Interior. (Parte 03)

Um conto erótico de Renning
Categoria: Homossexual
Data: 21/04/2018 21:31:15
Nota -
Assuntos: Oral, gays, primos, Gay, Homossexual

Depois do que houve no quarto do Joca, todas as minhas fantasias haviam se consolidado no campo do possível. Meus sentimentos estavam confusos com tudo o que havia acontecido. Mesmo que eu tentasse me distrair, meu corpo parecia se lembrar de cada sensação. O toque da língua de Davi no meu pau, o gosto da pica do Joca na minha boca. Eu acordei no meio daquela mesma noite suado, totalmente desperto. O pau duro enquanto as cenas se repetiam na minha cabeça.

Me virei de bruços e sarrei na minha própria cama, frustrado. E no instante seguinte eu me virei assustado, sentando na cama, ao ouvir uma risada abafada. Joca estava na minha janela fumando um cigarro. Demorei alguns segundos para me recuperar e perguntei o que ele estava fazendo ali. Ele disse que quis ver como eu estava e eu não entendi, até que me perguntou o que eu havia achado de mais cedo. Eu não sabia o que responder e demorei um pouco até decidir ser sincero, mas amenizando. Disse que gostei e ele riu. “Só isso? Gostou?”, perguntou, e eu complementei que havia gostado bastante. Foi aí que ele se levantou e caminhou até a cama. Com o cigarro na boca, usou as mãos para abrir o velcro da bermuda, a deixando cair. Perguntei o que ele estava fazendo e ele mandou eu ter calma. Até que montou em cima de mim, pondo o pau pra fora bem próximo da minha cara. Aquele cheiro bem próximo do meu nariz. Joca tragou o cigarro e mandou que eu abrisse a boca, pondo a mão livre sobre minha cabeça.

No instante seguinte eu já degustava sua pica pela segunda vez. O fazia um tanto assustado pela situação, mas meu pau já estava feito pedra debaixo dos lençóis. Joca fez com que eu segurasse seu pau enquanto o chupava e aos poucos eu fui relaxando, vendo-o se mover na minha frente enquanto escutava o som abafado do vácuo em minha boca com cada deslizar entre meus lábios. Eu estava chupando o pau do meu primo no meu próprio quarto no meio da noite, pouco mais de dois dias depois de vê-lo sendo chupado por seu amigo. E estava gostando.

Havia algo na imagem e postura de Joca que o tornava atraente. Talvez a experiência, a malemolência, a ousadia. Eu queria ser como ele. Fazer o que ele fazia. Ter seu reconhecimento ou algo parecido. E sempre que eu parava de chupá-lo para tomar ar e olhava para seu rosto, ele estava sorrindo. E logo em seguida eu voltava a abocanhar seu caralho com uma estranha sensação de orgulho. Joca por vezes forçava um pouco mais, quase que desafiando meu limite. Mesmo engolindo o máximo que eu conseguia, ainda sobrava pau para que eu segurasse com a mão. A posição também não me favorecia, mas ainda assim eu me espantei. Davi engolia tudo? Mesmo me esforçando eu não consegui chegar perto disso, e fiquei com os olhos marejados e a garganta coçando, o punhetando enquanto me recuperava.

O corpo de Joca era parcialmente iluminado pela luz que vinha da janela. Tipo uma pintura. Fazia tanto silêncio que eu podia escutar a cama rangendo baixo com os movimentos que ele fazia. Fora isso, eu só ouvia a respiração dele, a minha tentativa de respirar durante o boquete e os grilos no quintal. E havia ficado tão quente que meus pés suavam. Joca praticamente sentado sobre meu peito e tão colado havia feito a temperatura subir. Depois de alguns minutos ali, Joca entrelaçou os dedos no meu cabelo e se inclinou para trás, consequentemente puxando minha cabeça contra seu pau e quase me fazendo engasgar. E enquanto eu tentava resistir ao sufocamento, senti meu pau e saco serem apalpados. Se aproveitando de seu tamanho, Joca me manteve cativo a chupar seu pau enquanto alcançou o meu e começou a massagear. E eu gemi. Instintivamente abri mais as pernas e o deixei esfregar meu pênis com aquelas mãos ásperas. Enquanto isso eu chupava a cabeça de seu pau inebriado pelo prazer.

Eu quase me dobrava abaixo de Joca para chupá-lo e ainda assim sentir ele brincando com meu pau. E foi quando eu já estava com as pernas bem abertas que eu senti os dedos de Joca descerem, enquanto ele se curvava mais, e alcançava meu cu. Dois dedos de uma só vez, o suficiente para eu sentir as pregas resistindo e ficar preocupado. Parei de chupá-lo e perguntei o que ele estava fazendo, no que ele só respondeu para “relaxar”. E eu tentei, mas só fiquei o punhetando enquanto sentia seus dedos me alargarem pouco a pouco. Até que do nada ele se levantou, o pau todo babado sacudindo no ar, e mandou que eu me levantasse também. Mesmo receoso, eu o fiz, e vi Joca se deitar no meu colchão, ajeitando o travesseiro atrás da cabeça e com o pau reto alcançando o próprio umbigo. “Senta aqui”, foi o que ele disse e no mesmo momento eu neguei, dizendo que não queria. Joca resmungou e alcançou meu braço, me puxando, e dizendo que não era pra enfiar nada, só sentar em cima. Parei por uns segundos refletindo sobre aquilo, até que vendo a minha indecisão, Joca disse que não faria nada que eu pudesse não gostar - e justificou que assim havia sido tudo até aquele momento. Antes que eu pudesse responder, ele puxou minha bermuda pra baixo, devagar. Logo em seguida eu já estava pelado montando em cima dele.

Joca segurava em minha cintura enquanto eu me apoiava sobre seu peito. A cabeça do pau dele estava à mostra bem em meio as minhas bolas e meu pau meio-bomba. O restante do pau dele esquentava meu períneo se alongando embaixo de mim. Eu estava nervoso mas absurdamente excitado. Joca percebeu e pegou em meu pau, começando a me masturbar enquanto mandava eu me mexer sobre o seu. Eu movia minha pélvis e sentia o pau de Joca deslizando embaixo de mim enquanto ele usava o mesmo movimento para me punhetar. Eu arfava e só percebi depois que comecei a apertar seu braço enquanto ele deslizava a mão pelo meu torso, subindo pelo meu peito. Joca me conduzia por toda uma nova realidade na qual eu sequer sabia o que queria, mas sabia que queria. Quando sua mão começou a descer, a senti deslizar indo para trás de mim, alcançando minha bunda logo que ele mandou que eu me empinasse, o que eu fiz, com o pau dele abaixo de mim, até ele agarrar minha bunda com força, a abrindo.

Eu não sei por quanto tempo ficamos naquilo mas foi o suficiente para me fazer suar todo, derretendo sobre Joca e o pau dele. O cheiro que subia até meu nariz do mel que escorria do meu pau e se juntava ao do meu primo sobre sua barriga me entorpecia. Eu sentia meu pau pulsar com o cu piscando sobre Joca. E foi ele quem avisou que estava tarde já e era melhor terminarmos. Quando disse, começou a me punhetar rápido e forte, enquanto erguia a cintura embaixo de mim. Não demorou muito até que eu anunciasse que ia gozar. Meu pau pulsava anunciando o orgasmo e tentava conter os gemidos, e quando eu estava prestes a esporrar, Joca apertou a cabeça do meu pau com a ponta do dedo. Eu não saberia descrever direito o prazer que se espalhou em mim feito eletricidade. Mas eu gemi, mais alto do que eu gostaria, até ver minha goza caindo sobre a barriga de Joca e escorrer por sua mão.

Eu mal conseguia sentir meu corpo, oscilando entre a moleza e os espasmos. Sorria sozinho sentindo minha pele arrepiada. Quando olhei pra Joca, ele também sorria, como se achasse engraçado me ver daquele jeito. E eu já estava pronto para dormir com todo aquele relaxamento, até ouvir ele mandando eu me levantar. Só quando o fiz, de pernas bambas, que vi que o pau de Joca ainda estava duro feito pedra. “Agora chupa e bate uma punheta rápida pro teu primo”, ouvi ele dizer enquanto erguia o pau com a mão. Eu dei a volta na cama e me ajoelhei sobre o colchão entre as pernas de Joca, segurei sua pica e comecei a chupar com gosto. Meu corpo extasiado ainda pelo orgasmo, o salgado do pau suado de Joca. Ele só gemia e forçava minha cabeça, me forçando a engolir mais, e entre os intervalos pedia que eu o punhetasse com força. E naquele momento eu o ouvi dizer que queria que Davi estivesse ali para ele jorrar no cu dele. Eu não sei exatamente o que senti mas continuei o que fazia, sentindo seu pau pulsar na minha boca. Eu deveria saber o que viria, mas estava muito anestesiado para me tocar. Joca começou a erguer a pélvis enquanto segurava minha cabeça, fodendo minha boca no ar, a glande batendo no céu da minha boca. Até que seu corpo desabou no colchão novamente no mesmo momento que sua porra espirrou, parte dentro da minha boca e parte na bochecha. Eu fiquei estático, sem reagir, sentindo baba e gozo escorrer da minha boca e cair sobre o corpo de Joca. Me levantei depois de uns segundos e limpei minha língua nas costas da mão sentindo o agridoce do esperma.

Joca se ergueu em seguida, visivelmente satisfeito. “Tu tem que agilizar logo teu lance com o João.”, falou. “Vai com calma, faz igual à mim. Até que um dia você nem vai precisar pedir o que quer, ele mesmo vai oferecer.” e a frase me atingiu com duas verdades. A primeira era a de que Joca de fato parecia levar as coisas calmamente, sem alarde. A segunda era que a ideia de ceder ao que ele queria parecia cada vez mais provável. Joca saiu pela janela sorrateiro e, mesmo cansado, eu me obriguei a tomar um banho antes de voltar a dormir.

(todas as partes lançadas estão no renningcontos.wordpress.com, já tem a 04!)

Comentários

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21/04/2018 22:04:16
Bom