Meu padrasto é um safado! part.4

Um conto erótico de Ninfa
Categoria: Grupal
Data: 23/04/2018 08:34:29
Nota 10.00

No próximo conto irei contar uma curiosidade, que ira fazer você querer reler os contos anteriores, pois fara mais sentido ;)

E se você ainda não leu leia tudinho para você entender o contexto de tudo que passei ate aqui. Espero que gostem e estou amando o carinho de vocês, e saber que vocês estão gozando junto comigo!

Vou passar a escrever um trecho do conto no começo, dica de um amigo leitor!

Boa leitura, ótima imaginação!

Beijos meus amores!

;“seus cabelos ruivos estavam completamente bagunçados, com fios grudados no seu rosto suado, ainda ofegante, demonstrava o quanto ela estava acabada e satisfeita”Parte 4 – Adquirindo Novas Experiências.

Quando ainda era bem menina, por volta dos meus 13 ou 14 anos já tinha tocado meu grelinho e minha buceta, não entendia direito, mas sentia muito prazer com isso, já tinha até enfiado o dedo no meu cuzinho, mas nem de longe chegou a ser igual à sensação de ser deflorada pelo meu padrasto, na manhã seguinte ainda sentia meu cuzinho doendo um pouco, não podia culpa-lo pelo oque aconteceu, pois eu deixei rolar, na verdade eu queria mais, mas por motivos óbvios (além da minha timidez) nem tocava no assunto, mas valeu a pena tudo aquilo tinha sido incrível, me sentia mais mulher, mais experiente, e eu conversava tão naturalmente com o ele, que parecia nada tem acontecido, porém ele me olhava de um jeito tão provocante que podia sentir o quanto ele me desejava, e ninguém desconfiava de nada, fui gostando da sensação de manter segredo absoluto, vocês podem ate me julgar mal, mas para uma jovem inexperiente e curiosa, tudo era novidade, por mais que fosse errado eu sei, mas nem me importava.

Durante a semana mamãe costumava chegar um pouco mais cedo dependendo do trabalho no Buffet, às vezes ela até me levava para ajuda-la, mas era bem raro, já Rogerio todo fim de tarde estava em casa, exceto quando ia à academia, ou precisava viajar.

Na quinta-feira, estava tudo certo para viajarem juntos, mamãe iria fazer um evento no litoral, e precisava organizar algumas coisas antes, para não ficar sozinha em casa, e nem ter que ir para casa dos meus avos, convidei a Daia minha amiga (que descrevi no segundo conto) para dormir em casa e por a conversa em dia, claro que ela estava curiosa sobre os detalhes do que aconteceu no ultimo final de semana, ela desconfiava, mas eu não tinha falado nada a respeito, tinha medo de dar algum problema, eu confiava nela, mas aquilo era algo serio demais para contar a alguém.

Daiane chegou cedo, nem tinha anoitecido ainda, quando foi por volta das oito da noite, mamãe me ligou explicando que iria viajar para o litoral com sua sócia, pois o Rogerio não poderia ir, iriam dormir em um hotel, e pela manha iria cuidar da organização e dos detalhes da festa, por ser um casamento considerado de estrutura grande, e de gente importante, tudo deveria estar em perfeitas condições, e ela e sua equipe precisavam se dedicar integralmente a esse evento, até disse que precisaria da minha ajuda e da Dáia no dia da festa, já o Rogerio iria trabalhar até tarde, e precisava trabalhar no dia seguinte também, e optou por ficar em casa.

De momento tudo bem, imaginei que seria uma noite normal como tantas outras em que minha amiga já tinha dormido em casa, engano meu, pois depois daquele final de semana nada mais seria como antes.

Já passava das dez da noite, estávamos no meu quarto, bebendo vinho e se divertindo no webcam, no famoso site “Omegle” (quem nunca se divertiu com site na adolescência? Kkk) em 2007 mal o existia o facebook, nem whatsapp, o máximo era Orkut, MSN (kkk).

Quando Rogerio chegou em casa, ele veio nos cumprimentar e nos convidou para beber algo, de cara eu disse que não estava a fim, e já estava levemente alterada, mas Daiane disse que iria depois, minha cabeça girava, os pensamentos não paravam, e depois de tanto ver piroca, bucetas e sexo na Cam, confesso que já estava atiçada, se é que vocês me entendem.

Pouco depois ele voltou a nos chamar:

-Venham aqui pra cozinha, fiz uma tabua de frios perfeita para acompanhar uma cerveja bem gelada!

Sóbria eu relutaria para não ir, mas quando eu bebia nem que fosse um pouco, eu reconheço que me transformava, antes que eu respondesse, Daia gritou “já vamos já”.

-Vamos beber com aquele gostoso, vou chupar ele todinho!- e dava gargalhadas, minha amiga já era louca naturalmente, mas quando ela bebia ficava muito pior.

Com certo receio do poderia acontecer, acabei indo, eu já estava com uma camisola bem comprida, que ia até minhas coxas, usando apenas uma calcinha por baixo, afinal já íamos dormir, e minha amiga estarei sendo modesta se disser que ela estava bem vestida, a pouca roupa dela mal cobria seus peitos, com um short bem solto, e ainda sem calcinha, já era com intenções certas eu acho.

O som de sala tocava musicas aleatórias, ia desde reggae, funk a eletrônica, nem tomamos quatro latinhas cada, e Daia já estava toda safadinha, como sempre, falando de experiências sexuais, tudo para provocar Rogerio, estávamos sentados na mesa, ele do meu lado, e Daia do outro lada da mês, de frente comigo, ele perguntou se a gente já tinha ficado com mulheres, ou tinha vontade.

- Claro que não você esta louco, credo, nada a haver. – respondi rindo já bem alterada.

-“Ai ela não faz bem o meu tipo, mas só uns amaço nada haver né Bia?!”.

Daia já demonstrava que estava passando dos limites. (kkk)

Estava tudo rodando, mal conseguia me concentrar na conversa, Rogerio como não perdia tempo, aproveitou para começar a tocar na minha perna discretamente, ele subia a mão até minha virilha, por baixo da camisola, quase tocando minha buceta, e voltava para meu joelho, aos poucos eu estava ficando excitada, ele não parava de me tocar, e ainda continuava falando sobre relacionamentos lésbicos.

- Duvido vocês duas darem um selinho, nada demais, só um selinho.

Como disse anteriormente, sóbria eu era mais seria, mas quando bebia ficava bem mais abusada, ainda mais depois de beber varias cervejas, Daia disse que se ela me desse um selinho, também queria um selinho dele, no fundo eu sabia que aquele papo não iria prestar.

-Se a Bia deixar, e guardar segredo, eu te dou até um beijo de língua!

-Não me coloca no meio não, não estou nem aí, sei que você não presta Rogerio, apenas usem camisinha seus imprestáveis.

Como estávamos todos bem alterados, só riamos e levávamos tudo na brincadeira, até que Daia se debruçou com os braços sobre a mesa, e falou “vem então Bia me beija logo”, levantei da cadeira e também com os braços apoiados na mesa me aproximei do rosto dela, fechei os olhos e senti os lábios molhados dela tocando os meus, de momento foi só selinho, um toque até que senti a boca dela abrindo e tocando minha boca inteira, num reflexo correspondi o beijo, foi intenso bom demais, Rogerio ficou em silêncio por um instante, até voltar a tocar na minhas pernas por trás, como estava apoiada na mesa, minha bunda estava livre para ser tocada, obvio que ele não perdeu a chance e pegava com vontade, passava os dedos por cima da calcinha tentando por ela de lado, quando senti o dedo dele tocando minha buceta, tentando enfiar o dedo, parei o beijo e disse “chega”, voltei a me sentar, e meu padrasto com suspiro disse:

-Pensei que não iria param mais, nossa isso que foi um beijo, fiquei até com ciúmes agora.

Daiane nem tinha saído da posição que estava, só se virou para o lado do Rogerio, e disse, “seu beijo foi bom Bia, agora deixa eu ver do seu padrasto”, Rogerio como era mais alto apenas se inclinou um pouco para poder beija-la, foi um beijo mais demorado que o meu, eu vendo sentia uma sensação estranha como se fosse ciúmes, tesão, não sei.

Enquanto ele a beijava, com umas das mãos tirou o pau pra fora e me fez segura-lo, comecei punhetar aquela rola, que latejava de tão dura, minha buceta se contraia, estava ficando louca de tesão, ele parou de beija-la e foi em minha direção, soltei o pau dele, e virei o rosto, mas ele começou a chupar e beijar meu pescoço, pegar nos meu seios, Daiane por outro lado, só dava risada e dizia ”isso é muita loucura, não acredito nisso, beija ele Bia, vai idiota”, como ela estava do outro lado da mesa, ela não viu que o pau dele continuava pra fora.

Parte de mim ainda resistia fortemente, até que consegui empurra-lo, “chega, vamos devagar, o álcool esta fazendo isso”, houve um momento de silencio, seguido de risadas ate nos recompor, até que Daia não estava se contendo e falou:

- Isso está muito bom gente, mas tenho que fazer xixi!

Enquanto ela foi ao banheiro, eu disse ao Rogerio:

-Você sabe que não vai rolar nada comigo né, se quiser pode ficar a Daia, eu não vou falar nada claro.

Ele insistia “eu quero você, sou louco pra te pegar de jeito Bia” ele beijava meu pescoço minha orelha, tocando na minha bucetinha molhada por cima da calcinha, eu não estava aguentando de tesão, mas não queria deixar ele fazer oque quisesse comigo, eu tinha que ser mais difícil, quando ouvi o barulho da porta do banheiro do meu quarto se abrindo, e me levantei para ir ao banheiro e repeti “pode ficar com ela, eu sei guardar segredo”.

Quando entrei no meu quarto, Daia estava se olhando no espelho e me falou, com uma cara de quem estava chapada e entusiasmada.

-Preciso trepar com ele Bia, por favor amiga, quebra meu galho!

-Faça oque você quiser, por mim tanto faz - respondi com certo desdenho.

Não fiquei cinco minutos no banheiro, e quando sai, meu padrasto estava deitado na minha cama, e a minha melhor amiga em cima dele, ela de roupa, (quase nada) e ele já sem camisa, “venha aqui experimentar essa boca Bia, para de drama”, claro que como estava excitada e bêbada, estava morrendo de vontade de participar, mas não quis dar o braço a torcer, me sentei na cadeira do PC, e disse “há fiquem a vontade e façam de conta que não estou aqui”, peguei a garrafa de vinho, liguei o computador e voltei a mexer no “Omegle”.

Posicionei a câmera de forma com eu aparecia, mas também dava pra ver eles em cima da minha cama, isso era uma forma que achei talvez de atrapalhar eles, mas sem demonstrar que eu estava incomodada, e com ciúmes na verdade.

Ela estava de quatro em cima dele, roçando e esfregando a buceta sobre o seu pau, ele com as mãos na cintura dela foi subindo aos pouco ate tirar a blusinha, deixando completamente nua da cintura pra cima, aqueles peitos pouco maiores que os meus de mamilos rosados, pareciam pouco para saciar a vontade que ele estava de chupa-la, ele apertava, lambia o mamilo, chupava devagar, se deliciando naqueles peitos durinhos, enquanto isso na Cam, deixei conectado com uma garota que se masturbava, mostrando tudo oque sabia fazer com os dedos e sua buceta, além é claro de estar adorando oque ela via na Cam, aquilo passou a tomar conta de mim, enfiei a mão por baixo da calcinha, e comecei a tocar minha bucetinha que a essa altura já estava babando, Rogerio quando percebeu, oque se passava no computador e me viu se masturbando, se levantou tirou o short da Daia, e se deitou no meio das suas pernas, beijando sua boca, chupando seu pescoço, descendo ate a barriga, até chegar na sua bucetinha lisinha, era daquelas que mal aparecia os lábios, apenas a rachadinha, que por sua vez ele abria com os dedos e lambuzava sua boca naquela buceta molhada, ela suspirava e gemia de prazer, fui ficando louca com aquilo, ela me chamou e pediu para eu beija-la, “vem amiga só um beijinho” sem pensar muito acabei indo.

Foi um beijo molhado, gostoso e lento, Rogerio começou a pegar na minha bunda, passar os dedos na minha buceta, tirou minha calcinha, e continuo acariciando meu cuzinho, como estava em êxtase, empinei ainda mais minha bunda para ele poder me tocar, no calor do momento acabei descendo e chupando o pescoço e até os peitos da Daia, foi “O Beijo” e ainda sendo masturbada pelo meu padrasto, foi demais aquele momento, até ele tirar o short e ficar atrás de mim me deixando de quatro pra ele, ele começou a passar a cabeça do seu pau, na portinha da minha buceta, tentando enfiar aos poucos, minha buceta estava melada demais, e antes que ele conseguisse meter na minha buceta, me virei e deitei do lado da Daia, ela começou a tocar meus seios, beijando meu pescoço, ali estavam duas novinhas chapadas, nuas, molhadinhas e a disposição daquele safado imprestável.

Enquanto nos beijávamos, Rogerio punhetava sua rola, dessa vez tocando a xaninha da minha amiga, que estava completamente doida de tesão, como ela já era mais experiente que eu, o toque das suas mãos em meus peitos deu espaço a sua boca, chupando meus seios, e tocando minha buceta, “chupa ela Daia, sei que você quer” Rogerio incentivava ainda mais, ela não pensou duas vezes colocando sua cabeça no meio das minhas pernas, foi com a boca direto no meu grelinho me levando a loucura, ela empinava a bunda pra cima e me chupava com desejo, vi que Rogerio se abaixou como se estivesse dando uma breve chupada na sua bunda de quatro, até se posicionar atrás dela enfiando seu pau na sua bucetinha rosada, ela gemeu “Aií gostoso, delicia” e repetia isso gemendo, enquanto ele começou a meter lentamente e aumentando o ritmo, ate dar fortes estocadas até o fundo fazendo ela gemer e gritar de prazer, eu de pernas abertas de frente com ela, e comecei a tocar uma siririca sozinha, Rogerio metia com força me olhando com desejo, tirei a camisola e com a cabeça próxima a cabeceira da cama que chegava a balançar, aqueles gemidos aquela cena me fazia ir loucura, arreganhava os lábios da minha bucetinha virgem, com outra mão tocava meu grelinho bem de frente com eles, queria mesmo era deixar ele louco, mas sem dar pra ele, “vem aqui Bia, chega mais perto” ele insistia, eu só balançava a cabeça negativamente, sem parar com minha siririca.

Rogerio parou de meter pegou a garrafa de vinho, tomou um gole na garrafa mesmo, e derramou um pouco nas costas da Daia, que se contorcia ao ser tocada pela língua dele nas suas costas, e suas mãos acariciando sua bunda e sua xaninha, ele fez ela se sentar na cama pegar no seu pau, de imediato ela agarrou e começou a chupar ele inteiro, descia lambendo sua bolas, ele tomou mais um gole de vinho, me encarando e disse:

-Vinho? Ou piroca? Qual você prefere agora? - me levantei peguei a garrafa e tomei quase a metade do pouco que ainda restava, voltei a apoiar minhas costas na cabeceira da cama, Daia se deitou flexionando suas pernas, Rogerio voltou a meter naquela vadia, ele em pé fora da cama grudava nas suas pernas e metia com força, ela estava indo a loucura, seus gemidos e urros anunciavam que estava quase gozando, enquanto eu quase secava a garrafa de vinho, eu continuava na siririca, aguentei mais um pouco antes de ceder aos pedidos do meu padrasto me deitei próxima a Daia, que se virou sobre mim, apoiando a perna esquerda no meio das minhas, com uma das mãos tocava meus peitos, seu corpo estava sobre o meu, podia sentia o quanto ela estava quente, ate um pouco suada, e nos beijávamos lentamente, até Rogerio voltar fuder a buceta daquela safada, que chegava e perder o sentido, ela gemia muito, (muito mais que a mamãe) me deixando doida de tesão, peguei a mão dela o coloquei sobre minha boceta, passei a rebolar e apertava mão dela contra minha boceta, Rogerio vendo o quanto estávamos excitadas, começou a tocar minha buceta também, mas ao invés de querer enfiar o dedo na minha buceta como das outras vezes, foi direto pro meu cuzinho, como já estava completamente relaxada, entrou um dedo no meu cuzinho com facilidade, passei a tocar freneticamente meu grelo, mas antes eu pudesse gozar, Rogério não aguentou, e acabou gozando junto com a Daia, ela tremia, suspirava e gemia, seus cabelos ruivos estava completamente bagunçado, com fios grudados no seu rosto suado, ainda ofegante, demonstrava o quanto ela estava acabada e satisfeita.

Rogerio se levantou e disse que iria tomar um banho, e convidou Daia para ir também, ela ainda com o corpo mole, me convidou para ir junto, e disse iria depois, enquanto eles estavam no banheiro, não vou mentir se disser que senti um certo ciúmes, com mamãe ate passava, pois eu já estava fazendo errado e me sentia cumplice dele, já com outra eu podia ver que ele era um safado que só queria meter.

Já passava das três da manha, e antes que aquele sentimento de raiva e culpa, tomasse conta de mim, fui ate a sala e peguei uma garrafa de uísque da coleção do próprio Rogerio, virei a garrafa e bebi uns três goles de uma vez, e voltei ao quarto com a garrafa na mão, entrei no banheiro e vi que eles estavam metendo de novo, ela apoiada na parede com a bunda empinada e ele metendo sem parar, tomei mas uns goles e me sentei no vaso sanitário, vendo aquela agua escorrer pelo corpo branquinha e ensaboado dela que delirava de prazer, bebi mais um goles, senti um pouco de frio, depois me lembro do Rogerio pegar a garrafa da minha mão, e me levar pra cama, lembro de flash deles transando na minha frente, Daia se deitando e me cobrindo, hoje acho ate engraçado lembrar de tudo isso, mas no dia bom, foi ruim, foi tudo junto.

Espero que tenham gostado, assim que possível posto a continuação!

Beijos amores!

Comentários

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  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
06/11/2018 10:36:47
Muito bom
18/08/2018 16:55:47
Esperava ter continuação
25/04/2018 15:07:31
O conto tá até bom, só está surreal o tanto de bebidas que uma pessoa adolescente consegue misturar sem passar mal e nem adormecer de vez (diminuí esses exageros de bebidas alcoólicas aí, de resto tá okay)
23/04/2018 09:29:26
Pra variar, mais um conto delicioso!!! Bjs