Casa dos Contos Eróticos

O CLUBE – Capítulo I – Rosely

Autor: Nassau
Categoria: Heterossexual
Data: 16/04/2018 00:48:31
Nota 10.00

– Amor, ficou bom assim? – Perguntou Roseli segurando seus loiros cabelos no alto da cabeça e dando uma volta para que o marido visse seu corpo todo.

– Você está demais! – Respondeu Lucio sem poder conter sua admiração.

E ele estava certo. O corpinho delgado da esposa, com seus cinquenta quilos bem distribuídos pelos seus cento e cinquenta centímetros de altura, nesse momento valorizado pelos quinze centímetros do salto finíssimo, o que a tornava ainda mais sedutora, com seu bumbum ficando bem arrebitado. Roseli usava um vestido preto tão curto que se abaixasse um pouco o corpo daria para ver sua calcinha de renda da mesma cor. Os seios quase todo a mostra, pois o decote do vestido era generoso ao olhar faminto dele, quase que mostrando seus mamilos róseos e durinhos, que marcavam o tecido leve do vestido que usava. Uma maquiagem leve, com sombras que destacavam ainda mais o verde claríssimo de seus olhos e a boca sensual com um batom claro. Roseli sorriu mostrando duas fileiras de dentes brancos e perfeitos.

“Como minha esposa é linda! Mesmo hoje com seus trinta e cinco anos, ainda tem a mesma aparência daquela garotinha de dezoito que me enlouqueceu desde a primeira vez que a vi.” pensou Lucio que, cada ano mais, amava e dedicava-se à sua querida esposa, satisfazendo todos os seus caprichos.

– Você também está um gato. – Disse Roseli sorrindo para Lucio que usava uma camisa social com dois botões abertos e mangas com o punho dobrado. Trajava também uma calça jeans e tênis e seu estilo esportivo contrastava com a elegância atrevida da mulher. Em seguida, ela o puxou pela mão falando enquanto seguiam em direção ao carro. – Vamos logo que a Jana e o Ronaldo estão nos esperando.

– Quantos casais irão hoje? – Perguntou Roseli logo depois que o carro chegou a rua e Lucio acelerou vagarosamente.

¬¬– Ninguém confirmou, mas como também ninguém ligou informando que não iria, acredito que estaremos em seis casais.

– Que ótimo, ¬– falou ela sem olhar para o marido, – afinal, há meses que não conseguimos reunir o clube todo.

O clube a que Roseli se referia fora uma iniciativa de ambos que, com a ajuda do casal Ronaldo e Janaína, tinha se iniciado há cerca de sete anos, agregando mais pessoas a um relacionamento que já existia entre os quatro desde o início do casamento.

Mas não fora assim tão simples chegarem ao estágio de liberdade que tinham hoje. Muitas mágoas tiveram que ser administradas, idas e voltas foram vividas pelo casal, assim como também por Ronaldo e sua esposa, até que chegassem a conclusão que, para levarem uma vida sem rusgas, ressentimentos e brigas, todos teriam que assumir sua sexualidade e darem vazão às suas fantasias.

Enquanto dirigia, Lucio se pôs a lembrar dos vários estágios que viveram até chegar ao atual. Conhecera Roseli quando, com apenas vinte e três anos, foi transferido pela empresa que trabalhava para a Capital do Estado de Mato Grosso do Sul, vindo de uma cidade pequena do interior paulista e, com pouco mais de um mês, decidiu que tinha que substituir a secretária que lhe assistia, pois a mesma tinha os vícios de seu antecessor e colocava dificuldades nas mudanças que ele tentava trazer para melhorar a qualidade dos serviços da empresa. E, ao contrário do que todos falam, a primeira impressão não foi a que ficou, pois se assim fosse, suas vidas teria tomado outro rumo.

Numa manhã chuvosa, teve sua caminhada em direção ao seu escritório interrompida por uma garota aparentando ser pouco mais que uma criança que, colocando-se a sua frente, perguntou numa voz musical e agradável:

– O senhor que é o senhor Lúcio?

– Sim sou eu. – Respondeu ele depois de uma ginástica para não esbarrar na moça que de repente aparecera na sua frente.

– É que eu estou sabendo que o senhor está contratando uma secretária. Vim me candidatar.

Lúcio olhou para aquela figura minúscula diante de si, pois com uma estatura de um metro e oitenta e quatro, em um físico atlético, pesando setenta e oito quilos, ela ficava com a cabeça abaixo de seu ombro. Mas não foi o tamanho que o impressionou, mas sim a aparência da moça. Com os cabelos molhados cobrindo quase que totalmente seu rosto, a roupa encharcada fazendo com que sua blusa de um tom bege ficasse transparente mostrando seu corpinho e o sutiã branco que protegia seus seios pequenos. Uma calça jeans dessas rasgadas e um tênis sujo de barro completava a indumentária da garota.

– Desculpe, – respondeu ele rispidamente, – mas esse assunto tem que ser tratado no RH.

– Ah! Desculpa aí. Eu deveria saber disso. – E colocando um sorriso enigmático no rosto, ficou ali encarando o rapaz que, ao se deparar com os olhos grandes e verdes e a pele clara, se prendeu naquele sorriso e não conseguiu dizer mais nada. – E aí? Vai me falar onde fica esse tal de RH ou vai ficar aí parado me olhando?

O atrevimento daquela quase menina trouxe Lucio de volta ao chão e ele esticou o braço para trás, com o indicador estendido, falou rapidamente, dando a informação:

– Você vai por esse corredor e vira a direita no final que vai ver, na segunda sala, uma espécie de guichê. É lá.

– Obrigada, – disse ela dando a volta por ele e colocando a andar na direção apontada, porém, depois de alguns passos, virou-se e falou de forma divertida, ¬– A gente se vê quando eu começar a trabalhar para você.

“Que atrevimento!” – Pensou Lucio andando sem olhar para trás e depois completou o raciocínio, “Mais fácil o inferno congelar!”.

Três semanas depois, já tendo entrevistado a sete candidatas e recusadas todas, voltou a ver a garota de quem já nem se lembrava mais.

– Com licença. Aqui que é o escritório do senhor Lucio?

Lucio desviou a cabeça do computador para olhar para a porta. Viu então uma mulher, muito jovem, trajando um terninho azul escuro e uma blusa branca. Loira, de olhos verdes, rosto perfeito, olhava para ele com uma expressão indefinida. Respondeu com um simples aceno de cabeça.

A mulher então, num andar elegante sobre seus saltos altos, entrou na sala aproximando-se da mesa enquanto explicava sua presença ali:

– Eu vim a mando do RH. É para uma entrevista para secretária que disseram estar o senhor precisando.

– Ah sim! Claro. Sente-se, por favor.

Enquanto a moça se acomodava, Lucio pegou um caderno de anotações, folheou algumas páginas sem parar para ver o conteúdo, e parou em uma página branca. Pegou então uma caneta e perguntou:

– Seu nome?

– Roseli... ¬– Disse ela informando o nome completo.

– Esse seu sobrenome não me é desconhecido. – Disse ele enquanto fazia as a anotação.

– É verdade. Tem políticos com esse nome aqui, mas são parentes muito distantes. Nem conheço a maioria e também não convivo com eles. Afinal, só aparecem para visitar minha família em época de eleição.

¬– É assim em todos os lugares. Sua escolaridade. – Perguntou ele depois de perguntar a idade e endereço.

– Terminei o ensino médio e estou começando o segundo ano de Direito.

– Direito é? E por que quer trabalhar como secretária?

– Porque tenho que pagar meus estudos, comer e me vestir.

Lucio procurou ignorar a agressividade da moça e já considerou a possibilidade de eliminar mais uma candidata. Porém, nesse exato momento, o telefone tocou e Lucio mesmo o atendeu pedindo licença. Depois de ouvir o que seu interlocutor dizia, concordou e desligou reclamando:

– Que droga. O diretor quer uma planilha que estava acabando de fazer quando você entrou. Desculpe um momento, mas pediram urgência.

Dizendo isso, voltou-se para o computador, movendo o mouse para acender a tela que estava no modo descanso, mas quando tentou acionar o arquivo que já aparecia na tela, nada aconteceu. Irritado, bateu com o mouse sobre a mesa e exclamou:

– Que droga, essa porcaria sempre tem que travar quando agente está com pressa.

Falando isso, levou a mão para resetar o computador, no que foi interrompido por Roseli que, dizendo um “não” mais alto que o normal, colocou-se em pé e já foi dando a volta na mesa, colocando-se ao lado de Lucio, enquanto explicava:

– Não precisa desligar, basta fechar o programa.

– Mas como? Se está todo travado essa porra aqui.

– Não precisa falar palavrão, – disse Roseli que parecia se divertir com a situação – depois acrescentou, – Posso ajudar? Deixe-me sentar aí. E já foi empurrando o ombro de Lucio para que ele saísse da cadeira.

Mesmo muito desconfiado, ele resolver se arriscar a levar uma bronca do diretor e deixar a moça se complicar, pois assim teria mais motivos para se livrar dela. Então se levantou e Roseli, se sentou e, utilizando-se de algum conhecimento que ele não possuía, fechou o programa. Depois voltou a abrir o aplicativo que se comportou um pouco diferente, pois ao lado aparecia uma janela informando que o arquivo tinha sido fechado sem salvar. Ela usou esse recurso para reabrir o mesmo arquivo que antes fechara e levantou-se dizendo:

– Prontinho. Agora o senhor já pode retomar sua planilha. – Disse e voltou a ocupar a mesma cadeira que ocupara antes.

Lucio, em questão de minutos, conclui os trabalhos e extraiu uma cópia impressa. Depois, começou as providencias para enviar por e-mail, porém, quando tentava anexar o arquivo, recebia uma informação de erro. Praguejando, tentou outras duas vezes sempre com o mesmo resultado. Então, com um olhar condescendente e um sorriso zombeteiro, Roseli interviu de novo, fazendo com que ele primeiro salvasse o arquivo e o fechasse, o que resolveu o problema.

– Estou vendo que você é familiarizado com informática. – Disse ele num tom de admiração.

– É, eu tenho conhecimento sim. Sempre gostei de usar e meus estudos e pesquisas são efetuados mais no computador que nos livros.

– Você tem algum curso?

– Não senhor, – respondeu ela e, sem saber por que, resolveu provocar. – É que os aplicativos de hoje são todos interativo. Basta prestar atenção no que se está fazendo e ler as informações na tela.

– O que você quer dizer com isso. – Perguntou Lucio demonstrando que não gostara nem um pouco do caminho que a conversa estava tomando, pois para ele, esse era um terreno não muito conhecido e, portanto, perigoso.

– Simples assim, você tentou mandar o e-mail e recebeu uma mensagem de erro por três vezes. Em nenhuma dessas vezes, você leu o conteúdo da mensagem, pois se tivesse lido, saberia o que estava errado sem precisar de mim.

– E agora você vai dizer que vou precisar de você todas as vezes que for usar um computador?

– Todas às vezes não, mas que é uma lacuna nos seus conhecimentos e eu sou a pessoa indicada para preencher essas lacunas sim.

– Você é muito atrevida sabia? Como espera conseguir uma vaga de secretária com essa prepotência toda.

– Não é prepotência. – Pela primeira vez Lucio viu uma expressão séria no rosto de Roseli que continuou. – É consciência de minha capacidade. Mas se o que o senhor está procurando é alguém para puxar seu saco, eu passo. Muito obrigada.

– Você é sempre assim, tão atrevida?

– Não, apenas quando me provocam.

– OK então. Pode se retirar. Essa entrevista está encerrada.

Uma expressão triste tomou o rosto de Roseli que, vagarosamente, levantou-se e saiu andando em direção à saída. Lucio ficou com a visão de seu corpinho bem feito, coisa que não notara ainda e tomou conhecimento que o perfume suave e agradável que ocupara a sala, tinha se retirado com a moça.

Uma semana passou-se e várias entrevistas foram realizadas até que Lucio se rendeu e passou os dados de Roseli para o RH para que ela fosse contratada.

E não se arrependeu. Roseli se mostrou agradável e divertida. Conseguia fazer seu chefe rir e sempre fazia um comentário engraçado e inusitado, até mesmo nas situações mais estressantes. Organizada, eficiente, trazia o serviço sempre em ordem, atendia a todos com disposição e alegria, sem jamais dar oportunidade para que seu comportamento despertasse interesse nos demais funcionários e mantinha a todos na linha e, apesar de possuir uma sensualidade que saltava a vista, mantinha seu relacionamento com o chefe no limite entre hierarquia e amizade, nunca lhe dando oportunidade para que esperasse dela qualquer atitude que não fosse o seu bem estar no trabalho. Porém, o convívio fez com que algumas barreiras de Lucio caíssem e ele passou a confiar nela e, quando o tempo permitia, falava de sua vida privada. Assim, Roseli já conhecia muito da vida de Lucio, sabendo ser ele aquele tipo de solteiro que abomina relacionamentos sérios e por isso estava sempre falando de uma amiga diferente, pois nunca se referia às suas conquistas como sendo namoradas. Da parte da Roseli, apesar de seu comportamento extrovertido, nada fora revelado e, a única mudança foi que ela suprimira o tratamento de ‘senhor’ na relação com ele e isso só aconteceu por insistência dele.

Assim se passou quase um ano. Lucio fora convidado para o aniversário de dezenove anos de Roseli, compareceu dando-lhe um perfume de presente, ficou pouco mais de uma hora, conversou com os pais delas e se retirou, sem notar que, desta vez, seu comportamento arredio plantara uma semente de mágoa na jovem.

Mas como se diz, o destino conspira a favor das pessoas que, mesmo sem saber, estão amando. Uma semana depois, saindo para as baladas, Lucio se dirigiu a uma casa noturna que apresentava um jovem cantor sertanejo que mais tarde se tornou sucesso em todo o território nacional e até no exterior. Não demorou muito para ele conseguir a companhia de uma bela jovem morena, não se sentindo, porém, muito entusiasmado com a companhia dela e já pensava em arrumar uma desculpa para se livrar dela quando viu, em uma mesa próxima de onde estava, sua secretária Roseli acompanhada de outras duas moças que aparentavam ter a mesma idade dela. Uma era alta, morena, cabelos compridos e com uma boca carnuda que era a primeira coisa a chamar a atenção. Mais tarde, quando ela se levantou, ele não pode deixar de se admirar de suas formas perfeitas, com um bumbum perfeito e durinho espremido por uma calça jeans e os seios fartos se destacando dentro de uma blusa azul com um decote discreto. Na face uns óculos que lhe dava um ar de mistério. A outra era negra, com o corpo parecido com o de Roseli, cujas feições bonitas e um sorriso sempre a mostra também chamava a atenção de todos. Mas a beleza das duas era ofuscada pela que ostentava Roseli. Usando um vestido azul claro que lhe ia até os joelhos, maquiagem como sempre discreta e os olhos verdes que pareciam soltar faíscas ao refletir as luzes do ambiente.

Não demorou muito para que a moça que estava com Lucio percebesse que ele não seria companhia interessante e, para alívio dele, ela arrumou uma desculpa que tinha que ficar com os amigos, deixando-o sozinho. Cinco minutos depois, sem poder resistir, ele tomou coragem e se aproximou da mesa onde estava Roseli e suas amigas. Feitas as apresentações, a morena alta se chamava Janaína e a linda negra era Katlyn. Logo ao se instalar na mesa, percebeu que o consumo de álcool fora grande, pois as três já davam sinais de estarem altas. Lucio entrou no clima, consumiu sua parcela de álcool sem reclamar para não ficar atrás e logo os quatro pareciam serem amigos desde há muito tempo, o que não deixava de ser verdade no que se referia às três jovens. Dançaram, com ele tendo que fazer o papel de macho de plantão e sendo obrigado a dançar com as três, porém, quando um outro rapaz convidou Roseli para dançar e ela aceitou, Lucio não conseguiu disfarçar seu mal estar com a situação.

– O que foi? Parece que você não gostou da Rô ter ido dançar com aquele carinha. – Disse-lhe Janaína.

– Imagine, o que tem demais ela ir dançar com quem quiser?

– Não é o que sua cara está dizendo.

– Ah é? E o que a minha cara está dizendo?

– Ela está dizendo que você está se queimando de ciúmes.

– Só porque você quer. – Disse ele tentando sorrir. – Ela é maior e vacinada e pode dançar com quem quiser.

– Sei não, essas crianças. – Janaína tinha um jeito de falar só dela. – Pior é que ela também não ficou com cara de feliz quando você dançou comigo ou com a Katlyn.

– Você está vendo coisas Janaína. – Falou Lucio para encerrar o assunto.

O artista já tinha se apresentado, todos os quatro já estavam bastante alto pelo consumo de álcool e só restavam mesmo irem embora. Foi quando surgiu o problema de quem iria dirigir. Roseli foi quem tomou a iniciativa requisitando um táxi e nele enfiando suas duas amigas que, segundo ela, tinham residências próximas uma da outra. Lucio perguntou para ela porque não tinha ido com as amigas, já que o apartamento dele ficava próximo e ele iria andando, da mesma forma como havia chegado àquele local. Ela então informou:

– E deixar um gato como você solto por aí. Ainda por cima bêbado. Nem pensar!

Lucio riu, porém como já estava acostumado com a irreverência dela, achou que ela ira pegar um táxi. Estava enganado, pois Roseli, pegando em sua mão, falou:

– Vem, vou te levar em casa. É para cá ou para lá? – Perguntou ela apontando com a mão para os dois lados da rua.

Lucio apenas sorriu e começou a andar de mãos dadas com ela e logo chegaram em frente ao apartamento que morava. Então disse a ela:

– Pronto, estou entregue. Quer que eu chame um táxi para você?

– Não vai adiantar Lucio. Eu me esqueci de que ia dormir na casa da Jana e sequer trouxe a chave de casa comigo. Estou na rua da amargura. – Depois de dizer isso, riu de sua própria piada.

– Isso está me cheirando a golpe. – Falou Lucio também rindo.

– Pode ter certeza que é. Venha, vamos logo.

Assim entraram no prédio e tomaram o elevador. Beijaram-se e o perfume de Roseli fez Lucio se lembrar do dia da entrevista que ela tivera com ele visando a vaga de secretária. Entraram abraçados no apartamento, arrancando a roupa um do outro de forma apressada já chegando ao quarto nus. Atiraram-se na cama e Lucio... Dormiu quase que imediatamente.

O sol da manhã invadia o quarto pela janela aberta e o cheiro de um café recém coado foi a primeira coisa que Lucio sentiu ao acordar. Levou quase um minuto para se lembrar do que ocorrera na madrugada. Procurou pelo celular e não o encontrou na mesinha de cabeceira onde sempre o deixava até se lembrar de que deveria estar no bolso de sua calça jogado em algum lugar entre a porta de entrada e seu quarto. Então gritou ao ouvir barulho de louças vindo de sua cozinha:

– Ei, que horas são?

– O belo adormecido já acordou? – São onze horas e vinte minutos.

Lucio levantou a cabeça e teve a visão maravilhosa de Roseli emoldurada pela porta. Descalça, ela usava uma camiseta sua que lhe chegava até ao meio das cochas. Seu cabelo despenteado lhe dava o ar de menina sapeca e seus olhos brilharam ao olhar para o corpo nu dele. Então ele perguntou:

– Você ainda está aí? Não vai embora não?

– Não sem terminar o que você não conseguiu fazer ontem. – E retirando a camiseta pela cabeça, ela se atirou a ele e ambos rolaram pela cama. – Agora me fode gostoso, por favor.

Lucio beijou-a na boca e depois foi descendo pelo pescoço. Sua ereção se completou ao ver aqueles seios durinhos com os mamilos róseos apontando para ele. Não resistiu e caiu de boca, chupando ora um, ora outro. Se fartou nos seios maravilhosos da garota que gemia sem parar. Depois, foi descendo por sua barriga lisa até atingir a xoxotinha quase que totalmente depilada, pois apenas um tufo de pelos ralos e loiros ensinava a direção de sua fonte do prazer e foi ali, no grelinho duro dela que Lucio mamou como um faminto que passara meses no deserto. Não satisfeito, tocava e apertava os peitos dela com as duas mãos. Depois, desceu mais e atingiu a entrada de sua bucetinha onde enfiou a língua com vontade, fazendo com que Roseli arqueasse o tronco e gozasse pela primeira vez em sua boca.

Lucio não teve sequer tempo de tomar fôlego e já foi empurrado para que ficasse deitado de costas e Roseli atacou seu pau com a boca. Ela foi sugando o pau dele todinho e se posicionado de forma que ficassem na posição de sessenta e nove. Com a bucetinha rosada dela ao alcance de sua boca, ele não teve nenhuma dificuldade de abocanhar seu grelinho novamente e chupar com força fazendo-a estremecer e gemer com o pau dele ainda na boca. Lucio sugou e mordiscou e Roseli parecia estar recebendo choques elétricos, pois seu corpo estremecia cada vez que ele fazia isso. Depois ele lambeu a bucetinha dela tocando seu buraquinho com a língua e foi deslizando até atingir o seu cuzinho onde forçou a entrada. A jovem abriu mais as pernas demonstrando que desejava muito aquilo e o rapaz não hesitou em foder seu cuzinho rosado com a língua, fazendo-a gemer e gozar. Com seu gozo, Roseli passou a chupar o pau de Lucio com tanta força que ele não pode segurar mais e gozou, inundando a boca dela com porra que foi toda engolida por sua boca gulosa que continuou a saborear aquele pau deixando-o totalmente limpo.

Mais uma vez Lucio foi surpreendido com o fogo de Roseli que, deitando-se de costas, abriu bem as pernas e o chamou dizendo:

– Vem me foder vem. Coloca esse pau gostoso dentro de mim e goza. Enche minha buceta com esse pau gostoso.

Era incrível que, depois de uma noite de bebedeira, Lucio conseguisse manter sua ereção daquela forma. Assim, foi para cima dela e esfregou o pau no grelinho dela, descendo até encontrar a entradinha da buceta onde enfiou só a cabeça.

– Assim não porra. Mete direito. Enfia todo esse pau em mim. Me fode com força.

Dizendo isso, ela ergueu o quadril como se sua xoxota tivesse vida própria e procurasse por um cacete para satisfazer sua sede de sexo. Lucio então enfiou e se largou sobre ela que, mesmo com o peso todo dele em cima, conseguia levantar o quadril procurando uma penetração forte e profunda, enquanto arranhava as costas dela com suas unhas.

Foi nessa hora que a ninfeta transformou-se em mulher. A gata agora era a tigresa. Arranhando, xingando e pedindo por pau, Lucio foi devorado fazendo com que, depois daquela transa, ele se perguntasse quem é que tinha comido quem. Sim, pois na verdade, ele se sentia devorado e dominado por ela que, pressionando seu pau com os músculos de sua buceta apertada, arranhando suas costas e mordendo e chupando seu pescoço, levou-o a um gozo tão intenso que o fez acreditar que jamais havia sentido prazer na vida. E ela gozou junto, com lágrimas nos olhos e um sorriso safado nos lábios olhou para ele e disse.

– Nossa, se eu soubesse que você é tão bom de cama, já teria dado pra você há tempos.

– Eu que sou bom é?

Depois de descansarem, os dois foram tomar um banho onde transaram mais uma vez, com Lucio tentando foder o cuzinho dela, o que não conseguiu, pois sempre que tentava, ela dizia:

– Aí não gato. Você ainda não fez por merecer foder minha bundinha. – E o presenteava com seu sorriso lindo.

Depois do banho foram tomar um café da manhã com bolacha, a única coisa que Roseli encontrou na fracassada despensa de Lucio e depois transaram. Mais tarde, pediram comida num Restaurante Delivery e depois foderam. Já escurecia quando Roseli disse que tinha que ir embora e Lucio disse que ia levá-la em sua casa, porém, antes de saírem, Lucio fodeu a bucetinha de Roseli no sofá da sala e gozou em seu rosto. A jovem ficou linda, segundo ele, com o rosto cheio de porra.

No caminho para casa, Roseli atendeu ao celular e, pela conversa, Lucio pode perceber que era Jana. Roseli respondia apenas com monossílabos, porém, chegou um momento em que ela deixou escapar uma frase que colocou uma pulguinha atrás da orelha dele. Foi quando ela disse:

– Não fica assim não querida. Você sabe o tanto que te amo e que vou ser sempre sua.

Comentários

05/07/2018 19:45:08
Texto muito bem escrito, parabéns.
22/05/2018 21:14:36
escritoreroticoba@yahoo.com.br
22/05/2018 11:12:41
Perfeito!! Bem narrado e descrição perfeita das personagens. Parabéns!! Estou iniciando nessa arte de escrever contos. Se puder dá uma olhada nos meus e por favor, deixa suas impressões.escritoreroticoba@gmail.com
16/04/2018 14:51:30
Que bom que voltou a escrever, Nassau. Esse texto é mais que um conto, parece um longametragem! Personagens bem dissecados e descrições cirúrgicas de todos os atos narrados. Que tenha um ótimo retorno! Aguardamos as sequências
16/04/2018 10:00:36
Muito bom, aguardo a continuação pois pelo início vamos ter eventos muito tesudos kkk Nota !0 ( fantasiasocial@bol.com.br ) Add aos favoritos,
16/04/2018 07:01:51
Muito bom
16/04/2018 06:33:56
Maravilha. Rico em detalhes e muito boa a narrativa.
16/04/2018 04:57:33
Excelente conto

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