Cintura - Pt.2

Um conto erótico de A.Sub
Categoria: Sadomasoquismo
Data: 18/04/2018 21:45:45
Nota -

-Te fazer minha.

Apertou minha cintura mais forte, me puxou ainda mais contra sí. Respirou profundamente, apreciando meu cheiro. Me beijou de leve no pescoço e continuou:

-Te ter nua sob meu poder, apreciar cada detalhe seu. Te deitar no meu colo, com as mãos amarradas, e te castigar com tapas fortes, não porque você merece, mas simplesmente porque essa é a minha vontade.

Mordiscou de leve meu pescoço, me fazendo arrepiar inteira. Estou praticamente em transe, de olhos fechados, absorvendo e imaginando cada cena.

-Te sentar no meu colo, agarrado firme na sua cintura, e te fazer pular. Cada vez que você bater nas minhas coxas, sua bunda vai arder, mantendo viva a memória da surra. E vou morder seus seios, deixá-los marcados. Essa será a lembrança que você vai levar dessa noite, dor, obediência, e se você se comportar, se você merecer, eu te permito ter algum prazer.

Foi beijando meu pescoço, passando pela minha garganta, até chegar ao outro lado.

-Nosso carro chegou.

E saiu andando sem me esperar. “Se quiser, venha por si mesma”, foi o que ele disse com aquele gesto. Apressei o passo, ele estava ao lado do carro, uma mão na porta de trás, outra no bolso. Abriu a porta pra mim, depois se acomodou ao lado do motorista, que guiou em um silêncio sepulcral. Lutei contra minha respiração ofegante, e contra todos os alertas que soavam em minha cabeça por estar confiando em um quase desconhecido que disse com todas as letras que queria me surrar.

Chegamos. Ele agradeceu ao motorista e desceu simplesmente, sem me abrir a porta. Reconheci ali que ele me dava uma última chance de fugir se quisesse. Claro que não fiz isso, e desci em seguida. Á nossa frente, um motel.

Aqui sim, ele me deu a mão, e entramos juntos. Pagou um pernoite, e fomos para o quarto, ouvindo aqui e ali o gemido de outros casais, alimentando meu tesão, que já estava no pico.

Abriu a porta, e me deu passagem. Assim que entrei, vislumbrei um x de madeira no meio do quarto, equipado com correias de couro negro.

Ouço a porta sendo trancada atrás de mim.

Silêncio total.

Ouço meu próprio coração retumbando em meus ouvidos.

Percebo pela sombra ao meu lado sua aproximação.

O tilintar de uma fivela sendo aberta, seguida pelo deslizar do couro sobre o jeans

Repentinamente, sou imprensada com força contra a parede, de costas para ele.

Sinto sua boca em minha orelha.

Sinto seu peito contra minhas costas.

E sinto suas mãos, fortes, impiedosas, que tiveram destino certo.

Minha cintura.

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