O diário da minha tia Myoko. O amigo do filho.

Um conto erótico de Claudia Japonesa
Categoria: Heterossexual
Data: 12/04/2018 17:50:43
Nota 10.00

No outro dia peguei para ler mais um capítulo do diário da minha tia Myoko.

Ela é uma mulher mais alta que eu 1,73 altura, cabelos longos, com seus 57 Kg. Neste capitulo ela estava com seus 50 anos.

Ela estava tendo um caso com Dr. Sérgio, amigo de muito tempo dela. Ele a estava ensinando o valor da liberdade, no amor e no sexo.

Minha tia tinha todos os confortos que o dinheiro pode dar, mas não tinha o amor e desejo de meu tio.

O conto começava assim:

Estou ainda digerindo os momentos que vivi na clinica do Sergio. Sempre cobrei lealdade, respeito e caráter de toda minha família, especialmente dos meus filhos.

Ainda não entendo como deixei me envolver com os funcionários e o próprio Sergio.

Também não entendo meu desejo de ligar para ele e marcar um novo encontro.

Sou uma mulher casada, com filhos, respeitada pela sociedade.

Algo dentro de mim mudou depois daquele encontro.

Algo que me afetou e fez agir novamente de forma desleal com meu marido.

Era 10 de maio de 2008. Meu filho do meio, Cássio veio com o amigo da faculdade Enrico para fazer as atividades do curso.

Enrico parecia parte da família, algumas noites chegava a dormir em casa, pois as atividades da faculdade eram puxadas.

Enrico era do tipo sueco, pele clara, cabelos loiros, olhos azuis, corpo bem cuidado, músculos bem definidos pela academia, com seus 23 anos era o exemplo de bom filho, responsável, inteligente e honesto.

Sempre que chegava, era muito gentil.

- Senhora Myoko, está radiante hoje. Belíssima como as obras de Karl Bang.

- Rapaz, agradeço o elogio, mas acho um certo exagero, estou muito distante das obras deles, pelo menos uns 20 anos. Hahaha.

- Devo dizer que é um engano não aceitar que é bela, com certeza um tesouro que embeleza esta casa, que com o passar do tempo fica cada vez mais esplêndida.

- Vamos para com o galanteio.

Eu adorava o verbo do menino, nunca levei realmente a sério aqueles elogios, para mim era uma criança tentando alegrar a mãe do amigo.

O dia estava sendo normal, meu filho com as atividades da faculdade, discutindo os próximos passos com Enrico.

Naquele dia eu estava muito só, meu marido tinha viajado para fora do Brasil.

Achei que poderia ter um tempo com meu filho, mas o mesmo decidiu por volta das dez da noite sair com os amigos.

- Enrico, venha comigo. Não precisa ficar o tempo todo em cima dos livros.

- Cássio, vou analisar alguns assuntos e dormir cedo, espero que entenda.

- Ok, ok. Mãe, não me espera hoje.

Meu filho foi embora, enquanto Enrico continuava nas atividades.

Fiquei assistindo um pouco de TV, estava sem sono, foi então que Enrico aproximou-se e disse:

- Posso ter o prazer de assistir a TV com você Senhora Myoko.

- Claro, venha, sente do meu lado.

Eu estava assistindo “Adorável Júlia”, um filme onde uma mulher casada tem relacionamento com um rapaz 20 anos mais novo.

- Interessante esse envolvimento dos personagens, acredita nisso fora da tela Sra. Myoko.

- Acho muito pouco improvável um relacionamento deste tipo, um rapaz jovem escolher uma mulher bem mais velha.

- Às vezes as pessoas procuram alguém mais madura, com experiência e elegância para se envolver. Eu saberia apreciar, afinal encontrei alguém assim, consegue entender?

- Poderia ser mais específico.

- Você, não paro de pensar em você.

Assustei-me com aquela declaração de interesse vinda do amigo do meu filho.

- Enrico, vamos parar por aqui. Disse isso me levantando do sofá.

Ele pegou minha mãe, e me puxou novamente para o sofá. Agora segurando as duas mãos ele disse:

- Meu desejo não para de crescer por você, se pudesse raptava-a e levava para morar comigo fora do Brasil. Deixaria todos, minha família, emprego amigos.

- Você está fora de si. Está querendo um envolvimento deste tipo comigo, não é possível. Vamos parar.

- Não, preciso ao menos sentir seus lábios.

- Um beijo, não. Sou casada você sabe.

- Por favor, me deixe sentir o calor dos seus lábios, como poderei deixar de pensar em você, sem ao menos um inocente beijo.

- Por favor, vamos parar.

- Apenas um beijo, depois nunca mais volto a sua casa.

- Promete que não irá mais falar sobre isso?

- Sim.

Não acreditava, estava agora sentada lado a lado com o amigo de faculdade de meu filho, iria dar um beijo no rapaz 25 anos mais novo, na casa onde vivo desde que casei e onde crio meus filhos.

Então cheguei perto com o rosto e deixei-o me beijar.

Ele colocou a mão direita atrás da minha cabeça e começou a afagar, senti o calor dos dedos no meu couro cabeludo. Quando reparei que estava demorando com o beijo inocente e fui sair, Enrico colocou a outra mão na minha cintura e puxou.

Quando fui ver, estava enlaçando o pescoço dele em meus braços e beijando com tanta sede. Algo aconteceu, eu sentia falta de um beijo com desejo, e toda a minha criação não estava agora ajudando a segurar meu desejo de mulher.

- Enrico, continue me beijando.

Os beijos foram ficando mais intensos, meu corpo tremia e aquecia, quando fui ver Enrico levantou-se. Ele ofereceu a mão e guiou-me para fora do sofá. O filme continuava a passa enquanto subíamos as escadas. Na porta do meu quarto, vi minha cama de casal.

- Enrico, não sei se posso, foi aqui que tive minha primeira vez, foi aqui que engravidei de todos os meus filhos.

- Todos seus momentos especiais foram aqui, então me entenda com um momento especial.

Ele me beijou e levou para perto da cama.

- Por valor Myoko, deixe-me ver você sem suas roupas.

Comecei a tirar a roupa, sentia um pouco de vergonha, durante a maior parte do tempo olhava para o chão, quando ousava olhar para Enrico, eu via aqueles olhos azuis vivos acompanhando todos os meus movimentos.

Fiquei nua e ele pediu para que eu deitasse.

Enrico, começou a tirar a roupa, era um rapaz tão educado e calmo, que chegava a tirar peça, por peça e colocar tudo dobrado em cima da penteadeira.

O corpo era perfeito, o membro dele era algo majestoso. Como podia ser tão belo aquele rapaz.

Ele aproximou-se de mim e ofereceu.

Coloquei na boca, chupei toda a extensão do membro. Ainda tinha certa dificuldade para não ralar os dentes no pênis, mas tinha uma calma que me deixava desconcertada.

Enquanto eu chupava, sentia o toque nos meus cabelos, como pode ser uma parte tão erógena os cabelos da mulher. Depois senti descer as mãos sobre minhas costas.

Enrico fez-me deitar na cama de barriga para cima, ele foi beijando minha boca e depois descendo beijando e massageando com calma meus seios, senti um arrepio gostoso quando a língua massageou meu umbigo. Então ele chegou ao meu sexo.

A língua percorria toda minha entrada, subia, descia, entrava. Ele chupava para dentro, deixando-me muito excitada.

Não imaginava mais poder sentir essa sensação aos 50 anos.

Então ele me puxou para junto dele e abriu minhas pernas.

Sentir o membro entrar. O calor da juventude entre minhas pernas.

O movimento de vai e vem à sensação do desejo novamente. Abracei Enrico e puxei para perto de mim. O beijava enquanto me penetrava.

Não sabia se era desejo, paixão ou amor. Acho que queria sentir os três com aquele jovem. Estava sedenta de amor e não queria apenas beber do cálice, queria me afogar no momento.

Enrico virou-me de bruços. Ele massageava minhas costas e bumbum. Se não estivesse tão excitada, poderia cochilar com os carinhos. O aperto forte do bumbum me fez gemer.

Então ele deitou-se sobre mim e novamente introduziu. Era algo tão bom, o abraço enquanto me penetrava. Eu sentia-me segura e feliz naquele momento. Parecia amor.

Ele beijava muito minha nuca e minha cabeça rolava.

Senti que ele iria ejacular.

- Enrico, vira e me penetra de frente, quero que goze me beijando.

Então ele fez.

Adorei sentir o caldo escorrendo e aquecendo meu sexo e pernas. O beijo trêmulo de um jovem, dando amor a uma mulher desventurada de paixão como eu, foi o clímax de minha vida.

Ficamos depois entre beijos e selinhos. Enrico cochilou em meus braços.

Acordamos de manhã, agradeci todos os santos por meu filho não ter ainda voltado e nos pego.

Quando Enrico saiu do meu quarto ele disse:

- Te amo Myoko.

- Te amo também, mas essa foi a primeira e ultima noite.

- Por favor.

- Se preza a minha felicidade, vai respeitar minha decisão e guardar esse momento que tivermos como algo rico e mágico, mas algo que não irá se repetir.

Enrico voltou algumas vezes depois, mas quando terminou o ano da faculdade ele fechou matrícula e mudou-se de cidade.

Foi maravilhoso o momento que tivermos, mas nunca abananaria meu marido e filhos por um momento de prazerGuardei a cópia do diário e comecei a pensar.

- Minha tia sabe dar amor, mas sofre por estar presa a família e entendo como é dolorido não ter liberdade para loucuras. Talvez se eu tivesse filhos entendesse.

Comentários

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13/04/2018 09:50:09
As palavras sutis e singelas contrastam com uma traição de uma senhora casada com o amigo do filho. Sensacional
13/04/2018 00:57:19
Sensacional
12/04/2018 21:17:05
adorável, perfeito, naveguei nesse texto muito bem construído.
12/04/2018 19:50:08
Delicia