Transando com o paulista

Um conto erótico de Beta
Categoria: Heterossexual
Data: 25/04/2018 17:10:15
Nota 10.00
Assuntos: Heterossexual

Meu trabalho me proporciona conviver com pessoas de diversos lugares, e no ultimo periodo convivi com paulistas. Eu, carioca, moradora de Minas Gerais, cercada de paulistas. Hum... Admito, me divertir! No primeiro contato com Felipe, trocamos olhares, alfinetadas e whatsapp. Foi uma energia sexual muito forte, sabia que transaria com ele.

Pulei as partes onde se faz as apresentações chatas e fui logo falando “Você me olhou muito, ta pensando em quê?" Ele imediatamente me pediu para apresentar a cidade. Iria apresenta-lo a minha cama! Sou adepta do sexo casual, solteira, independente, e aquele homem tinha algo especial, ele exalava sexo, sentia tesão só de olhar. Contudo, tínhamos muito trabalho e horários diferentes. O sexo já havia começado, mas apenas virtualmente. Terça- feira chuvosa, ele no hotel me mandando mensagens e fotos de seu pau, eu em uma reunião sem hora para acabar, cheia de tesão, cruzava as pernas e sentia minha buceta latejando. Mas o hotel onde ele estava não era o local mais reservado, lá tinha mais pessoas que nós conhecíamos. No auge de minha irresponsabilidade, inventei uma dor e fui embora. Ele é casado, tínhamos que ser muito discretos. O levei para minha casa.

Ele muito gentil, começou a bater papo, mas eu estava louca de vontade, querendo cavalgar naquele pau. Queria falar pouco e transar mais.

Ele me contou um pouco dos filhos, do trabalho no ABC e do cotidiano, enquanto eu apertava um para relaxar o corpo e a mente. Não lembro muita coisa do que foi falado, meu pensamento estava em sua cueca e em como seria gostoso aquela transa. Seu cheiro me deixava doida, me senti como uma cadela no cio. Meu corpo estremecia, desejava aquele estranho, minha buceta latejava.

Ele sentado no sofa diante de mim, que homem delicioso, não aguentei mais e me atirei sobre ele... O beijei. Suas mãos rapido já estavam sobre mim, percoriam meu corpo, apertavam meus seios, puxava meu cabelo. Um beijo que superou minhas expectativas, cheio de tesão e desejo.

Subimos para o quarto, ele estava doido de tesão, seu pinto duro e sua boca falando putarias gostosas em meu ouvido. Andavamos e beijavamos. Beijo dado com tesão molha a calcinha e a minha já estava enxarcada.

O beijo é o inicio de todas as coisas e desperta o tesão. Não conseguíamos parar de beijar. Ele tinha uma boca macia, cheia de desejo. Logo já me vi nua e ele tambem. Quando vi seu pau todinho a minha disposição, me ajoelhei e comecei a chupa ló. Seu pau tinha um tamanho ótimo, um gosto delicioso e se encaixava perfeitamente bem na minha boca. Que delicia lamber aquele pau enquanto ele puxava meu cabelo e me chamava de cachorra. Me diverti. Realmente chupar um pau é algo que faço por gostar, me dá tesão. Lambia suas bolas e arranhava suas coxas. Sentia seu pau latejando dentro da minha boca. Ele gemia gostoso, puxava meu cabelo com mais intensidade, falando mais putaria. Me mandou ficar de quatro e disse que queria comer meu cuzinho. Eu relutei inicialmente, não tinha me preparado para anal, expliquei a ele o porquê do meu não, mas ele insistiu. Combinamos que iria começar comendo minha buceta, mas confesso, queria sentir seu pau no meu cuzinho. Imaginar sua porra escorrendo pelo meu cú, me dava ainda mais tesão..

Coloquei-me de quatro na cama, ele passou a lingua na minha buceta e no meu cú. Senti o melado escorrendo. Que tesão. Que delicia. Ele enfiou seu cassete na minha buceta. Meu corpo estremeceu. Ele metia na minha buceta e enfiava o dedo no meu cú, fazendo movimentos circulares. Minha buceta a cada instante ficava mais molhada. Eu gritava pedindo para ele foder minha buceta com força e quanto mais eu falava, mais ele colocava força. Começou a enfiar dois dedos no meu cú. Sentia muito tesão. Ele me mandou rebolar no seu pau. Com as duas mãos ele abriu minha bunda e cuspiu no meu cú. Sentia minha buceta ainda mais molhada. Ele dava tapas na minha bunda e me chamava de cachorra. Puxava meu cabelo e eu não parava de rebolar naquele pau gostoso.

Ele abriu ainda mais minha bunda, tirou seu cassete da minha buceta e meteu no meu cú. Senti muita dor, ardeu. Mas minha buceta ainda latejava de tesão por aquele homem. Meu corpo caiu sobre a cama, não mais estava de quatro e ele estava deitado sobre mim comendo meu cú.

Ele apoiou as mãos na minhas costas e fazia o movimento de vai e vem com muita sutileza, dizia que iria fuder meu rabo com carinho e que queria gozar dentro do me cú. Eu levei minha mão no meu grelo e comecei a me masturbar. Meu grelo estava duro e todo molhado. Sentia tesão e ele estava me comendo gostoso.

Ele começou a aumentar a intensidade das bombadas, a dor aumentava, mas não queria que ele parasse de me fuder. Queria sentir sua porra jorrando. Masturbei-me com mais intensidade. Pedi para ele falar putarias ao meu ouvido, morder minhas costas e me chamar de sua cadela. Meu cú já havia se acostumado com seu pau, já estava alargado e voltei para a posição de quatro. Ele começou a revezar. Hora enfiava no meu cú, hora enfiava na minha buceta.

Eu gemia alto, sentia minhas pernas tremendo, sentia o gozo escorrendo da minha buceta, sentir sua respiração ofegante me dava tesão. Suas mãos abrindo minha bunda, batendo com força na minha bunda e quando tirava o pau do meu cú, enfiava o dedo. Confesso que tive medo, pois não tinha me preparado para anal, mas deixei que tudo rolasse; Meu tesão era maior que minha preocupação.

Ele começou a me apertar com mais força, começou a gemer mais alto me disse que iria gozar. Eu havia gozado, mas queria um orgasmo, desses que deixa a visão fica turva, o corpo estremecendo e nós deixa incapaz de qualquer reação. Pedi para ele gozar na minha boca. Ele preste a gozar, tirou o pau do meu cú, tirou a camisinha e colocou seu pau na minha boca. Quase me asfixio. Prensou minha cabeça contra seu corpo. Senti seu pau na minha garganta. Gozou! Encheu minha boca de porra. Eu ainda me masturbando, sentia arrepios. Pedi para ele passar a língua no meu grelo. O orgasmo que eu tanto queria aconteceu. Esguichei. O molhei todinho. Ele lambia meu grelo e enfiava o dedo no meu cú. Que sensação espetacular. Que homem delicioso. Que pau gostoso.

Tarefa realizada com sucesso, gozamos! Eu engoli sua porra todinha.

Ficamos deitados nús por um tempo. Sentíamos nossa respiração ofegante e o cansaço tomou conta; O dia tinha sido estressante e terminar gozando. Pegamos no sono e acordamos cerca de duas horas depois. Fomos para o banho, aproveitamos e tiramos mais uma. Dessa vez ele gozou na minha bunda; Mais uma vez o desempenho dele foi espetacular.

Ele precisava ir embora, mas para a manhã seguinte combinamos um boquete no horário de almoço e uma rapidinha no fim do dia.

...divertimos bastante!!

Comentários

Comente!

  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
12/11/2018 15:15:59
Adorei
14/05/2018 12:38:16
Conto delicioso, parabéns
25/04/2018 18:42:37
Delicia!!!!! Bom saber que gosta dos paulistas rs Beijos e leia os meus tb