Casa dos Contos Eróticos

POR TREZENTOS, EU FECHO E VOCÊ ABRE. TEMOS UM ACORDO? PARTE 1

Sou o Rubens, ou Rubinho e até hoje, todos os meus relatos, foram sobre minhas putarias em família.

Hoje o parceiro da vez, é um macho que conheço a um bom tempo, frequentador assíduo do bar que fica bem em frente ao portão de entrada de minha casa.

Desde o primeiro instante que o vi, até sábado passado, penei pra caralho com tesão recolhido pelo macho.

Quase desisti de foder com ele o que só não aconteceu, porque sou MMMUUUUIIIIITTTTOOOO teimoso. Quando quero uma coisa, faço o impossível, apara conseguir. Nessa época, fiz de tudo para não cruzar com o individuo, pois de acordo com o ditado popular: “ O que os olhos não veêm o coração não sente”.

Além de hetero convicto, o tesudão ainda é casado com uma loira fenomenal. Aquelas que além de parar o trânsito, são tão humanas, perfeitas e maravilhosas que diante delas, nos sentimos exatamente como “o mosquito do cocô do cavalo do bandido”. Ana Clara é linda, gostosa, fina, elegante, inteligente, culta, poliglota, educada, simpática, humilde, altruísta, generosa, divertida, católica praticante, filha de importantes e ricos empresários de minha região e a melhor amiga de minha querida e adorada vizinha Velma, que usava qualquer desculpa para me visitar e torcia até demais para eu levar o marido da amiga para a cama. Velma o detestava. O delicioso macho, é bem diferente da esposa e só pensa em mulheres bebidas e dinheiro. Passa até três dias fora de casa e só retorna bêbado e sem dinheiro. Na frente dos sogros, transforma-se completamente. É o anjo enviado pelos céus, para cuidar e proteger Ana Clara até o fim de seus dias. É muito estimado pelos pais da esposa, que muito religiosos não aceitam separações na família, o que acredito ser o motivo de Ana Clara concordar pacificamente com os absurdos de Guilherme.

- Isso mesmo. Guilherme, é seu verdadeiro nome.

Apesar do macho ser canalha, patife, inescrupuloso e escroto e também um pecado de tão gostoso. Além de lindíssimo. O sacana é loiro, alto, esguio, cheiroso, delicioso, bom de cama, pirocudo, tem um bundinha redondinha, toda proporcional a seu corpo e tem uma língua bastante habilidosa e muito, mas muito experiente. Guilherme me fez um boquete tão delicioso e completo, que precisei interromper antes de deixa-lo terminar, para não perder meus sentidos. PUTA QUE ME PARIU !!! Só de lembrar, fico taludo. Com certeza hoje, antes de dormir vou precisar socar punheta em minha tora para relaxar. Nervoso e riste como acabo de ficar nem a base de Rivotril, dormirei. Ôôôôhhhhh calorão da porra, subiu pelo meu corpo, sô !!!!!

Bom!!! Retomando o relato. Tudo aconteceu sem planejamento. Apenas na base da esperteza e com um pequeno investimento, finalmente levei o macho para a cama e me fartei dele por mais de 40 horas. Se o cafajeste for ruim para a esposa na mesma proporção em que é bom de cama, coitada da Ana Clara.

Logo depois que o conheci, a alguns anos atrás, sentimos empatia mutua. Toda vez que o via no bar, me dirigia ao mesmo sentava em sua mesa e ficava um tempo razoável em sua companhia, até que comecei a acha-lo muito íntimo. Estava se tornando uma pessoa bem desagradável o que por uns dias me manteve afastado de si.

Num dia qualquer, de uma semana qualquer de um ano passado, que já não me lembro mais, devido a uma falta de sono terrível, sem motivo aparente, apesar do adiantado da hora (quase 1:00), resolvi caminhar de deitar, pois não começo melhor remédio para insônia que esforço físico.

Minha casa localiza-se numa linda e arborizada rua, que durante o dia é mais ou menos barulhenta e a noite é muito sossegada e silenciosa. Praticamente em frente a todos os imóveis de minha rua, existem árvores plantadas nas calçadas e um padrão de construção bem semelhante em todas as casas da mesma. Localizam-se mais no centro dos terrenos e possuem belos jardins que as antecedem. Esses jardins além de muito bem cuidados possuem grutas com imagens, fontes enormes, esculturas, placas e são verdadeiras micro florestas completamente expostas aos a transeuntes, que vez por outra aprontam em seus interiores. Defecam e urinam nos muros, despejam lixo sacaneando os proprietários, fazem despacho e sempre transam nos cantos dos muros, que na grande maioria, além de ficarem bem escondidos atrás das plantas, ainda são amplos e comportam duas pessoas com sobra.

E no meio desse cenário, eu caminhava tranquilo, até ouvir uma voz muito parecida com a de Guilherme e resolvi para e aguardar um pouquinho, pois já tinha muito tempo que não o via, e provavelmente ele estava no canto de um muro qualquer tirando a água do joelho pois com certeza estava encharcado de cerveja como sempre.

De repente, justamente no Jardim da casa que ficava á minha frente, ouvi novamente e imediatamente tive certeza que era do tesudo aquela voz e como a única voz no local era dele, com certeza estava sozinho, bêbado, sentado e encostado no muro bem á minha frente. E pensei:

“Ou ele está embriagado e precisa de ajuda para chegar em casa ou esta se escondendo da esposa, coisa que faz com muita frequência”. E resolvi ir até lá para saber o que estava acontecendo. Mas assim que dei o primeiro passo em direção ao local, uma vozinha lá no fundo me disse:

“Não se mostre antes de saber o que realmente se sucede ali, Rubinho. Com tanto mato e espaço, sem dúvida conseguirá verificar a situação, sem ser visto” E seguindo minha intuição me aproximei pelo lado contrário da moitona de uma estranha e vasta vegetação, que se estendia por uma enorme área daquele jardim e que devido a seu formato parecia que fora podada de propósito para assumir aquela forma.

Em cima suas folhas se agrupavam e formavam uma espécie de telhado e abaixo delas além de seus finíssimos caules, a única coisa existente eram duas pessoas numa intensa trepada. Guilherme metia sua rola no cu de um gay, que nunca tinha visto mais gordo. Um gay até muito bonito e bem vestido. Incrédulo em meus olhos, não conseguia sair dali. Afinal de contas se meu desejado macho, estava comendo um gay, com certeza eu também tinha chances. Só precisava saber como é que aquele cara, conseguiu ter a rola do meu macho atolada no cu. E com muito ciúme de Guilherme, percebi que a putaria estava apenas começando e que tudo que o gay pedia, ele fazia. Nessa altura do campeonato minha jeba estava pra lá de tesa e resolvi, bater uma ali mesmo enquanto assistia meu macho, plantando a mandioca naquele gay invasor de bairro alheio.

_ Puta que pariu Guilherminho!!! Vai com calma, loirinho!!! Quer me partir em dois, safadinho?

"Guilherminho, loirinho, safadinho !!! O viado estava me tirando do sério. Cheio de liberdade com o “MEU” homem".

Fiquei com tanto ciúme do boiola, que tive muita vontade de sair de onde estava, e ao invés de assistir Guilherme parti-lo na rola, dividi-lo ao meio eu mesmo e em um só golpe( não sei se já relatei, mas sou faixa vermelha em Taekwondo ).

_ AAAAIIII !!!! Fofinho !!!!!! UUUUUIIIII BRANQUINHO !!! Está gostando do meu rabinho. Gatinho !!! Está !!!!

Era tanto “INHO” que saia da boca da bicha ladra de machos, que meu cacete, murchou rapidinho e me deixou na mão. Não sabia como Guilherme tinha estômago para foder aquele ... aquele... Deixa prá lá.

E sem precisar mover uma palha devido ao ciúme que me corroía todinho, Guilherme além de soltar o motivo que o levou a foder aquela criatura, ainda acabou com o viado de uma só vez, com a resposta que lhe deu:

Retirando seu pirocão do rabo ladrão de rola alheia do baitola e com ele na mão, meu macho o respondeu:

Porra cara!!! Desse jeito haja tesão para manter pinto duro, viado!!! Se continuar om essa vozinha de merda e com esse jeitinho fresco de freira, falando tudo no diminutivo, guardo meu caralho, e vou embora sem lhe devolver a grana, entendeu, bichinha vadia!!! Estou tentando fazer minha parte e atender0lhe bem e de acordo com nosso combinado, mas se não ajudar, fica difícil CARALHO. E nem tente me contratar de novo. Seu toba nunca mais sentirá o maravilhoso sabor de meu cacete. Agora cale essa maldita boca e trate de aproveitar o bicho, pois como disse, seu cu nunca mais foderei. Até cheiro ruim essa sua bunda está soltando, cara. Se sujar meu toco de merda, vai apanhar, cara. Segure em suas tripas, pra não ganhar porrada, seu porco fedido. Puta que pariu cara, sente esse cheiro de ... de... Deixa pra lá...

Depois daquilo, Guilherme retirou sua jeba de dentro do cara e sem se preocupar nem um pouco se sua tora estava limpa ou suja, atolou-a sem dó na goela da espalhadora de gazes fedidos, que degustava a jeba do meu macho, até que ele apressado e completamente impaciente, esporrou em sua boca e sem deixá-lo terminar de mamar, sua teta gorda e leiteira, retirou também da boc...

CONTINUA ....

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