Meu primeiro Ménage (Parte I)

Finalmente, após a última aula daquele dia exaustivo, ouvi o doce som do sinal de abertura do portão! Os alunos, ansiosos, se amontoaram na porta para sair. Recolhi meu material, aliviado pelo fim de mais um dia de trabalho, e desci para a sala dos professores para guardar os livros no armário e correr para casa. “Banho” e “Cama” era as palavras-chave que rondavam minha mente.

Os demais professores da escola, tão cansados quanto eu, se despediam e seguiam seus rumos também. Dediquei um breve olhar à morena agachada ao meu lado enquanto trancava meu armário.

Érica era uma grande amiga minha! Professora de química, estava na escola desde que eu ingressara lá e era amada por alunos e professores pela sua constante simpatia. Era oito anos mais velha que eu (que, na época, tinha 23 anos) e, tal qual um bom vinho, o passar de cada ano só lhe fazia bem: Érica era caucasiana, tinha um grande e belo sorriso que marcava covinhas nas bochechas, olhos castanhos e cabelos pretos levemente ondulados que chegavam ao meio das costas. Tinha cerca de 1,70 de altura, seios fartos que balançavam de forma hipnótica sob a roupa, quadris bem largos, coxas grossas e uma bunda de dar inveja. Volta e meia reclamava que estava gorda, mas eu não a considerava nem mesmo “cheinha”. Por ação do acaso ou providência divina (e para meu prazer secreto), Érica tinha pego o armário próximo ao chão no sorteio daquele ano, sendo forçada a ficar de cócoras sempre que precisava guardar algo. Eu me deleitava ao ver aquelas coxas fazendo força no agachamento que ela fazia…

Naquele dia, Érica usava um vestido escuro bem solto (como normalmente usava) com meia-calça preta bem grossa por conta da súbita virada de tempo e um cardigã vermelho cobrindo os braços.

Para além da sua incrível beleza, antes de tudo, Érica era uma amiga do peito: foi a primeira pessoa com quem tive afinidade na escola, sempre conversamos muito sobre o trabalho, compartilhávamos filmes e músicas, conselhos de relacionamento, etc. Era minha companheira do dia a dia nos últimos anos. Nos intervalos, sempre íamos para o estacionamento fumar e tomar café, longe da balburdia da sala dos professores.

— Érica, cê vai sair agora? — perguntei, me preparando para ir embora — Quer uma carona?

— Ah, seria ótimo! — ela me presenteou com um daqueles lindos sorrisos — Deixa só eu terminar isso aqui…

Ajudei-a a guardar os últimos livros no armário e fomos para o estacionamento. O trânsito estava caótico, para variar um pouco. Acendi um cigarro, traguei com satisfação e passei para Érica. Aproveitamos que o trânsito estava parado para colocar o papo em dia. Perguntei sobre seu projeto de mestrado, se estava com os diários da escola em dia… Conversa padrão de fim de expediente. Érica estava extremamente empolgada naquele dia e logo descobri o motivo.

— Meu, cê não tem noção do rolê que eu e o Cássio demos esse fim de semana! — Cássio era o marido dela, também meu grande amigo — Lembra que a gente tinha conhecido aquele cara no Tinder? Aquele cabeludinho que te mostrei? Então, menino! A gente finalmente saiu no sábado!

Érica e Cássio estavam juntos havia uns quatro ou cinco anos naquela época e, desde o princípio, sustentavam um relacionamento aberto. Quando eu conheci Érica, era comum ouvir histórias sobre homens e mulheres com quem ela saia as vezes. Após o casamento, o casal entrou num acordo: só sairiam com outras pessoas se fossem OS DOIS juntos. No começo eles tentaram algumas casas de swing, mas Cássio não tinha curtido muito, então começaram a marcar encontros pelo Tinder.

Érica, animada como uma criança que ganhara um novo brinquedo, me contava os detalhes do encontro. Eu ouvia atentamente, fazendo perguntas esporádicas: “Mas ele quis ficar com o Cássio também?”, “Mas você nunca tinha feito dupla penetração?”, entre outras coisas.

Consegui fugir do congestionamento principal e cortei caminho por uma via alternativa, mais vazia e logo cheguei ao prédio onde Érica morava.

— Valeu pela carona, Mauro! — Érica deu um beijo no meu rosto enquanto abria a porta — Cê não quer subir um pouco? O Cássio deve ter cozinhado alguma coisa a essas horas…

— Ah, hoje eu passo, gata! — puxei a bolsa dela que estava no banco de trás — Eu tô só o pó! Só quero tomar uma ducha e cair na cama!

— Sei como é! — disse rindo — Bom, descansa então! A gente se vê amanhã, beijos!

Coloquei o cinto, dei partida no carro e, quando estava para sair da garagem, Érica voltou para a janela do carro.

— AH! — deu uma corridinha curta, balançando os peitões — Esqueci de avisar! A gente vai fazer uma social aqui no apê nessa sexta; vê se aparece!

— Sexta, pra mim é de boa. — acenei positivamente — Eu trago um vinho pra gente.

Nos despedimos (agora para valer) e segui para casa. Estava morto de cansaço

O restante daquela semana passou vagarosamente. Estávamos em período de provas, então tinha que ficar lá, horas e horas, sentado sem fazer nada até o sinal de saída tocar. Na sexta-feira, me despedi dos colegas (e de Érica), peguei o carro e fui para casa. Eu saía da escola por volta das 18 h e a festa só começaria por volta das 22 h; daria tempo de ir em casa, deixar o carro, me arrumar e ir de metrô até o apartamento deles.

Tomei um banho longo e relaxante, espantando o cansaço do trabalho. Dei um trato na barba; aparei algumas pontas com a tesoura e hidratei, deixando os fios macios e brilhantes. Aproveitei que tinha tempo de sobra e, usando uma máquina de cortar cabelo, aparei os pelos do peito e do púbis. Não que esperasse conseguir algo naquela noite, mas não custava nada me prevenir, não é? Além do mais, na última vez em que estivera em uma festa do casal, havia conhecido uma mulher extremamente interessante e bela (Dayane, também professora, mas de outra escola). Se ela estivesse por lá, tentaria a sorte daquela vez…

Por volta das 22:30 h me vesti e saí para a noite fresca. Usava uma roupa básica (como sempre): calça jeans escura, botas de cano curto pretas e uma camiseta regata branca. O clima maluco de São Paulo havia mudado nos últimos dias e a temperatura caíra, mas o clima frio me agradava bastante. Por cima da regata branca, coloquei uma jaqueta marrom não muito grossa, me protegendo dos ventos mais fortes, mas deixando que a brisa fria da noite me arejasse.

Peguei o metrô e, em cerca de 15 minutos estava no prédio. Quem me recebeu na porta foi Cássio.

— E aí, Mauro! Quanto tempo rapaz! — Cássio e eu tínhamos nos tornado amigos por intermédio da Érica. Sempre me dei muito bem com ele: além do fato de ele também ser professor de Educação Artística (o que sempre levava a ótimos papos), Cássio era muito gente boa, extrovertido e sempre fazendo palhaçadas. Era, inegavelmente, um cara muito bonito! Tínhamos mais ou menos a mesma altura (pouco mais de 1,80 m), mas ele parecia menor do que eu por ser menos troncudo. Cássio era dono de cachos castanho claro que sempre pareciam propositalmente bagunçados, o que lhe dava um baita charme. Usava barba, assim como eu, mas bem mais curta e tinha um sorriso encantador (daquele tipo em que a pessoa dá uma leve fechada nos olhos ao sorrir). Olhando ele e Érica juntos, era impossível dizer que não tinham sido feitos um para o outro!

— Nem me fale, mano! — dei um abraço nele enquanto entrava no apartamento — Tá tudo tão corrido ultimamente que mal tenho saído…

— Tá foda mesmo… — disse enquanto abria a geladeira e pegava uma cerveja long neck para mim — Lá na minha escola a gente também tá na correria de fechamento de notas. Mas que bom que cê pôde vir! O pessoal está chegando aos poucos, a Érica tá terminando de se arrumar.

Cássio me conduziu até a sala. Mais quatro pessoas haviam chegado antes de mim. Todos do mesmo círculo de amizades; quando se é professor, é quase inevitável que todos a sua volta sejam da área, portanto, as festas do casal sempre eram cheias de professores e professoras de diversas disciplinas. Cumprimentei todos e tratei de ir me socializando. Dayane não estava lá, então perguntei para Cássio se ela iria.

— Pior que não… A Érica chamou, mas a Day tá enfurnada em casa, tentando adiantar o texto do projeto de doutorado dela. — Cássio me olhou com uma expressão de “Já tava de olho, né?”.

Era perfeitamente compreensível! Fiquei levemente decepcionado, mas não dá pra ganhar tudo nessa vida, certo? Deixei aquilo de lado e resolvi aproveitar a festa. Érica saiu do quarto após uns dez minutos. Vestia uma blusinha vermelha com alças finas e uma saia longa preta que chegava até as panturrilhas. Estava calçando uma sandália de couro marrom escuro que revelava seus pés.

Érica não tinha pés feios, mas não me chamavam atenção também. Usava as unhas sempre bem curtinhas e sem esmalte e tinha uma tatuagem de rosas no tornozelo esquerdo.

— MAURO! — veio logo me abraçando, não usava perfume, mas sua pele e o cabelo cheiravam a banho recém-tomado — Que bom que cê veio, querido!

— Ah, eu tava precisando relaxar um pouco! — ela riu enquanto tomava um gole da minha cerveja — Já estava surtando de tanto preencher diário!

— Olha, me deixa esquecer isso! — ambos rimos.

Até umas 23:30 h os demais convidados chegaram todos. O apartamento deles não era muito grande, mas comportava bem as dez pessoas que ali estavam. Passei grande parte da noite conversando com a Nadja, uma professora de geografia da minha escola (mas de outro horário) que eu conhecera em uma das festas de fim de ano. Falamos um pouco sobre cinema, livros, política… Ela havia feito faculdade na mesma época que a Érica, eram muito amigas, mesmo antes de entrarem na mesma escola.

Papo vai, papo vem, as horas foram avançando, o álcool foi subindo aos poucos. Depois das 2 h da manhã, grande parte dos convidados começaram a se despedir. Nadja também disse que precisava ir embora, mas que continuávamos o papo em outro momento, pois tinha que acordar cedo para buscar a namorada no aeroporto.

Foi quando me toquei que só eu tinha ficado no apartamento! Imaginando que Cássio e Érica estavam cansados, fui logo me preparando para me levantar e dar o fora.

— Mas já vai, Mauro?! — Érica, um pouco bêbada, questionou — Poxa, cê não tem nada da vida pra fazer amanhã!

— Ter, eu não tenho, — respondi aos risos — mas cês devem estar querendo descansar né? Não vou ficar aqui segurando vocês, poxa…

— Ah, para né? — Cássio acendeu um cigarro enquanto virava o restante de uma garrafa de cerveja no meu copo — Cê não tá incomodando, e ainda tem bastante bebida… fica mais um pouco, depois cê chama um Uber ou dorme por aqui mesmo.

Resolvi ceder, até porque a noite estava muito boa e eu não estava com um pingo de sono. Sentei novamente no sofá. Érica buscou na cozinha o vinho que eu havia levado para a festa e três taças. Serviu para nós três e sentou-se de pernas cruzadas no chão, colocando uma almofada no colo. O vinho era delicioso, mas misturar bebidas depois de tantas cervejas fez com que meu grau etílico subisse rapidamente. Não demorou muito até que os três estivessem totalmente bêbados.

Sentia minha cabeça enuviada e o rosto corado pelo vinho. Mesmo com a brisa que entrava pela janela, parecia que a temperatura havia subido lá dentro.

— Mas e aí, Mauro? — Cássio perguntou — Tá rolando alguma coisa com a Day?

— Nem… — respondi, meio aéreo — A gente só conversou bastante naquela festa que vocês deram, mas nada demais…

— Chama ela pra sair qualquer dia desses! — Érica disse — Ela tá solteira tem um tempo já… E ela disse que te achou bonitinho.

— Ah é…? — minha cabeça começou a dar uma viajada, imaginando a possibilidade de ficar com a Dayane.

— Se quiser que a gente faça o intermédio… — Cássio deu uma piscadinha brincalhona — Mas aí tem que chamar a gente pra participar! Pra compensar o serviço de cupido, né? — todos rimos muito. Peguei a garrafa e servi mais uma rodada de vinho.

— Vai dizer que você não toparia? — Érica parecia um pouco mais bêbada do que nós dois.

— O que? Fazer uma troca de casais com vocês? Sei lá… depende do clima, da situação… eu nunca fiz nada grupal. — era verdade. Sempre achei a ideia interessante, mas nunca havia rolado a oportunidade.

— Cê jura?! — Cássio pareceu realmente surpreso — Mas tem vontade de experimentar?

— Até tenho, sabe… Mas nunca conheci ninguém que topasse.

— Ué! — Érica deu um gole na taça, levantando a sobrancelha — Como não?

Comecei, lentamente, a reparar que o clima ali estava mudando. Cássio sorria de forma diferente para mim enquanto bebia de sua taça. Érica levantou-se e disse que precisava ir ao banheiro. Quando voltou, estava descalça e com o rosto bem vermelho. Tinha um brilho ébrio no olhar quando, em vez de sentar-se no mesmo lugar em que estava, veio na minha direção. Eu estava recostado no sofá com as pernas meio abertas, então Érica sentou sobre minha coxa esquerda e passou o braço em volta dos meus ombros. Cássio não saíra da posição em que estava, apenas observava sorridente aquela cena enquanto bebia.

— A gente pode fazer o seguinte: começamos eu e você — falava calmamente ao meu ouvido enquanto passava os dedos finos e longos na minha nuca — depois o Cássio entra, se você se sentir a vontade… Que tal? — olhei para Cássio no outro sofá. Ele estava recostado, ainda segurando a taça pela metade com a mão direita enquanto acariciava um notável volume na calça jeans com a mão esquerda.

— Eu adoraria! — disse baixinho no ouvido dela enquanto olhava nos olhos de seu marido. Já não havia motivos para me fazer de rogado naquela situação. Minha ereção era visível por cima da calça.

— Maravilha! — Érica me beijou delicadamente, segurando meu rosto com a mão direita. Sua boca tinha um gosto marcante de vinho e ela beijava com algo que poderia ser timidez se eu não conhecesse bem minha amiga: dava beijinhos rápidos no meu lábio inferior e colocava a língua na minha boca lentamente. Sua língua era macia e pequena — Deixa só eu ir no quarto rapidinho então. Vocês, meninos — olhou para o companheiro — vão arrumando as coisas por aqui.

Érica saiu da sala e fechou a porta do quarto. Cássio e eu ficamos nos encarando por alguns instantes. Cada um alisando o membro por cima da calça. A atmosfera ali parecia eletrizada. Resolvi tomar a atitude então: levantei (um pouco tonto pela bebida) e me sentei no outro sofá ao lado dele. Cássio me olhava com desejo.

— Aposto que ela está se masturbando lá dentro. — falou com um tom safado — Ela sempre faz isso antes de transar; diz que à deixa “no ponto certo” de tesão…

— Será que ela vai demorar? — perguntei, passando a mão na coxa dele. Cássio deu de ombros como quem diz “Quem sabe?” — Então acho que temos um tempo até ela voltar…

Cássio entendeu a deixa. Aproximou o rosto do meu e começamos a nos beijar. Ao contrário de Érica, ele tinha uma pegada passional; não tinha pudores para explorar toda a minha boca com a língua enquanto colava seu corpo no meu. Entrei no seu ritmo apaixonante e comecei a acariciar sua barba e aqueles cachos macios de seu cabelo.

Senti suas mãos firmes deslisarem sob a minha camisa e, em um movimento ágil, Cássio puxou minha regata para cima. Fiquei um pouco ruborizado na hora, mas logo ele começou a distribuir beijos pelo meu peito e minha barriga. Aquilo fez meu corpo arrepiar! Era delicioso sentir os pelos macios de sua barba roçarem na minha pele enquanto ele lambia meu mamilo esquerdo.

Empurrei-o gentilmente de volta para o encosto do sofá e me inclinei sobre seu corpo. Enquanto o beijava, passei a acariciar o volume nas suas calças. Embora calças jeans sempre enganem, podia sentir um volume considerável por baixo de suas roupas. Estava duro como pedra e pulsava ao meu toque. Cássio tirou a camisa, mostrando os pelos escuros do peito. Não era extremamente cabeludo, mas (diferente de mim) não mantinha os fios aparados. Era uma visão linda para alguém que adorava pelos como eu!

Fui descendo os dedos entre os pelos de seu peito, passando pela barriga até chegar no cinto da calça. Com uma mão só, desafivelei o cinto, abri o botão e desci o zíper de Cássio, fazendo o volume de seu pau (agora coberto apenas pelo tecido da cueca) saltasse para fora. Cássio desceu as calças até os tornozelos e as jogou para o lado, ficando só de cueca no sofá.

Sem camisa, me posicionei entre suas pernas e, sem me demorar, arranquei a cueca de Cássio. Seu membro tinha um excelente tamanho: mais ou menos o mesmo comprimento que o meu (cerca de 20 cm), porém mais grosso. Seu púbis e suas bolas tinham bastante pelo e a cabeça estava oculta por um prepúcio bem grande. Segurei na base daquele pau grosso e puxei a pele para baixo, revelando uma glande inchada e rosada.

Já tinha um bom tempo que não saía com nenhum cara e segurar aquele membro quente fazia meu pau dar pulinhos de alegria. Dei uma leve apertada na base e vi, com satisfação, o lubrificante escorrer pela glande e descer pela base de seu pau. Aproximei o rosto daquela pica lindíssima e pude sentir um delicioso cheiro de suor (bem leve, já que não fazia calor naquela noite) misturado ao cheiro normal de pica.

Estiquei a língua e, num movimento vagaroso, fui subindo, provando aquele néctar doce. Cássio deu uma gemida grave quando toquei a cabecinha (que de “inha” não tinha nada) do seu pênis com a ponta da língua. Comecei a fazer movimentos de sobe-e-desce por toda a extensão de seu pau, dando lambidas nas bolas inchadas e voltando com a língua até a base da glande. As vezes esfregava a língua por dentro do prepúcio, circundando a cabecinha (do jeito que só nós, homens, sabemos o quanto é gostoso).

Estava impossível resistir à tentação de colocar seu pau todo na boca, mas queria fazer um charme. Comecei a chupar de leve a glande pulsante de Cássio que acariciava meu cabelo enquanto gemia. Aproveitei que estava com as mãos livres e abri minha calça, tirando meu pau pra fora. Estava muito duro e latejava, melado de lubrificante. Comecei a me masturbar deliciosamente enquanto degustava aquela rola primorosa.

Passei a engolir seu pau até a metade (embora fosse de um tamanho “aceitável”, tinha dificuldades de colocar tudo na boca devido à grossura) e voltar até o topo, sugando a cabecinha e passando a língua por dentro do prepúcio.

Cássio gemia deliciosamente, segurava minha cabeça de tempos em tempos e dava algumas bombadas na minha boca. Me engasguei de leve algumas vezes pela grossura do seu pau, mas estava amando chupá-lo.

— Eu tô… quase… gozando! — anunciou com a voz entrecortada pela respiração ofegante.

Com muito esforço, tirei seu membro da boca. Cássio respirava com força, seu tórax subia e descia rápido e ele estava começando a suar. Não queria que ele gozasse ainda, afinal, só estávamos começando.

Cássio se inclinou para frente e começou a me punhetar enquanto beijava minha barriga. Suas mãos eram macias e quentes (além de grandes), o que me dava uma sensação de prazer absurda. Senti minhas calças deslisarem pelas coxas e logo ele baixou minha cueca também. Me afastei dele por um instante e terminei de tirar as calças e o sapato.

Estávamos ambos nus. Me sentei ao seu lado e voltei a beijá-lo, masturbando seu pau inchado bem devagar enquanto ele fazia o mesmo com o meu. Ouvi então a porta se abrir.

— Ei, rapazes! — Érica saiu nua de dentro do quarto — Não acredito que não vão me esperar!

Comentários

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10/05/2018 05:56:32
Muito bom
20/04/2018 22:20:44
Belíssima narrativa ! Super tesuda e que me levou a um estado de super tesão e calor . . . Nota dez com louvor e desde já aguardo a sequencia e adiciono as min has favoritas, ( fantasiasocial@bol.com.br )