Casa dos Contos Eróticos

TIO GILSON - O SEMINARISTA – PARTE 3

- Engraçado, de vez em quando sua gagueira volta, rapaz, parece até que estava... ou que quer me dizer alg.... Bom deixa pra lá!!! Vamos pescar logo, Rubinho.

Depois de mais de duas horas, dando banho nas minhocas, os dois já de saco cheio, resolveram encerrar a aventura e lanchar.

_ Poxa vida, sobrinho. Que vergonha, não pescamos nada, heim? Será que te dei azar?

__ Nada disso, tio. Pescaria é assim mesmo. Prometo que numa próxima oportunidade, volto com o senhor e quem sabe, não nos saímos bem melhor que hoje? Mas agora acho melhor recolhermos tudo e retornarmos a fazenda. Todos já devem estra de volta.

-De jeito nenhum que volto, sem me refrescar. Vamos indo, mas quero parar naquela pequena cascata, que avistamos antes de chegarmos , nem que seja por cinco minutos, Preciso me molhar, pois este calor esta insuportável. Tudo bem, pra você? Trouxe, seu calção, conforme lhe sugeri?

Menti descaradamente, nesse momento, pois se o gostoso continuasse me tesando , mesmo que sem querer, não sei por quanto tempo mais aguentaria. Para evitar desentendimentos, pois ainda não sabia qual era a sua de verdade, respondi-lhe;

- Nossa tio!!! Esqueci meu calção, acredita? Mas ainda bem, pois tenho bronquite aguda e asma, e a ultima vez em que insisti com água fria, quase morri de tanto passar mal, mas faço questão de lhe fazer companhia as margens da cachoeirinha, enquanto se refresca.

Assim que chegamos as margens da quedinha, fiquei maravilhado e apaixonado pelo eu tio. Assim que ele começou a se despir, percebi o quanto estava enfeitiçado. Vagarosamente ele tirou sua bermuda, camisa e chinelos. O resultado, foi a mais bela e sensual cena que já tive o prazer de presenciar.

Seu corpo exalava vitalidade e frescor. Suas costas eram largas, na medida certa, suas nádegas, eram robustas, redondas e rijas e para me finalizar aquela perfeita escultura, ali estava, um perfeito e simétrico par de coxas grossas e torneadas, recobertas, por vastos pelos pretos e lisos, dignos de um Deus Grego. De frente, a natureza caprichou anda mais. Seu tórax , além de tão peludo quanto suas pernas, era milimetricamente desenhado. Até suas pequenas e charmosas sardas, possuíam um colorido diferente e hipnotizante. Um belo e destacado fio de pelos formavam seu caminho da felicidade, que começava pouco acima de seu umbigo e com certeza se perdia num púbis peludo, do qual brotava um pênis retilíneo e totalmente proporcional a todo conjunto da obra.

E quando pensei que não era possível assistir a nada mais sensual que aquele homem se despindo em minha frente, ele mergulha seu corpo, por alguns segundos, emergindo em seguida, com um esfuziante e molhado sorriso nos lábios que me tiraram do eixo terrestre. Era impossível não admirar tamanha beleza e sensualidade.

Só sai de meu transe, quando um toque molhado e masculino, me despertando e me dizendo:

- Rubinho??? Está tudo bem??? Você está pálido, sobrinho. Parece que está hipnotizado. Viu algum fantasma??? E ai? O que achou?? Acha que sou muito peludo?

Assim que recobrei meu juízo, só tive certeza de uma coisa. Ou eu saciaria meu desejo, nos braços daquele homem, ou ficaria frustrado e infeliz para sempre e como eu me conhecia muito bem sabia que com certeza daquela noite não passaria. Mesmo que ele fizesse o maior escândalo da paróquia naquele quarto, me expondo para a família inteira eu deixaria de tentar seduzi-lo, o que me fez não só pensar como responder rapidamente a suas perguntas:

- Perdão, tio. Estava bem longe e pensando que já faz um bom tempo que não faço sexo. Ando precisado, viu?

- Sabe que eu nem me lembro a quanto tempo tive uma relação carnal? Os maioria dos outros noviços, sempre vão em boates gays, nas cidades vizinhas, transam e mentem dizendo que foram visitar parentes. Mas tem sempre um que acaba abrindo a boca e comenta a noitada. Por mais curiosidade que fico em conhecer certos ambientes, nunca os acompanho. E quanto o desejo fala mais alto que a fé, acabo entrando no banheiro e me resolvendo na mão. Se é que me entende, Rubinho. Inclusive como estamos nos tornando pessoas muito próximas e íntimas, gostaria de ouvir sua opinião sobre “ o celibato”. As vezes fico tão confuso, com isso.

Podemos conversar sobre tudo, que quiser, desde que respeite minha opinião e desde que seja mais tarde, em nosso quarto., ok? E com relação a seu corpo, estava tão distraído que nem reparei . Mas isso não é problema, pois não combinamos pra hoje ainda, um banho a dois, em nosso banheiro. Conforme já lhe disse, com privacidade, podemos até falar dos detalhes, não é mesmo? Vamos indo então? Assim que chegarmos podemos resolver isso. O que acha, titio?

- Com certeza, Afinal, o maior interesse é meu né sobrinho!! Vamos apressar o passo então.

Mas como nem tudo, acontece como gostaríamos, assim que passamos pela porteira da fazenda:

- SURPRREEEESSSAAAA!!!!!!

A tal festança em homenagem ao meu tio, só aguardava por nós para se iniciar. Desta forma, só nos restava adiar, nosso banho e participar da confraternização até tarde, mas coisas estranhas por lá aconteceram, além de perceber que meu tio me secava a todo instante, ele piscava para mim, e sempre que dava encostava sua boca em um de meus ouvidos e sussurrando me intimava:

- Não vá dormir, mais cedo heim?? Temos um compromisso, pra hoje ainda, Ok?? Não deixe o tio sem respostas, tá certo?

Porém o arrasta-pé começou a se estender demais e como estava exausto, resolvi ir para o quarto com a intenção de recostar meu esqueleto e aguardar pelo tal desejado banho dois, mas sem nem perceber, acabei apagando. Pouco tempo depois, ao me virar, meu braço esquerdo devido ao movimento, escorregou e caiu estendido fora da cama e por lá permaneceu ate eu acordar.

De repente, na maior escuridão do mundo, sinto uma mão acariciando o tal braço, de cima abaixo. Pensando bem rápido resolvi, resolvi me manter imóvel e fingir que ainda dormia, para ver até onde, aquilo iria.

As carícias foram aumentando, aumentando e quando dei por mim, minha mão estava segurando uma deliciosa rola no maior breu. Resolvi até a roncar, pois a coisa estava esquentando e como eu estava deitado com a barriga pra baixo, não corria risco de ser denunciado pelo meu pau, que babava e pulava sem parar, espremido entre meu corpo e o colchão.

Depois de alisar bastante minha mão com seu pau, Tio Gilson, desce o elástico de minha bermuda, pois ainda estava vestido com ela, e começa a dar pequenas lambidas em minhas nádegas que abrigavam um cu "piscão" pra caralho, que queria por que queria rola.

Esperei mais uns segundinhos e remexi um pouco, anunciando que em breve iria despertar. Assim que ele percebeu que eu estava começando a acordar, correu pro corredor, bateu na porta e perguntou, como se estivesse acabando de chegar:

- Rubinho??? Rubinhhhhoooo??? O tio pode entrar, sobrinho??? Está dormindo????

Com a mesma cara de pau, dele, respondi espreguiçando e bocejando:

- UAAAHHHHHHHHHH!!! O quê???? Tio?? É o senhor???? Entre, logo!!!! Acabei apagando. Se o senhor não me chamasse agora, acho que dormiria até amanhã!!!! Obrigado por me acordar.

- Ainda bem que não fiz mal em lhe acordar, Rubinho. Estava na cozinha agora a pouco, tomando água e como está tudo escuro, imaginei que estivesse dormindo, rapaz. Mas se quiser pode voltar a dormir, que tomo banho sozinho.

- Imagine titio!!! Claro que vou acompanhá-lo. Afinal promessa é divida, não é mesmo?. Se posso lhe ajudar com seus problemas, farei com o maior prazer. A não ser que o senhor tenha mudado de ideia. Pra mim sem problemas.

- Mas de jeito nenhum Rubinho. Não é todo dia que temos alguém em quem podemos confiar? Vamos para o chuveiro então, sobrinho?

Estávamos tão ansiosos por aquele momento, que segundos depois de entrarmos no banheiro, o silêncio tomou conta do lugar, dando espaço apenas para a realização de nossos desejos. Parados um de frente pro outro, famintos e cautelosos, fomos nos aproximando vagarosamente, até que nossas bocas se encontraram e começaram a nos devorar sedentas de prazer.

Depois de sermos exauridos e sugados por nossas bocas, começamos a nos despir. Primeiro as blusas, depois as calças. Apenas de cuecas e taludos pra caramba, deitamos no tapete do recinto, com as cabeças em direções opostas, começamos a nos chupar e a mordiscar nossos cacetes, por cima de nossas, cuecas, o que nos proporcionou uma sensação difícil de descrever. Nossos retos se dilataram e tremiam desejosos, arrepios percorriam nossos corpos por inteiro e estimulavam uma enorme produção de líquidos espermáticos, que assim que ensopavam nossas roupas intimas eram tragados e deliciosamente degustados, por nossas desenfreadas bocas glutonas.

Por um bom tempo ficamos experimentando nossos líquidos corporais, e quando estávamos saciados com nossos sabores externos, apenas, tiramos nossas toras empedradas de gala pra fora e começamos a explorá-las. Dos púbis às glandes, as toras foram desbravadas e depois de completamente conquistadas, generosas nos recompensaram com o mais grosso, quente e puro leite de macho que conseguiram produzir e esguichar para nos alimentar.

Levemente saciados, entramos no chuveiro sem poder nos falar, pois nossos ardentes e apaixonados beijos, nos escravizavam mas não saciavam, nossas fomes de nós mesmos. A única coisa que fazíamos ao mesmo tempo, era lavar nossos orifícios, que insistentemente nos ofereciam suas profundezas, que muito nervosas, anunciavam enormes tempestades, que precisavam, por nós serem contidas.

Depois que nossas exauridas bocas, conseguiram se desgrudar, Tio Gilson ofegante e trêmulo, perguntou-me:

- Quem será o primeiro a ....

Comentários

Comente!

  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
13/04/2018 02:45:53
UAUUU. MAS QUE ANSIEDADE A MINHA EM SABER. NÃO VOU AGUENTAR ESPERAR TANTO TEMPO.