Na Índia pimenta bhut jolokia no cu é refresco Diário de viagem.

Um conto erótico de Estevão Valente
Categoria: Homossexual
Data: 03/04/2018 16:48:18
Nota -

Na Índia pimenta bhut jolokia no cu é refresco

Diário de viagem.

“Vamos apimentar?”

“Vamos...”

Peguei um consolo na mesinha ao lado da cama, lambuzei de Ky e ...

“Vira o rabinho para mim, vira”.

“Devagar porque não dou a muito tempo. Tá bom?!”

“Çe acha que eu não vou fazer com carinho? Claro que vou, meu lindo”.

Ele deitou de bruços e eu fui enfiando o consolo bem devagarinho, parando e tirando, para deixa-lo louquinho.

“Vai mete, mete tudo logo, que eu aguento, amor”.

Meti tudo.

Ele ficou de joelhos na cama com o consolo entalado no rabinho.

Era uma cena linda.

Era maravilhoso ver aquele homem lindo, barbadinho, peito fortinho ao natural lisinho, coxas grossinhas, com pernas proporcionais lisinhas, lisinhas, eu fui a loucura.

“Não tira e me come”.

Deitei de bruços e ele caiu por cima de mim, ajeitando o consolo no rabo dele que havia saído um pouco.

Não teve pena.

“Enfiou tudo, calçou os pés nos meus pés, ajeitou minhas pernas para fechar mais minha bunda com as suas e mandou brasa.”

“Literalmente mandou brasa porque meu cu pegou fogo.”

“Eu batia na cabeça de prazer e gritava ao mesmo tempo.”

“Não sei quanto tempo durou, só sei que senti meu cu se encher de porra, enquanto ele me beijava com paixão.”

“Ele me virou e bateu uma para mim, me fazendo gozar como nunca, já que ele continuava dentro de mim e com o consolo no rabinho.”

Ficamos deitados.

“Voce pôs, agora você tira, vai, com o mesmo carinho que colocou”.

Levantou as pernas de frango assado.

Enquanto eu o beijava e tirava muito devagar, devagarinho.

“Essa foi a melhor foda que eu dei na minha vida...”, falou ele.

“Nunca gozei tanto e com tanto prazer. Valeu a pimenta”, falou sorrindo.

“Vai querer repetir?”

“Com você?”, me perguntou sério.

“Sim. Comigo.”

“Um zilhão de vezes.”

E me beijou apaixonadamente.

Fomos tomar banho.

Um banho quente, demorado e apaixonado.

Comemos algo, e fomos dormir.

Acordamos e aconteceu de novo.

No dia seguinte fomos ver a cidade.

Naquela altura eu só pensava em fuder de novo.

Penso que ele, também.

“Já chega de ver essa cidade. Vamos voltar para o Hotel”, ordenou ele.

No Hotel fomos tomar banho, pois a Índia é quente para cacete.

Estava eu de olhos fechados tirando o sabonete do rosto quando senti um dedo, depois is dois, depois três dedos, sendo enfiados no meu cu.

Gemi.

“Geme, geme, fica bem molinho pro teu amor, fica”.

Eu encostei na parede do box.

Me abraçou e eu sentiu seu tórax amplo, seus braços fortes em volta de meu corpo, suas coxas grossinhas e lisas roçando nas minhas, seu cacete duro como se tivesse querendo chegar na minha alma.

Amoleci...

Me largou e pegou o consolo.

“Voce vai sentir o que eu senti ontem. Vai ver como é bom”.

Eu abri as pernas e ele foi enfiando o consolo com todo carinho.

Quando já estava tudo dentro, ordenou;

“Ajoelha, paga o boquete”

Ajoelhei, segurei aquele caralho, e taquei a boca.

Eu ia da cabeça da pica até as bolas com uma agilidade, dava mordidinha com os lábios na cabeça e lambia o buraquinho do xixi, o que deixou ele louco, tanto que começou a gritar:

“Faz, faz mais...meu amorzinho... faz mais”.

O cu dele piscava e aí eu meti a língua.

Ele encostou na parede do box, começou a gemer, e com uma voz rouca de tanto tesão:”

“Me come agora, já, e com força”.

“Me come AGORA”, gritou.

Me levantei. A ajeitei o consolo e mandei veia.

“Aiaaaaaiiiiii” ...

“Porrraaa que delicia, mexe, mexe, mexe amor, mexe.”

“Enfia mais.”

“Não deixa sair, vai...vai ...soca...soca....”

Com cuidado para meu pau não sair ficou em posição de cada cavaco...e endoidou.

E eu idem...

Foi gritos e mais gritos.

Até que...

“Vou gozar “

“Eu vou gozar, não tira...”

Litros de porra num cu e litros de porra na parede do box.

Ele se virou e me beijou.

Ficamos assim por um par de minutos.

Mas eu expeli o consolo.

Saímos.

Nos enxugamos.

E nos deitamos.

Do que falamos?

Palavras de amor, de tesão e de felicidades.

E o diário de viagem continua...

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