matando a curiosidade da vizinha

Um conto erótico de Lee Mabar Heto
Categoria: Heterossexual
Data: 27/04/2018 08:37:15
Nota 10.00

Eu sempre a via de shortinho quando nos encontrávamos no corredor do nosso andar na hora de jogar lixo fora. eu não tinha horário certo pra fazer isso, mas percebi que umas duas ou três vezes ela saia na mesma hora que eu para jogar o lixo fora. ate ai tudo bem, eu não a conhecia pois era novo no prédio e ela morava somente com sua filha na porta do lado.

eu não sei se era coincidência ou não, mas ela era daquelas baixinhas que eh toda pequenininha e toda certinha e toda gostosinha, mas eu mantinha o respeito por ela normalmente.

eu e minha esposa estávamos numa fase que a gente tava fudendo muito, era de dia, de noite, a gente tava tomando uns ecstasy e tava foda ela queria me dar muito e meu pau estava muito grande e grosso nesses dias, não sei se por efeito do remédio ou qualquer outro motivo, mas minha esposa gritava e gemia e falava que não cabia que o pau era muito grosso e muitas dessas vezes a gente ficou horas brincando na porta sem o pau entrar direito sem machucá-la. tenho por mim q ela escutou boa parte da nossa conversa porque depois disso ela passou ate a me dar bom dia.

bom dia pra cá, boa tarde pra lá, certo dia eu voltava do mercado de bairro com umas bolsas e ela passou ao meu lado subindo a rua também, mais depressa que eu porem com mais peso. me prontifiquei a ajudá-la: -vc quer ajuda? - não, já estou perto. - que isso vizinha, eu levo pra vc , a mim não custa nada. -ah , que bom obrigada. e me deu as bolsas mais pesadas e me olhando com um sorriso de canto de rosto. juro que apesar dela ser uma coroa de uns 50 anos toda boa eu fiquei na minha para não desrespeitar a mulher, pq vai que ela não gosta e decide contar pra minha mulher qualquer coisa? nem arrisquei nada. mas chegando no prédio, fomos conversando um pouco e fomos subindo no elevador. ali, ela me olhou profundamente nos olhos e não me agarrou ali mesmo porque eh tudo filmado. mas ela falou assim bem baixinho pra só eu ouvir, mesmo estando somente nos dois no elevador: - hoje eu quero mesmo ver se eh grosso como sua mulher diz! eu arregalei os olhos, disse um baixinho 'o que?' e disse, não, aquilo eh exagero dela. e dei um sorriso sem graça, de canto.

fiquei sem reação mas de pau duro. ela abriu a porta pra mim e se arriscou a pegar na piroca. que surpresa pra ela, era mesmo uma rola grossa e grande. fez uma cara que misturava satisfação e surpresa ao pegar na rola. -eh tudo isso? - na verdade, era quase tudo aquilo, nem tava todo duro. já pensando na safadeza dela para com a minha piroca, disse no ouvido dela: -na boca ainda cresce mais. pra que fui falar aquilo... ela apertou a piroca e viu que a mão não fechava! arregalou os olhos.

ela fez tudo isso ainda no corredor do nosso andar. chegamos na porta e ela perguntou: -não quer um açúcar? -não, disse eu. odeio cu doce. depois da resposta ela sorriu , mordeu o lábio e me puxou pela piroca pra dentro da casa dela. - calma ai, sua maluca, nem te conheço e vc já me puxa pela piroca? que porra eh essa? ela, com a mão na piroca por fora da calca me olhou e disse: se a sua mulher diz que vc tem pau grosso e chora na rola quando vai te dar, gato, eu tb quero saber que porra de piroca eh essa que vc tem que sua mulher tem a sorte de ter. pra que... ali mesmo ela ajoelhou e foi tirando minha calca olhando pra minha cara.. ela fez aquela clássica de abaixar a calca e deixar a piroca abaixar junto com a calca e depois ela subir, rígida, balançando pra cima e pra baixo.

segurou com uma mão, viu que a dava pra segurar com as duas e falou: -tomar no cu que eh soh sua mulher que da pra vc , seu pirocudo filho da puta e caiu de boca na rola.

mas não demorou muito chupando não. a filha dela ia chegar em não muito tempo e isso a fez largar as compras no chão mesmo, trancar a porta e me jogar de pau duro no sofá, com ele pra cima. ela foi sentando devagar e foi gemendo e me xingando no ouvido: -ai, pirocudo, tá me machucando... não vai entrar não? -senta com carinho, safadinha... e ela rebolava e gemia tentando fazer entrar tudo. - ai, tá grosso, caralho. dei uma risada. vc não ficou fuxicando o que minha esposa falava? hehehe, agora toma e puxei ela, que ainda tava no meio da piroca ate lá embaixo. ela gritou. eu ri com sarcasmo.

-ce não disse que ia me comer hoje? toma! e ela gritou de novo. -não acredito que sua esposa magrinha te aguenta... nesta hora eu dei um tapa na cara dela, mandei ela calar a boca pra falar da minha esposa , tirei do meu colo e mandei ela ficar de quatro.

ao ouvir minhas ordens ela quase gozou. ficou de quatro e aguentou tudo 'chorando' caladinha na piroca, pedindo não põe tudo ainda... calma... disse: -calma nada, quem teve essa brilhante ideia não fui eu não, e e comecei a empurrar a piroca toda devagarzinho. quis gemer alto mas empurrei a cabeça dela numa almofada, empinei seu rabo e meti fundo dessa vez ate ela gozar dizendo -tá muito grosso, tá muito groo.... e gozou.

vesti minhas roupas, sem nem gozar, dei um tapa na cara dela e falei: - sua filha da puta. e ela sorrindo de bruços no sofá ainda se recobrando da gozada disse: -hoje sua mulher te da com seu pau gozado por mim... dei outro tapa na cara dela, mandei ela calar a boca e não falar mais da minha mulher, que era bem melhor que ela. ela sorriu. me virei pra ir embora e ela perguntou: -não vai gozar? não, isso eu vou fazer com ela, disse eu. e quero você aqui do outro lado da parede ouvindo ela me dando bem gostoso, dei mais um tapa na cara dela, esse mais forte, e fui embora. Antes de sair olhei da porta pra cara dela pra ver como ela tava e acena era ela tava toda refastelada no sofá sorrindo e me mandando beijinho e tchau.

Comentários

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22/10/2018 00:40:28
Quero um vizinho assim!
28/04/2018 01:07:10
Excelente conto continue