O QUE VOCÊ QUISER, EU TOPO

Um conto erótico de Ehros Tomasini
Categoria: Heterossexual
Data: 12/04/2018 00:10:06
Nota 10.00
Assuntos: Anal, Oral, Heterossexual

SEXO EM CORES - Terceira parte

O rapaz ligou para o pai. Mas o telefone chamou, chamou e ninguém atendeu. A delegada quase que tomou o celular das mãos dele. Enquanto rediscava o número, disse:

– Se está fingindo ligar para aquele puto, você tá fodido comigo, garoto.

No entanto, foi uma tentativa vã. Então ela discou do celular do rapaz para o seu próprio número, deixando-o registrado lá o seu telefone. Em seguida, disse a ele, devolvendo-lhe o aparelho:

– Meu número está gravado aí. Quando ele aparecer, me ligue. E anote o telefone do teu pai para mim. Depois, eu mesma tento falar com ele.

– Ei, não vai terminar de me chupar? Eu fiz o que pediu…

– Bata uma bronha, garoto. Pode muito bem gozar sem mim.

Ela disse isso e saiu. O rapaz deu um tempo, depois teclou um número. O pai atendeu:

– Diz, filho. O que é que manda?

– Aquela delegada que está aparecendo na tevê esteve aqui, pai. Quer falar com o senhor. Mas, como eu não sabia se o senhor queria falar com ela, dei-lhe um número errado. Fiz bem?

– Sabe o que ela quer comigo?

– Não, senhor. Mas deve ser coisa urgente.

– Está bem. Obrigado. Vou ligar para ela. Você tem o número?...

Pouco depois, a mulher atendia:

– Alô. Seja breve, pois estou muito ocupada.

– O que quer comigo?

Ela esteve muda ao telefone. Depois perguntou:

– É o negrão estuprador?

– Sim, e não me diga que ainda precisa que te jogue o lixo fora…

Ela riu. Estava de humor melhor, depois de ter sacaneado com o rapaz. Explicou:

– Preciso que venha à delegacia. Estou precisando de tua ajuda.

Pouco depois, o negrão estava diante dela. Tinha uma mão enfaixada e estava irritado.

– Diga logo o que quer, já que não pode, ou não quis, me dizer por telefone. E seja breve, pois eu tive que largar o que estava fazendo para vir aqui.

– Machucou a mão? Ontem, não vi que estava machucado.

– Nem podia. Eu estava por trás, te fodendo o cu.

– Eh, chega de provocações. Estou precisando, mesmo, de você.

– Isso não me importa. Vim pensando que precisava de uma nova comida de rabo.

– Fale baixo. E mais respeito: posso te prender por desacato.

– Vai te foder. Fale logo, antes que eu vá embora.

Ela esteve olhando-o por um momento. Sim, achava-o lindo. Os olhos azuis se destacavam do rosto e dava-lhe um ar inteligente. Talvez, inteligente demais para um simples pedreiro. Finalmente, abriu o jogo:

– Desconfio que a namorada do meu filho o viu sendo assassinado. Ela nega. E sumiu de casa, para que eu não possa achá-la de novo. Ela e meu filho sempre vinham aqui. Conhece todos os meus policiais. Não posso mandar que a sigam, pois logo seriam reconhecidos. Você, não. Você, ela não conhece. Então, quero te contratar para saber o paradeiro dela.

– A policial é você, dona. Essa profissão não me interessa. Aliás, tenho verdadeira aversão por policiais.

– Por quê?

– Alguns fizeram da minha vida um inferno.

– Não seria o caso de dizer que você é que fez da vida deles um pandemônio? Vi a tua ficha na Polícia. Ela é longa.

– Se sabe disso, por que me procurou?

Ela esteve por um momento o encarando, depois confessou:

– Você tem razão. Gostei da foda. Mas prefiro ser fodida na tabaca. Não gosto de homem me subjugando.

– Entendo. Você acha que deveria ter nascido macho, e macho não gosta de dar a bunda…

– Talvez. Nunca pensei nisso. Mas me incomoda terrivelmente tomar no cu. Mas isso não é papo para ser levado aqui. Faça o que te pedi e, à noite, a gente se encontra novamente. Você pode ir de novo lá em casa.

– Vou pensar no teu caso. Mas quanto está disposta a me pagar?

– Não sei. Quanto é a tua diária como pedreiro?

– Como sabe que sou pedreiro?

– Teu filho me disse. O rapaz é mesmo macho, esqueci de dizer. Quis me foder, sabia?

– Ele não me disse. E não sabe que estivemos juntos. Você gostou dele?

– Talvez. Mas, por enquanto, prefiro foder com o pai.

– Então, não precisa me pagar pelo trabalho que terei para localizar a moça. Nos encontramos à noite. Espero já ter boas notícias. Como está tua investigação?

– Na mesma. Não sei com quem ele estava, quando foi assassinado. Mas sei que não estava sozinho. Ele nunca andava só, a não ser quando estava com a namorada. Mas, se é verdade que brigaram, ela não estava com ele.

– Se fugiu, é porque estava. - Afirmou ele - Não importa o que ela diga. Que mais você sabe do crime?

– Mais nada. Estou esperando meu sargento voltar do Depto. de Trânsito com as imagens da rua próxima à que meu filho foi morto. Ele já deve estar vindo.

– Então, vou lá. Me dê o endereço da garota. Não sou adivinho…

– Ah, desculpa. Já tinha esquecido de te dar. - Disse ela, pegando papel e caneta. Sabia o endereço da pretensa nora de cor.

Quase meia hora depois, o sargento entrava na sala da delegada todo afobado. Foi logo dizendo:

– Consegui as imagens com o Detran, mas fui assaltado. O cara, que estava mascarado, me abateu com um único murro. - Falou o policial, apontando o seu olho roxo. O estranho é que só levaram o DVD com o filme.

A delegada esteve pensativa. Disse:

– Isso está ficando interessante. Você chegou a ver as imagens?

– Não, senhora. Eu havia pedido o disco a um policial amigo, lá do Departamento de Trânsito. Ele ligou para mim, dizendo que tinha localizado o momento que queríamos. Mas que eu lhe devolvesse, depois, o DVD, pois ele não tivera tempo de fazer uma cópia.

– Puta que o pariu. Agora, fodeu. Ele disse quantas pessoas estavam com meu filho?

– Ainda não sabe que me roubaram o disquete. Deixa eu ligar para ele…

Pouco depois, o sargento dava a notícia:

– Havia quatro pessoas com teu filho, mas não lembra se tinha alguma mulher com ele.

– Porra, bando de incompetentes…

– Como é que é, senhora?

– Nada, nada. Estava matutando aqui. Você viu teu agressor?

– Só de relance. Como disse, ele estava mascarado. E me atacou num cruzamento. Devia saber que naquela área não havia câmeras de vigilância da Polícia.

– Puta merda. O cara é esperto. Deve ter sido o mesmo que esmurrou meu filho, depois atirou duas vezes contra ele…

Já estava escuro, quando a jovem se aproximou do negrão, temerosa. Ele estava sentado à mesa de um bar, na orla de Boa Viagem, tomando uma cerveja. Assim que a viu, ele a chamou para perto de si.

– Boa noite, Adriana. Vai querer um gole?

– Como me encontrou? - ela perguntou, sentando-se à mesa, perante ele.

– Através do teu irmão. Achei-o em casa e mostrei aquilo a ele. Você trouxe?

Ela lhe entregou um disco. Estava trêmula. Quis saber:

– A delegada já sabe disso?

– Ainda não. Mas vou entregar a ela. Quem te bateu?

– Meu namorado. Eu já disse isso a ela.

– O filho dela te deu um murro, foi?

– Claro que não. Eu gostava dele, mas ele não era meu namorado. Era um pobre coitado. Um fraco, querendo provar que era homem de verdade.

– Não entendo. Na fita, você está agarrada ao filho da meganha.

– Sim. Nós fodíamos de vez em quando. Havia um acordo entre ele e meu namorado. Ele queria entrar para a nossa gangue. Meu namorado disse que, para ele ter esse direito, deveria passar por diversas provas.

– Entendo. Infelizmente, vou ter que dar essa informação à delegada.

– Não! Faço qualquer coisa. Não quero que ele vá preso.

– O.k. O que está disposta a me oferecer?

– Não tenho dinheiro. Sou viciada em drogas. Meu namorado é quem as consegue para mim. Aí, gasta todo o dinheiro que tiro da minha mãe.

– Ela sabe que você se droga?

– Deve saber. Tanto eu, como meu irmão. Mas nunca disse nada. Apenas nos abandonou e foi viver com outro cara. Meu pai já havia morrido. Então, de vez em quando eu e meu irmão vamos passar o dia com ela. Aí, aproveitamos para roubá-la. O dinheiro não é dela, mesmo…

– O cara dela é rico?

– Muito rico. Chamou-a para morar com ele, mas avisou que não queria que ela levasse os filhos. Minha mãe sempre ambicionou riqueza. Deixou-nos e foi embora. O cara nos dá uma pensão, que mal dá para o nosso sustento.

– Então, como pretende comprar o meu silêncio?

Ela botou a mão por baixo da mesa e apalpou o caralho dele. Estava mole. Ela disse:

– Se esse caralho subir, dou uma foda inesquecível contigo.

– Já tenho com quem foder. E você é muito jovem, não acho que tenha experiência suficiente para me satisfazer.

– Quer apostar?

– Não. Não quero. Mas sexo contigo não me interessa.

– Me acha feia?

Ele olhou bem para ela. Depois, disse:

– Bonitinha, mas ordinária. Não faz o meu gênero.

– Por favor. Ou então, esconda-me, em algum lugar, do meu namorado. Se ele souber que fomos descobertos, vai bater em mim de novo.

– Se ele for preso, não poderá fazer isso.

- Eu não quero que ele seja preso, tio. Senão, quem comprará drogas para mim?

– Isso é problema teu.

– Por favor – ela disse-o chorando.

Ele esteve pensativo, depois falou:

– Está bem. Vou te levar para a minha casa. Ficará lá com meu filho, até a delegada se decidir o que fazer.

– Vai dizer a ela que me encontrou?

– Vou, sim. Mas não vou dizer onde você está. Direi que fugiu.

– Obrigada. - Disse ela, se atirando em seus braços e dando-lhe um beijo.

Quando o negrão apertou a campainha do apartamento da delegada, ela já veio atendê-lo nua. Bebia uma dose de uísque. Parecia já embriagada. Ele lhe entregou um envelope contendo um disco metálico de grande capacidade de armazenamento. Falou:

– Tome. Mas ela jurou que não viu o assassinato do teu filho.

A delegada colocou o disco em seu aparelho de Blu-Ray e esteve assistindo por um tempo. Avançou várias vezes, até achar o que queria.

– Como conseguiu esse disco?

– Você já deve saber.

– Caralho, agrediu um policial para consegui-lo?

Ele ficou calado.

– Devo admitir que você tem coragem. Mas pra que tudo isso?

– Você me deu um trabalho. Eu o cumpri. Ponto final.

– Você é chato, né porra? Convencido. Se acha o tal. Mas não descobriu quem matou meu filho, não é?

– Isso é um trabalho teu. Pare de encher o cu de cana e trabalhe. Irá descobrir.

– Vem cá. Quero te dar um beijo. - Disse ela, caminhando trôpega em sua direção.

Ele a beijou. Ela tirou-lhe toda a roupa. Mamou no caralho dele. Ele a fez se levantar de entre suas pernas. Disse:

– Vem cá, digo eu. Vamos para o banheiro. Vou te dar um banho, para te livrar dessa cachaça.

- Uebaaaaaaaaaaaa…

Ele a banhou, lavando-lhe entre as nádegas e esfregando o dedo no seu anel. Ela reclamou:

- Por aí de novo não, seu puto… Eu não quero…

- Não vou te foder. Estou apenas te dando um banho.

- Ah, não. Quero rola, porra. Me fode…

Ela saiu de baixo do chuveiro e sentou-se na tampa da privada.

- Me dá…

Ele se aproximou dela e a delegada iniciou uma mamada. Ele meteu a mão entre suas pernas. Ela gemeu:

- Para. Hoje eu quero só te chupar. Não vou querer ser fodida, não.

- Mas você acabou de me pedir pata te foder…

- Retiro o que disse… Quero só tua porra. Goza na minha boca, goza…

Ele rebateu:

– Mas eu quero teu cuinho. Adorei fodê-lo.

– Não, caralho. Já disse que não gosto por trás.

– Então, nada feito. Deixa eu terminar de te dar banho e vou te jogar na cama.

– Não, não e não. Quero, primeiro, leitinho quente. - Disse ela, com voz engrolada.

Ele permitiu que ela continuasse o chupando. Os cabelos molhados da loira tocavam em seu pau, causando-lhe uma sensação estranha. Ela disse:

– Quando estiver para gozar, me avisa…

– Vai. Mama. Mas para de falar. E punheta esse caralho também. Quando estiver perto, te digo…

Ela se empenhou mais na chupada. Gemia, enquanto fazia a felação, masturbando-o também. Então, pouco depois, sentiu o pênis dele inchar. Sem aviso, se levantou da privada, virou-se de costas e levantou uma perna, apoiando o pé na tampa. Gemeu:

– Agora. Agora eu deixo. Vai… mete de uma só vez… arromba esse cu de fêmea…

Ele não fez com violência, como da vez anterior. Apontou a pica e ficou fazendo círculos com ela em seu buraquinho. Ela afrouxou as pregas, abrindo as nádegas com as duas mãos. Ele colocou só a cabecinha.

- Vai, puto. Para de me negar esse caralhooooooo…

Ele a beijou no cangote. Enfiou a língua em seu ouvido. Mordeu-lhe o lóbulo da orelha. Quando ela estava concentrada naquele prazer, enfiou mais um pouco do cacete no ânus dela. Ela choramingou:

– Ou empurra de vez, ou tira. Não me deixe nesse suspense, puto. Estou quase gozando…

Ele não ligou para as suas palavras. Retirou toda a pica, para depois tornar a enfiá-la, cada vez mais profundo.

- Vai, vai vai, vaaaaaaaiiiiiiiiiii. Mete todaaaaaaaaaaaaaa…

Ele começou a cavalgá-la suavemente. Não tardou a fazê-la gozar. Ela espirrou um jato esbranquiçado contra a parede do banheiro. Gritou:

– Pooraaaaaaaaaa, eu nunca tinha enguiçado gozo assim, putooooooooooo...

Comentários

Comente!

  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
12/04/2018 09:29:41
Legal , cara
12/04/2018 05:00:17
Muito bom continue