Um agrado não faz mal...

Um conto erótico de Porca Clarice
Categoria: Heterossexual
Data: 28/04/2018 14:57:14
Nota -

Eu estava profundamente angustiada naquele fim de tarde… Viver com Mauro me dava uma segurança permanente de não precisar tomar decisões importantes acerca da minha vida, uma vez que meu dono tinha poder de decisão sobre tudo, mas, pela primeira vez em quase um ano, eu estava em dúvida.

O fatídico e-mail chegara à minha caixa de entrada por volta das 10 h naquela quarta-feira: uma agência que eu havia tentado trabalhar durante muitos anos havia me chamado para uma entrevista de emprego na segunda-feira.

Eu havia abandonado meu emprego em Santa Catarina para viver com Mauro em São Paulo, mas, em nenhum momento, meu dono havia me proibido de trabalhar. Mas também nunca havia dito que eu era autorizada a isso.

Estava dividida: tinha medo de pedir autorização ao meu mestre e ele interpretar isso como rebeldia da minha parte, por outro lado, aquela era uma oportunidade de ouro que eu havia esperado durante muito tempo! Eu estava desesperada…

Mauro chegaria do trabalho por volta das 19 h; eu precisava me decidir!

Eu estava fedendo mais do que o normal naqueles últimos dias: como presente de aniversário, meu dono me autorizara a ficar suja por mais tempo que o normal. Fazia cinco dias que eu estava sem me higienizar! Me sentia imunda e nojenta, mas MUITO feliz: passava o dia inteiro me masturbando e chupando meus dedos melados com meus líquidos vaginais. Mauro estava adorando meu estado de degradação, passava uma eternidade me chupando todas as noites antes de me foder com força e encher meus buracos com sua deliciosa porra.

Ouvi o carro de Mauro entrar na garagem e corri para a porta, me posicionando de joelhos na entrada.

— Boa noite, mestre! — o recepcionei com um sorriso — Senti sua falta…

— Oi, porquinha! — Mauro se agachou e me deu um beijo amoroso acariciando meu rosto gordinho — Também estava com saudade! Como foi seu dia?

— Foi muito bom! Dei uma volta na Paulista hoje cedo. Troquei e lavei toda a roupa de cama… — aquela tinha se tornado uma necessidade constante, tendo em vista minha sujeira permanente. Não podia permitir que minha condição de porca nojenta atrapalhasse meu senhor.

— Ah, isso é ótimo, querida! — Mauro se levantou e caminhou até geladeira para pegar uma garrafa de água gelada.

Fazia muito calor naqueles últimos dias e Mauro estava bem suado após passar o dia em aula. Podia ver a camiseta preta colada em seu peito largo e algumas gotas de suor descendo pelos fios da barba enquanto ele virava avidamente a garrafa.

— O senhor parece cansado… Sua porca pode cuidar de você hoje? — perguntei prestativa. Cuidar do meu homem era um desejo natural para mim, mas, naquele dia especialmente, queria agradá-lo antes de tocar no assunto da entrevista.

— Seria ótimo!

Acompanhei (de quatro) meu dono até o banheiro e o despi lentamente. Adorava ficar admirando seu corpo enquanto tirava sua roupa, poderia passar horas apenas olhando para cada curva do meu mestre… Mauro pediu para que eu enchesse a banheira, mas me precipitei e o conduzi até pela mão para dentro do box do banheiro.

Meu dono me olhou intrigado, mas me acompanhou em silêncio e sentou-se em uma “degrau” utilizado para se apoiar enquanto se esfregava os pés. Correndo o risco de levar uma surra por minha ousadia, me posicionei entre suas pernas e segurei seu membro ainda meio mole, começando a masturbá-lo devagar. Nenhum de nós disse uma palavra sequer.

O pau de Mauro estava bem sujo (algo raro, uma vez que meu dono era extremamente higiênico) por conta do dia de trabalho e o calor: sentia um cheiro marcante suor e urina invadir minhas narinas e, conforme foi endurecendo, estiquei lentamente a pele fina do prepúcio, revelando uma crosta espessa de smegma.

Confesso que aquilo fazia minha boca salivar e minha bucetinha suja escorrer de tesão! Eu sempre gostei de queijinho de pica (mesmo antes de me tornar propriedade de Mauro, acho que já era uma porca nojenta), mas meu dono raramente ficava sujo a tal ponto. Nunca havia visto o pau de Mauro naquele estado; a camada branca acumulava-se entre a base da glande e o prepúcio ainda com uma textura cremosa (bem do jeito que eu adorava!).

Decidi deixar o melhor para depois e comecei a lamber e chupar as bolas suadas do meu mestre enquanto punhetava seu cacete lentamente, espalhando ainda mais o smegma pela glande e fazendo seu membro crescer cada vez mais em minha mão. Ouvir os gemidos baixos de Mauro me enchia de satisfação.

Depois de deixar suas bolas bem meladas, deslisei minha língua por toda a base de seu pau até finalmente alcançar sua glande. Estiquei toda a pele do prepúcio e comecei, metodicamente, a lamber o delicioso queijo de seu pau. O gosto era espetacular! Era algo adocicado e salgado ao mesmo tempo; um sabor divino, mas muito difícil de descrever… Passei uns bons cinco minutos lambendo lentamente ao redor da cabecinha até deixá-la brilhante e limpinha. Seu smegma se acumulava na minha língua sem que eu o engolisse.

Ainda segurando seu pênis duro e pulsante, abri a boca para meu mestre revelando o resultado do meu delicioso trabalho de limpeza. Em um único gole, mandei todo aquele creme salgadinho para dentro e lambi os beiços. Meu dono me olhou com satisfação e me puxou pela nuca para que eu continuasse chupando.

Não perdi tempo e comecei a pagar um boquete apaixonado para meu dono e senhor. Chupava delicadamente a cabecinha do seu pau alternando com descidas rápidas até suas bolas meladas sem nunca parar de punhetá-lo. Volta e meia, Mauro segurava minha cabeça para baixo, me fazendo engolir todo seu cacete e me tirando o ar enquanto bombava direto na minha garganta apertada. Ele adorava foder minha boquinha, então não me importava em ficar quase um minuto sem respirar enquanto esticava minha língua para lamber suas bolas com aquele mastro entalado na minha garganta.

Quando Mauro soltou minha nuca, me permitindo respirar, tirei seu pau enorme da boca ofegante. Puxava o ar com força para compensar o tempo entalada. Seu cacete estava todo melado de saliva branca e bem vermelho pelo atrito contra as paredes da minha garganta. Me levantei com dificuldade enquanto meu dono me observava com uma expressão de tarado.

Sem dizer nada, me virei de costas para meu dono, abri minhas nádegas e posicionei meu cuzinho de porca sobre a glande de Mauro, mas, em vez de introduzir seu pau dentro de mim, comecei a forçar o esfíncter como se minha vida dependesse disso! Com aquela pressão, senti meu ânus alargar enquanto uma enorme quantidade de merda saia em cascata sobre a rola do meu dono, caindo em seu colo pesadamente como um cipó enorme.

Até eu me surpreendi com a quantidade de fezes que liberei sobre seu pau! Senti um repentino vazio no intestino de uma hora pra outra e uma torrente de xixi escorreu pelas minhas coxas grossas. Ainda me mijando e com um pouco de bosta escorrendo do meu cuzinho sujo, voltei a me ajoelhar diante da bagunça que havia feito: uma pequena montanha de cocô se acumulava em volta e sobre o pau de Mauro que pulsava ferozmente. Era um cocô bem grosso e consistente, com cheiro muito forte. Olhei para meu dono e a expressão de alegria em seu rosto fez minha vida inteira valer a pena!

Voltei a masturbar seu pau duro, agora coberto de merda com a mão direita enquanto, com a mão esquerda, pegava montes de fezes e metia na boca. Estava ensandecida com aquela situação! Enchia a boca de cocô quente e saboroso (sim, saboroso), mastigava com gosto, engolia e voltava a encher a mão de merda sem nunca parar a punheta frenética que fazia com a mão direita.

Peguei uma quantidade considerável de bosta firme e soquei na buceta como se fosse um consolo. Enfiava bem no fundo, sentindo o calor e a textura da minha própria merda encher minha xoxotinha. Comecei a me masturbar com a mão cheia de cocô, lambuzando os pelos longos da minha bucetinha já imunda enquanto abocanhava o pau melado do meu dono novamente.

Meu rosto já estava todo melado de merda. Me sentia uma leitoa completa ali, chafurdando e comendo meus próprios dejetos apenas para agradar meu homem. De vez em quando, tirava seu pau da boca apenas para enchê-la novamente de bosta e enfiar seu cacete junto; Mauro me auxiliava empurrando o bolo fecal pela minha garganta com o cacete.

Comendo minha merda naquela voracidade em que estava, levei menos de quinze minutos para devorar todo aquele monte de cocô que havia depositado no colo de Mauro. Seu pau, saco e coxas estavam melados de fezes, mas todo o grosso estava depositado na minha barriga. Sentia um enjoo enorme tanto pelo ato em si quanto pela quantidade enorme de dejetos que havia ingerido e constatei, com felicidade, que vomitaria! Mauro sempre tentou me fazer engasgar com seu pau para que eu regurgitasse nele, mas minha falta de reflexo de vômito dificultava aquilo.

Sentindo um refluxo inconstante subir até metade do esôfago, abri a boca e enfiei minha mão pequena inteira na goela! Fazia movimentos violentos dentro da boca, cutucando a úvula com a ponta dos dedos até que senti uma queimação subir à minha boquinha.

O jato de vômito saiu com uma pressão descomunal! Para não vomitar no torso de Mauro, direcionei aquela torrente para seu pau, terminando de sujar aquele cacete delicioso. Meu vômito era, quase todo, fezes semidigeridas misturadas com algo branco e bílis. Vomitei em três jatos longos e fortes, lambuzando as pernas de Mauro, o chão do box e, principalmente, meu corpo de porca: pedaços de cocô mastigados e o líquido grosso e amarelado escorriam pelos meus peitos e barriga chegando ao meu púbis. Descontrolada, voltei a abocanhar seu pau enquanto esfregava meu vômito na minha bucetinha cheia de merda.

Mesmo em quase um ano de loucuras diárias com meu senhor, nunca tinha visto tanta sujeira na minha vida! Aquilo parecia despertar em Mauro um tesão inimaginável: meu dono me jogou de bruços no chão do box (que era bem amplo) e se debruçou sobre mim, introduzindo aquele membro duro e sujo no lixo imundo e nojento no qual minha bucetinha gorda havia se transformado. Sentia minha xaninha lotada com o pau de Mauro disputando espaço com o enorme bolo de fezes que eu havia enfiado até o fundo do meu canal vaginal. Conforme meu dono dava estocadas dentro de mim, a merda cremosa escorria para fora.

O chão do box havia se tornado uma piscina de fezes, urina e vômito e eu estava nadando nela: Mauro pressionava a lateral do meu rosto contra o piso do banheiro, encharcando meu cabelo com aquela água nojenta e me fazendo comer muito do que encontrava pelo chão… Não que eu estivesse achando ruim, claro! A situação deplorável em que estávamos, somada às bombadas fortes na porta do meu útero cagado estavam me levando a loucura!

Mauro intensificou as bombadas na minha buceta e eu sabia que estava prestes a gozar. Passei a mão direita por baixo do corpo alcançando meu clítoris e comecei a me masturbar freneticamente. Ouvi meu dono urrar como um animal, socando até as bolas em mim enquanto despejava sua porra quente e grossa direto na entrada do meu útero. Aquela queimação deliciosa de seu gozo fervendo nas paredes da minha xota foi a gota d'água para meu orgasmo: comecei a me contorcer numa agonia deliciosa enquanto esfregava de forma brutal meu grelinho inchado. Com a mão livre, comecei a encher minha boca com qualquer sujeira que alcançava ao meu redor, mastigando e engolindo restinhos de merda e vômito que estavam boiando no chão do box.

Finalmente, após quase um minuto de espasmos violentos, meu corpo relaxou sob o peso de Mauro. Só após acalmar os ânimos foi que pude sentir o fedor que fazia no banheiro. Eu estava um trapo! Querendou ou não, precisaria me lavar aquela noite. Mauro se levantou e me ajudou a me erguer. Meu corpo inteiro pingava merda e vômito! Abrimos o ralo do box e ligamos o chuveiro no máximo, Mauro abriu todos os vitros do cômodo para ventilar e começamos a limpar toda aquela bagunça.

Depois de lavar toda a sujeira do chão, levamos mais de uma hora para tomar banho até nos sentirmos completamente limpos. Mauro me ajudou a lavar o resto de merda que havia dentro da minha grutinha (o que deu muito trabalho) e dos meus pelos pubianos. Limpei todo seu corpo de forma minuciosa e, enquanto Mauro fazia espuma com shampoo no meu cabelo, eu esfregava sua barba com um sabonete líquido que ele adorava.

Saímos do banho nos sentindo revigorados! Acompanhei sobre quatro patas meu dono para fora do banheiro até a cama limpinha e de lençóis lavados. Como a casa era bem arejada, não havia nenhum sinal olfativo da nossa pequena festa de poucas horas antes. Me deitei sobre o peito do meu dono e senhor acariciando os pelos curtos de seu tórax enquanto ele me fazia um cafuné delicioso.

— Essa foi, sem sombra de dúvidas, a melhor experiência que eu já tive na vida, porquinha! — Mauro sussurrou ao meu ouvido — Você foi perfeita hoje!

— Mesmo?! — estava emocionada com a satisfação do meu homem — Tive medo de você se zangar por eu ter tomado a iniciativa…

— No começo eu estranhei um pouco… Mas gosto quando você toma a dianteira no sexo! Eu realmente adorei, amor!

— Te agradar é a razão da minha existência, mestre! — respondi com um sorriso bobo nos lábios — Eu também adorei tudo!

— Fico feliz que tenha aproveitado…

— Mauro… — ele sabia que quando eu o chamava pelo nome era por alguma razão importante — Queria te pedir uma coisa…

— É sobre a entrevista, né? — mesmo no escuro, podia sentir que ele estava sorrindo ao dizer aquilo.

— Como… — por um segundo, meu coração gelou — Como o senhor sabia?!

— Eu tenho uns amigos por aí, por assim dizer… — deu uma gargalhada — Um colega meu que trabalha em agência me perguntou se eu não conhecia ninguém de publicidade para ocupar uma vaga, eu encaminhei seu currículo e, bem… o resto do caminho foram suas qualificações que abriram!

Eu fiquei sem palavras! Ergui um pouco o corpo e acendi o abajur ao lado da cama. Olhei Mauro no fundo dos olhos. Ele não estava brincando! Não pude evitar as lágrimas. Abracei aquele homem incrível com toda a força que eu tinha, praticamente sufocando-o entre meus peitos enquanto chorava copiosamente. Não podia acreditar que ele tinha me indicado para um emprego com o qual eu sonhara durante tanto tempo!

— Promete pra mim que esse sonho nunca vai acabar?! — disse baixinho entre soluços ainda abraçada no seu pescoço — Promete, amor?!

— Eu te dou minha palavra de que nosso sonho está apenas começando! — Mauro disse ao meu ouvido.

Eu sabia que meu dono dizia a verdade.

Comentários

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27/05/2019 06:02:38
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23/05/2019 06:52:56
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16/06/2018 12:44:34
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