O dia que minha cunhada caiu de boca!

Um conto erótico de Sergio
Categoria: Heterossexual
Data: 14/05/2018 15:39:55
Nota 10.00

Me chamo Sergio (Fictício), tenho 27 anos e sou casado!

Sou feliz com minha esposa, mas quero é ver que homem nunca pensou em comer sua cunhada, ainda mais se ela for gostosa!

Bom, eu desde sempre desejei comer a danada da minha cunhada. Certa vez chegamos a morar todo mundo junto e aos sábados eu ficava em casa sozinho e minha esposa ia trabalhar. Sempre bati punheta pensando em como iria comer a gostosa da Bia (minha cunhada). As vezes parece que era proposital, ela ia no meu quarto e da minha esposa somente de toalha e eu ficava torcendo pra a toalha caísse ou eu criar coragem para arrancar e cair de boca nos peitões dela. Ela 19 anos, branca, tatuada, bunda suculenta e com certeza (eu imaginava) um cuzinho rosado e bucetinha lisinha e branquinha.

Uma certo sábado ela chegou no quarto e lá estava eu só com um calção e sem cueca assistindo Tv e já foi entrando procurando pente pra se pentear e tals e comecei a ficar manjando a filha da puta e imaginando que se eu falasse alguma coisa poderia dar merda, porém lembrei que de vez em quando quando eu falava putaria ela ia na corda, nessa hora que começamos a conversar e fomos falando e falando quando comecei a falar das vezes que eu havia ido em motéis, ai ela também começou a falar e resolvi criar coragem pra falar do meu tesão por ela.

Eu: Bia, vou te falar uma coisa, já faz tempo que te observo e te confesso que tenho uma tara enorme em você!

Ela: Para de falar besteira, leso!

Eu: Tô falando sério. E você complica mais quando vem de toalha pra cá!

Ela: Para doido. Me respeita. Sou irmã da tua esposa!

Eu: Tô só dizendo!

Ela saiu do quarto e foi embora. Fiquei com certo receio de ela ir comentar com alguém ou até com minha esposa, mas isso passou!

Duas semanas após o ocorrido lá vem a puta só de toalha pra atentar e de novo estava eu de calção sem cueca. Aí não resisti e comecei a ficar de pau duro e claro não dava pra esconder.

Ela se virou pra mim e disse: Sérgio, sabe naquele dia. Eu fiquei esse tempo todo pensando no que você falou. Sei que é errado, mas acho que eu poderia acabar com esse teu fogo.

Eu fique todo feliz é claro e disse: Como você poderia fazer isso?

Ela: Se você ainda topar eu te mostro.

Eu: Claro que topo!

Ela começou a vir na minha direção e quando percebeu que eu estava de cacete duro ela mordeu os lábios e já foi logo colocando o pau pra fora e caindo de boca na minha jeba. Puta que pariu, que boquete era aquele. Ela tinha uns "lábio de veludo" e eu delirava muito enquanto ela mamava e acariciava minhas bolas e passava a língua na cabecinha. Nossa eu estava realizando um grande desejo.

Então depois de uns minutos boqueteando meu pau ela disse, pronto, já vou. Resolvi seu problema! Eu disse: Não, agora você fica!

Ela ficou nervosa pois estava com medo de que chegasse alguém, puxei ela com força pelos braços e arranque a toalha e comecei a chupar os seis dela e ela delirava e meu pau já latejava de tão duro.

Joguei ela na cama e comecei a chupar bem gostoso a boceta dela e ela delirava ainda mais, foi quando sem querer minha língua passou na beira do cuzinho dela, nossa, essa menina quase tem um troço. Aí saquei eu comeria também aquele cú!

Comecei a penetrar bem gostoso na boceta que já estava toda molhada e ela gemia igual uma putinha e me chamava de cunhado safado e pedia pra eu socar com força. Perguntei dela se ela liberava o cuzinho e claro ela disse que não, pois não aguentaria meu cacete. tirei meu pau da boceta e dei na boca dela pra ela provar como era gostosa sua xaninha.

A coloquei de quatro e nossa, que visão era aquela. Um cuzinho bem rosadinho como eu havia imaginado, na hora enquanto fincava minha rola na boceta dela eu cuspi no cuzinho e comecei a acariciar com o dedo ela não falava nada, até que eu disse que colocaria meu pau no cú dela e la retrucou e dizia que não até que consegui convencer e fui colocando bem devagar até entrar a cabeça e depois que a cabeça ta dentro amigo, o resto é graça.

Ela gemia e pedia pra eu colocar devagar e assim fui fazendo até colocar tudo. Essa menina gritava de prazer pedia pra eu não tirar. Quando eu disse que já estava pra gozar e que gozaria dentro do cuzinho ela falou: Enche meu cuzinho de porra meu cunhado safado, enche.

Fiz como ela pediu, gozei bastante e quando tirei meu pau pingando de porra e ela perguntou se eu ainda ia continuar alimentando aquele cu com leite fresco.

Pra foi uma foda alucinante, pois já fazia tempo que queria isso e a filha da puta correspondeu a altura.

Depois disso a gente ainda transa algumas vezes.

Bom essa foi minha história e espero que gostem!

Comentários

Comente!

  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
16/05/2018 00:59:13
Muito bom continue
14/05/2018 16:14:50
Excelente