Minha Esposa e Sua Amiga na Balada

Um conto erótico de Marquinhos
Categoria: Heterossexual
Data: 10/04/2018 08:43:15
Nota 8.50
Assuntos: Corno, Heterossexual

Olá, meu nome é Marquinhos e minha esposa chama se Giseli. Um dia ela me disse que iria a um baile junto com uma amiga chamada Roberta, achei estranho pois ela nem me chamou. Mas como não sou ciumento nem liguei e deixei elas iram ao tal baile.

No dia do baile notei que minha esposa separou uma roupa muito bonita e sexy para a noite, sempre que toma banho ela o faz de porta aberta, mas nesse dia ela se trancou no banheiro então eu fui espionar pela fresa da porta do banheiro e pude ver ela se raspando as pernas e em seguida raspou a bucetinha e deixou um fino fio sobre a perereca, nossa já estava de pau duro só de ver aquela cena, imaginando o que poderia acontecer.

'A noite a roberta chegou e partiram no seu carro.

O que passo a narrar eu descobri através de um texto que encontrei nos arquivos do notebook da minha esposa. No qual ela relatava tudo o que acontecera naquela noite a uma outra amiga.

Ela disse que quando chegaram na balada logo foram notadas pelos gaviões de plantão, mas só queriam mesmo era dançar. As horas foram passando e o álcool já fazia o efeito simpático kkkk.

por volta de uma da madrugada chegaram dois homens de meia idade negros e começaram a dançar perto delas e logo flertaram, elas sorriam com simpatia e eles entenderam como um sinal de passividade, eles foram chegando mais e começaram a dançar mais descontraidamente . Quando começou a seleção de lentas é logico que elas aceitaram dançar com os novos amigos.

Minha esposa disse que o Carlos estava muito entusiasmado pois já sentia a dureza da sua arma em suas coxas, ela disse que ele era muito cheiroso e foi se deixando seduzir. quando olhou para a Roberta essa já beijava com sofreguidão o seu parceiro. Então minha esposinha disse que o seu par já percorria seu corpo com as mãos, ela se arrepiou todinha e suou a perereca na hora. quando terminou a seleção foram juntos tomar um drink e não demorou o convite para irem a um lugar mais tranquilo. A Roberta chamou a minha esposa e disse que estava morrendo de tesão pelo novo amigo Marcos. Disse que se não estivesse com a Giseli aceitaria ir para um motel com o Marcos, minha esposa respondeu que ela não precisaria dividi lo pois ela já tinha arrumado um negrão também, a Roberta sorriu e chamou a minha esposa de safadinha e disse também que adoraria guardar segredinhos da minha esposa.

Foram todos para um motel ali próximo e quando chegaram na suíte eles atacaram . O marcos foi tirando a roupa da Roberta e o Carlos ajoelhou se atrás da minha esposinha ergueu o vestido e afundou a cara na bunda dela nela disse que as pernas tremiam de tesão e emoção , quando ela sentiu a língua áspera na bucetinha se derreteu de vez. Depois da bela linguada na bucetinha ela quis retribuir o carinho e de joelhos abriu a calça do Carlos e deu um grito de espano , ela estava diante de uma senhora rola que ainda meio mole já assustava minha esposa, ela fez um esforço e colocou a rola na boca e logo estava totalmente dura. Ele colocou minha esposinha de quatro na cama e encostou aquele enorme rolete de carne na entrada da linda buceta e empurrou tudo de uma vez minha esposinha gemeu de prazer e logo começaram as estocadas. Nesse momento a Robertinha também já estava sentada numa enorme vara negra. Minha mulher disse que só quando ele anunciou o gozo é que se deu conta de que o Carlos não usava preservativo. quando ela pensou em tirar a rola pra ele gozar fora já era tarde pois sentiu o primeiro jato atingir o útero, então pensou, agora vou aproveitar esse momento e deixou ele despejar toda a porra dentro dela. Foram sete jatos .Ela beijou ele carinhosamente e disse que tinha sido uma bela transa, mas para a surpresa delas os homens queriam mais . eles jogaram elas de quatro novamente na cama e mostraram suas intenções. O Carlos encostou a rola enorme no rabinho da minha esposinha que começou a chorar e implorar para ele não fazer aquilo, ele nem deu ouvidos, empurrou a tora negra no rabinho da minha esposinha ela gemia de dor em pouco tempo os gemidos eram de prazer em agasalhar aquela rola enorme no rabo. Ele fodeu o cuzinho da Giseli por meia hora enfim gozou um monte de porra dentro do reto dela novamente.

'As quatro e meia minha esposinha chegou toda desconfiada e foi direto pro banho.

Comentários

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11/04/2018 00:05:50
Muito bom!
10/04/2018 14:26:44
excelente conto
10/04/2018 09:08:19
Razoável. Vc teve uma reação muito fria para quem foi corneado