Casei com uma maníaca, segundo mês de nove anos

Um conto erótico de H-Bi
Categoria: Grupal
Data: 19/04/2018 13:40:53
Nota 10.00

No primeiro mês juntos, minha mulher já tinha levado porra da cara de um entregador de pizzas e metido os dedos no meu rabo para punheteiros no cam4. Você pode achar que já era loucura suficiente, mas não consigo descrever o quanto desapegada ela é sexualmente. Eu tinha certeza que se negasse seus desejos, me abandonaria ou trocaria por alguém que aceitasse sua loucura sexual.

Na primeira semana do segundo mês tinha um feriadão e decidimos ir para Floripa. Ela dirigindo e eu na carona. Foi aprontando as suas o caminho todo. Levantou a blusa mostrando os seios para um caminhoneiro que passou na contramão e quase perdeu o controle do carro. Levantava bem a saia quando passava por ônibus de excursão cheio de adolescentes que ficavam enlouquecidos com suas coxas. Até que finalmente chegamos na pousada. A viagem de sete horas era cansativa, e tiramos uma soneca e acordei só no início da noite e ao abrir os olhos já a vi com um vestido branco extremamente colado e curto, quase no limite da bunda, com sua microcalcinha branca e sem sutiã, levemente maquiada.

- Levanta que a gente vai numa festa.

- Que festa? A gente nem conhece nada aqui.

- É uma danceteria, que a recepcionista me disse que é boa. Aliás, bonita ela.

Me vesti, o mais rapido e simples que podia, e me arrependi assim que chegamos na danceteria. Estava muito lotada. Muito mais homens que mulheres e a Ana estava especialmente enlouquecida. Foi até o bar pegar um keepcooler, e os homens ficavam enloquecidos com seu vestido. Uns cinco minutos depois, fui atrás dela. E estava sentada num banco, ao lado de uma mulher, conversando.

- Olha quem eu achei aqui. Essa é a recepcionista la do hotel que te falei.

- Falou é, estou famosa então.

- Muito prazer.

- Meu nome é Sarah.

Parei em pé, ao lado da nova amiga, e a Ana do outro. Era uma negra linda, com muitas curvas, e peitos muito maiores que da minha namorada, embora estivesse bem mais recatada. Conversaram coisas sobre daonde vinham, o que faziam e amenidades desse tipo. Até, que Sarah perguntou há quanto tempo estávamos juntos.

- Segundo mês. – Disse Ana.

- Só? Vocês devem se gostar bastante, pra ele te deixar sair com um vestido curto assim.

- Ele sabe que no fundo é tudo só dele. Mas tu não gostou do meu vestido?

- Desculpe. Não é isso. É lindo e fica perfeito em ti. Eu é que não ia poder vestir isso, com essa bunda gigante.

- Não é gigante. É bonita, eu vi. Né, amor?

Fiquei sem jeito, dei um gole no whisky que pedi e confirmei com a cabeça.

- Tu podia experimentar meu vestido.

- Não tenho coragem.

- Lá na pousada, que agora fiquei curiosa.

Sarah sorriu e deu um gole no keepcooler. Se olharam por longos segundos, saindo fogo dos olhos. Estavam visivelmente se desejando.

- Vamos dançar?

Pior ideia que Ana teve. Sabia que os abutres cairiam em cima. Por via das dúvidas fiquei perto. Começaram a dançar uma de frente para a outra. O vestido da Ana subia, e ela tinha que baixar o tempo todo, em compensação as tetas duras de Sarah sacudiam firmes, enquanto dançavam. Ficaram umas 3 músicas na pista, até que a recepcionista voltou ao bar na hora em que saí para pediu um whisky.

- Tu não tem ciume da Ana?

- Tenho. Morro de ciumes.

- Ela parece meio doidinha, mas jurou de pé juntos que nunca te traiu.

- Ela diz isso para mim também.

- Não sei se eu ia aguentar tantas mulheres em cima do meu namorado. Vai ver é por isso que não tenho.

- E se ela quisesse ficar com outra pessoa?

- Não sei se aguentaria ver ela com outro cara.

- Ei, bobão. Falei outra pessoa, não outro cara.

- Hum, nesse caso ficaria tenso, mas acho que aguentaria.

Sarah me deu uma piscadinha e voltou para a pista, ainda mais animada e dançaram até que um cara parou atrás dela e segurou sua cintura. Ana ficou furiosa e empurrou o cara. Felizmente o segurança intercedeu antes de eu chegar, se não teria pancadaria. Elas voltaram meio indignadas.

- Que saco esses caras. Ainda bem que tu não é assim. – Disse Ana.

- O idiota estragou a festa. Estava afim de dançar hoje.

- Ué, tu é dona e recepcionista da pousada, se não reclamar do som alto, a gente continua a festa lá.

- Que grande idéia.

Pegamos um taxi, passamos num posto de gasolina onde compramos doze cervejas e levamos para a zona da churrasqueira na pousada. Apesar do feriado, estava bem vazia. Colocamos uma música num soundbar que Sarah levou, e ficamos conversando e ouvindo musica, eventualmente elas dançavam, até que Ana a convidou para pegar mais cerveja no frigobar do quarto. Demoraram a beça para voltar e quando eu estava quase indo busca-las, voltaram. Pararam ao meu lado, cada uma de um. Ana falou?

- Notou alguma coisa diferente na gente?

Olhei bem as duas, vi os cabelos bagunçados e os batons borrados.

- Vocês se beijaram.

- Dã, isso sim, mas tô falando do corpo.

Dei dois passou pra trás e percebi que trocaram de roupas uma com a outra. Ana estava com a roupa da amiga, que por ser maior, estava mais larga, principalmente a blusa. Sarah estava descomunal com o vestidinho da Ana. Os peitos grandes estufaram a parte de cima do vestido e aquele rabo largo, com aquele tom de pele, a deixou absolutamente gostosa.

- Vai dizer que o vestido não ficou melhor nela.

Dei um gole na longneck e disse, gaguejando:

- É, ficou bem legal.

Ana se aproximou e me abraçou, perto da cintura. Depois me puxou e me deu um longo beijo de exibição.

- A Ana não vai se importar de eu te beijar?

- Tá louca Ana, foi tu que me beijou.

- Não idiota, a Ana tá de vestido branco.

Entendi a brincadeira e a beijei com ainda mais vontade. Sarah riu e entrou na brincadeira.

- Tá beijando meu namorado sem a minha permissão?

- Desculpe não sabia que era teu namorado.

- É sim.

- Então prova.

- Tem certeza?

- Claro.

Fiquei nervoso pra valer, aquele monumento veio em minha direção e me deu um beijo muito quente, com sua boca incrivelmente carnuda. Meu pau saltou na hora. Ana (a verdadeira) desligou o som, pegou as cervejas e foi para o quarto. Sarah foi atrás, eu tomei um ar por mais alguns minutos e entrei também. O que eu vi meus amigos, foi uma das cenas mais excitantes da minha vida. Sarah estava deitada com os joelhos dobrados e pernas abertas, exibindo sua calcinha preta, com Ana encaixada no meio das pernas da amiga, enquanto se beijavam. Minha namorada apertava os seios daquela mulher com força, enquanto Sarah apertava sua bunda, ambas esfregando a região da xoxota uma na outra.

Ana despiu a blusa e tirou a calça. Em seguida, baixou as alças do vestido da amiga, e aqueles peitos com grandes mamilos escuros, saltaram para fora, e minha namorada mamou cada um deles. Apertava um, enquanto lambia e mordiscava o outro. Sarah também bricou com as tetinhas, mas parecia mais facinada com o rabo de Ana.

Não queria interferir naquela cena, também não queria ficar de fora. Tirei a roupa toda, sentei no pé da cama e comecei a alisar meu pau olhando as duas em ação. Sarah viu e disse:

- Nossa amiga. Tá bem servida.

- Ta falando isso porque não viu o que ele faz. Chega mais perto amor.

Sentei na lateral da cama, mas ainda a uma certa distância. Ana desceu pelo umbigo daquela gata e começou a chupar sua buceta. Aquela negra gostava tremia de tesão fazendo balançar suas tetas, e se debatia a cada chupão, até que numa dessas balançadas raspou o braço no meu pau. Ainda sem olhar, esticou o braço e segurou com força minha pica. Ana, viu e falou:

- Ela pode, tu não. Lembra que não pode tocar.

- Tadinho, Ana.

- Regras são regras, não tenho ciume, mas se ele te pegar, teoricamente posso pegar um homem.

- Só vou brincar um pouquinho então.

Trocaram de posição e fizeram um meia nova, dessa vez com Sarah por cima, foi a primeira vez que vi um rabo daquele tamanho de perto, o cuzinho quase sumiu no meio daquilo tudo. Cada vez que Ana apertava a bunda dela, o buraquinho aparecia para mim. Aumentei a velocidade da punheta olhando de perto aquele monumento. Ana ordenou:

- Segura aí, não desperdiçar esse leite.

Levantei, peguei uma agua e voltei quando ouvi os gemidos do gozo da Ana. Sentei novamente ao lado delas, e fiquei olhando minha namorada masturbando a convidada, que estava com a buceta absolutamente ensopada, e quando a siririca começou a ficar mais lenta e cansada. Ana pegou a mão de Sarah e levou até meu pau e ganhei uma punheta. Dava pra ver o quanto Sarah queria meu pau, mas eu sabia que se me deixasse levar, Ana daria para o primeiro que aparecesse. Ficaram mais perto de mim, com meu pau quase na altura do rosto daquela gostosa, estava quase insuportavel segurar o gozo, até que minha namorada deu um empurrãozinho para amiga que abocanhou meu cacete, e em menos de um minuto engoliu litros de leite do meu cacete. Ana, safada que era, voltou a deitar ao lado da amiga, e a beijou ainda há tempo de sentir o gosto da minha porra.

Comentários

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26/04/2018 03:52:26
Que delícia!!! Ela pegou outro homem????
20/04/2018 10:33:00
Esse aqui ficou bem melhor que o primeiro, bem mais proveitoso.
20/04/2018 05:33:11
Excelente conto continue
20/04/2018 01:25:11
Nossa que delicia!
19/04/2018 13:48:55
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