Homens desconhecidos

Um conto erótico de H-Bi
Categoria: Homossexual
Data: 18/04/2018 18:12:02
Nota 8.67

Sempre que minha mulher viaja eu penso em trair com mulher, com homem, com cachorro, com escova, ou com qualquer coisa que se possa enfiar o pau ou enfiar no rabo. Nunca tinha feito nada com outra pessoa, e acabava ficando sempre na mesma. Entrava num chat do uol, no cam4 e me masturbava por horas a fio. As vezes quando a bebida faz seu efeito, mostro o rabo para algum cara na câmera, desde que ele me dê ordens.

Numa dessas noites cheguei em casa, liguei o ar, o note, a câmera e fui pro chatroulette e o bate-papo do uol sempre com os dois abertos. Apareciam muitos caras querendo mostrar o cu e ver pau. Eu gosto dos dois, mas naquele dia queria ver alguém gozar. Entrei no chat como gaucho. Postei uns gifs de caras se pegando, para atrair os meus targets. Assim que mandei um cara lambendo o rabo de outro, um homem chamado Dotado43, me perguntou se eu queria ir para a cam com ele. Eu falei que sim, desde que ele mostrasse o pau. Ele disse que mostrava, desde que eu fizesse o que ele mandasse. Concordei, exceto mostrar o rosto, o resto valia.

Abri a câmera e logo vi um grande cacete, bem iluminado, lustroso e cabeçudo. Em retribuição, mostrei o meu pau, ligeiramente menor. Ele começou a punhetar e ordenou.

- Tá delicia, mas vira, pra eu ver o rabo.

Virei, empinei a bunda para câmera, de joelhos na cama e pisquei o cu. Quando achei que estava arrasando ele disse:

- tô vendo o roupeiro aberto, cheio de roupas de mulher, tu é casado?

- Sim, sou. Ela está viajando a trabalho.

Ele mandou eu abrir mais as portas do roupeiro, depois de olhar bastante disse:

- Veste uma calcinha dela.

Mostrei várias, de todos os tipos, ele escolheu a mais cavada das calcinhas e eu vesti, bem enfiada no rabo. Rebolei pra câmera olhando aquele pauzão e ele perguntou:

- Cara, meu pau dá no limite. Tô quase, gozando. Tu é Gaúcho mesmo?

- Sim, sou.

- De onde?

- Sou de Gravataí, e você?

- De Alvorada. Vamos nos encontrar?

- Não cara, valeu, tenho muito medo dessas coisas. Muito arriscado, chantagem, câmera, sei lá.

- A gente pode se encontrar num território neutro, e conversar, até tu sentir firmeza?

- Como assim?

- Tu já viu os banheiros do shopping João Pessoa.

- Sim, o que tem?

- As portas são baixas, e nunca tem ninguém. A gente pode entrar num deles, aí um revista o outro, se tu tem medo disso, depois a gente pega um Uber e vai para um motel. Que tu acha?

Eu queria me livrar e voltar a ver um pau duro, eu disse que sim, sabendo o tempo todo que não ia. Ele me pediu o e-mail, e dei um que tinha feito só para spam, em seguida ele já entrou em contato, enquanto falávamos no chat. O “encontro” seria três dias depois, no meio da tarde. Combinamos que ele estaria na praça de alimentação com uma camiseta dos Ramones. Eu estaria de azul.

Dois dias se passaram e eu só pensava naquele encontro, o que seria caso eu fosse? Batia uma punheta sempre que lembrava. Mas eu não ia. Estava certo que não ia.

Não sei porque no dia fiquei muito nervoso se tinha certeza que não iria. Tomei um banho, vesti uma camiseta vermelha, e tremendo de medo, fui até o shopping, certo de que ele não me reconheceria.

Assim que entrei no shopping vi o cara de costas com a tal camiseta, tomando um caneco de chopp de 50ml. Era fortinho, com uma barriga de cerveja e contrastava com a minha magreza. Sentei na mesa do lado e pedi um chopp. Ele deu uma olhada e disse:

- Gaúcho, era de azul o combinado. - Eu gelei.

- Como tu sabe que sou eu?

- Porque tu tá usando a mão esquerda e tá apavorado, bem como eu pensei. Senta aqui na mesa.

Puxei uma cadeira e sentei. Cumprimentei como se sempre o conhecesse. Ele disse que o nome era André, e eu também disse o mesmo. Estavamos mentindo é claro. Ele pagou a conta e disse: só tenho que dar uma passadinha no banheiro. Fez um sinal para eu ir junto. Dei alguns segundos e saí também.

Entramos no banheiro, ambos no mesmo guichê. Eu estava todo tremendo, aquilo era uma grande loucura. Ele abriu a mochila pra eu olhar, tinha apenas roupas, aparentemente femininas. Naquele minúsculo banheiro, se aproximou do meu ouvido e disse:

- Quer ficar seguro, me revista.

Eu ainda atordoado pela loucura, passei a mão nos seus braços, desci até a cintura, me abaixei e examinei os tornozelos, canelas e fui subindo, até dar uma batidinha com a mão em cada bolso, apavorado.

- Minha vez.

Coloquei a mão naquelas paredes riscadas e ele parou a mão na minha cintura. Deu uma puxadinha para trás e encostou, ainda vestido, seu caralho duro, na minha bunda. Eu fiquei bem nervoso, com medo de ser flagrado naquele arreto.

Ele saiu primeiro e se certificou que não havia ninguém ali. Fez sinal para eu sair e chamou um Uber.

Perguntei qual era o plano. Ele disse: confia.

Quando o motorista do se deu conta que ia pra um motel, perguntou se éramos um casal, eu disse não, ele disse sim. Ele riu, eu não. Achei o cara bem metido, e quis dar nota baixa, pela petulância.

Ele reservou uma suite chamada Academia do Prazer, que tinha uma cadeira esquisita e ficava no motel Cozumel. Entramos, ele pegou uma cerveja, serviu dois copos, e ligou a tv num canal pornô.

Sentamos na cama e bebemos.

- Tira a roupa.

- Tá bom. Tu vai tirar também?

- Claro.

Tirei o sapato, a calça, e a camiseta. Deitei na cama de zorba e meia.

- Tira isso.

Tirei e deitei de barriga para cima.

- Minha primeira vez com um homem, sabia? – Ele falou.

- Minha também.

- Tu é gay?

- Não me considero. Sou curioso, talvez bi. E tu?

- Gostaria que comer o rabo de um cara como se ele fosse uma garota, e me comessem como um homem. Mas também sou casado.

- Delicia.

- Vira de costas.

- Assim?

- Isso, só pra eu olhar.

Deitei todo esticado e desengonçado, com a bunda pra cima e os pés coladinhos de nervoso. Consegui espiar pelo espelho no teto. Minha bunda era bonita, em cima, na linha da cintura, haviam duas covinhas nas minhas costas que me deixavam totalmente comível. Pude ver também pelo espelho, que ele estava se despindo e senti sua mão quente alisando carinhosamente minhas nádegas geladas.

- No chat tu falou que gosta de ordens. Só lá, ou aqui também?

- É que eu sou muito envergonhado, e quando mandam em mim, obedeço sem julgar.

- Interessante. Pronto pra primeira ordem?

- Fala.

- Na mochila que eu trouxe, ali do lado da Jacuzzi, tem uma roupa que eu quero que tu vista.

Levantei, badalando meu pau ainda mole e fui pegar o que ele mandou.

- Só tem roupa de mulher aqui.

- Isso mesmo. Veste, e volta aqui.

Na mochila tinha uma calcinha minúscula. Uma meia calça. Uma saia colada. Um sutiã de bojo e uma blusa de alcinhas. Vesti e fui até ele, me sentindo ridículo.

- Faltou uma coisa.

Voltei até a mochila e achei um batom, vermelho, que passei com alguma facilidade.

- Isso agora sim, uma menininha. Me chama de paizinho.

- Eu não.

Dei uma risada, enquanto ele ficou sério e puxou meu cabelo:

- É sério, vai até o banheiro e volta aqui como uma menina.

Fiz o que ele mandou. Bateu na cama e disse:

- Vem filhinha. Vem brincar com o papi.

Eu fui, devagar. Já queria sair correndo dali. Imaginei minha mulher entrando. Policia. Assalto. Estava apavorado. Ele me sentou em seu colo, repousou a mão em minha coxa, me segurou na parte de trás do pescoço e antes que eu pudesse reagir, tascou um longo beijo de língua e chupou meus beiços com tanta força que achei que ia sangrar. Eu nunca quis beijar um cara. Na minha cabeça, homem era pau, pau era homem. Não tinha toquinhos de barba na imaginação. Mas não foi terrivel. Só não curti.

Fez eu levantar, em pé na frente dele, olhou meu rosto e me virou de costas, e sentado na cama, ficou me olhando ainda vestido. Até que por baixo da saia colada começou a alisar minha bunda novamente, por cima da meia calça e da calcinha,

- Geme filhinha.

Eu fiquei quieto, e ele deu um baita tapa na minha bunda. Aí eu gemi. Meu pau quase levantava toda a saia, de tão duro.

- Geme mais, safada.

Eu gemi de novo no segundo tapa.

- Tu não entendeu que eu gosto de ouvir, né, putinha.

- Sim.

- Sim, o que? Do que eu mandei tu me chamar?

- Papai.

- Não caralho. Vai lembrar na marra.

Me deitou de bruços no colo dele, levantou mais a saia e bateu. Uns dez tapões, doeu e eu gritei pra ele parar. Mas ele era muito mais forte.

- Para quem? Tem que dizer: Para o paizinho, entendeu?

- Tá bom paizinho. Tá doendo.

- Agora sim. Deita na cama.

Deitei de bruços, ainda tosco e ele mandou: Empina a bundinha.

Tirei a meia-calça e comecei a levantar a saia para cima, e conforme eu me olhava no espelho, fui ficando com mais tesão e entrando mais no personagem. Assim, me vi de joelhos, com o rabo todo empinado, de saia levantada, de calcinhas, rebolando meu rabo recém depilado para um homem totalmente desconhecido.

Ele parou de joelhos, com o rosto próximo a meu rabo, passou o dedo em cima do meu cuzinho, e arrastou a calcinha para o lado. Em seguida senti sua língua quente e úmida, cutucando meu buraquinho, até que começou a lamber no ritmo da música que tocava. Eu estava entregue. Gemia, rebolava e dizia:

- Não para paizinho, lambe o cuzinho da tua baby.

Cada entrada da lingua eu dava um gemido, tinha entrado no personagem e já agia como se ele fosse mesmo meu paizinho.

Ele lambeu muito e começou a circular o cuzinho com o dedo do meio. Molhava na boca e tentava meter. Até que entrou todo. Ele parecia querer abrir o rabo, tentou dois dedos e me senti rasgando, sentindo dor e prazer, sendo penetrado por aqueles dedos de homem.

- Filha, que rabo apertadinho, hein. Vou alargar mais rapidinho.

Voltou a lamber e morder minha bunda. Aí pegou o meu pau e punheteava no mesmo tempo que a língua entrava. Quando parecia que eu ia gozar, ele parou. Levantou da cama e voltou com uma camisinha texturizada no pau.

Senti a cabeça cutucando a entradinha, e assim que ele percebeu que tinha encaixado, senti cada veia pulsante de seu pau grosso, me arregaçando as pregas ardidas. Que dor.

- Agora cavalga, bebê.

Ele puxou meu cabelo, mordeu minha orelha e meteu, cada vez mais rapido, puxava com força o cabelo, e eu rebolava, sentia o pau sair e entrar, sentia cada veia do caralho, cada pulsação do sangue daquela jeba, até que ele gozou lá dentro. Parecia água fervendo de tão quente aquela porra. Que tesão desgraçado. Ele ficou ali dentro até o pau murchar.

Quando tirou o pau já mole, mandou eu abrir a boca e fechar os olhos. Achei que ele ia me fazer chupar seu caralho, mas ele despejou o conteúdo todo da camisinha dentro da minha boca. E pela primeira vez senti o gosto rançoso de porra fria.

Mandou eu tirar a roupa toda, de garota. Aproveitei, fui até o banheiro e tomei uma ducha quente, e voltei mancando, de tão arrombado. Minhas bolas doíam de tanto tesão.

- Agora me chama de putinha. Não mais de paizinho.

- Tá bom.

Ele mandou eu deitar de barriga pra cima, em seguida deitou por cima com o pau na altura do meu rosto, e o meu no dele.

Como ele ficou por cima, o movimento da boca era todo comigo. Eu mordi aquela isca com vontade, e chupava muito, senti o pau dele crescer de novo enquanto ele chupava meu pau, metia três dedos no meu cú, com folga. Eu estava arregaçado e de boca cheia. Do nada, ele parou com o meu pau dentro da sua boca, e passou a puxar minha cintura, como se estivesse fudendo a garganta dele. Depois de algumas engasgadas, meteu o dedo todo no meu cuzinho, o que foi a deixa para eu encher sua garganta de porra, como se ele fosse uma fêmea.

Comentários

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16/08/2019 09:37:22
Espetacular!!!! Muito bom....Teve mais?
05/05/2018 12:40:42
Bom