MEIO IRMÃO

Um conto erótico de Casada Sexy
Categoria: Heterossexual
Data: 08/05/2018 09:53:03
Nota 9.71

Originalmente publicado em meu blog: http://casadasexycontoseroticos.blogspot.com.br

Os nomes são só para ilustrar. Claro que são outros.

Olá. Meu nome é Ana, hoje estou com um pouco mais de 30 anos. Muito bem casada, com um homem bom, bonito e generoso, tanto comigo e como com nossa filha. Meu marido, que o nome não vem ao caso, é um excelente amante.

O outro personagem dessa história é o Caio.

Vou tentar resumir um pouco.

Minha mãe, após separação, reencontrou o pai do Caio, que também estava separado, que foi um namorado de infância e depois de um ano e meio resolveram morar juntos.

Dessa forma eu, com apenas 10 anos na época e Caio um ano mais novo, passamos a morar na mesma casa e dividir o mesmo quarto. Nos primeiros dias foi estranho, mas rapidamente duas crianças começaram a se entrosar. Brincadeiras e brigas, como o normal de crianças naquela idade.

Uma coisa não pode deixar de ser dita. Apesar de um pouco mais novo que eu, Caio sempre foi mais alto que eu. E um detalhe. Bonito. E o tempo passou muito rápido.

Vivemos dessa forma, até que ao invés de ganhar minha tão esperada festa de 15 anos ou uma viagem para Disney, ganhamos foi uma casa nova, maior, num município bem distante de onde morávamos e com um detalhe crucial e lembro até hoje, que eu aos prantos fui consolada por minha mãe que entre outras coisas disse:

- Calma filha, não precisa chorar. E tem outra coisa. Você e Caio estão crescendo. Já está na hora de cada um possa ter seu canto.

Perguntei secando os olhos:

- Porque eu e Caio não podemos mais dormir no mesmo quarto?

Ela falou mansamente:

- A culpa é dos hormônios. Vocês não são irmãos de sangue. Você está ficando linda e Caio também e nessa idade a curiosidade e outras coisas começaram a aparecer. Daqui uns anos você vai me entender.

Minha mãe era esperta e atenta. Hoje eu sei o que ela queria dizer.

Nos dois anos seguintes, meu corpo ganhou, praticamente as formas que possuo hoje. Sou uma mulher bonita. Tenho formas generosas, ou seja, bumbum empinadinho, quadris largos e seios de médio para grandes. Minha pele é clara e cabelos pretos e lisos.

O Caio então, nossa. Alto, olhos claros, cabelos também claros e quando passou a frequentar a academia do bairro, ficou um gato.

Éramos amigos e começamos a ter conversas sobre relacionamento. Um ajudava o outro. Nós dois já namorávamos nessa época. Vários amigos dele ficou comigo e um deles foi quem tirou minha virgindade. Ele pegou quase todas as minhas amigas. Aquilo era um inferno para mim. As mais ousadas comentavam sobre a performance dele na cama e uma delas uma vez falou depois de eu perguntar:

- Está apaixonada amiga?

Ela respondeu separando as mãos:

- E quem não ficaria amiga, com um pau daquele tamanho.

Nunca mais esqueci desse comentário. Aos poucos minha curiosidade feminina foi aumentando e comecei a tentar ver o que as outras comentavam. Fazia de tudo e teve um dia que entrei no quarto dele enquanto ele tomava banho. Dá porta pude ver ele de costa. Fiquei louca de tesão.

Até que um dia ao chegar em casa da faculdade mais cedo e entrar sem fazer barulho, vi que ele estava em casa e ao abrir a porta do quarto dele, vi o Caio se masturbando sentado em frente ao PC. Ele quase morreu de susto. Ficou muito puto, me deu um grande esporro:

- Porra Ana. Sabe bater na porta não?

Pedi desculpas e sai correndo.

Deitada em minha cama a noite lembrei da cena. Agora entendia o motivo daquele monte de mulheres atrás dele. Era bem maior do que de qualquer namorado que eu tive. Bem maior.

Eu percebia os olhares dele para mim também, pois em casa sempre andei a vontade. Blusinhas sem sutiã, shortinhos de lycra e mini saias. Eu gostava. E também adorava provocar ele. Aproveitava que as tardes nossos pais estavam trabalhando e vivia com joguinhos e pequenos “descuidos”. Ele só olhava sem nada dizer.

Passei a deixar a porta do meu quarto encostada ou totalmente aberta e deixava ele ver o que se passava lá dentro.

Depois que crescemos nossos pais passaram a sair mais e passavam a noite em motéis (minha mãe me contou). Até que aconteceu...

Uma bela noite de sexta-feira, perto das 2 da madrugada ao chegar em casa da rua. Tinha tido uma pequena discussão com meu namorado e tinha bebido um pouco mais e ao entrar, vi o Caio sentado na sala vendo TV. Sentei ao lado dele e perguntei:

- Ué. Em casa a essa hora? Cadê a namoradinha?

Ele respondeu:

- Brigamos.

Falei:

- Então irmãozinho estamos empatados. Vocês homens são complicados.

Ele nem respondeu. Me levantei e vi que ele me acompanhou com os olhos. Perguntei:

- Que foi?

Ele olhando novamente para TV respondeu:

- Nada. É que você está...

Parou de falar e eu perguntei:

- Eu estou o que?

Ele demorou a responder:

- Bonita. Muito bonita.

Fiquei olhando para ele e sai sem responder.

Nesse dia eu estava usando uma calça jeans bem justa, com um salto alto e uma blusinha frente única que marcava muito meus seios. Após um banho e colocar um camisão com uma pequena calcinha por baixo, fui até a cozinha beber uma água antes de dormir e vi que ele ainda estava na sala.

Até hoje não sei como tive coragem. Acho que era o tesão. Ao invés de água, peguei duas cervejas e fui para sala. Sentei numa poltrona em frente a ele. Apenas a luz da TV iluminava o ambiente. Ficamos alguns minutos em silêncio até que do nada falei:

- Posso ver você fazendo?

Ele sem entender falou:

- O que? Não entendi. Fazer o que?

Falei sem pensar muito:

- Aquilo que você estava fazendo no quarto outro dia.

Ele repetiu:

- Não entendi ainda. Fazer o que?

Decidi ser mais direta:

- Se masturbar. Quero ver você tocando uma punheta igual naquele dia.

Ele riu e perguntou:

- Você bebeu? Está bêbada?

Falei séria:

- Bebi. Estou um pouco bêbada sim. Mas estou consciente e sei o que eu quero.

Na hora vi ele se consertando no sofá e mesmo no ambiente escuro percebi o volume no seu short crescer. Ele falou:

- Assim sem incentivo?

Falei com um sorriso na boca e apontando para seu pau:

- Para que incentivo? Acho que ele acordou.

Ele riu e colocou a mão em cima, por cima do short. Falou:

- Quer ver mesmo?

Respondi rápido, antes que eu mesma desistisse:

- Quero.

Ele movimentando a mão por cima do short ainda falou:

- Também que te ver.

Minha buceta já pingava quando falei:

- O que você quer ver?

Ele disse rápido:

- Quero ver sua bucetinha.

Eu ainda com um pouco de serenidade falei:

- Buceta não. Te mostro meios peitos.

E sem pensar muito, abaixei uma das alças do camisão que usava e deixei meus seios à mostra. Primeiro um. Falei:

- Vai, agora você. Toca ou eu me tapo.

Na mesma hora ele colocou aquela pica enorme para fora e começou uma leve punheta que foi aumentando o ritmo aos poucos. Eu estava vidrada. Acho que levei uma mão na minha buceta sem perceber. Ele falou:

- Vem cá. Toca para mim.

Falei rápido:

- Não. Só quero ver.

Completei a frase e tirei a camisa, deixando meus dois seios à mostra ficando apenas de calcinha:

- Você é lindo. Muito gostoso. Sua pica deve ser uma delícia.

Quando falei isso ele gozou uma quantidade grande de porra. Sujou toda sua mão e barriga e peitos. Ele ficou me olhando e eu levantei e me tranquei no quarto. Minha buceta pingava. Fui dormir assim.

Nos dias seguintes quase não nos falamos e minha mãe percebeu e perguntou:

- Vocês dois brigaram. Quase não vejo vocês se falando.

Respondi que não e aos poucos as coisas foram retornando a normalidade.

Cerca de uns dois meses depois, estávamos sozinhos de novo, ele já estava arrumado para sair e eu ficaria em casa. Estava de novo com um fogo. Bati na porta de seu quarto e quando ele abriu já fui empurrando ele até sua cama e falando:

- Não fala nada.

Puxei sua bermuda para baixo, junto com a cueca e fiz ele sentar na cama. Segurei aquela tora com as duas mãos e exclamei:

- Nossa como ele é grande.

Ele só me olhava. Repeti:

- Não fala nada.

A primeira coisa que fiz foi passar a ponta da língua por toda extensão daquele pedaço de carne dura. Olhei para o rosto dele e foi gostoso ver ele com os olhos fechados, com uma cara de prazer sentindo meus carinhos.

Finalmente coloquei sua pica na minha boca. Com dificuldades, mas não coube inteira. Ele levou as mãos na minha cabeça e passou a movimentá-la como que fudendo minha boca. Falou:

- Gostosa.

Falei:

- Se falar de novo eu paro.

Ele riu. Depois de alguns minutos chupando aquele monumento eu parei e ele ainda deitado na cama eu falei:

- Você não queria me ver? Olha... Mas sem me tocar...

Me levantei e retirei a calcinha que usava ficando peladinha na sua frente. Minha bucetinha raspadinha e rosada deixou ele hipnotizado. Nessa hora o celular dele tocou. Peguei atendi e dei na mão dele para ele falar. Ouvi ele dizer:

- Já estou saindo. Tive um pequeno probleminha aqui.

Enquanto ele falava eu novamente voltei a chupar e punhetar ao mesmo tempo. Ele me olhava e parecia não acreditar.

Ele desligou o celular e eu aumentei o ritmo das chupadas e de repente quando senti sua respiração aumentando parei. Me levantei, peguei minha calcinha no chão e me virei para sair. Ele perguntou:

- Vai me deixar assim?

Na porta do quarto parei, me virei e disse:

- Mete na namoradinha pensando em mim. Goza dentro dela pensando em mim.

Ele perguntou de novo:

- Você vai estar aqui quando eu voltar?

Ri:

- Não.

Me virei e sai do quarto dele usando apenas uma blusinha, com a bunda toda de fora.

Naquele dia a namoradinha dele deve ter sofrido.

A partir desse dia as coisas entre nós dois deu uma esquentada e tínhamos que tomar cuidado pois mamãe era esperta e atenta. Aconteceram outros pequenos lances de flertes mas nossa primeira vez de fato foi longe dali.

Era um sábado, tínhamos ido a uma festa de amigos em comum na volta, no carro de papai deixamos nossos parceiros em suas casas e em vez dele ir para casa estranhei o caminho contrário que ele pegou. Percebi de cara para onde me levaria. Passei a mão em seus cabelos e dei um sorriso de aprovação. Ele passou a mão nas minhas coxas e foi subindo até atingir minha buceta por cima da calcinha.

Não fiz nenhum movimento para impedir. Eu queria aquilo. Ele também.

Mal entramos no quarto do motel ele já foi me beijando e levantando minha blusa. Também fui retirando sua roupa e em poucos segundos já estávamos completamente nus.

Dessa vez era ele que comandava e eu adorei isso. Ele falou no meu ouvido:

- Hoje, sua putinha, você vai ver o que é uma homem de verdade. Fica me provocando.

Só falei:

- É isso que eu quero. Ser sua putinha. Faz comigo o que você quiser.

E ele fez. Me levou para o chuveiro e depois de nos lavarmos me colocou de quatro na cama e enfiou sua língua em meus dois buraquinhos me levando a loucura. Quando já estava bem molhada falei:

- Mete.

E ele meteu. Encostou a cabeçona na entrada de minha buceta e foi enfiando devagar. Aquilo parecia que estava me rasgando. Eu mordia o travesseiro, para meus gritos não ecoarem por todo motel.

Quando a cabeça entrou eu mesma comecei a movimentar a bunda para trás e para frente e aos poucos um pouco mais daquela tora ia entrando até que senti suas bolas batendo em minha bunda. Falei com dificuldade e baixinho:

- Estou gozando.

Quando ele ouviu, ele segurou mais firmes minhas ancas e aumentou o ritmo das estocadas. Nunca tinha sentido nada parecido. O gozo foi muito longo.

Caí meio desfalecida e aos poucos fui me virando e vi ele em pé segurando a pica ainda dura e sem ter gozado. Perguntei:

- Tomou alguma coisa?

Ele riu e disse:

- Não preciso.

Ri alto e falei:

- Vem cá. Deita.

Ele deitou e eu novamente cai de boca no seu pau e depois de alguns minutos fui subindo beijando seu corpo e ao chegar na boca direcionei com a mão aquele pau gostoso para dentro de minha buceta.

Agora entrou mais fácil. Subi e desci naquele mastro por longos minutos. Creio que gozei mais umas duas vezes naquela posição sem ele gozar. Na segunda falei:

- Goza que estou ficando cansada e assada.

Ele falou:

- Quero gozar dentro de seu cuzinho.

Segurei seu rosto com as duas mãos e falei:

- Hoje nem pensar. Quem sabe outro dia.

Ele falou:

- Terá outro dia?

Falei rindo:

- Claro. Não somos mais irmãos. Somos amantes agora.

Ele então falou:

- Então deixa eu gozar na sua boquinha.

Ri e falei:

- Seu tarado. Nunca deixei ninguém fazer isso.

Completei:

- Mas você pode. Amante pode tudo.

Sentei na beirada da cama e coloquei ele em pé na minha frente. Chupei e punhetei ele até que senti que ele estava quase. Falei:

- Goza na boca de sua putinha, goza.

Foi instantâneo, senti seus jatos dentro de minha boca, sujaram meu rosto, peitos e cabelos.

Depois de um banho fomos embora.

Evitávamos ao máximo qualquer contato físico dentro de casa. Mas como não trabalhávamos nem sempre tinha dinheiro para motel. Algumas noites eu ia para seu quarto ou ele ia para meu e não teve jeito nossos pais perceberam. Minha mãe perguntou num dia em que estávamos conversando:

- Filha. Você e Caio estão transando?

Pega de surpresa tentei ser evasiva, porém sem negar e nem confirmar:

- Que isso mãe? De onde você tirou essa ideia?

Entre outras coisa ela falou:

- Vocês não são irmãos. Não é pecado vocês sentirem tesão um pelo outro e transarem. Só cuidado. Cuidado para não engravidar. Você tem uma vida pela frente.

Fiz anal sim. Dei meu cuzinho para ele. De presente de aniversário. Foi muito gostoso e dolorido. Ele adorou e me disse:

- Só você dá o cú para mim. As outras meninas fogem.

Seguimos nossas vidas. Casamos, temos filhos e nossos companheiros se dão super bem e nossos filhos também. Ele tem um filho.

Será que a história vai se repetir?

Uns anos depois confessei para minha mãe o que ela já sabia.

Para encerrar.

O Caio ainda me come até hoje. Sempre que podemos nos encontramos para uma gostosa foda. Nesses encontros ele fode meu cuzinho e sempre termina gozando na minha boca.

Eu adoro. E repito:

- Amante pode tudo.

Bjs.

Comentários

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01/06/2018 11:21:45
Ana!... Que máximo! Putz, viajei no tesão com essa tua história. A narrativa muito bem escrita, que me fez imaginar estando eu com o Caio. Dez pra você... Tenho contos aqui e se você comentar, eu vou ficar bem feliz. Bjs=-)
20/05/2018 11:23:33
Dizem que não existe pecado ao sul do equador. Gostei do conto, em especial na sua forma de narrar com detalhes da intimidade. Sob o mesmo teto, as tentações acontecem. Eu mesma, iniciei meu irmãozinho virgem e contei aqui. Nota dez. Me visite. Bjs.
11/05/2018 20:24:59
Gostei do conto, muito bom, querida. Narrativa fluente, bem narrada e com diálogos estruturados e picantes entre os irmãos. São cotidianos que ocorrem com frequência nos diversos lares. O mais marcante foi a frase: ¨Amante pode tudo¨, que me levou à reflexão. Vivo algo assim com meu filho e parece ser feito para ele: Amante pode tudo. Rs. Nota dez e beijocas.
10/05/2018 10:03:23
Amiga que delicia de conto. Muito gostosa a narrativa desse caso com o Caio. Fiquei ensopada. Enredo sexy, erótico...incestuoso. Fica aqui meu comentário e nota. Sem dúvida dez. Visite-me quando quiser meus contos. Bjs babados.
09/05/2018 05:10:57
Delicioso
08/05/2018 14:22:37
Sensacional! Gozei gostoso aqui.... bjs