Meu amigo, psicólogo e massagista - Parte 3

Um conto erótico de Fefê japinha
Categoria: Homossexual
Data: 17/04/2018 15:05:08
Nota 9.00

Mais um passo virando mulher

Pra quem ainda não leu os contos anteriores, vale a pena ler para entender o contexto dessa história.

- Fê, agora sobe nesse pufe e fica de quatro.

Era um pufe baixo e comprido.

- Isso, agora eu quero você encoste a cabeça no pufe, empine a bundinha e abaixe a calcinha. Isso, deixa o pipi preso na calcinha ainda, mas quero que você me mostre o cuzinho.

Eu obedeci e fiquei naquela posição. Ele foi numa estante ali do lado e se serviu de um copo de uísque. Depois ficou atrás de mim, olhando pra minha bundinha.

- Você está deliciosa assim. Nessa posição... essa bundinha branquinha, esse cuzinho lindo, todo lisinho... Como você se sente assim? Se oferecendo e um homem de pau duro, excitado, te olhando nessa posição?

- Tô me sentindo tão exposta... a parte mais íntima do meu corpo à mostra só pra excitar um homem... estou me sentindo insegura também... com medo do que vai acontecer... que horas que você vai querer me comer... se vai doer muito na hora que seu pau me arrombar... se eu vou aguentar tudo dentro mim... se você vai me machucar na hora que estiver me fodendo...

- É um tesão ouvir você falando isso. Quero ouvir mais...

- Eu também fico insegura se vou agradar... se você acha minha bundinha bonita ou se acha que sou muito magrinha... fico insegura se você vai gostar de me comer... se você vai sentir tesão quando estiver com o pau dentro de mim... se vai achar meu cuzinho gostoso... tô com medo de tudo...

- Não precisa ter medo, Fê...

Ele levantou meu queixo e colocou o copo de uísque na minha boca.

- Dá um golão. Isso... você é uma fêmea deliciosa. Agora eu quero que você se solte. Deixa a bichinha dentro de você tomar conta. Dá mais um gole...

Ele voltou a estante e encheu o copo de uísque novamente. Depois veio por trás mim e passou a mão de leve no meu rego. Eu me arrepiei toda. Depois, devagar ele encostou o dedo no meu botãozinho. Meu anel piscou involuntariamente e eu suspirei de excitação. Eu só percebi quando ele pegou o KY e colocou um pouco no meu cuzinho. Senti aquele geladinho nas pregas e gemi de tesão. Eu não estava aguentando mais de tanta vontade.

Ele ia agindo calmamente para aumentar mais meu tesão. Era o dono da situação diante de uma bichinha lisinha, de quatro, com a calcinha abaixada e oferecendo o cu.

Ele veio de frente e levantou meu rosto novamente.

- Toma o copo todo. Eu quero você bem louquinha agora.

Eu obedeci. E a bebida e o tesão misturados me deixaram fora de mim.

Eu abaixei a cabeça de novo e empinei a bunda. Ele voltou a manipular minhas pregas anais. Depois, enfiou o primeiro dedo dentro de mim. Aquelas mãos másculas usando meu corpo feminizado era a melhor coisa que eu tinha sentido na vida. Enquanto ele enfiava o segundo e o terceiro dedo, com a outra mão ele me puxou pelo rabo de cavalo. Fiquei de quatro, com as costas arqueadas, com os dedos deles enfiados no meu cu. Ele começou a mexer dentro de mim e eu gemia como uma cadela.

- Paulo, por favor, me come... eu quero sentir essa sua pica enorme dentro de mim... eu tô tão carente, eu preciso tanto de um homem forte e másculo como você... enfia seu pau em mim, por favor... tô de quatro, me oferecendo toda... se você quiser, eu imploro para você me comer... quero ser totalmente submissa a você.

- Pedindo assim, Fe? Que delícia... como você se sente? Ainda tem dúvidas sobre ser homem ou não?

- Aí eu não tenho nada de homem. Sou um bichinha passiva e submissa querendo dar o cuzinho pra você...

Ele foi na minha frente e eu olhei para ele de baixo para cima.

- Fê, eu sei que você tá morrendo de tesão, mas não faz parte da programação eu te comer hoje. Os planos são outros...

Eu fiquei meio frustada com aquela resposta, mas queria fazer o que meu homem quisesse.

- Se você não me quer, tudo bem... mas posso chupar mais um pouco o seu pau? E fazer você gozar na minha boca? Eu quero engolir sua porra, Paulo...

- Fê, isso também não estava nos planos, mas ninguém é de ferro, né?

Eu chupei o pau dele como uma puta, forçando o pau pra dentro da minha garganta e me masturbando por cima da calcinha ao mesmo. Ele foi ficando cada vez mais excitado, começou a gemer de tesão e puxou minha cabeça pelo rabo de cavalo. Senti quando ele estava quase pra gozar, o pau dele engrossou na minha boca e ele me segurou pela nuca e enfiou o pau dentro de minha garganta. E começou a gozar. O primeiro jato de porra que eu senti na vida inundando minha boca. Era quente, amargo e gosmento. Depois veio o segundo jato ainda mais forte. Eu tentava engolir tudo, mas engasgava com toda aquela porra jorrando.

Ao mesmo tempo que me senti uma verdadeira fêmea, me senti explorada sexualmente. E acima de tudo, senti muito tesão. Ele terminou de gozar, mas continuou segurando minha nuca pro pau dele continuar na minha boca.

- Olha pra cima, Fê. Olha pra mim. É uma visão maravilhosa, minha linda.

Comentários

Comente!

  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
24/04/2018 13:25:04
Uaaaaaau!!!! Que delicia!!!
19/04/2018 01:47:46
Huumm, espero que o Paulo comece a receitar hormônios femininos pra Fê e ela vire uma fêmeazinha completa!
17/04/2018 18:23:48
PSICÓLOGOS NÃO PODEM CLINICAR AMIGOS.