Voyer Recifense

Um conto erótico de Vipmaster10
Categoria: Heterossexual
Data: 30/04/2018 12:36:22
Nota 9.50

Olá, saudações.

Hoje irei narrar um encontro que tive com um casal aqui de Recife. Dessa vez, fui apenas voyer. Não é minha preferência, mas valeu demais a experiência com esse casal.

Conheci Gustavo através dos meus contos publicados. Ele mandou e-mail, comentou sobre meus contos, e ficamos nos comunicando até passarmos para o contato via whatsapp.

Após uns dois meses, nos encontramos em um local público que frequentamos por termos a mesma profissão. Conversamos besteiras, mas não tratamos de sexo. No fim da tarde, ele mandou mensagem dizendo que tinha contado à Carla que havia me conhecido naquele dia, e que ela demonstrou algum interesse no assunto. Fiquei feliz, mesmo sabendo que ela era muito medrosa e desconfiada, e por esses motivos só tiveram uma experiência no mundo liberal quando estavam em São Paulo.

Nossas conversas seguiram por mais duas semanas, até que ele me convidou para ir em seu escritório. Não recusei.

Era uma quinta à tarde, e cheguei no empresarial após às 16h, conforme combinado. Esperei uma meia hora, até que a secretária me chamou. O escritório de Gustavo é relativamente pequeno, apenas duas salas, a dele o a do sócio, é uma recepção. Pequeno, mas de extremo bom gosto é suficiente para o que ele precisa, conforme me contou naquele nosso encontro.

Conversamos bastante, e após a saída da secretaria, Gustavo me disse que Carla chegaria em breve. Ele queria que ela me conhecesse. Fiquei nervoso, como sempre no primeiro encontro com um casal.

Gustavo foi além, e me disse que o plano era transarem ali, na minha frente. Mas que eu só poderia olhar. Nada além disso. Nem me masturbar eu poderia. Apesar dessa proposta parecer uma tortura, concordei. Faltava apenas Carla chegar, e simpatizar comigo.

Combinamos que após sermos apresentados, conversarmos um pouco, eu iria para a recepção e eles ficariam na sala para resolverem se iriam ou não pôr em prática o plano deles. A senha era a seguinte: se a porta do escritório fosse aberta e nenhum deles saísse, é pq estariam dispostos à serem observados transando.

Assim foi feito, Carla chegou, conversamos e após alguns minutos, eu saí da sala.

Sentado no sofá, escutava apenas um som ambiente. Nenhum barulho vindo do escritório.

Carla e Gustavo formam Belo casal. Ele cerca de 1.78, 40 anos, em forma. Ela é aquela característica beleza natural. Branca, algo em torno de 1.68, e é um corpo proporcional. Pele e cabelos muito bem tratados, claro, bem cheirosa.

Depois de 10 minutos de espera, comecei à imaginar que eles tinham desistido, ou já estavam transando, mas resolveram que não deveriam serem observados. Talvez 9 fato de que alguém do lado de fora da sala sabendo o que poderia estar acontecendo lá dentro já fosse o suficiente.

Não havia o que fazer. Restava esperar. Após uns cinco minutos, escutei o braulho da porta. Fiquei tenso. A porta não foi aberta totalmente, deixaram apenas uma brecha. Não era esse o combinado. Gustavo me falou que abriria toda a porta.

Com receio, aguardei mais uns dois minutos, e o Gustavo abriu a porta, apenas de cueca. Apenas sorriu. Me levantei e fiquei na entrada do seu escritório.

Carla já estava apenas de calcinha, e exibia aqueles belos peitos bem.naturais, com aquela curvatura, sem serem caídos. Pernas grossas e é um bumbum pequeno, mas bem realçado pela calcinha muito sensual.

Gustavo beijou a esposa, e começou à acariciar seus peitos, costas e bunda. Carla gemia baixinho e se entregava ao marido. Ela sentou na mesa, ele se abaixou, tirou sua calcinha e mandou ver uma bela chupada naquela bucetinha bem depilada.

Carla se contorcia e gemia. Segurava a cabeça do marido, e forçava contra seu corpo.

E assim ficaram até ela gozar e cair na mesa se tremendo.

E Eu? Parado na porta, de pau duro, sem nada poder fazer. Tortura.

Gustavo pegou sua bela esposa pela mão para que ela ficasse de pé. Mais beijos e abraços, e foi a vez dela se abaixar, tirar o pau dele para fora da cueca, e chupar com gosto. Belo boquete, parecia bem feito por demais.

Após algum tempo, Gustavo pediu que Carla parasse, veio em minha direção, pediu que me sentasse na poltrona e fechou a porta.

Voltou e começou a falar coisas savanas, dizendo que agora iria comer sua esposa safada na frente de outro homem, que ela era gostosa...

Fizeram gostoso na minha frente, ela em cima da mesa, na outra poltrona de 4, em pé. Carla apenas gemia e confirmava que estava gostando quando perguntada por Gustavo.

Fiquei extremamente excitado, mas como tinha sido combinado, nada puder fazer, nem me masturbar.

Por fim, Gustavo sentou na poltrona, Carla veio por cima e começou à cavalgar intensamente. Gozaram quase que instantaneamente. Deram um longo beijo, se levantaram e se vestiram lentamente. E eu com cara de besta doido para gozar também, rsrsrs.

Falamos um pouco, elogiei a performance deles e me despedi. Ele me levou até a porta, e eu parti.

Cheguei em casa, e corri para o banheiro. Estava todo melado. Bati uma bela e rápida punheta, não estava aguentando e tinha que gozar imaginando Carla transando comigo.

Continuamos nos falando, e depois conto sobre nosso outro encontro.

Casais e mulheres de Pernambuco e região, havendo interesse, mandei mensagens por e-mail que trocamos contato.

Vipmaster10@hotmail.com

Espero que tenham gostado.

Beijos e abraços.

Comentários

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23/06/2018 13:27:06
Meu amigo, já vivi experiências semelhantes e também, com a minha esposa, provocamos um amigo íntimo convidado. O que você chama de tortura de fato é um tesão muito intenso que irá durar horas, talvez dias!
01/05/2018 21:48:59
Muito bom!
01/05/2018 01:17:43
Excelente conto continue
30/04/2018 18:25:46
sensacional