As Três Amantes: A Avó (Parte 01)

Está gostoso? - ela me perguntou, cheia de malícia.

- Ah, Dona Márcia...

- tentei dizer, mas o espanto, o ânimo misturados com o prazer me confundiam as palavras.

- Vamos, diga. Preciso saber se estou fazendo bem. - disse e me mandou um daqueles sorrisos com muita lascívia.

Quase gozei com aquilo. E se tivesse, meu esperma teria jorrado bem na cara da Dona Márcia depois caindo nos seios e então em sua mão que neste momento, masturbava da cabeça a base o meu pênis.

Estávamos nus. Eu estava sentado numa poltrona antiga que ela mesma chamava de Trono, meus braços estavam caídos para os lados e minha cabeça quase que girando no encosto. De pé, a minha frente, Dona Márcia havia se reclinado sobre meu colo. Mantinha as pernas esticadas de forma que eu pudesse ver com clareza sua enorme bunda e, entre as nádegas, seu orifício anal e abaixo disso, um pouco de sua vagina, tudo através de um espelho que ela propositalmente havia colocado ali antes de eu chegar.

Ela quer que eu olhe. Ela quer que eu admire. Ela quer que eu goze.

- Uma visão maravilhosa você tem, não é? - Ela disse quando me pegou olhando para o reflexo do espelho mais uma vez. - Fico me perguntando se meu cu aguentaria essa sua pica grossa, meu filho.

"Meu filho". Aquelas palavras e o jeito de dizer me lembraram mais uma coisa que deixava tudo mais estranho, confuso e curiosamente tentador.

Por alguma razão, Dona Márcia pedia para eu chamá-lo de "Vó" ou "Vó Márcia" desde que cheguei. Claro que ela até tinha idade para ser minha avó, mas ela nem sequer havia tido filhos quanto mais netos. Ela apenas havia gerado amizade com minha mãe quando ela era adolescente e a partir daí virou quase uma mãe para ela também. Eu e minha irmã a considerávamos como nossa avó, mas nunca a chamamos assim. E ela pedir isso agora tornava tudo muito estranho.

Aliás, a própria Dona Márcia estava estranha. Tudo naquele dia era bizarro.

Desde que chegou em nosso vilarejo, Dona Márcia sempre mostrou ser uma mulher gentil, bondosa, prestativa e sábia. Estava sempre sorrindo e ajudando as pessoas. Morava sozinha em sua cabana um tanto afastada do vilarejo, para dentro da mata e só saia de lá quando tinha que fazer compras e ver outras pessoas, incluindo minha mãe. Quando vinha trazia doces para mim e minha irmã e as vezes até cuidava da gente quando ela tinha que sair.

Nunca vi a Dona Márcia com maus olhos. Ela parecia ser frágil, dócil e religiosa. Vestia vestidos de saias longas, cobria o corpo com um xalé e usava um óculos largos. Ninguém percebia o tamanho de seus gigantescos seios ou mesmo de sua bunda exuberante já que sua aparência escondia todo traço de vulgaridade e perversão que se poderia ter. Coisas que ela não tinha escrúpulos em exibir por completo agora.

Também haviam seus cabelos grisalhos antes presos numa humilde rede e, naquele momento, estavam soltos, livres em torno do rosto dela que me encarava ainda com malícia. A única coisa que ela vestia era um chapéu preto pontudo e nada mais.

- Dona Márcia... É mesmo a senhora? - consegui perguntar. - Por que estamos fazendo isso?

Ela sorriu.

- Por que me pergunta olhando para as minhas tetas e não meus olhos, filho? - ela perguntou.

E realmente. Eu havia, sem querer, descido o olhar para os peitos dela e, vendo isso, ela começou a mexer neles com a outra mão, passando a palma pela pele branca para depois puxar os mamilos escuros com dedos.

- Sinto... Sinto muito, Dona Márcia.

- Não sinta. Está tudo bem, é bom que olhe para eles porque depois você vai meter esse caralho duro bem entre eles. Quer tocar antes de fuder com eles?

Isso era outra coisa. Dona Márcia odiava palavrões. Sempre que ouvia alguém dizendo, repreendia a pessoa imediatamente falando que aquilo era inapropriado. Agia de forma correta, chegando às vezes a ser chata. Mas naquela hora, masturbando meu pênis, ela parecia estar mostrando uma outra mulher, uma pessoa completamente diferente.

Sem pensar, fiz o que ela falou e toquei um de seus peitos. Era macio e quente. Acariciei ele por um segundos até Dona Márcia pegar minha mão e apertá-la.

- Aperte eles. Puxe o mamilo, brinque bastante com minhas tetas, não deixe que eu e seu caralho tenhamos toda a diversão.

- Ah...

Fiz o que ela disse e aos poucos fui me perdendo naqueles toques. Ainda havia a preocupação e a confusão sobre que estava acontecendo, mas as sensações ficavam mais fortes e quando vi estava apertando ambos os peitos dela com as duas mãos, cheio de energia, puxando e apertando.

Ela gemia um pouco e mordia o lábio, falando mais besteiras. Sua outra mão acariciou minhas bolas e ficou ali, me deixando com mais tesão. Quando senti que ia gozar, fechei os olhos e cerrei os dentes.

Mas nada aconteceu.

A vontade diminuiu um pouco e eu estranhei. Meu penis continuava duro e latejando, melando a mão da Dona Márcia, mas não passava do ponto. Quando chegava ao ponto novamente, a coisa não ia além disso. Ficava no extremo do tesão, duro feito pedra, ela me punhetando e nada mais. Comecei a ficar ansioso demais e até um pouco angustiado. O que estava acontecendo?

- Quer gozar, filho? - ela perguntou, punhetando mais forte e brincando com as bolas. - Hum, tadinho. Também quero muito engolir sua porra e sentir ela me banhar, mas tenho que segurar minha vontade.

Enfiei meus dedos na poltrona. Aquela longa sensação de pré-gozo era gostosa, mas também torturante.

- Por quê? Por quê...?

- Por que o quê? Por que não deixo você gozar ou por que estamos fazendo isso? Não se lembra?

Na verdade, eu até que lembrava. De manhã, minha mãe disse que Dona Márcia precisava de minha ajuda. Não me contou o quê e quando perguntei de novo ela apenas gritou comigo e mandou em ir logo. Fiz isso e como era domingo então não tinha aula. Ao chegar lá, imaginei que fosse mais um problema com a televisão dela ou algo assim, mas não. Ela disse algo sobre um problema muito complicado de explicar e pediu que eu sentasse com ela para beber algo enquanto me contava a situação. Nem suspeitei, como contei, Dona Márcia nem passava a sombra de fazer algo inapropriado.

Ela me deu algo para beber que parecia chá, mas tudo que senti foi uma tontura rápida e logo depois apaguei. Quando acordei, estava ali, pelado sentado na poltrona com a Dona Márcia também pelada me punhetando e usando aquele chapéu que só então reconheci como sendo de uma bruxa.

- Preciso de sua porra no momento certo. Para que o ritual funcione devemos estabelecer a conexão na primeira oportunidade. - ela piscou para mim. - Mas nada impede que brinquemos um pouco. Ainda falta uma hora antes da meia-noite.

- Meia-noite? Mas e a missa? Minha mãe não me ligou?

- Disse a ela que você teria de passar a noite aqui para resolver o problema. Garanti que iria a missa comigo e depois teria uma ótima noite.

- Mas nós não fomos a missa. E se ela vier me procurar e..?

De repente, Dona Márcia soltou uma risada. Ela continuava me punhetando e mexendo nas minhas bolas.

- Acha que sua mãe vai na missa mesmo, é? Querido, neste momento, ela deve estar fudendo com o carpinteiro enquanto celebra uma noite livre de seu filho chato.

Quase fiquei de pé ao ouvir aquilo, mas Dona Márcia segurou meu pênis de um jeito que me levou ao limite de novo. Apesar disso, suspeitava muito do que ela dizia. O carpinteiro era um homem casado e minha mãe não se envolvia com ninguém desde que meu pai nos largou há cinco anos. Comecei a achar que aquilo devia ser um sonho.

- Mas e a minha irmã? Ela jamais perderia...

- Ela é adulta o bastante para se cuidar, sua mãe deve ter dito algo assim para ela antes de ir. - ela sorriu. - Isso se ela não estiver chupando o caralho do padre agora junto com as outras meninas que ele come.

Arregalei meus olhos. A cada coisa que ela dizia a imagem original de Dona Márcia morria e dava lugar para aquela nova bizarra pessoa. E, além disso, tudo parecia ser mais real do que sonho. Você sabe quando está sonhando, a maneira como as coisas acontecem e quando não está. E sentir que eu não estava sonhando me deixava assustado, mas curiosamente aliviado também.

- Oh, filho, esqueci que não sabe. Mas o padre sempre leva uma garota ou duas para a cama depois da missa. Nunca estranhou o fato de ela acontecer a noite?

- Achei que fosse porque é melhor para todos fazerem a missa antes de dormirem. O padre disse que... - o tesão alcançou o limite de novo, mas baixou. - Por que não posso gozar?

Dona Márcia trocou de mão. A que esfregava minhas bolas foi para o meu pênis e a que me punhetava ela parou. Ela olhou para os dedos que estavam melados com a secreção que minha cabeça libera quando muito estimulada. Esfregou os dedos com a secreção e então os enfiou na boca, fechando os olhos.

- Hum, que delícia. Só sai coisa boa desse seu caralho. - lambeu os outros dedos. - Me deixa tão excitada, quero muito ele jorrando em mim.

Apesar da minha mente achar aquele ato dela estranho e até nojento, meu corpo respondeu diferente. Fiquei mais excitado também.

Dona Márcia então levou a mão livre para trás, puxou uma das nádegas de sua bunda e mostrou mais seu ofício anal refletido no espelho.

- Olhe para o espelho. - ela pediu. - Aprecie meu cu.

Sem pensar, fiz o que ela mandou. As coisas continuavam bizarras, ainda mais agora comigo vendo descaradamente o ânus de uma senhora até então de respeito. Mesmo que eu ainda não pudesse vê-lo por completo - já que a bunda dela é grande e gorda - aquela visão me jogou mais uma vez para o limite.

De repente, senti algo quente no meu pênis. Quando olhei, vi Dona Márcia movendo os lábios para fazer escorrer um grosso fio de saliva que passou a molhar a cabeça do pênis. Observei as veias pulsando com força em torno do membro latejando e, por um instante, acreditei que finalmente fosse gozar.

Mas não.

Todos aqueles atos: Ela lamber minha secreção, abrir a bunda para mim, babar no meu pênis. Tudo isso pedindo que eu olhe, sinta e aproveite, querendo que eu goste daquilo. Podiam ser todas as coisas negativas do mundo, podiam ser sujas, mas inevitavelmente me deixavam mais com vontade de dormir com ela. Por que? Será que gosto de coisas sujas? Será que sou tão pervertido assim? E eu achando que eu era só mais um menino comum, bom que queria apenas trabalhar, casar, ter filhos e netos e nada mais.

- O feitiço que apliquei nele impede que o gozo saia e que seu corpo ultrapasse o limite.

- Feitiço? Do que estão falando? A senhora é mesmo uma bruxa? Falou de ritual, o que isso significa?

Ela enviou outro olhar para mim, cheio de desejo e maldade, sorrindo como nunca vi antes. Os movimentos dela no meu pau diminuíram e, aos poucos, foi parando.

- Calma, filho, não fiquei irritado. Aproveite este momento assim como eu, garanto que jamais irá esquecer esta noite depois do que acontecer a meia-noite.

Ela largou meu pênis e a bunda, ajoelhou no chão, sentando sobre os calcanhares e colocou as mãos nos joelhos, expremendo os peitos entre os braços. Em seguida, inclinou a cabeça para frente e quando achei que ela finalmente fosse me chupar, vejo um movimento de seu nariz.

- O que vai acontecer a meia-noite?

Ela fechou os olhos e, aparentemente, cheirou meu pênis.

- Que delícia. Que pica deliciosa, só o cheiro já é tentador. - fungou novamente. - Isso fede. Mas é um fedor bom. Fedor de sexo, pau fedendo a foda. E a virgindade também. Um pau virgem que fede a foda, pedindo para fuder. - Cheirou mais uma vez. - Delícia.

- Você, ah... - inclinei a cabeça para trás. Até aquela ação de cheirar meu pênis estava me excitando? Ou seriam as coisas que ela diziam? Sempre lavei minhas partes, mas o que seria um fedor de sexo? Enfim... - O que está fazendo agora? Por que está... cheirando?

- Estou aproveitando. Falta muito para a meia-noite e quero usufruir o que puder até lá. - ela lambeu os beiços antes de voltar a cheirar. - Oh, cheirinho suculento. Escolhi o menino certo.

Cerrei os dentes.

- Responde minha pergunta. O que tem a meia-noite?

Ela finalmente abriu os olhos. Mas não para mim. Em vez disso, encarou minhas bolas.

- A meia-noite, as energias das Trevas ficarão fortes o bastante para que eu e você possamos fazer o Ritual de Ligação. Para isso, temos que unir nossas carnes e espíritos de forma que possamos compartilhar nossas energias vitais e então passá-las um ao outro.

- O que? Como assim? Isso parece loucura.

Ela riu e cheirou meu pênis de novo, desta vez com uma profunda fungada.

- Foi o que o garoto do último vilarejo me disse. Poderia ter convencido ele do contrário se o padre de lá não tivesse me descoberto através, segundo ele, revelações divinas. Trouxe os guardas para me queimarem, mas consegui escapar. Quando cheguei aqui, a primeira coisa que vi foi se o padre de vocês é tão aplicado quanto aquele. - ela sorriu. - Felizmente, não.

- Aplicado? Nosso padre sempre foi um ótimo homem. Todos recorrem a ele quando precisam de aconselhamento e ele sempre teve a fala correta. Ele, ah... Ele sabe mesmo.

- Há, sabe mesmo. Sabe muito bem aconselhar as pessoas, principalmente as garotas daqui. A diferença é que ele prefere deixar a pica falar por ele. - fungou de novo. - Se seu padre e o pessoal da catedral daqui fossem quem dizem ser, sua pica não teria esse cheiro delicioso de sexo. Digo, esse fedor de foda. Foda. Adora quando digo essas coisas, não é?

Sim, eu estava gostando, mas não queria admitir.

- Você é um pervertido, safado, um tarado virgem que, no fundo, sabe que o que você realmente quer é enfiar fundo esse caralho em mim. Diga. Diga e sinta-se livre e melhor. Pelo menos, você não será hipócrita como todo mundo aqui.

Diante do rosto dela, meu pau continuava duro. Parecia que iria explodir. Minha respiração ficou mais forte e eu acabei me pegando olhando fixamente para a boca de Dona Márcia. Eu podia imaginar aquela língua saindo e roçando o topo do meu pênis. Quando ela fará isso?

- Hipócrita?

- Sim. Todos neste vilarejo são hipócritas. - ela falou. - Sem exceções. Muito antes de eu chegar aqui, esse lugar já era um antro de mentiras e falsas aparências. O padre e as freiras de vocês não perdem um minuto sequer rezando por este lugar. Estão mais preocupados em foderem antes e depois da missa sem propósito. O padre comendo meninas e as freiras, elas abrindo as pernas para os guardas e várias outras pessoas. Sua mãe com o carpinteiro, a peixeira e sua filha praticando sexo lésbico incestuoso. - parou para cheirar meu pau. - O chefe do vilarejo dando dinheiro para às jovenzinhas que aceitam chupar ele. A esposa do dono do bar viciada em sexo anal com o próprio filho. A Irmã Darla, a freira que sai a noite para se masturbar e espionar o Velho Og realizar suas orgias com sua esposa, cunhada e amigas. As outras orgias que seu pai participava antes de fugir com uma puta que conheceu lá. - cheirou de novo. - Entre inúmeros outros casos.

- Não é possível. - disse com dificuldade pois queria muito gozar.

- Ah, é sim. Esse vilarejo é tudo menos puro ou santo. O que tem aqui é perversão, pecado e lascívia. Tanto que ninguém suspeitou que eu, a bondosa Dona Márcia, que mora dentro da floresta e parece tão pura é, na verdade, uma bruxa tetuda que agora só pensa em mamar o caralho do último rapaz virgem daqui.

Ela vai fazer? Aí, que droga. Isso está começando a doer.

Meu tesão podia ser imenso, mas não pude deixar de pensar sobre as coisas que ela falou dos outros. Até a Irmã Darla? Seria verdade? Ela sempre foi a que mais temeu pelas aparências com medo de ser castigada. Por que ela espionados orgias? Existem orgias? Céus, o pior é que nem parece um sonho.

- A meia-noite. Esse ritual de ligação. Por que vamos nos ligar? E o que acontece depois?

Ela continuou cheirando por um tempo e depois fez algo que me colocou no limite de novo. Ela ergueu os peitos e os derramou em torno do meu pênis. Eram enormes, brancos com mamilos negros, macios e pesado, mas ainda assim não conseguiam esconder todo o meu pênis. Parte dele ficava ainda exposto, o que surpreendeu Dona Márcia.

- Uau. Repito: escolhi o rapaz certo. Esse caralho é uma maravilha. Nem começou a fuder minhas tetas e já melou elas. - Olhou para mim com aquela expressão lasciva. - Isso vai ser gostoso.

Ela começou o movimento e a sensação me fez fechar os olhos. Nunca imaginei que fosse sentir um par de seios esfregando meu pênis. Eu ouvia uns amigos mais velhos comentando coisas assim, desejando que suas namoradas fizessem neles ou que conhecessem mulheres com seios grandes para isso. Só um deles afirmou já ter passado por isso e disse que foi ótimo. Eu achava pura perversão forçada, mas naquele momento, passei a compreender melhor o que era fazer aquilo.

- Não quero dar muitos detalhes do plano que virá após o ritual, mas posso dizer que não se arrependerá. - mordeu o lábio inferior para mim. - Encoste a cabeça, feche os olhos e deixe-se sentir minhas tetas. Sinta a magia negra das tetas de uma bruxa, é uma das melhores coisas que se pode sentir nesta vida.

Por conta do tesão e da sensação, fiz o que ela pediu. Fechei meus olhos e relaxei, apreciando o sobe-e-desce dos peitos dela. A secreção saindo do meu pênis fazia eles deslizarem com mais facilidade o que deixava tudo mais gostoso. Por um momento, esqueci de tudo e aproveitei o momento.

- Isso, se entregue. - ela disse. - Esqueça os dogmas e as regras bestas que ninguém realmente acredita e abrace o prazer. Não terá do que se arrepender, meu filho. Pense nas minhas tetas e nada mais.

Ainda de olhos fechados comecei a me sentir entorpecido.

- Claro, Vó Márcia.

Espere, o quê?

Rapidamente, eu abri os olhos e tampei a boca. Não acredito que disse isso. Que coisa horrível. Chamei ela de "Vó Márcia". Ela nem é minha avó. Na verdade, nem cheguei a conhecer minhas avós, mas mesmo assim. Quem é que transaria com a própria avó?

O espanto e a vergonha foram tamanhas que até senti meu pênis diminuir um pouco.

- Não, não, não, nada disso. - ela resmungou e cuspiu nele. - Quero-o duro, durinho, escorrendo. Por que você broxou? Por causa do que disse? Eu já não falei que queria exatamente isso? - ela começou a fazer um movimento diferente com os peitos, deslizando-os para frente e para atrás. - Pode me chamar de Vó, querido. Por mais que não sejamos de fato, é isso que o ritual estabelecerá entre nós. Seremos avó e neto depois dele, de uma forma mais profunda que o próprio sangue.

- Ah, ainda não entendo. O que vai acontecer nesse ritual?

- Na hora, você irá descobrir e vai adorar. Agora, vou ter que me esforçar para deixá-lo duro de novo.

Dona Márcia largou os seios e permitiu que eles escorregassem das minhas pernas. Estavam bem melados e talvez por isso ela tenha enfiado a mão entre eles e lambido a secreção para depois descer o braço e aparentemente esfregar a mão melada na vagina.

- Logo, logo vai entrar aí. Fique calma, usufrua de cada pedaço antes.

Ela mordeu o lábio e me lançou outros olhar lascivo.

- Achei que fosse ficar implorando para gozar, mas fui eu quem fiquei apaixonada por esse caralho gostoso. Vou viciar nele. Queria deixar esse feitiço de dureza para sempre, mas tudo tem que ter um fim.

Em seguida, aconteceu o que eu finalmente esperava. Dona Márcia cheirou meu pênis uma última vez e logo em seguida, o abocanhou. O calor de sua boca me fez ficar ereto de novo num piscar de olhos. Depois, fiquei no limite. Ainda assim, não gozei, o que me frustrou um pouco, mas ainda havia a mescla de prazer com dor. Era como se meu pênis houvesse virado um osso de ferro pesado. Duro, muito duro e reto e com a figura da senhora bondosa de Dona Márcia o chupando.

Eu já havia estranhado o corpo dela antes, mas evitava imaginar como uma senhora feito ela devia ser quando pelada por medo de como os outros poderiam reagir. Diriam que eu iria para o Inferno, queimar com aqueles que amam o sexo acima de tudo. Diriam que eu era um pecador sujo, que não merecia perdão. É que as pessoas fazem com que erram. Mas, naquele momento, vendo aquela senhora antes tão pura e religiosa chupar meu pênis e fazer tudo que havia feito, me contando aquelas coisas sobre o pessoal do vilarejo... Podia ser tudo mentira, mas se fosse, o que as pessoas pensariam de nós, de mim, se descobrissem aquilo. Se nós pegassem nesse ato?

Certamente seria execrado por todos. Acusado, julgado e expulso. Pensar que a sensação do calor da boca de Dona Márcia poderia ser interrompido por alguém que transformaria minha vida num Inferno, me desanimava. O boquete dela estava tão bom. Acho que, no fundo, queria que tudo fosse verdade.

- Ah, que coisa suculenta. Poderia ficar te mamando para sempre. - ela disse. - Essa secreção é fantástica e o seu longo tesão deixa tudo melhor. Deve estar adorando ser chupado, sei que está.

Sem esperar resposta, Dona Márcia voltou a chupar. Fazia com energia e vitalidade incríveis para uma senhora de quase setenta anos. As vezes, ficava chupando a cabeça apenas, depois enfiava tudo para dentro da garganta, ficava um tempo fazendo um boquete normal e depois usava a língua em torno de membro. Lambia como se fosse sorvete quando não o mantinha dentro da boca e usava a língua lá. Quando ela separou um tempo para lambuzar minhas bolas, eu dei um soco na poltrona de tesão.

- O bom é que posso continuar sentindo esse fedor de foda enquanto mamo. Suas bolas e seus pêlos têm muito desse cheiro. Sua virilha inteira é assim, uma ótima guloseima de cheiros e gostos. - chupou mais um pouco. - Se pudesse ver minha buceta, saberia o quanto estou encharcada.

Ela ficou mais um tempo chupando. Usava a língua, lambia as bolas, enfiava na garganta. Estava uma maravilha e ficamos assim por muito tempo. Eu me deixei relaxar.

Podia estar nervoso com tudo, mas cheguei a conclusão de que se nos pegassem agora não faria mais diferença. Eu não fiz nada para impedir Dona Márcia portanto já estou condenado.

Meu pênis já estava bem babado quando Dona Márcia decidiu enfiar ele na garganta uma última vez e depois tirá-lo da boca. Um fio de saliva se prendeu na boca dela, ligando-a a glande. Ela percebeu também e ficou olhando aquela saliva nos ligando daquela maneira por um tempo.

- Isso. - disse. - Vai ser importante depois.

- Como assim?

Ela ignorou minha pergunta e se levantou. De pé, Dona Márcia não limpou a boca e nem os peitos. Ela apenas pegou meu pênis novamente e retomou a punheta. Como quero gozar.

- Retiro o que disse. Não vou me viciar nisso. Já estou viciada nesse caralho. Aí, como quero lambê-lo mais. Porém, preciso ter foco. Temos que preparar o ritual, ficamos muito tempo aqui. Depois terei a eternidade toda para fazer o que quiser. Levante-se, venha. Ou melhor, veja meu corpo primeiro e depois desceremos. Percebi que seus olhos não tiveram esse deleite inteiro ainda.

Dona Márcia largou meu pênis e recuou um pouco de forma que eu pudesse ver seu corpo inteiro.

Ela começou a se exibir para mim como se fosse uma modelo.

Primeiro fez uma expressão de sedução e começou a deslizar as mãos por seus longos e gordos seios brancos. Ficou mexendo neles por um tempo e depois começou a puxar os mamilos escuros feito carvão. Mordia o lábio e deslizava a mão por sua grande barriga que excitava. Dona Márcia era gorda, de fato, mas mesmo assim ela me parecia mais atraente que qualquer garota magra que já vi.

A gordura fazia dobras nas laterais assim como as que tinham embaixo da barriga cujo umbigo era grande e escuro. Quando ela percebeu que eu estava olhando muito para seus largos quadris, Dona Márcia se virou e começou a mexer em suas nádegas. Elas não eram lisas, mas sim cheias de celulites até às coxas, tudo nela era um pouco caído, mas de um jeito gostoso nada medonho e nem perfeito.

De costas, ela começou a se reclinar deixando as pernas esticadas e assim sua bunda tomou mais forma. Passou as mãos pelas pernas até chegar atrás dos joelhos e então as retornou para as nádegas, abrindo-as.

E foi quando vi.

Seu ânus parecia ser mais largo que seu umbigo. Escuro e limpo, o orifício anal da bunda de Dona Márcia tomou toda a minha atenção. Não olhava mais para nada senão aquilo. Fiquei espantado, sem reação e, aos poucos, um desejo de simplesmente me levantar e agarrar aquela senhora começou a surgir em mim.

- Que safadeza! - ela disse. - Batendo punheta enquanto descaradamente observa o cu de sua avó, uma senhora de respeito? Sempre soube que era um tarado.

Olhei para meu pênis. Em algum momento, minha mão havia deixado o braço da poltrona para ir silenciosamente para meu membro e começar a masturbá-lo. Raras vezes me masturbei e em todas eu sempre me arrependia no final com medo de ser castigado.

- Isso. É isso que você quer, não é? Minha parte mais perversa onde a magia negra é mais forte. Meu cu. O cu de sua avó. Ele pode parecer largo, mas será que aguenta cada centímetro da grossura do seu pau?

Ela recuou na minha direção, ainda com a bunda aberta. Chegou perto o suficiente para que a cabeça do meu pênis encostasse entre sua vagina e seu ânus. Ela largou as nádegas e ambas capturaram meu membro. Em seguida, ela apertou as nádegas de forma que meu pênis continuasse ali dentro. Quando fui ver, ela estava realizando movimento de sobe-e-desce com a bunda como fizera com os peitos. Estava esfregando meu pau em sua região anal.

- Ainda hoje você saberá o que é fuder um cu. - prometeu. - Vai adorar a sensação, aí como eu queria já fazer agora, mas não posso. Isso tem que ser guardado para o final, o encerramento perfeito. Terminará a noite enlouquecendo de prazer, gozando fundo e muito enquanto fode o cu de sua avó. Guarde minhas palavras.

Ela fez os movimentos um pouco mais e, de repente, parou. Virou para mim e ergueu a barriga de forma que eu pudesse ver por completo o aspecto de sua vagina.

Basicamente, eram pelos. Muitos pelos. A pelugem grisalha cobria toda a vagina e região em torno dela, chegando a ser mais espessa que meus pelos. Não achava que Dona Márcia podia ser tão peluda.

- Moro numa floresta e tenho a minha própria. - disse. - Seria você capaz de explorá-la até o ponto mais profundo? Por que não descobrimos lá embaixo?

Dona Márcia pegou meu pau e o puxou como se puxasse uma mão. Levantei e me senti chegando no limite, sem gozar, o que me causou dor e prazer. Sem soltar meu pênis, Dona Márcia me puxou para um canto em sua cabana. Usou os pés para afastar os tapetes do chão e revelou um alçapão. Inclinou-se e o abriu, propositalmente levando meu pau com a outra mão para atrás de sua bunda. O quanto ela quer fazer sexo anal?

Num ato de tesão e ousadia, agarrei a bunda dela e apertei. Ela apenas gemeu e terminou de abrir o alçapão.

- A diversão continua lá embaixo. É onde tudo tem que ser feito. - disse.

- Pode fazer o que quiser enquanto descemos. Agarrar, apertar, segurar e até bater. Sua avó aguenta.

Tentei me repreender, mas o tesão entalado falou mais alto. Comecei a alisar a bunda de Dona Márcia, aquela coisa gorda e gostosa. Ela apenas riu e então descemos, ela segurando meu pau e eu alisando sua bunda.

O Conto ficou grande então o dividi em duas partes

Sei que pareceu tudo meio vulgar demais, estranho e bem fetichisado, mas a intenção é essa. O erotismo absurdo que beira o ridículo.

Enfim, se gostou aguarde pela parte dois que já está terminada e será publicada em breve.

Comentários

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  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
20/08/2018 03:09:01
Bem diferente e interessante
02/08/2018 15:53:32
Quando publicará a continuação?
22/05/2018 02:38:40
Excelente conto continue
13/05/2018 03:07:31
Continua logo!!!