você não me ama mais não é Cleber?

- Me leve embora daqui, por favor, André.

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AMADOS HOJE O CAPÍTULO ESTA UM POUCO GRANDE, MAS FORAM MUITAS EMOÇÕES PARA UM CAPÍTULO SÓ, ENTÃO ESPERO QUE VOCÊS CURTAM E SE DIVIRTAM.

BJS NO CORAÇÃO DO RENATINHO.

HÁ E ANTES QUE ME ESQUEÇA, PUBLIQUEI HOJE CAPÍTULO NOVO DE RAPAHELO, VÃO LÁ VER.

Comentários

12/07/2018 14:31:32
Mais um capítulo emocionante!!! Mais uma reviravolta incrível e digna na história... A morte dos dois pivetes (isso pra ser gentil) foi esplêndida, já não tinha mais sentido eles continuarem na história depois do que tentaram fazer. Dona Carmen minha heroína! Essa Dona Elizabeth já está irritantemente chata... Tá na hora desse Lucio deixar de ser submisso e tomar as rédeas da casa, colocando ela no lugar dela... Acho que o André se precipitou em ir provocar a mãe... Isso vai acabar se virando contra ele, ainda mais que ela gosta do Felipe que já sabemos que não presta. Esse conto ainda vai ter muitos altos e baixos....
22/06/2018 20:13:39
Ah sim, trate de continuar, pf, não vira um desses autores bons que vem com um conto foda e some....
22/06/2018 20:12:14
Menino, que conto foi esse?! amei, acho que foi um dos melhores que eu li aqui esse ano..parabéns cara!
22/06/2018 00:48:31
continua
29/05/2018 19:33:22
volta logo
22/05/2018 21:51:35
Com certeza Túlio_Goulart, aquele lá é outra coisa, kkkk.
21/05/2018 10:25:10
Alguém vingou o ceguinho huahuahuahauhauahua. Aqui na CDC tem um que ele mesmo vai lá e manda braza. Não é mesmo meu parça Healer?! Huahuahuahuahuahua
21/05/2018 10:18:20
Se ele atirasse no Antônio não seria legítima defesa a menos que depois de morto o André colocasse uma faca nas mãos do Antônio ou uma arma e atirasse pra cima. Mas calma, meus parças, eu entendo disso mas não faria uma coisa dessas. 😆😆😆😆😆😆😆😆😆
21/05/2018 10:16:11
Quando vi a parte dos dois pegando o ceguinho, eu já estava quase pra lascar uma bronha depois do estupro da hora que ia acontecer. O pau amoleceu na sequência. É uma droga mesmo!!!! Huahuahuahuahuahua
21/05/2018 10:13:36
Porra parça, senti como se tivessem tirado o doce da minha boca. Eu já estava de pau duro vendo o parça e o mano do ceguinho passando o caralho no rabo dele. Foi uma pena!!!!
20/05/2018 17:43:49
acho que foi um final nada mais que justos desses dois moleques maldosos, até que em fim Cléber vai ter paz finalmente,mas ainda haverá Felipe em seu caminho, espero que ele não faça nada contra o clebinho...
20/05/2018 13:10:53
Que capítulo 10. Muitas emoções. Agora vc me deixou curiosa sobre o q vai acontecer no próximo capítulo...Ansiosa pelo próximo. Por favor não demore a postar. Bjs qrdo.
20/05/2018 07:58:55
Nossa... Tá Ficando muito bom.... Evolução das coisas!
20/05/2018 02:22:29
esplendido👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏
20/05/2018 02:04:15
Nossa, quem matou Lúcio e o primo de Cleber? Qual foi a motivação do crime? Como anda as investigações e quais outros suspeitos foram levantados em questão? Porquê essa execução assim, com o quê eles tinham envolvimento? Ou foram inocentemente mortos? Estou muito curioso em relação esse crime e quero saber se isso têm relação com o pai dos garotos, ou foi um infeliz engano. Muito bem a mãe não ter abandonado o filho e ter ficado ao lado dele, espero que André cuide bem dos dois. Só achei precipitado esse pedido de noivado e ainda mais na frente de um monte de gente, que me parecem, nem ligar para André. Pensei que eles iam demorar mais, e já que mãee filho foram para capital, poderiam estudar e Cleber ser examinado para ver o quadro clínico dele, se poderia recuperar pelo menos parte da visão. Quanto ao tamanho Renato, para mim quanto maior, melhor hihihi. Um abraço.
20/05/2018 01:22:49
CAPÍTULO PERFEITO.SENSACIONAL SÓ NÃO FOI MELHOR PELAS ATROCIDADES QUE FIZERAM COM CLEBER. LAMENTÁVEL. MAS ISSO TEM QUE PARAR. ANTES ERA O IRMÃO E O PRIMO. MAS AGORA CREIO QUE A MÃE DE ANDRÉ E FELIPE É QUE VÃO FAZER CLEBER SOFRER. ESPERO QUE NÃO.
20/05/2018 01:19:14
muito bom

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