Anna - namorada, escrava e carrasca 2

Um conto erótico de Davi
Categoria: Heterossexual
Data: 11/04/2018 13:30:57
Nota 9.67

Nos dias seguintes, só pensava em vê-la de novo. Eu tinha um namoro aberto com outra menina, mas a verdade é que já estávamos juntos há muito tempo e estávamos nos afastando. Anna era diferente. Pela primeira vez eu me empolgava em fazer sexo com alguém diferente da minha namorada. E me intrigava o fato de ela ser tão novinha e deixar as outras peguetes no chinelo. Apenas precisava vê-la de novo.

Passou o Natal e o Ano Novo, tive que esperar alguns dias. Logo ela apareceu em SP de novo. Seguimos conversando, ela veio em casa. Mais solta, nos beijamos, conversamos. Eu estava me apaixonando. Dessa vez ela estava com uma blusinha tomara-que-caia de veludo molhado preto, e a mesma calça jeans apertadinha delineando sua bundinha suculenta.

Ela começou a chupar meu pau no sofá. Que boquete foi aquele. A sua boquinha minúscula corajosamente se lançava pra cima da minha rola, se engasgando, babando muito, olhando pra minha cara com cara de cachorrinha obediente. Onde ela tinha aprendido a chupar tão bem?

Fomos pro quarto, chupei ela de novo. Ela parecia muito agradecida. Como se ninguém tivesse chupado ela antes. Gozou gostoso na minha boca dessa vez, e começou a me beijar apaixonadamente. Nem me lembrei da camisinha, apenas meti. Ela ficou vermelha de tesão, não tentou me parar, começou a jogar a bocetinha na minha pica.

Minha rola mal cabia na sua bocetinha. Tenho uma pica razoavelmente grande, de 18 cm, mas aquela menina era um pinguinho de gente. 1,58, apertadinha, sempre parecia que ia machucar quando entrava. Quis ficar na portinha, gostosa e apertada, mas ela reclamou. Ficava confortável sentindo minha rola inteira. "Tá machucando a paredinha". "Que paredinha? A do fundo?" "É". "Quer que vá mais devagar?" "NÃO, EU QUERO QUE SOQUE COM FORÇA".

E mais uma vez comecei a arregaçar aquela boceta sem dó, e parece que quanto menos dó eu mostrava mais ela curtia. Dessa vez sem camisinha, podia sentir cada dobrinha daquela boceta. Era definitivamente a melhor que eu já tinha provado. Maravilhosa. Socava e sentia sua barriguinha, já suada, branquinha, que fazia aquela gentil curva como nas pinturas renascentistas. Era um corpinho muito perfeito.

"Deixa eu virar", ela disse. Tirei a pica, ela empinou aquele rabo enorme pra cima. Sua bucetinha era gordinha e macia, se você abrisse com a mão você via a grutinha rosada, já dilatada de receber a minha pica. Meti de novo. "Vai mete mete METE METE METE METE" ela enlouqueceu e começou a jogar a bundinha pra trás. Eu sabia que tava machucando, e por isso mesmo soquei com mais força ainda.

Havia algum tempo que eu não gozava transando com ninguém. Camisinha, falta de costume de transar com a pessoa, não sei. Não era comum. Gozava com a minha namorada, porque já estava acostumado. Mas era rotina.

Já essa menina, era a primeira vez que tinha tanto tesão em alguém em anos. Mas eu não estava pronto pro que viria a seguir.

"Me fode, papai."

"Vai, papai."

Ela ginchava de tesão.

"Arregaça sua putinha, papai!"

Sua bocetinha começou a pulsar, ela dando gritinhos, não aguentei. Gozei dentro da sua bocetinha, junto com ela. Estava em choque. Nunca tinha cogitado ficar com uma menina daquele tamanho, e agora gozava com ela me chamando de "papai?"

Ela me explicou de onde vinha aquilo.

"Meu namorado é dominador. Eu sou escrava dele. Ele me bate muito. Exige que eu chame ele de papai. Ele me trata muito mal, sempre me xinga, dentro ou fora do sexo. Me fode com violência e depois goza fora, na mão, longe de mim, diz que eu não mereço o gozo dele. Mas eu nunca tinha gozado assim com penetração. Eu contei pra ele, ele ficou muito bravo."

"Mas seu namoro não é aberto?"

"Sim... mas né. Ele é meu dono. Ele dá o cu sem camisinha por aí, come várias mina... fazia tempo que eu não transava com outra pessoa. Eu falei de você e ele não gostou. Ficou com ciúme."

Começamos a foder de novo. Pus ela de quatro. "Eu vou roubar do viadinho do seu namorado". Ela gozou de novo ouvindo essas palavras.

Nos dias seguintes, ela foi me contando como era com ele. O moleque era um carrasco. 19 anos, meio queer, feio pra caralho, mas muito maldoso. Tinha acabado com o espírito dela. Ela só obedecia.

O moleque mijava nela, amarrava, batia até sangrar, cuspia, xingava, expunha, fazia ela dar pros amigos dele. Ela contou de uma festa em que eles estavam, tinha uma piscina. Em um dado momento ele estava com ela do lado da piscina e disse "ajoelha, puta". Ela obedeceu. Ele começou a afogar ela na piscina. "E você gostou?" "Eu não penso muito em gostar ou não. Só me acostumei a obedecer".

Continua!

Comentários

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13/04/2018 02:58:58
Delicioso conto! Um dono pode fazer isso tudo com sua peça... mas ele também deve cuidar dela, dar carinho e amor!
12/04/2018 07:12:36
Excelente!!!
11/04/2018 14:08:25
excelente conto