Eu tô aqui caramba! Capitulo extra - A primeira vez

Depois de um domingo repleto de alegrias e reencontros deixamos a família do Edu na rodoviária pra que eles voltassem pro interior, prometemos uma visita muito em breve pra eles e fomos em direção ao nosso apartamento. Edu parecia nervoso, inquieto mexia as mãos com frequência, parecia que tava com formiga na bunda.

Eu: Tá tudo bem amor?

Eduardo: Tá sim! Porque?

Eu: Porque tu parece que tá com formiga na bunda - Falei rindo.

Eduardo: Eu acho que eu tô pronto Pê!

Eu: Pronto pra quê menino?

Eduardo: Pra gente transar ué!

Eu: Tem certeza meu pequeno?

Eduardo: Tenho sim!

Apesar de durante todo esse tempo nunca termos deixado de dar carinho um para o outro, a falta de sexo estava me deixando maluco, antes do Edu eu tinha uma vida sexual muito ativa, não ficava mais de uma semana sem sexo. Mas eu o respeitei e me mantive firme esse tempo por compreender a situação dele. Desde os meus 18 anos sempre fui ativo (não era um ativo escroto, sempre gostei da mamar uma rola bem gostosa, só não curtia ser passivo mesmo) e confesso que eu estava com um pouco de medo depois da nossa primeira vez express.

Entramos no apartamento, e enquanto Edu tomava banho eu decorei toda a sala com velas, coloquei uma meia luz, a playlist Sex no Spotify e coloquei uma roupa mais confortável ( eu já tinha tomado banho na casa da lagoa). O Edu saiu do quarto vestindo uma bermuda de moletom cinza sem cueca, me deixando maluco com todo aquele volume ali livre pra voar, uma camiseta preta com estampa e o cabelo solto. Eu estava no sofá da sala o esperando com uma taça de vinho, eu nem acreditava que eu finalmente ia fazer amor com ele.

Bebemos algumas taças de vinho, os beijos que intercalavamos com os goles de vinho já não eram mais calmos, eram cheios de desejo, era nítido a necessidade que tínhamos um do outro, era nítido o desejo que inebriava todo aquele apartamento. Edu era tão doce, mas ao menor sinal de tesão ele liberava um lado completamente selvagem, que me causava um certo receio, mas ao mesmo tempo me dava mais tesão ainda. Chamei ele pra irmos pra área aberta do apartamento, puxei ele firme para os meus braços e enchi a mão com aquela bunda deliciosa, ele deu um gemido e falou no meu ouvido:

Eduardo: Não provoca Peeedro.

Eu: Provoco sim, não tem medo de cara feia!

Eduardo: Ah não tem é, então …..

Eduardo trancou meu braço e não sei como deu a volta em mim, me deixando completamente desarmado, segurou meu braço e falou debochando:

Eduardo: E agora seu puto quem é que manda? Hein? Hoje tu vai ser todinho meu e vai ser como eu quiser.

Eu fiquei meio apreensivo porque apesar dos episódios malucos da outra vez o lado dominador agora estava bem forte, mas aquilo só aumentou ainda mais o meu tesão. Fiquei calado e só concordei com a cabeça.

O Edu me empurrou na espreguiçadeira e ordenou que eu ficasse de quatro, só pude sentir a pressão do tanque ele me deu ma minha bunda, ele puxou minha bermuda até meia bunda se aproximou e deu uma mordida, pude escutar ele sussurrando:

Eduardo: Caralho que bunda essa cara?!

Sem nem pensar duas vezes o Edu caiu de boca no meu cuzinho, era uma sensação estranha mas ao menos tempo muito boa.

Eduardo: Nossa mano que cuzinho apertadinho amor, se nunca deu ele pra ninguém?

Eu: Não, tu é o primeiro a ter esse privilégio!

Eduardo: Então quer dizer que tu vai dar ele pra mim hoje é seu safado.

Eu: Ele é todinho teu, só teu meu amor.

Edu voltou a chupar meu cu, meu pau tava mais duro que rocha, aquela lua, meu pequeno ali me enchendo de prazer, em uma situação que eu até então não imaginava que iria passar, tava tudo perfeito. Ele levantou tirou a bermuda e eu senti aquela jeba saltando da bermuda e batendo na minha bunda, Edu segurou pela base e começou a dar leves batidinhas e encostar aquela anaconda no meu cuzinho.

Edu: Eu prometo que vou ser bem carinhoso agora amor.

Respirei aliviado porque se o Edu continuasse naquele ritmo certamente eu sairia dali numa maca de hospital. Ele entrou pra pegar o lubrificante e ele trouxe junto um tubinho pequeno e as camisinhas.

Eu: Eu quero que tu me coma sem camisinha!

Eduardo: Eu sei amor mas se eu não passar essa pomada em ti, tu não vai aguentar. É só no começo daqui a pouco eu tiro a camisinha.

Edu passou um quantidade bem pequena de anestésico no anel, colocou a camisinha, passou lubrificante no pau e encostou a cabecinha no meu cuzinho.

Eduardo: Se doer muito me avisa que eu paro amor.

Ele começou a meter bem devagarinho, apesar de a pomada já estar fazendo efeito, doía demais mas ao mesmo tempo era bom, eu gemia um misto de dor e prazer, quando a cabecinha entrou eu não aguentei e gritei de dor.

Eu: Caraaaalho essa porra é grande demais.

Eduardo: Quer que eu pare amor?

Eu: Não, não, pode continuar que eu tô amando ser tua putinha.

Eduardo: Humm e esse cuzinho apertadinho tá uma delícia, relaxa que tá quase chegando no fim amorzinho.

Quando terminou de meter ele parou pra que eu me acostumasse um pouco com aquele corpo estranho me preenchendo por dentro, era a melhor sensação ter dentro de mim o meu pequeno. Após algum tempo me acariciando o Edu começou a fazer o vai e vem, eu podia sentir cada centímetro do meu macho me rasgando por dentro. Ele intensificou o ritmo, nossos corpos ao se chocarem faziam um barulho que me deixava louco. Durante todo aquele tempo meu pau ficou duraço, eu tava a mais de um mês sem transar e quando o Edu intensificou a metidas eu comecei a sentir calafrios por todo o meu corpo.

Eduardo: Isso amor, morde a pica do teu macho com esse cuzinho vai. Nossa que delícia de cú.

Eu: Eu tô mordendo? - Não tive tempo nem de entender a situação - Aaaaaaaaaaa puuutaquepariu eu vou gozaaaaaaaar.

Eu gozei litros na espreguiçadeira sem nem encostar no meu pau, meu corpo todo se contorceu, foi um prazer único, valeu a pena eu ter esperado todo esse tempo.

Eduardo tirou o pau e eu pude sentir o vazio que ele tinha deixado em mim. Eu fui ao encontro dele e nos beijamos, mas algo cutucava a minha barriga e eu que não sou bobo nem nada aproveitei pra cair de boca naquele pauzão gostoso que eu agora era Dona e proprietária. Nas inúmeras tentativas de colocar tudo na boca me engasguei em todas, mas continuei chupando.

Eduardo: Chupa minhas bolas vai!

Mandei que ele sentasse na ponta da outra espreguiçadeira e assim ele fez, me ajoelhei na sua frente e comecei a lamber a cabeça do seu pau, fui descendo até chegar nas bolas, o Edu tinha o saco igualmente proporcional ao tamanho seu pau, chupei suas bolas intercalando elas dentro da minha boca enquanto ele se masturbava e gemia. Aproveitei que suas pernas estavam abertas apoiadas no chão e as levantei, obrigando ele a deitar na espreguiçadeira. Pude ver aquele cuzinho lisinho piscando pra mim, não me aguentei e cai de boca naquele anel, chupei como se não houvesse amanhã enquanto o Edu gemia cada vez mais alto, eu intercalava entre chupar suas bolas e seu cuzinho que era tão macio. Quando ele anunciou que iria gozar cai de boca no seu pau. Queria sentir o gosto daquele que nessa noite tinha me mostrado quem era o macho.

Eduardo: Quer tomar meu leitinho amor?

Eu: Quero, goza bem gostoso na boca do teu puto.

Eduardo: Abre bem essa boquinha então que eu vou encher ela com meu leite. Ahhhhh vou gozar amor, hummmmm

Quatro jatões quentes entraram na minha boca.

Eu: Hummmmm que delícia amor.

Nós abraçamos e deitamos totalmente pelados, o Edu estava exausto e acabou adormecendo em meus braços. Eu permaneci ali observando o luar e fazendo um apanhado geral de tudo que tinha acontecido nos últimos tempos.

Faaaaala galera. Sumi? Sumi! Mas nem tudo na vida é do jeito que a gente quer e em alguns momentos ela sai fora do controle, dos trilhos, dos eixos e acabamos por descer a ladeira sem freio. E nesses últimos 20 e poucos dias eu realmente não consegui escrever. Por várias vezes sentei na frente do computador e tentei continuar o texto mas simplesmente não vinha nada e eu ainda tinha parado na parte mais aguardada por alguns, então não podia escrever qualquer coisa. Peço desculpas de verdade. Não prometo mais um capítulo amanhã ( prometo tentar) mas farei o possível pra postar mais alguma coisa semana que vem. Lembrando que a série está se encaminhando pra reta final. Teremos provavelmente mais 4 ou 5 capítulos. Obrigado por seguirem acompanhando.

Lebrun: Existem mais mistérios entre o céu e a terra do que supõe a nossa vã filosofia meu caro. Tudo pode acontecer. Obrigado por ler e comentar. Abraço

Guardian: Uma hora a trégua tem que vir né. O Vitor ainda vai aprontar umas poucas e bouas. Abraço

Healer: Essa ligação com a família do Edu vai ser importante pra relação dos dois. Sim junto com o acompanhamento psicológico foi feito o acompanhamento médico. Demorei mas voltei, um forte abraço!

VALTERSÓ: Realmente algum favorecimento o Vitor está tendo, resta saber de quem e a qual preço. Abraço

Comentários

Comente!

  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
15/08/2018 01:29:57
Delícia de capítulo hot que foi escrito sem perder o romantismo.... Show!!!!!
08/08/2018 00:00:25
Healer desculpe o abandono, realmente estou passando por um momento complicado mas que já já passa. Espero que goste dos últimos 2 capítulos. Prometo que assim que possível volto pra continuar a história e também continuar com os desdobramentos da surpresa que vai vir no último capítulo. É bem surreal os dotes do Edu hehehehehe, mas adoruum não vou mentir! Beijocas e até mais!
19/04/2018 22:00:25
Posso enxugar às lágrimas e sair da posição fetal por me sentir abandonado após todo esse tempo!? Achei que o Vítor tinha dado cabo de você, ia até por o teu nome na lista de óbito da missa de trigésimo dia. Como assim as coisas não são do jeito que a gente quer??? Eu sei, já ouvi algumas vezes dos meus pais a frase, "na volta a gente compra". Kkkk que bom que voltou e rapaz, Pedro aguentou tudo isso de Edu, queria um pênis ou achar petróleo nesse cu?! Que façanha, nota 10. Um grande abraço.
19/04/2018 14:28:45
MUITO BOM.