Casei com uma maníaca. Primeiro mês, de nove anos.

Um conto erótico de Ex-casado
Categoria: Heterossexual
Data: 18/04/2018 17:06:08
Nota 9.80

Eu era um cara médio, nem inteligente demais, nem burro demais e comecei a ter minha normalidade hétero testada pela vida assim que Ana Paula começou a aparecer com frequência no escritório para resolver umas questões com meu pai sobre uma reportagem cultural, eu não me envolvi mas conversamos e notei que além de muito sexy, estava interessada em mim, assim como eu nela. Eu tinha vinte e três e ela dezenove e pensei em como aborda-la para convidar a um encontro, mas ela fez isso primeiro.

A certeza de que eu ia me ferrar foi quando ela disse que iriamos num lugar que sempre quis ir, mas não tinha parceria. Pensei que seria algum restaurante, ou balada, e o último lugar que pensei era um motel. Uma garota daquela idade, linda, dirigindo o próprio carro e te levando para um motel, não acontece todo o dia.

Confesso que fiquei bastante nervoso e enquanto eu pensava no que fazer, ela se divertia apertando tudo que é botão naquele quarto, pegou o controle remoto do som, colocou uma música lenta na Antena 1, e ligou a TV num filme de putaria. Tudo aquilo era novo para mim, mas ela parecia estar em casa.

Foi a primeira vez que eu pude olhar seu corpo, que mesmo vestido, era muito bonito. Quando percebeu, me olhou sorrindo e começou a dançar. O jeans de cós baixo, com o umbigo à mostra, acentuava a fina espessura de sua cintura, fazendo uma silhueta ainda meio adolescente.

Em seguida começou um desengonçado strip-tease, e tirou a blusa, jogou em minha direção, mostrando um sutiã de bojo que ampliava suas pequenas tetinhas. Abriu o botão da calça e a tirou sem muita enrolação. Quando ainda vestida de lingerie, virou aquele rabo maravilhoso na minha direção e se aproximou, e quando estiquei o braço para tocá-la, se afastou me deixando morrendo de tesão.

Foi até o frigobar, abriu uma sidra bagaceira, brindamos e em seguida me deu um beijo muito quente, chupando minha língua com vontade e mordendo a minha boca. Depois veio para cima de mim, e tirou a minha roupa, me deixando apenas de cueca, com o pau saindo para foda do elástico de tão duro.

Quando apertei pela primeira vez seus seios ela pediu para eu chupá-los, logo em seguida pediu para morder, depois pediu para morder com força, para doer mesmo. Eu nunca fui violento e fiquei envergonhado, mas gostei quando seus mamilos ficaram duros e pontudos. Enquanto eu a mordia, ela massageava meu caralho, já sem a cueca. Segurava com tanta força que a cabeça brilhava. Fez eu ficar deitado de barriga para cima, pernas bem abertas e começou um maravilhoso boquete, alternando entre uns chupões na virilha que me faziam estremecer, enquanto massageava minhas bolas, depois desceu mais um pouco e chupou cada uma delas com força, a ponto de doer, foi quando fez sua primeira ousadia que lembro, levantou minhas duas pernas para cima e deu um grande beijo de língua dentro do meu cuzinho. Eu que nunca tinha sentido aquilo, achei maravilhoso.

Ela saiu da cama, foi até um cesto da suíte do motel com vários brinquedos de sexshop à venda, e escolheu um consolo que era o dobro da espessura do meu pau. Ficou de joelhos na cama, e sentou de uma vez só, enfiando aquela jeba de borracha toda na buceta. Pude ver que ela tinha um grelo grande e um clitóris exposto. Ela rebolou em cima daquilo e perguntou o que eu estava esperando para meter no rabo dela. Sabe quando parece que é esmola demais? Mas eu já estava lá e aquela bunda perfeita não era nem um sacrifício, e com algum esforço meu pau entrou no rabo dela até o talo. Ela conduzia tudo, eu só precisei manter a posição, até que pegou minha mão e chupou meu dedo, enquanto eu estocava e pediu para eu puxar seu cabelo e quando eu estava prestes a gozar, pediu para eu encher de leite seu buraquinho. Eu, inapto a tentar outra alternativa, esporrei como nunca.

Começamos a namorar e logo as regras ficaram claras, por que ela era doida por sexo, e fomos morar juntos. Claro que tem o lado bom, e o lado ruim, que eram bem próximo. Por exemplo, ela andava de calcinha e uma blusa de alcinha, que mostrava os peitinhos espetados há qualquer hora do dia. O problema é que morávamos num bloco de apartamentos, de frente para outro bloco e não foi apenas uma vez que vi alguns caras à espreita esperando ela passar numa janela. Ela via, não fugia, nem se mostrava. Era como se fosse natural para ela. Mas, como disse, ela era meio louca e me fez tantas propostas indecorosas que não pude negar todas. Como quando pedimos uma pizza e ela disse que atenderia pelada se o motoboy fosse bonito. Eu disse que obviamente aquilo não ia acontecer, e ela contra argumentou, que gostava de exibir, mas que não deixaria ele encostar nela. Não tinha como, na minha cabeça um estupro era o mínimo que ele tentaria. Ela foi até o banheiro e quando o boy tocou a campainha e fui atender a porta, ela saiu do banheiro apenas enrolada numa toalha e disse: fica aí e espia pela fechadura da porta da cozinha. Juro que achei que ia ter que sair na porrada com o cara, e deixei um taco de beisebol a mão por via das dúvidas. Dava para ver a cena toda pela fechadura, ela enrolada na toalha segurando com uma mão, pegou a pizza com a outra, e o motoboy já fuzilava com um olhar de animal com fome, mas na hora de pagar, ela usou as duas mãos para pegar o cartão na carteira e deixou a toalha cair sem querer, de costas para o boy. Fiquei com medo de ser notado, porque respirei alto, de vergonha e de tesão, vendo o rabo da minha nova mulher exposto a um desconhecido. O cara, lançou um “nossa moça, que é isso? ”. Enquanto ela fingia de atrapalhada, e tentava se cobrir com a toalha. O cara deu um passo à frente, e fechou a porta da entrada e vi a maldade no seu olhar. Ela “ajeitou” a toalha, deixando as polpas da nádega de fora e perguntou porque ele fechou a porta e ele disse que era para nenhum vizinho vê-la. Ela cinicamente agradeceu. Na hora de digitar a senha no cartão, a toalha escorregou de novo.

- Ah não, moço, essa toalha só me atrapalha.

E atirou a toalha para o lado.

- Posso ajudar se a moça quiser.

- Pode sim, só não vai encostar em mim, porque se eu fizer algum barulho, meu marido está na sala e te mata.

- Não quero incomodo, melhor eu ir embora, então.

- Não senhor. Eu mostrei, agora vai ter que mostrar.

Saiu de onde eu conseguia ver, pegou uma cadeira, e ficou de joelhos nela de costas para o homem.

- Eu não vou tirar a roupa aqui. Não posso perder meu emprego.

- Não tira, só abre o zíper para mim?

O homem levantou um pouco a camiseta, abriu o botão, desceu o zíper, e mostrou uma jeba cabeçuda e peluda, abaixo de uma barriguinha de cerveja.

- Agora bate, até me dar leitinho.

A calça caiu até o tornozelo e ele começou a bater uma rápida bronha.

- Calma moço, para que a pressa?

- Eu tenho duas pizzas para levar ainda.

- Então vou te incentivar a agilizar.

Desceu da cadeira, se ajoelhou diante dele, e disse:

- Dá leitinho na minha cara, dá?

O cara dobrou a velocidade da bronha, até gemer grosso e forte e dar um jato na testa e no cabelo da minha namorada. A doida ainda tentou conversar comigo com porra na franja.

Depois de tomar banho, e comer a pizza toda em silêncio, transamos por horas com ela me chamando de motoboy.

Se você está pensando que esse era o teste, está enganado, não foi um, nem dois, passou a me atormentar diariamente, botando minha sanidade mental a prova. Como quando ela comprou um note novo e descobriu um tal de cam4. Ela me fez eu dizer, bêbado, de que se não houvesse toque, não era traição. Até que um dia ela veio com esse site aberto para a cama e começou a me mostrar.

Primeiro mostrou os casais, todos meio parados esperando gorjeta. Depois achou um casal que já estava no fim da trepada, e o cara depois de receber 100tk, gozou na boca da mulher e a beijou, provavelmente, sentindo ainda a textura do próprio leite. Ana disse que gostou daquilo, que o homem provando o próprio esperma era tipo uma prova de confiança. Eu disse que já tinha provado a confiança quando ela levou uma gozada na cara, jateada pelo entregador de pizza. Assim que percebeu meu pau duro, largou a mão em cima, sentindo cada vez que ele pulsava. Abriu a seção de exibição das mulheres e abriu três câmeras, a primeira com uma negra rabuda, com um consolo imenso no cu. A segunda câmera era um casal de meninas, de cabeça raspada, com tetinhas pequenas como as dela, e se beijavam e chupavam uma a língua da outra, e a terceira tela tinha uma gordinha, brasileira, supersafada que gemia alto e gritava, a cada vibração na sua buceta. A impressão que me dava, era que tudo que Ana via, queria fazer. Inclusive, pareceu bem emocionada na seção dos travestis, porque apartava meu pau por cima da bermuda, cada vez que comentava o quanto elas eram bonitas e tinham o pau grande, e tentou fazer de todas as formas possíveis eu confessar que gostava de travestis. Nunca pensei no assunto, mas que algumas das que ela mostrou eram maravilhosas, isso eram. Talvez ela tenha percebido pelo pulsar do meu pau. Abriu a seção dos homens, e abriu outras três telas, totalmente diferente umas das outras. Primeiro um cara bem jovem com um saco imenso e um pau pequeno e cabeçudo, o segundo era um cara gordo, de mais de cem quilos com um vasta de um caralho que alisava com algum tipo de gel e o terceiro, era um senhor, de pentelho branco e saco enrugado.

- Porque tu tá olhando um velho?

- Porque sim, ué.

- Tu te excita com velho, porque?

- Ué, imagina a alegria deles de ver uma mulher novinha, depois de dez anos sem transar. Deve ser uma loucura.

- Credo, tu me assusta.

- Vou ligar minha câmera pra ver se faço um trocado.

- Tu não quer dinheiro, quer te mostrar.

- Verdade, ainda nem que tu me conhece.

Saí do lado dela, sentei no sofá ao lado da cama, e fui jogar videogame, com a tevê na minha frente e ela na diagonal. De repente ela começou um monologo, falando com os punheteiros do site, como se fosse um tipo de youtuber da putaria.

- Sim, mostro, desde que pague. Sim, tem que pagar, vou dar o privilégio de me verem pelada, ou paguem, ou sigo vestida.

Vestida era jeito de dizer, porque ela estava com um short de pijama e uma microcalcinha e uma das blusinhas de alcinhas realçadoras de tetinhas. Enquanto alisava os seios, começou a aparentemente responder perguntas que faziam no chat.

- Oi, gosto sim. Não, nunca transei com garotas. Com dois? Também não. Mas quero, viu?

Me olhou com jeito de safada.

- Só dei o cuzinho uma vez. – Eu não acredito. – Gente, perguntem outra coisa, eu transaria com tudo, sério, não tem ruim.

Em seguida ouvi uma campainha, e ela me explicou que era a primeira gorjeta, e voltou a falar para a câmera.

- Obrigado, mas para mostrar é 100tk. Tu mandou só oitenta. – Ouvi outro toque e ela disse: - Agora sim.

Ajeitou o note nos pés na cama, ficou de joelhos e tirou a blusa sacudindo os seios já espetados de tesão. Meu pau entumeceu e comecei a alisá-lo por cima da bermuda. Ela viu, ignorou e voltou a falar com os punheteiros.

- Que bom que tu gostou. Sim, mostro. Pagando vale tudo aqui.

Em seguida ouvi mais toques de gorjetas e ela ajeitou o note, levantou da cama, saindo da frente do pc e voltou totalmente nua.

- A bucetinha que tu pagou, tá aqui. Gostou safado? Paga mais então que eu faço uma siririca pensando no teu caralho.

Desliguei o videogame, virei o sofá e comecei a bater uma olhando ela se exibindo para os outros. Ela fechou os olhos, e começou a gemer enquanto apertava o bico dos seios com uma mão e com outra esfregava aquele clitóris exposto. Começaram vários toques de gorjeta, até que ela virou o rabo para a câmera, ficando com a buceta arregaçada para aquele monte de punheteiros, piscando o cuzinho, enquanto a ponta do seu dedo indicador, entrava e saia daquele buraquinho. Ficou nessa posição, até gozar, e eu conhecia aquele som, sabia que era genuíno, aí pensei que finalmente poderia foder ela em paz. Estava errado, sentou-se novamente para falar com eles:

- Gozei mesmo. Sério. Delicia. Oi? Tenho namorado. Sim, ele tá aqui. Tô falando.

De repente ela virou o note para mim, e me mostrou para aqueles marmanjos.

- Porra, Ana, não viaja. Tô pelado aqui, merda.

- Ué, eu também.

- Mas tu quer, eu não.

- Eles estão dizendo para tu vir pra cá, pra gente transar.

- Eu não.

- Mas eles disseram que pagam.

- Não quero.

- Tu vai negar minha xoxotinha?

- Claro que não, só não levo jeito pra isso.

- Eles prometeram pagar, se tu vier pra cá.

- Quanto?

- 200tk.

Levantei e deitei pelado ao lado dela, mas longe da câmera. Pagaram duzentos e Ana disse que eu deveria mostrar a pica.

- Vou mostrar pra ti e tu te vira com a câmera.

Me ajoelhei ao lado dela e deixei meu pau na altura de seu ombro.

Ela deu uma alisada e começou a me mostrar os elogios de HOMENS.

Coisas do tipo: “metia os dois”, “nossa, divide com a gente”, “come o rabo dele”. Aí que eu vi o quanto eu era ortodoxo.

- Viu bobo, eles também gostam de ti. Pra chupar um minuto é 50tk.

Começou a lamber a cabeça do meu pau, com a língua bem a mostra, e logo a cabecinha começou a babar sozinha de tesão.

- Eles estão mandando tu virar de costas.

- Eu não, sai fora.

- Eles pagam 100 pra ver tua bundinha. Que maravilha isso.

Ela ria da minha cara, e eu zangado, sem jeito e morrendo de tesão.

- Vou ficar rica contigo. Eles pagam 500 pra eu lamber teu cuzinho. 200 para bater na tua bunda de quatro, e se enfiar o dedo no teu buraquinho, pagam 1000!

- Porque eles querem isso?

- Talvez porque gostem e não conseguem realizar.

- Eu não quero.

- Por favor, faço qualquer coisa que tu quiser, vai ser bom, tu não precisa mostrar o rosto e ainda ganha muito dinheiro.

- Qualquer coisa mesmo?

- Amanhã, se tu quiser.

- Vou lembrar disso. O que eu tenho que fazer?

- Vira de costas pra câmera, e deixa comigo.

Virei a bunda para a tela do note, e ouvi os sons de gorjeta. Ela sem qualquer meia volta, pegou uma nádega com cada mão e separou as duas, exibindo meu cuzinho intacto para a câmera. Que tesão do caralho. Depois, deu um baita de um tapa que me fez tremer.

- Quando eu te bater, tu geme.

- Eu não.

- Eles pagaram pelo teu gemido.

De fato, notei que cada coisas que ela fazia, os tokens apareciam. Ela me empurrou pelas costas até eu desequilibrar e cair de frente na cama, ficando com o rabo empinado para os punheteiros sádicos.

- Agora, tu fica bem relaxado que eu vou brincar um pouquinho contigo.

Ela abocanhou meu testículo com força, eu me contraí todo. Depois segurou meu pau, e começou a ordenhar, a língua foi subindo cada vez mais, e passou a circular a entrada do meu cuzinho, e mordiscar as dobrinhas das nádegas, eu gemia, já sem fingir, até que ela deu a primeira linguada bem dentro do meu buraquinho. Lambia e chupava há tanto tempo que já não importava mais o que acontecia no computador. Eu aprendi a piscar o cuzinho, na hora da língua entrar e prendia com as pregas a cada lambida. Quando ela começou a cansar, se afastou e enfiou, não um, mas dois dedos e como eu já estava arregaçado, ela meteu fácil e começou a movimentar, e de vez em quando, ela acertava exatamente um ponto, dentro de mim que me fazia quase gozar sem encostar na jeba. Rebolei uns 20 minutos naqueles dedos. Estava tão concentrado, que nem vi, que estávamos só nós dois. Ela já tinha fechado a tela do computador e estava fazendo aquilo, por tesão mesmo.

Me mandou deitar de barriga para cima, e de joelhos, começou a moldar meu corpo, como se eu não comandasse. Levantou totalmente na vertical as minhas duas pernas, e começou a dobra-las para trás, passando os meus pés, para cima da altura da minha cabeça, como se eu fosse algum tipo de contorcionista. Sentou acima da minha cabeça, de pernas abertas, e escorou minhas canelas em seus ombros. Fiquei de cabeça para baixo, com o meu próprio pau há uns vinte centímetros do meu rosto e o cuzinho na altura do rosto dela.

A posição era muito louca, e nunca me imaginei nela. Minha namorada voltou a lamber meu buraquinho com vontade, ao mesmo tempo que ordenhava meu pau. A babinha de tesão que escorria do meu caralho pingava na lateral da minha boca, e pela primeira vez senti o gosto do que vinha de mim. Meu próprio cheiro de macho. Quando ela voltou a enfiar o dedinho no ponto perfeito dentro do meu cu, senti que ia gozar, e me contorci todo. Ela se afastou, começou a me masturbar mais forte, e com a outra mão, enfiou os dedos que estavam no meu rabo agora na minha boca, até que ela ficasse meio aberta. Senti um jato quente e pesado no meu queixo, e conforme a porra saia, ela posicionava a cabeça para lambuzar o máximo da minha boca o possível. Irresistível à tentação de provar do próprio leite. Limpei meus lábios com a língua, deitei o corpo novamente na horizontal e fiquei alguns segundos pensando em como é que aquilo tinha acontecido. Eu exibi minha mulher para um boy, depois para centenas numa câmera, deixei ela me foder em publico, e agora estava com a cara cheia da própria porra. Acho que ela imaginou o que eu pensava, pois começou a lamber meu rosto, e remover todo o leite com a língua, depois me deu um beijo quente, onde senti meu gosto forte nas duas bocas, e soube que a partir daquele momento, entramos num caminho sem volta. Essas foram apenas as primeiras três semanas morando juntos, numa relação que durou nove anos.

Comentários

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23/04/2018 02:40:37
Que delícia de namorada!!!
22/04/2018 01:49:32
Conto bem cansativo de se ler, mas muito bom cheio de surpresas!
19/04/2018 11:25:28
Uma história bem longa e com comportamentos esquisitos, tanto o seu quanto os dela. Parece que foi um relacionamento bem doentio. Espero que o excesso de estranheza não prejudique suas narrativas
19/04/2018 08:59:25
excelente conto continue
18/04/2018 18:01:52
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