Em VItória, com a amazonense

Um conto erótico de Rafarafa
Categoria: Heterossexual
Data: 29/04/2018 11:16:39
Nota 10.00

Uma terça qualquer, depois de resolver umas coisas na Savassi, em Belo Horizonte, me encontrei na praça dá liberdade sem vontade de ir pra casa. Depois de ficar apenas sentado num dos bancos, decidi escolher por acaso qualquer um dos 3 museus presentes ali. Entrei no das minas e metal e fui zanzando por ele, sem me demorar em nada, mas vendo tudo q podia. Uma das salas do museu é onde se conta a história dá mineração e de algumas figuras importantes, isso por meio de uma tela com o pior touchscreen do mundo. Dentro dessa sala, nessa terça feira qualquer, por pura coincidência do destino, estava a amazonense. Quem leu meus últimos contos percebeu q não descrevo nem a mim nem as mulheres, mas vou fazer essa única exceção. A amazonense tinha 1,65, uns 58 quilos bem distribuídos devido aos exercícios frequentes q ela fazia. Peitos grandes, bunda média, mas empinada, barriga quase chapada, coxas torneadas, olhos tão pretos quanto o cabelo liso q ia até metade das costas e a coisa q mais chamava a atenção nela, a pele morena, e q pele morena era aquela. Não era morena de bronzeado, era uma pele morena natural, linda, como diriam alguns, dá cor do pecado. E lá estava essa beldade, lutando pra conseguir fazer o touchscreen dá tela funcionar. Puxei conversa, lutamos juntos e perdemos, mas não nos separamos. Andamos por esse museu e pelo vizinho, conversando o tempo todo. Ela me falou ser de uma cidade perto de Manaus, mas morava em Vitória, no ES, e estava em BH de férias. Ficamos juntos até umas 5 e pouca dá tarde, quando ela foi pro mercado central e eu fui pra casa. Trocamos telefones e ficamos trocando mensagens por algum tempo.

Mais ou menos duas semanas depois, fui chamado para um evento de família em Vitória, e esse evento seria num sábado. Combinei com a amazonense de nós encontrarmos no domingo para ela me mostrar a cidade. Como esse não é o ponto maior do conto, vou apenas fazer um resumo rápido desse encontro: nos encontramos na praia de manhã, passamos o começo dá tarde pedalando, passamos um tempo em uma praia de um bairro nobre, mas sem entrar na água, lançamos em uma padaria muito boa, e andamos um pouco pra deixar a bicicleta q eu usei na casa de uma amiga dela. Mas foi logo depois da padaria, andando por uma rua tranquila, q nos beijamos pela primeira vez (sim, sou um pouco lerdo, mas não ligo). Depois disso tudo, terminamos numa praia, sentados num banco, nos beijando. Só q os beijos foram ficando mais quentes. Ela estava sentada de frente pra mim com as pernas passadas por cima das minhas e os braços sobre meus ombros, enquanto eu segurava sua cintura, mas não demorou até q eu, devagar, passasse minha mão pela barriga dela e chegasse aos . Ela não tirou minha mão de lá, ela acabou foi dando um gemidinho fraco. Eu apertava, passava a mão por cima, mas infelizmente o sutiã ainda atrapalhava. Porém, recebi um pouco de carinho tb: ela foi descendo a mão, passando pelo meu peito, depois indo até a coxa e finalmente chegando até o meu pau. Ela fez uma cara de safada enquanto acariciava meu pau por cima dá bermuda e nesse momento não aguentei mais e falei:

“Podemos ir para o seu apartamento?”

“Achei q não fosse pedir.”

O apartamento era perto e não demoramos 10 minutos caminhando. Ainda no elevador, já fui desabotoando o sutiã dela enquanto a gente dava uns amassos. Mal deu tempo de fechar a porta do apartamento antes de eu tirar minha blusa e ela a camiseta e o sutiã. Quando ambos caíram no chão, eu vi aqueles peitos q eu fantasiava já fazia algum tempo, e eles eram bem melhores q em minha imaginação. Firmes, grandes, com os mamilos do tamanho ideal e esteticamente maravilhosos. Eu já fui metendo a boca neles enquanto tirava a minha bermuda e ela me conduzia para o colchão estendido no chão. Deitei por cima dela, já sem a bermuda, mas ainda chupando seus peitos enquanto ela gemia e massageava meu pau por dentro da cueca. Ela me afastou somente o suficiente pra tirar o short e a calcinha juntos, revelando a outra maravilha do corpo dela, aquela buceta carnuda, sem nenhum pelo (acho q ela depilou de manhã, especialmente pra mim). “Me faz uma espanhola”, pedi sem nem pensar duas vezes. Ela me respondeu pedindo pra pegar um tubo de gel na escrivaninha ao lado. Já voltei ficando por cima dela e colocando o meu pau entre seus peitos. Ela foi lubrificando e eu comecei a massagear a buceta dela, e percebi q ela já estava encharcada de tesão. Eu tenho um pau normal, como já disse antes, mas os peitos dela fizeram meu pau sumir! Enquanto ela fazia os movimentos pra frente e pra trás, eu masturbava ela, às vezes colocando dois dedos nela, às vezes massageando o clitóris e até massageando o cusinho dela (eu bem q queria fuder aquele buraquinho, mas não foi daquela vez). De repente, ela consegue me virar e ficar por cima de mim, me deixando impressionado. Ela me beija e, ao final, morde o meu lábio inferior e diz “Agora é minha vez de mandar”. “O que vc quiser”, foi o q eu disse. Ela já foi sentando na minha cara e me mandando chupá-la, o q eu fiz, e enquanto isso ela mexia no meu pau, às vezes batendo uma devagar, às vezes apertando meu pau e meu saco, não com muita força, só o suficiente pra ser prazeroso. EU fazia o melhor q eu podia sem as mãos, que estavam presas pelas pernas dela, mas a buceta dela era tão carnuda que ficava difícil até de achar o clitóris sem as mãos. Em um momento, ela começa a esfregar a buceta dela na minha cara e a gemer alto com isso, somente usando minha cara para dar prazer e usando meu pau pra se segurar. Eu não liguei pra isso, pq as poucas vezes q eu conseguia ver a cara dela, tinha PRAZER estampado nela toda. “Agora vou cavalgar nesse pau duro”. Ela mal se posiciona de costas pra mim e cai no meu pau, q entra todo de uma vez só e arreganha a bunda dela, mostrando aquele cu lindo dela. Ela começa a subir e descer rápido e forte, sem dó de mim (como se eu não estivesse gostando kkkk), fazendo aquele barulho maravilhoso da bunda dela batendo em mim e da buceta encharcada dela engolindo e soltando meu pau. Ela gemia tanto, que achei q os vizinhos fossem bater na porta e pedir pra parar, mas ainda bem que não fizeram isso, pq os gemidos dela estavam sensacionais. Eu peguei o lubrificante, passei um pouco no dedão e comecei uma massagem naquele cusinho, antes de meter meu dedo lá, sem nenhuma cerimônia. O melhor foi q ela gritou de prazer, me xingando de puto tesudo. Ficamos assim um tempo, até eu tomar as rédeas da situação: tirei ela de cima de mim, coloquei ela de quatro no colchão, segurei os cabelos dela e falei no ouvido dela: “Agora vc é minha. Vou te fuder de quatro, sua safada.” Eu fui apontando o meu pau na buceta dela, ainda segurando os cabelos dela, e fui metendo sem dó, pq percebi que é assim q ela gosta. Eu puxava ela pelos cabelos e pelo quadril e metia com força, ouvindo ela gemendo de prazer, às vezes até gritando. Quando falei que ia gozar, ela me falou pra gozar na bunda dela, e atendi o desejo da amazonense. A minha porra deu um bom contraste com a pele da cor do pecado dela. Eu cai no colchão e me deitei.

Achei q ela ia no banheiro se limpar, mas ela, na vdd, foi passando os dedos pra limpar e depois colocando a porra na boca, enquanto ainda estava de quatro e olhava nos meus olhos. Não preciso nem dizer q meu pau voltou a ficar duro com essa cena e, depois de se limpar, ela começou a chupar meu pau, ainda de quatro, com aquele rabo lindo empinado. Dei tanta sorte nesse momento, pois ela estava virada de costas pra um espelho de corpo todo, e eu conseguia ver tanto a cara dela quanto a parte de trás. Com isso, não demorou muito para eu gozar de novo e encher a boca dela de porra. Meu deus, como ela é gostosa!

Como ela ainda não tinha gozado, não podia deixar as coisas assim. Falei pra ela continuar de quatro enquanto me posicionei atrás dela e comecei passando a língua desde o começo da buceta dela até o cu dela e depois me concentrei na buceta. Abri aqueles lábios carnudos, achei o clitóris e fui fazendo círculos com minha língua enquanto eu metia dois dedos nela. Eu variava entre minha língua e meu dedo, só ouvindo os gemidos dela pra fazer o melhor possível. Quando percebi q ela estava aumentando os gemidos consideravelmente, eu sabia q tava fazendo o certo e continuei a massagear o clitóris com a língua e meter não dois, mas três dedos nela. Ela foi gemendo cada vez mais alto, e eu metendo mais rápido, q ela gritou q ia gozar e chegou a esguichar na minha cara. Eu tomei um susto e tanto, como vcs podem imaginar, mas adorei presenciar isso (pra quem não sabe o q é esguichar, procure no PornHub, ou Xvideos por squirting, e recomendo a atriz Cytherea). “Desculpa, esqueci de avisar sobre isso” disse a amazonense. “Não sei pq ta pedindo desculpas, eu achei ótimo!”

Ainda repetimos a dose mais uma vez, só q ficamos mais em pé. Vou deixar vcs imaginarem isso.

Na manhã seguinte eu acordei com o sol batendo na minha cara. O apartamento, que era somente uma sala/quarto com banheiro e cozinha separados, estava com um cheiro muito forte de sexo. Meu pau estava ardendo, mesmo mole. A roupa de cama estava muito manchada, as roupas estavam espalhadas pelo chão e estava me lembrando de uma noite de sexo maravilhoso. A amazonense estava deitada de lado, virada pra mim. Acordei-a com um beijo e vi um sorriso surgir nela um sorriso. Infelizmente não transamos mais pela manhã, pois ela voltou, na manhã mesmo, para sua cidade natal.

Felizmente, não foi a última vez q a vi.

Comentários

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29/04/2018 14:48:19
Excelente