O Brutamonte do Apê 210. XX

Um conto erótico de Little Boy
Categoria: Homossexual
Contém 3089 palavras
Data: 05/04/2018 16:45:09
Última revisão: 05/04/2018 16:50:58
Assuntos: Gay, Homossexual

O dia lá fora estava lindo e, mesmo com a limitação de poder ver as coisas pela pequena janela daquele avião, não puder deixar de notar como céu estava de uma azul forte naquele dia e a paisagem lá em baixo ora mar e ora terra verde completavam a beleza daquela viagem. Hugo estava tirando um cochilo ao meu lado, já a mim, estava ansioso demais para conseguir me dar o privilégio de cochilar. Segui a viagem toda colado á aquela janela desejando chegar logo.

-Amor, acorda!

Alertei Hugo para informar que já íamos pousar.

-Já chegou?

Ele me perguntou se ajeitando em sua poltrona terminando de despertar. Eu o olhei sorrindo e sem demora o respondi:

-Já sim. Vamos pousar.

A capital Bahiana se aproximava cada vez mais e eu já podia reconhecer os lugares por quais sobrevoávamos, com um sorriso gigante em meus lábios eu ia mostrando a Hugo os pontos dos quais eu já reconhecia e ele contagiado por minha energia compactuava da mesma euforia que eu sentia.

-Quem vai vir buscar a gente no aeroporto?

Ele me perguntou.

-Acho que os meus pais.

-Ok!

Sua voz tinha saído um pouco temerosa e eu entendia o porquê, mas Hugo não tinha com o quê se preocupar, os meus pais iriam adora-lo e eu já o amava independente do que acontecesse. Dei um selinho em seus lábios e pareceu ter ajudado pois sua feição já estava mais confiante.

Desembarcamos sem demora e enquanto esperávamos nossas malas aparecerem eu disquei o numero do meu pai.

-Oi filho, já chegou?

-Já cheguei sim, estou só esperando pegar a mala.

-Que ótimo, estou aqui no desembarque te esperando.

-Ok! Minha mãe está com você?

-Não! Ela ficou em casa recepcionando seus amigos.

Assim que ouvi aquelas palavras uma alegria maior brotou em mim, eu não sabia que eles estariam lá em casa, achei que os encontraria durante o feriado.

-QUE MARIVALHA!

Respondi empolgadamente surpreso. Ouvi do outro lado da linha o riso do meu pai e me despedi dizendo que em poucos minutos nos veríamos novamente.

Assim que pegamos nossas malas seguimos direto para o desembarque e a cada passo que eu dava uma nova sensação eu sentia. É difícil explicar a vocês o real sentimento em mim: eu estava alegre por estar de volta a Salvador, feliz por reencontrar meus pais e os meus amigos e tudo isso misturado a estar ali com Hugo... Meu coração estava pleno.

Assim que avistei aquele quarentão de pele bronzeada pelo sol e de olhos tão verdes quantos os meus, o meu coração bateu mais forte. Eu literalmente corri para o seu abraço e ele sem pestanejar meu abraçou com mais força. Eu e o meu pai sempre fomos muito ligados... Eu e os meus pais para ser sincero. Eles eram os meus pilares e eu não conseguia me ver sem eles, sem o amor deles e sem carinho que eles me tinham.

Não sei quanto tempo durou aquela abraço, mas foi o suficiente para eu me emocionar e derramar algumas lágrimas de alegria enquanto nosso momento “pai e filho” acontecia.

-Eu te amo pai.

Minhas palavras saíram um pouco embargadas pela emoção do momento.

-Oh meu filho, eu também te amo muito.

Descolamos-nos do abraço e sorrindo ele me analisou de cima a baixo.

-Continua o mesmo Rafa bonito de sempre, só está um pouco sem cor.

Ele completou rindo. Eu sorri em resposta e os olhos curiosos do meu pai se anteciparam encarando Hugo, ele por sua vez soltou um sorriso tímido e levantou a mão para o meu pai.

-Prazer Sr.Olavo, eu sou o Hugo.

-Oi meu filho. Como você mesmo sabe, eu sou o Olavo, pai do seu namorado.

O clima ali não estava ruim, Hugo parecia confiante mesmo eu sentindo a distancia como os seus músculos deveriam estar rijos de nervosismo. Já o meu pai o olhava buscando analisar cada movimento que ele dava, era o jeito dele, meu pai demorava muito para confiar nas pessoas, contudo, quando você o ganhava poderia saber que o teria para a vida inteira. Desde que me entendo por gente ele sempre foi assim: desconfiado.

-Fico muito contente em poder conhecê-lo, o Rafa fala muito do senhor e da mãe dele.

Falou Hugo sorrindo e sendo simpático.

-Um pena que a recíproca não é a mesma, eu não sei nada sobre você meu querido.

-PAI!

O alertei um pouco sem graça pela resposta que ele tinha dado a Hugo.

-Estou mentindo?

Ele me perguntou debochado.

-Será um longo feriado e eu tenho certeza que vocês dois irão se adorar.

-Espero mesmo.

Disse ele encarando Hugo que em resposta soltou outro sorriso para o meu velho. Meu pai seguia com as minhas malas à frente e ia nos guiando para o seu carro.

-Osso duro ele, heim.

Disse Hugo baixinho colado em mim.

-Nada, aquilo tudo é cena. Eu conheço aquilo ali a anos.

-Espero.

Ele me respondeu dando um longo suspiro.

Assim que seguíamos em direção à saída do aeroporto Hugo ficou fascinado pela beleza do arco que os altos bambus faziam naquela estrada, e de fato, era lindo mesmo. Só quem passou pela saída ou entrada do aeroporto de Salvador sabe como aquilo é bonito. Eu já me sentia em casa: sentindo o calor habitual daquela terra, o cheiro dos temperos e a culinária já me vinham à mente e salivava minha boca, a alegria daquele povo e o sorriso que todos carregavam demonstrando tanta hospitalidade... A Bahia tem uma energia mágica.

Seguimos a viagem toda conversando sobre mim, a faculdade e estar morando em SP. Vez ou outra Hugo falava algumas coisas, mas o meu pai estava tão focado em mim que Hugo às vezes não tinha nem a deixa para participar da conversa. Porem, eu sabia que mais tarde ele e o meu velho teriam o encontro deles e que aquilo era só a empolgação de estar me revendo novamente.

Assim que chegamos ao condomínio eu corri para hall social e chamei com pressa o elevador, nos ajeitamos ali dentro com as malas e assim que saímos no décimo sexto andar o meu coração palpitou mais forte. Eu toquei a campainha sentindo aquele friozinho bom na barriga e quando a porta finalmente se abriu eu fiquei parado por alguns segundos a admirando com um sorriso enorme em meus lábios.

Nada havia mudado, minha mãe continuava com os seus cabelos ruivos na altura dos ombros, sua pele branca estava radiante como sempre e o seus olhos amendoados estavam com algumas lágrimas de emoção. Eu dei um longo suspiro e dessa vez, sem demora, eu corri para o seu abraço e ela me correspondeu com toda a delicadeza que sempre teve. Junto a ela pude sentir que até o seu perfume continuava o mesmo: leve, fresco e um pouco adocicado, como ela era.

-Ah, que bom te ver meu filho... Que saudades que eu estava de você.

-Eu também minha mãe, muitas!

-Venha, entre. Seus amigos estão lá na sala te esperando.

Assim que entrei um aroma conhecido inundou os meus sentidos e eu corri para a cozinha já imaginando quem estava lá. E era ela. Vi Dona Caetana parada frente ao fogão cozinhando. Eu não acreditei quando vi aquela cena, não sei se estava mais feliz por estar revendo Caetana ou se estava feliz por ela estar fazendo a sua famosa e DELICIOSA moqueca em panela de barro.

-Meu menino...

Disse ela com o seu sorriso enorme vindo me abraçar. Caetana era a nossa empregada há anos, desde muito novinho ela já cuidava de mim e eu passei a tê-la como uma segunda mãe. Vários momentos da minha vida ela se fez presente junto com meus pais e ela e sua família frequentavam a nossa casa sem problema algum. Ela entrou em nossas vidas como minha babá, mas depois que cresci já não podíamos ficar sem ela, ela era uma pessoa maravilhosa e de confiança. Então, ela se tornou nossa governanta e de vez em quando dava o ar da graça na cozinha da nossa casa, ela era PERFEITA cozinhando. Não sei decidir quem era melhor, se era ela ou minha mãe. Mas o fato é que eu me aproveitei dessas influencias e foi com as duas que me apaixonei pela cozinha.

-Que saudade da senhora e dessa sua comida maravilhosa.

Disse a abraçando com força.

-Eu também meu menino.

Disse ela retribuindo o abraço.

Ao longe a voz da minha mãe se fez presente e ela logo apareceu ali na cozinha.

-Já vi que me abandonou e correu para minha concorrente, não é?

-Para de bobagem mãe.

Eu sorri dizendo.

-Nossa Caetana, o cheiro está maravilhoso, viu?

-Obrigado meu querido, quis caprichar para sua volta. Daqui a pouco eu termino e eu peço para Fátima por a mesa.

-Que maravilha!

Disse minha mãe.

-Cadê o Hugo?

Perguntei me lembrando dele quando não o vi ali.

-Ele foi com seu pai levar as malas para o seu quarto.

-Ok, vou lá busca-lo para te apresentar Caetana.

-Eu falei brevemente com ele, parece ser um rapaz educado.

Disse minha mãe me olhando com um enorme sorriso. Ela parecia não acreditar que eu estava de volta parado ali na frente dela.

-Ele é maravilhoso mãe, acredite!

-Bom, bonito ele é.

Rimos um pouco pela resposta automática da minha mãe poré, ela não tinha mentido, Hugo era mesmo lindo.

Assim que cheguei em meu quarto vi meu pai trocando algumas palavras com Hugo, não sei ao certo o que era, mas depois descobriria. Livrando-me daqueles pensamentos eu olhei aquele quarto com mais atenção e foi impossível não me recordar dos anos que vivi ali, foi uma viagem nostálgica, tudo estava exatamente do mesmo jeito e no mesmo lugar.

-Vem amor, quero que tu conheças Caetana.

Disse me livrando daquele momento “recordação” que estava em minha mente.

Ele olhou para o meu pai e o mesmo balançou a cabeça positivamente em resposta para que ele fosse comigo. Seguimos correndo para a cozinha e eu o apresentei a ela, Hugo ficou maravilhado por conhecê-la e mais ainda pela comida que ela fazia. Hugo sendo Hugo.

Finalmente seguimos para a sala e lá estavam os melhores amigos que eu podia ter. Todos vieram com pressa para me abraçar, eram tantas mãos e tantos abraços que eu até me senti sufocado. Sufocado de amor.

Eram ao todo sete: Thalita, Karine, Yasmin, Ingrid, Daniel, Roger e Mauricio. TODOS amigos de infância, estudávamos juntos e na mesma sala, um foi puxando o outro e quando vimos esse grupão já estava formado. Brigávamos direto, mas nossa irmandade foi sempre tão foda que não vivíamos longe uns dos outros. Obvio que eu tinha uma alma gêmea na amizade, (eu amava todos os meus amigos), mas Thalita sempre foi como uma irmã para mim e ela nutria o mesmo sentimento. Não sei explicar o porquê e nem como aconteceu, foi algo tão natural entre a gente que quando percebemos já éramos confidentes um do outro. Ela realmente era uma irmã e nos chamávamos assim sem restrição nenhuma.

-Oi mana.

Disse a abraçando.

-Oi irmão.

Ficamos alguns segundos juntinhos, mas logo Karine se aproximou com o seu jeito maravilhoso de sempre.

-Vamos queridinha, solta ele que não é só você que está com saudade, não.

Ouvindo aquilo eu me soltei de Thata e abracei Karine sorrindo.

-Ah, que saudades eu estava dessa minha loira oxigenada.

Disse ela enquanto me abraçava. Karine sempre foi assim, se ela ama uma pessoa com certeza ela vai te falar esses tipos de besteiras. Ela era linda e super espevitada, como disse: se ela te ama, ela vai fazer alguma palhaçada contigo. Mas se engana quem a limita a isso, ela tinha um coração tão lindo e tão generoso.

-Oxigenada tua bunda garota, me respeita que eu acabei e chegar.

Rimos um pouco e eu continuei cumprimentando a todos.

-Você está lindo como sempre.

Disse Daniel com aquela feição safada que eu conhecia muito bem. Logo após suas palavras os seus braços se envolveram em mim num abraço apertado.

-Você também está ótimo.

Respondi querendo me afastar daquele flerte barato que nós costumávamos ter. Afinal, a situação agora era outra.

-Aceita que perdeu Dani.

Disse Roger fazendo todos ali rirem automaticamente, todos menos Hugo, que só estava me olhando atentamente na entrada da sala. Assim que terminei de falar com todos eu segui em direção ao meu homem, já estava na hora dele conhecer os meus amigos e todos ali o encaravam com muita curiosidade.

Apresentei Hugo um a um e quando chegou à vez de Dani ele o encarou um pouco mais serio, mas foi até educado com ele. Retirei-me da sala dizendo que precisava urgente trocar de roupas afinal, estávamos na Bahia, precisava por um shorts e uma camiseta leve. Hugo seguiu-me com a mesma desculpa, mas eu sabia que ele queria apenas ficar a sós comigo.

-Quem é esse Daniel que você nunca me falou?

Seu olhar estava um pouco sério e ele aguardava ansioso a minha resposta. Já a mim, tinha um sorriso gigante no rosto. Ele estava com ciúmes do Dani? Que bobo!

-Ele é meu amigo, amor. Sim, tínhamos uma amizade colorida e ele foi o primeiro cara com quem eu tive um contato sexual, mas nunca passou disso. Até porque ele queria me comer e eu nunca dei para ele...

-Que cuzão cara, dando em cima de você na minha frente... Muita audácia, ele precisa de alguém para tirar essa marra dele.

Vendo que de fato o seu humor tinha mudado eu o olhei com calma e disse com pressa:

-Relaxa seu bobinho. Eu te amo. E é você quem está aqui do meu lado como meu namorado, então tome essa postura.

-É... Você está certo. – Ele se aproximou de mim e me abraçou com força colando nossos lábios por alguns segundos. – Isso tudo aqui é MEU!

Disse ele se referindo a mim.

-Só seu!

Confirmei.

Seguimos todos para a mesa que já estava posta e mal falávamos, a comida estava tão boa que ninguém perdia muito tempo em falar. Hugo estava encantado pelo sabor baiano e estava literalmente se lambuzando no dendê que a Bahia tinha.

-Caramba, isso é muito bom!

Disse ele se servindo novamente da comida ali na mesa.

-Como mesmo meu filho, pra ter força.

Disse minha mãe sorrindo.

-Força para quê mulher, ta doida?

Replicou o meu pai.

-Ah Olavo, para. Você sabe muito bem para o que é...

-MÃE... PAI! PAREM! Eu não quero que o Hugo descubra de cara que nossa família é louca.

Todos ali já conheciam e sabiam bem com eram as peças Olavo e Marta. Mas mesmo assim eu ficava um pouco envergonhado com a loucura dos dois, ainda mais com Hugo ali.

-Mas meu filho eu tô errada? Você que me trouxe um homem de dois metros de altura como seu namorado. Eu quero apenas ter certeza que ele tá se alimentando bem.

-Ahhh, ele com certeza deve estar não é amigo?

Disse Karine olhando fixamente para mim aproveitando a deixa de duplo sentindo que minha mãe tinha dito. Mais risadas na mesa e mais vergonha eu sentia. Quem deu o direito a eles de porém minha vida privada em pauta ali naquele almoço?

-CHEGA! Ok?

Eu disse rápido olhando cada um ali fixamente.

Seguimos o restante daquela tarde apenas conversando amenidades, meus amigos já estavam super enturmados com Hugo e ele por sua vez conversava tão relaxado com eles. Estava sendo ótimo ter aquele clima nos rondando e com toda aquela entrosação acontecendo nem vimos às horas passando. Meus amigos logo disseram que já estavam de partida.

-Mas vamos sair hoje a noite, né?

Pergutou Yasmin.

-Com certeza.

Disse Mauricio.

-Como sempre: 00h a gente se encontra no Rio Vermelho, ok?

Disse Thata finalizando.

Segui com eles até a porta e me despedi já alegre sabendo que mais tarde nos veríamos novamente. Um silencio invadiu aquele apartamento e eu fui em direção a cozinha tomar um copo de água. Voltei à sala e vi meu pai estava sentado em sua poltrona vendo alguma coisa em seu celular, Hugo fazia o mesmo, mas sentado no sofá. Minha mãe estava em seu quarto e eu segui para o encontro dela.

-Amor, to indo pro quarto da minha mãe, tá!

O alertei.

-Ok, amor. Eu vou ficar por aqui mesmo.

O meu pai voltou sua atenção para a nossa conversa e logo em seguida respondeu:

-Muito bom rapaz, fique mesmo! Porque agora nós vamos conversar um pouco.

Continua...

⚜️⚜️⚜️⚜️⚜️⚜️

Olá meus queridos, segue mais um capitulo. Espero que tenham tido uma boa leitura e até o próximo! Um abraço e um beijo carinhoso a todos vocês.

Geomateus: Com certeza. Familia amorosa é tudo. Muito obrigado por acompanhar querido, um beijão!

Abduzeedo: Olha, Hugo sempre ajudou o Rafa em tudo dentro da casa, só essas ultimas semanas que ele estava mais cansado do quê o normal por conta da rotina e Rafa como tinha mais tempo livre do quê ele, não via problemas em fazer as coisas sozinho. Não significa que será assim. Enfim, Muito obrigado por acompanhar querido. Fico feliz que esteja sempre aqui. Um beijo!

Alex: Te adoro lindão! Muito obrigado por acompanhar. Um beijão!

Magus: Tá se aproximando do final sim, mas relaxa que ainda terá muita coisa pra acontecer. Muito obrigado por acompanhar querido. Um beijão!

Pandinha67: Muito obrigado por acompanhar, adoro te ter sempre por aqui. Muito obrigado mesmo. Um abraço forte e um beijo!

Bruninhooo: Adoroooo. Kkkkkkkkkk. Muito obrigado por acompanhar amigo.

Nayarah: De fato, a família do Rafa tem muito amor. Muito obrigado por acompanhar querida. Um beijo carinhoso.

Healer: SAFADENHOOOOO. Kkkkkkkkkkk. Muito obrigado por acompanhar querido.

Valtersó: Acho que Hugo não trairia o Rafa, até porque o Rafa tbm é fogoso. Muito obrigado por acompanhar querido. Um beijão!

Guigo: Muito obrigado por acompanhar querido, fico feliz que esteja gostando. Um beijão!

Raftxv: Nãoooo quero destruir nada! Kkkkkkkkkkk. Mas sim, está se aproximando do fim, contudo, relaxa que ainda terão muitas coisas para acontecer.

Guardian: Muito obrigado pelas palavras querido e de fato, estar na Bahia faz tudo ficar melhor. Kkkkk. Muito obrigado por acompanhar lindão!

Greader: Seja muito bem vindo querido, é um prazer saber que está curtindo a história. Muito obrigado por acompanhar, um beijão!

Nikolas V: Muito obrigado por acompanhar querido. Um beijão e uma abraço.

Luhenrique: Muito obrigado pelas palavras querido, é um prazer saber que agrado. Muito obrigado por acompanhar, um beijão!

Beijos,

Little Boy.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Little BoyGirl a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Hora da conversa com o sogro😮🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣😂😂❤

0 0
Foto de perfil genérica

Aí que tudo! O pai do Rafa tentando dá uma de durão, mas aposto que é um amor de pessoa. A mãe do Rafa parece um pouco a minha kkkk.

0 0
Foto de perfil genérica

"-Muito bom rapaz, fique mesmo! Porque agora nós vamos conversar um pouco." Já imaginei a cara do Hugo tipo final da novela Avenida Brasil kkkkk

0 0
Foto de perfil genérica

Eu tambem ja passei por isso qdo fui conhecer a familia do meu amor, agente fica numa espectativa imensa, nao sabemos se vamos agradar ou nao, mas graças a Deus tudo corre bem na maioria das vezes ne, maravilha seu conto, envolvente, simples e direto, nota mil pra vc, fica com Deus e seja abençoado sempre, bom final de semana.

0 0
Foto de perfil genérica

Que delícia, né. Aqui pensando: é pra isso que eu pago internet. Agora me veio uma indagação: O quanto dessa história tem de real, hein Menininho? Juro que me senti um invasor em um momento familiar. Adorei mesmo. Tendo isso em vista fica a reflexão: para onde a história agora vai caminhar? Curiosidade! Só espero que não tome aquelas atitudes dramáticas e novelescas de "alguém ter uma doença incurável". Será que aparecerá alguém para nos tirar desse paraíso perfeito? Aguardar, né. Delícia de conto. O que espero ansioso para ler.

0 0
Foto de perfil genérica

Kkkkkk só um pouquinho safadinho, só para apimentar as coisas kkk, e por falar nisso, cuidado com as comidas apimentadas Huuugooo, elas entram quente e saem ardendo, kkkk. Me diverti muito nesse capítulo, ainda mais com esses pais roubando a cena e junta amigos doidos, pronto, perfeito, foi altos risos. Continue Little Boy, um grande abraço.

0 0
Foto de perfil genérica

Sempre belo o capítulo e sempre tenso esse momento A CONVERSA. Tô aqui sempre. Beijão.

0 0
Foto de perfil genérica

FAMÍLIAS MARAVILHOSAS DE AMBOS OS LADOS. ATÉ AI TUDO COR DE ROSA, SEM MAIORES PROBLEMAS. O PROBLEMA NÃO ESTÁ AI E SIM NO TRABALHO DE HUGO. ISSO SIM CREIO QUE SERÁ PROBLEMA MAIOR. VEREMOS.

0 0
Foto de perfil genérica

Capítulo perfeito. O Hugo é um fofo.

0 0
Foto de perfil genérica

Consegui visualizar a cena do almoço e ele todo vermelho de vergonha por causa dos pais e dos amigos. Foi um capítulo bem leve hoje. Adorei. Bjos moço.

0 0
Foto de perfil genérica

Tô vendo q o Sr Olavo vai fazer a linha dificil......rs só pra judiar um pouco do Hugo

0 0